[Música] Olá sejam bem-vindos a essa aula de histologia do sistema fotorreceptor eu sou professor Jacinto Costa sou professor da Universidade Federal de Pernambuco e Ministro essa aula para os cursos de graduação em medicina e biomedicina então eu vou ficar aqui no cantinho pra gente começar a falar sobre olho né então o que que acontece eu não vou fal muito da parte de fisiologia quer dizer quase nada eu vou falar de histologia de estrutura do olho né então para quem já viu a anatomia do olho e facilita também mas aqui a gente vai dar um uma
geral para que você tenha essa informação mais completa e eu vou falar algumas coisinhas também sobre patologia Mas o foco nosso é na istologia Então vamos lá então gente a primeira coisa que a gente tem que ficar por dentro é dessa estrutura e topográfica né anatômica onde a gente tem aí a começando do lado de fora né pálpebra cílios esclera e Íris que é o que dá a cor ao olho né é pálpebra inferior a córnea que a gente vai falar sobre ela e a pupila né conjuntiva E esclera a gente vai ver a diferença
de um para outro então e o olho é uma estrutura que tá dentro de órbitas e os componentes dele é a formação da câmara escura vamos detalhar isso também H uma câmera de células receptores receptoras fotossensíveis né que tá ligado ao sistema nervoso central um sistemas de lentes de focalização um sistema de células de processamento de estímulos e envio ao córtex cerebral Então a gente vai correlacionar isso e ver de uma maneira eh esquemática bom a primeira coisa para que a gente vá se aprofundando vamos começar da parte mais externa então nós temos aí essa
parte aqui que se difere né da da esclera Então a gente tem aí como se fosse e uma membrana uma e esse sistema a gente considera que tem três túnicas n então a córnea ela se inicia e termina nessa área que vamos detalhar também e temos a esclera então quando a gente vai colocando mais camadas aí nós agora podemos pegar essa camada mais interna né o coroide E onde ele vem nessa extremidade formando o corpo ciliar do corpo ciliar a gente tem essa projeção que é justamente a Íris aquela área que dá cor ao olho
né temos os processos ciliares né E aí a gente forma essa segunda camada aí quando a gente amplia mais um pouquinho quer dizer aprofunda mais um pouquinho tem duas coisas que a gente tem que considerar aqui né a gente eh tem uma camada de um epitélio pigmentado que a gente vai encontrar aí né melanina e essa camada vai ajudar na criação porque você vê ó ela faz uma volta aqui e a Íris é como se fosse um determinante para aumentar ou não essa passagem de luz mas eu preciso de uma câmera câmara escura aqui né
então eu preciso de uma um algo que eh Feche isso aqui para formar realmente uma câmera nessa partezinha aqui mais interna eu vou encontrar o que a gente chama de retina Então eu tenho uma porção mais espessa aqui ó que é é uma porção que a gente chama fotossensível o próprio nome já tá dizendo um chego já nessa partezinha mais eh eh profunda né com esse não é profunda digamos com essa depressão melhor dizendo que é a fva e aqui uma porção mais eh fininha mais delgada que é a porção não visual da retina então
a gente forma imagens até um certo ponto Então vamos mais agora juntar mais estruturas do do olho Então a gente tem aí essa camada essa a primeira camada que a gente viu chamada de esclera né camada uma camada que é fibrosa é constituido de tecido conjuntivo tecido fibroso né que serve como proteção também que a gente chama também de e esclerótica é aquela partezinha Branca né E a gente tem a córnea Então a gente tem a esclera representada nesse desenho lá do livro do Junqueira que eu tô usando como referência para ele aqui embaixo e
nós temos essa parte lembra que eu mostrei no slide passado que ela se diferencia e a gente chama de córnea então e essa córnea ela tem que ser transparente né justamente pra luz passar e a esclera ela é branca por isso que dá aquela cor branca né de periférica do olho então quando a gente pega aí faz um corte uma preparação histológica nesse material que que a gente vai ver a gente vai ver essa estrutura aqui ó Então essa esclera essa camada espessa fibrosa tá aqui representada vê que legal você vê aqui ó justamente Quem
