o olá hoje nós vamos falar de maneira mais específica da resposta imune humoral lembrando que para assistir essa aula você precisa assistir primeiramente a vídeo aula sobre apresentação de antígenos para os linfócitos t nós vamos ver que na resposta imune humoral o que interessa é a produção de anticorpos então o foco da resposta imune humoral é tudo que vai envolver a produção dessas bíblico proteínas específicas para os antígenos que são os anticorpos eles são produzidos pelos linfócitos b mas de maneira geral o linfócito b primeiro vai precisar encontrar um antígeno que é específico para suas
imunoglobulinas de superfície ele vai passar por o processo de diferenciação vai se transformar em plasmócitos e aí sim nós vamos ter a produção de anticorpos nós vamos falar todas as etapas com mais detalhes então nós temos aqui o antígeno e ele apresenta esse pitoco esse apito porque é um quadrado perceba que esse epitopo vai encaixar com a imunoglobulina de superfície desse linfócito b não vai encaixar com esse nem conhece nem com esse é por isso que a gente fala que o linfócito b ele é específico para esse antígeno após isso este linfócito b lembre que
assim como o linfócito t ou linfócitos b é uma célula que para produzir anticorpo ela precisa ser ativada tão um e como ter ambos são linfócitos são células que para executar a função delas essas células precisam ser ativadas nós vamos ver como acontece esse processo de ativação do linfócito b uma vez ativado essas células diferenciam-se em plasmócitos na verdade eu não vai ser um linfócito b virando um plasmócito será um linfócito b transformando gerando um batalhão dele de plasmócitos e se chama expansão clonal e aqui nós temos a produção de anticorpos que esse esquema do
hot ele representa de corpo de uma maneira diferente daquela que a gente está acostumado a ver que a letra que lembra letra y e esse anticorpo é específico para aquele antígeno que gerou todo a resposta imune humoral então nós temos aqui o linfócito b ele apresenta como receber é de antígeno na sua superfície as imunoglobulinas de superfície que também é um marcador também é uma molécula de superfície o marcador de superfície do linfócito b nós já vimos que pode ser da classe egd essa imunoglobulina ev superfície pode ser da classe g de ou da classe
ii gm só que aqui rgm monomérica e tanto ad como a gm são receptores de antígenos do linfócito b é tão aqui nós vamos começar é todo esse processo de resposta a explicação dessa resposta imune humoral a gente vai ver que a resposta de célula b resposta de linfócito b é a grande maioria dos antígenos lembrando que a grande maioria dos antígenos são proteicos vai requerer é sinais provenientes da célula t auxiliar toque nós vamos começar a falar da famosa cooperação b e te auxiliar tão a grande maioria dos linfócitos b não consegue sozinho produzir
anticorpos ele precisa ser ativado pelo imposto de auxiliar isso é chamado de cooperação bebê esses antígenos que são normalmente proteicos nós chamamos de antígenos dependentes de né porque a produção de arte corpo em resposta a esses antígenos dependente de vai requerer que tanto as células b a célula t sejam ativadas e elas interajam entre si é por quê que isso acontece vamos lembrar que o linfócito b é uma pc a gente não pode esquecer que o encosto b é uma célula apresentadora de antígeno tão que nós temos o linfócito b com a sua imunoglobulina que
superfície o antígeno moment proteico se liga nessa se ele for específico para essa imunoglobulina ele é se liga na superfície do linfócito b é esse processo esse complexo antígeno imunoglobulina vai ser indo citado e esse antígeno proteico vai sofrer o processamento das etapas do processamento do antígeno porque a proteína do antígeno será processada será quebrada em peptídeos lembrando que esse antígeno é o antígeno episódio o que pode se abater o seu vírus né então os peptídeos oriundos desse antígeno episódio no vai se ligar as moléculas do mhc de classe 2 e essa molécula da mega-sena
esse complexo mhc de classe 2 + reptício por exemplo da bactéria irá para superfície uniforme tudo bem então funciona como uma célula apresentadora de antígeno a técnica é auxiliar apresente um tcr e seja específico e se encaixe nesse peptídeo da bactéria tão aqui ocorreu então apresentação de antígeno é para o linfócito t auxiliar pela pc e no caso é o linfócito b é só para a gente recordar é esse te auxiliar ele tem um subtipo o teu auxiliar que vai controlar a resposta imune humoral que vocês estão vendo esquema do linfócito b gerando anticorpos esse
