o Olá sejam bem-vindos a mais uma vídeo aula aqui no link YouTube nós vamos então dá continuidade ao vídeo sobre o complexo principal de histocompatibilidade O MHC discutindo um pouco sobre os processos imunológicos envolvidos na rejeição ao transplante se você está chegando aqui agora te convido a assistir primeiro a parte um sobre MHC meu nome é linda calegário Sou professora de imunologia e também atua no programa de Mestrado em saúde sociedade e ambiente da UFG já tem bom agora que a gente sabe um pouco sobre o complexo principal de histocompatibilidade nós vamos aprender sobre transplantes
e rejeição ao transplante Esse é um vídeo superficial é só para dar uma noção sobre rejeição o transplante então é a transferência dentro do corpo de um mesmo indivíduo ou de um organismo para outro né de tecido órgão ou parte do órgão juntamente com os vasos né que irrigam esse esse órgão a fim de compensar ou substituir uma função perdida Vamos então ver como é que isso acontece né imagina uma situação hipotética em que dois camundongos fizeram doação de pele esses camundongos possuíam perfis de MHC diferente o primeiro então tinha um perfil de MHC que
nós vamos chamar de MHC a e o segundo tinha outro perfil nós vamos chamar então de MHC bebê feito então a coleta de pele dos dois animais essas férias foram transplantadas em dois outros camundongos que nós vamos chamar agora de receptores Porém esse e os receptores possuem um mesmo perfil de MHC os dois eram MHC a de modo que o primeiro receptor recebeu uma pele de um camundongo MHC a que era compatível com o seu perfil também é me agarrar né É E aí com isso esse camundongo conseguiu tolerar bem o transplante não havendo rejeição
já o segundo camundongo receptor ele era e me agarrar mas ele recebeu uma pele do camundongo doador MHC B E aí portanto como sistema imunológico desse segundo camundongo identificou esse tecido como o álbum não próprio né tinha características de MHC diferentes e então o sistema imunológico fez a rejeição ao tecido transplantado e os transplantes eles podem ser classificados de diversas formas podendo essa classificação ser feita pelo tipo de doador e também pelo local onde o tecido ou órgão vai ser transplantado em relação ao doador nós podemos fazer uma doação de tecido de um indivíduo para
ele mesmo e aí a gente chama isso de transplante autólogo né é por exemplo quando a gente enxerga a pele tira de uma parte do nosso corpo e enxerto no nosso próprio corpo ou quando a gente trans planta bulbo capilar né em nós mesmos ou então a gente pode doar um tecido o órgão para outro indivíduo O que é chamado então de transplante heterólogo o transplante heterólogo ele pode ser feito entre indivíduos da mesma espécie geneticamente idênticos que a gente chama de transplante singênico é o que ocorre quando se tem transplante entre e pode ser
feito entre indivíduos da mesma espécie porém geneticamente semelhantes não idênticos né a gente chamei isso de transplante alogênico é o que ocorre quando uma pessoa dou um órgão para outra que possui um perfil de MHC bastante semelhante mas não idêntico e o transplante heterólogo ele pode ser feito também entre indivíduos de espécies diferentes que a gente chama então de transplante xenogenico Por exemplo quando se usa Matriz bovina para fazer enxerto ósseo em humanos é enxerto dental em humanos quando a gente usa experimentalmente tecido humano para fazer transplante em animais ou o caso mais recente né
agora que tá sendo tentado é transplante de coração de porco em humanos aí Por enquanto só tá experimentalmente né mas a gente tá com boas perspectivas por fim o transplante pode ser classificados também em relação ao local de inserção do órgão transplantado quando o órgão transplantado no mesmo local anatômico do anterior a gente chama então de transplante ortotópico e quando o órgão transplantado em local diferente a gente chama então de transplante heterotópico bom a gente é importante saber que quando a gente tem uma rejeição ao transplante esse processo de rejeição ele pode ter sido iniciado
ou de forma direta onde as células dendríticas do próprio receptor apresentou antígeno do transplante para o linfócito t quanto o processo pode ter sido iniciado também por células dendríticas do doador e que apresentaram então antígenos do doador para os linfócitos T do receptor então em ambas as situações a gente e tem então o início de processo de rejeição ao transplante eu não entender primeiro então esse reconhecimento indireto em que antes não é apresentada antígeno do doador é apresentado então para linfócitos de do receptor por apc do doador Então tá mostrando uma célula apresentadora de antígeno
do doador né apresentando então antígeno do órgão transplantado antígeno do doador pelo MHC né por meio do MHC para o linfócito t do receptor outra situação então é quando tem um reconhecimento direto em que antígenos do doador são apresentados Então por apc do próprio receptor para linfócito T do receptor Então essa figura tá mostrando isso né uma célula apresentadora de o receptor apresentando antígenos do órgão transplantado para o linfócito t do receptor em ambas as situações antígenos do doador estão sendo apresentadas aos linfócitos T do receptor de modo que há a possibilidade de rejeição ao
transplante nessa figura aqui o mostra a mesma coisa de novo de outra forma diferente né dá para a gente ver então uma célula dendrítica do doador apresenta antígeno do órgão transplantado expressando antígeno do órgão transplantado essa célula dendrítica do doador Então por meio de um vaso sanguíneo ela migra para os órgãos linfoides secundários onde então ela vai apresentar esse antígeno do órgão transplantado para linfócitos T do receptor esses linfócitos T agora ativados né e deixam o órgão em fase de secundário emigram para atacar o órgão transplantado o qual poderá então ser rejeitado né sinais como
por exemplo aumento súbito de peso dor no local do transplante edema febre hipertensão e alterações no ritmo cardíaco são alertas de que pode estar acontecendo uma rejeição ao órgão transplantado a rejeição ela pode ser classificada em hiper aguda aguda ou crônica tendo em vista quando ela ocorre bem como as suas características por exemplo Então são características da rejeição hiperaguda quando se tem um início rápido do processo de rejeição quando eu falo rápido é minutos a poucas horas depois do transplante uma resposta imunológica decorrente da ação de anticorpos e de proteínas do complemento é possível também
se identificar no local transplantado a deposição de anticorpos de proteínas do complemento além da presença de microtrombos já na rejeição aguda a gente observa o início um pouco mais tarde o dentro de seis meses depois da realização do transplante né a gente observa a participação desculpa de linfócitos T nessa rejeição ao transplante com destruição do tecido transplantado e em relação à rejeição crônica é só pode ocorrer dentro de alguns meses há anos depois do transplante a etiologia não é bem estabelecida mas se sabe da ocorrência de fibrose e hipertrofia no órgão transplantado o bom era
isso que eu queria contar para vocês eu deixo aqui a lista de materiais utilizados para preparar essa vídeo aula se você gostou desse vídeo se inscreva aqui no link YouTube deixe o seu comentário clique no like e Ative o Sininho para receber notificações Quando eu fizer novas postagens recomende o infotube e também esse vídeo para os seus amigos siga-a UFG JM nas redes sociais eu deixo aqui mais uma vez o meu muito obrigada e até o nosso próximo