produz essas fibras colágenos essas fibras são produzidas pelos fibroblastos Então você olha olha olha olha essa camada você vê que não tem e outro tipo celular aí né então você vê que esse tecido conjuntivo denso formando o que a gente chama de cápsula de tenon é justamente essa superfície né Eh quando a gente vem mais internamente e aí eh a gente vem para essa parte que vai formar o que a gente chama de coroide coroide ó a gente vê que tem a representação aqui dos vasos obviamente esses vasos vão aparecer aqui e é a região
rica em vasos mas também vai aparecer os melanócitos para dar essa pigmentação para produzir a melanina e dar essa pigmentação então eh a gente tem células chamadas de fibroblasto formando né A esclera e no coroide a gente tem os melanócitos para dar essa cor escura Então veja primeira camada segunda camada vascularizada essa camada da esclera não tem vaso e depois a retina vamos lá vamos continuar então ó vamos ver se a gente compreende isso aqui bem simples a gente aproveita aquela imagem anterior e já se situa aqui nessa região ó as fibras né os fibroblastos
uma fibra nervosa passando por aqui então Ó eh nós temos essa túnica fibrosa transparente que é chamada de córnea lembra lá da córnea né e na córnea a gente vai ter cinco regiões essas cinco regiões eu tenho o epitélio anterior a membrana de bman ou bman é o estroma e a membrana de descen e o epitélio posterior ou também chamado endotélio né a gente eh pensa sempre quando fala em endotélio fala e lembra de do epitélio que reveste os vasos né então vamos lá o epitélio anterior o que é que tem nesse epitélio anterior ele
é estratificado ou seja tem camadas pavimentoso porque a última camada dele as células são achatadas né como um pavimento não queratinizado então eu vou formar aqui de cinco a seis camadas por isso que é chamado estratificado nessa membrana o que que eu vou ter na membrana ó membrana de Bowman certo essa áre zinha aqui eu vou encontrar fibras delgadas multidirecionais Ou seja eu não tenho somente um sentido eu tenho sentidos diferentes e depois eu vou encontrar o realmente o que a gente chama de estroma né como eu já tinha falado Esse estroma é a vascular
com múltiplas camadas de fibras colágenas e fibroblastos e imersas as gags né as glicoproteínas e condroitin sulfato e alguns leucos outra coisa na membrana de DC dcm eu tenho uma ação interna do estroma com um tipo de colágeno mais resistente que é o colágeno tipo um OK depois eu vou mostrar mais direitinho isso aí e o epitélio posterior endotélio que é o pavimento que é o epitélio perdão pavimentoso simples que aí a figura não consegue mostrar aqui mas a gente ainda vai mais para frente falar sobre essas estruturas aqui chamando atenção né a o nervo
bom ó agora agora sim a gente consegue ver melhor né então eu tenho aqui aquele epitélio posterior a camada espessa né da de de fibras colágenas com os fibroblastos tá aqui a gente consegue ver o núcleo deles certo são eles responsáveis por manter isso aqui por sintetizar isso né tem temos uma lâmina limitante posterior e uma lâmina limitante anterior o epitélio anterior né que vai dar essa camadinha então isso é um corte da córnea mostrando aí a as camadas por um outro ângulo Então tá aí a chamando a atenção do epitélio né estratificado que é
essa primeira parte aí bom ainda mostrando um esquema para que isso fique bem claro e a gente não fique com dúvidas como eu tinha dito olha o que aparece aqui né então eu tenho essa camadinha aqui ó que é o o epitélio pavimentoso certo simples formando o que a gente chama de epitélio posterior a gente viu na no slide passado né Ó o epitélio posterior aqui aí quando a gente vem para cá ó agora da dá para ver bem achatadinho fininho e é também chamado de endotélio então isso daí dá justamente essa característica de uma
camada única simples muito parecida com as camadas do endotélio a camada mais espessas de fibra né Lembrando que é Ah você pode perguntar assim pera aí professor mas a gente tá falando de córnea vamos voltar aqui ó Onde tá a córnea ó vamos voltar Porque é importante tirar essa dúvida que eu sei todo mundo depois fica meio confuso Professor como é que isso tá aqui e a luz vai passar e na imagem a gente tá vendo isso aqui gente isso aqui é transparente só tá com cor porque a gente fez um tratamento uma preparação histológica