linfócito t eu te a 2 e libera as citocinas e l4 l5 e l6 el10 por exemplo eu tô recordando aqui né nós temos o antígeno é normalmente proteico na ele vais hugo linfócito b captura esse antígeno é através da ligação com seu receptor de imunoglobulina específico essa imunoglobulina de superfície é após a ligação do antígeno na superfície da célula b o complexo antígeno e imunoglobulina é internalizado e esse antígeno proteico é degradado peptídeos é o processamento do antígeno e aí esses peptídeos que se ligam de maneira seletiva as moléculas da mega-sena de classe 2
o complexo peptídeo o que moléculas do mhc de classe 2 irá para a superfície e onde pode interagir com uma célula t auxiliar que a gente acabou de ver que a t a 2 que possui um tcr apropriado um tcr um receptor essa bater específico para esse repetition nós vamos acordar essa primeira ligação né então a gente tem aqui complexo mhc mas petite ligando com tcr da célula trt-2 como é te auxiliar tem a molécula cd4 essa molécula cd4 se liga com mhc de classe 2 então vamos ver isso né então nós temos aqui a
célula apresentadora de antígeno que no caso o linfócito b apresenta que a molécula do mhc de classe 2 que tem no seu lixo e na sua fenda o peptídeo antes aqui nós temos o ter auxiliar p2 ele tem tcr esse tcr é específico preço repetindo porque ele se ligou eu percebi acontecer r se ligar o peptídeo e a molécula da mega-sena de classe 2 não tem esse reconhecimento t2 tem também a molécula cd4 e a molécula cd4 se liga por fora não na região da cena da mega-sena de classe 2 a molécula cd4 se liga
por fora com a molécula mhc de classe 2 da pc e no caso é o linfócito b esse é o primeiro sinal a gente precisa lembrar que existem é outras moléculas que são chamadas de moléculas acessórias que são responsáveis pelo segundo sinal para ativar o ter dois aqui no caso nós temos a b7 da pc e acd28 do linfócito t auxiliar é o que tá demonstrado aqui né então nós temos o primeiro sinal o complexo peptídeo mhc de classe 2 com tcr da célula t e a molécula cd4 do ligando por fora com mega sena
de classe 2 isso gera um primeiro sinal para ativar ter final da ativação e do colocar isso basta não tem a não consegue ser ativado com esse primeiro sinal a gente fala que ele fica anérgico com n anner gia não tem ativação do linfócito t auxiliar por isso nós precisamos de uma pc porque a pc tem essas outras moléculas por exemplo a molécula cd4 e a molécula bc a molécula cd4 se liga à molécula cd4 l também chamada que cd154 hotel auxiliar a molécula de sete da pc liga com a moléculas cd28 do terra e
isso geram-se é do sinal esse segundo sinal aí sim ocorre ativação do aí vai ser interessante até a ativado e ele vai liberar a sua citocinas e essa citocinas vão ativar o infausto tão interessante que existe essa troca de ativação né linfócito b apresenta antígeno ativa até te ativado libera sua citocinas se essas citocinas ou a genuine fosse to.be será ativado e vai entrar em expansão não já já nós vamos ver isso tô aqui nós temos aqui né tô aqui não está representado o segundo sinal aquela aderência entre as moléculas relacionadas ao segundo sinal certo
e só tem apresentação do primeiro sinal até a dois ativado ele vai produzir citocinas e essas citocinas l4 l5 l6 é sim outras essas citocinas um ativar o linfócito b então nós vamos ter esse quadro aqui tem um comentário interessante e é que mostra que normalmente na resposta imune primária ou seja aquela que ocorre após a penetração pela pela primeira vez do antígeno nosso corpo é os linfócitos t normalmente serão ativados por antígenos processados e apresentados e aí apresentados por outras a pc como por exemplo a célula dendrítica é e depois em seguida as células
t e ativadas vão interagir com os linfócitos b ativando os da mesma maneira que a gente já com os mecanismos que nós já comentamos anteriormente na resposta imune secundária ou seja quando o antígeno entrar uma segunda vez nosso corpo nós já vamos ter mais linfócitos b de memória ou seja linfócitos b que reconhece aquele antista então na resposta imune secundária bastaria apenas aquela operação tb estão na resposta imune secundária principal a pc seria o linfócito b mas nesse momento interessa para a gente cooperação tb né a gente viu que ter dois foi ativado ele libera
citocinas e vão ativar o linfócito b na sequência um linfócito b entre mitose é o processo de expansão e ele vai formar clones né por voz mitoses sequenciais você forma clones de linfócitos b é um exército de linfócito b no final esses impostos b vão se diferenciarem em plasmócitos quis é sem a célula produtora de anticorpo é a fábrica de anticorpo lembrando que nesse processo forma os células b de memória em quantidade interessante para nos proteger um segundo após né nos protegendo de um segundo terceiro quarto é assim vai contato com o mesmo antígeno bom
então aqui nós temos uma representação do robert tá aqui o te a dois ou th não interagindo com in fausto b né é interessante que a gente vê a citocina gta 2 provocando ativação do linfócito b mas vai existir um fenômeno interessante essa citocinas dpa 2 participa durante todo o processo todo o processo de expansão clonal e da maturação dos linfócitos b em plasmócitos nós temos um outro sistema então tem aqui a cooperação pbt2 linfócito b e o ter dois liberando a sua citocina essas citocinas vão participar desde ativação da expansão clonal e da diferenciação
dos linfócitos b e plasmócitos oplasmose e aí gm como primeiro anticorpo é como se ele já tivesse essa receita pronta então primeiro anticorpo produzido é higiene você já sabe que é uma molécula grande tem 10 sítios combinatórios é um pentâmero agostina uma grande quantidade de bactérias ou seja do microrganismo invasor e ainda fixa comprimento é só que ela é uma imunoglobulina muito grande então precisa que durante a resposta imune exista a troca de classe chamada de suíte de classe quem coordena isso é a citocina serão as citocinas do teodoro é um dado momento plasmócito ele
vai parar de produzir gm e começa a produzir e g é como se ele trocasse a receita e gg é uma imunoglobulina pequena o américa é uma o junina ou seja está relacionada com a personalização e ainda fixa complemento dependendo das citocinas liberadas oplasmose tu pode começar a produzir e gg ou pode produzir gear é aquela imunoglobulina relacionada com as secreções né imunoglobulina das secreções ou até ige é um anticorpo que combate os vermes mas também é um anticorpo da alergia é uma só para dar um exemplo para vocês por exemplo se o pé a
dois liberar apenas el4 o plasmócito vai produzir ige é um anticorpo da alergia se por se ele por exemplo se a citocina liberada por l4 l5 l6 l13 ele vai começar a produzir e g tão conforme a citocina que o e libera isso age sobre o plasmócito e ele faz a troca de classe ele para de produzir gm e começa a produzir por exemplo e gg bom então nós temos esse tipo de resposta imune humoral é chamada é ativação de linfócito b dependente de teatro você viu que para uber por gente ficou ele precisou daquela
cooperação com linfócito t a dois isso vale para os antígenos t-dependentes e normalmente são proteicos a gente viu que o ta-2 libera sua citocinas que nos citamos algumas aqui ali 4:56 10 essas citocinas vão participar donate todo o processo inclusive induzindo a mudança sweet de classe e outro dado importantíssimo é por causa dessas citocinas de to-2 que vai ocorrer o desenvolvimento das células b ou impostos b de memória então nesse tipo de resposta imune é aonde ativação do linfócito b é dependente de ti a nós vamos ter mudança de classe diante corpo ea formação de
células b de memória e isso marca a nossa resposta que nós já estudamos na hora de anticorpo resposta primária e secundária resposta primária onde ocorre no primeiro momento a produção de gm e depois a produção de g quando é sentido entrar pelo uma segunda terceira quarta vez o nosso corpo nós vamos ter a resposta imune secundária onde acontece uma produção muito mais rápida e intensa d&g porque nós já temos as famosas células b de memória existem outros antígenos estão relacionados com a ativação de bebê independente de terra então aqui nós não vamos ter aquela cooperação
pb no e esses antígenos é são polissacarídeos e eles vão ter epitopos múltiplos e repetidos eles são então antígenos multivalentes são que nós temos o esquema que seria esse antígeno que é chamado de antígeno independente de ele apresenta vários episódios repetidos em uma molécula grande uma molécula multivalent com vários efeitos e eles vão se ligar ao mesmo tempo com várias imunoglobulinas de superfície do linfócito b isso já vai provocar ativação do linfócito b ele não vai precisar da cooperação por imposto terra nós vamos ter uma resposta muito mais rápida porque não precisa do auxílio de
ter mas em que que são nós não teremos a citocina gta 2 portanto não tem a formação dos linfócitos b de memória não existe a troca de plástico e o anticorpo produzido é apenas da classe finn gm estão se esse antígeno dependente dependente de ter benettao na segunda vez a resposta imune a como se fosse novamente resposta imune primária porque a gente não tem a formação e células b de memória e não tem a troca de paz existe apenas a formação de anticorpos da classe igg e me mas é uma resposta é mônica mais rápida
daquela resposta dependente de ter certo então finalizo aqui aula de resposta imune humoral e até mais