corada por hematoxilina e eosina tá certo Por isso que tem cor se eu fizer essa preparação e não botar coloração você não vai ver nada na na na lâmina do microscópio Tá talvez veja algumas falhas parecendo como se fosse um uma sujeirinha então ó novamente o epitélio tá lá estratificado vê a camada superficial ó ó estratificado pavimentoso lembrando lá as aulas iniciais de histologia o que classifica um epitélio é a última camada então como eu tenho aqui células redondas Você pode perguntar também poxa professor por que pavimentos se tem células arredondadas aqui na base não
porque o ele recebe o nome da última camada tá então são cinco a seis camadas eu tenho a lâmina limitante né que a gente chama também de membrana de b a o exato da córnea o corneal tá até chegar na posterior que é de dcm lembra que a gente não conseguiu ver no anterior então ó endotélio membrana posterior membrana de dcm e aqui ó o epitélio e o limitante dele aqui que vai ser a lâmina limitante anterior e a membrana de B tranquilo aí então seguiremos então uma segunda cada que a gente comeou a falar
É aquada deas né que distribui aí que irriga essa estura então eu tenho o que a gente chama de coroide tá esse essa camada que é a gente chama né de de camada média ou túnica vascular né camada vascular isso isso vai depender muito do livro que você estudar ela tem esses três componentes que é justamente o coroide o corpo ciliar Ó o corpo ciliar certo Cuidado para não misturar com a or serrata e a Íris Ok então a Íris está aqui ó tá tudo marcadinho e Íris corpo ciliar e coroide então eu tenho esse
complexo formando essa camada e é extremamente importante vocês vão ver porquê então o que que a gente tem E aí Já começamos falar coroide ó tem muito vaso a gente já viu logo de cara aqui que que dá suporte aí é tecido conjuntivo frouxo Óbvio esses vasos não poderiam tá solto a tenum fibras e esses vasos entremeiam perme né e faz a nutrição da retina então a retina tá aqui Amarelo representado e eu tenho uma rede de vasos nutrindo todo esse sistema esses vasos são extremamente importantes na no exame né a a gente vai ver
mais para frente o corpo ciliar que faz a dilatação do coroide no cristalino então assim ó a gente vai ver aqui que o CR estalin é a nossa lente aí que vai ajudar a fazer a conversão e da Imagem e essa lente ela ora ela pode estar mais angular ela pode estar mais eh fina digamos assim ou mais dilatada é interessante aqui o funcionamento disso porque a gente pensa logo o seguinte ah Professor então quando ele tá mais esticado é porque e há uma contração né do corpo se ar e quando ele tá mais fininho
Aliás quando ele tá eh fininho ele tem contração quando ele tá mais aberto ele não tem contração e é justamente o contrário mais calma a gente vai ver isso mais em detalhe e temos a Íris pigmentada né Então essa Íris pigmentada é a cor do olho digamos assim né onde a gente vai ter um olho azul verde castanho Preto tá vamos lá então ó chamando a atenção agora e para essa região aqui e eu queria que vocês ficassem bem atento a isso eu tenho uma estrutura desse corpo ciliar onde eu tenho essas projeções aqui ó
que eu vou chamar de processo né ciliar esses processos você vê que tem uns fiozinhos aqui que são as fibras né Então essas fibras vão se conectar ao cristalino então assim o o olho é uma estrutura complexa tem muita informação muita mas não dá pra gente falar tanto em uma aula só deologia então a gente tem que juntar isso na fisiologia depois na patologia a própria estrutura anatômica né então é uma estrutura complexa o olho é uma estrutura fantástica e complexa então ó vamos rever mais esse esse detalhe então ó corpo ciliar novamente os processos
ciliares tá existe a câmara anterior que depois a gente chama atenção novamente Mas para ficar mais fácil né Vamos botar aqui ó e eh cadê cadê botei aqui ó câmera anterior posterior tá então já faz essa diferença diferenciação melhor dizendo dessas duas câ então um tá relacionado a produzir um determinado tipo de líquido ou de humor né que a gente vai falar mais na frente e tem composições diferent Então vamos lá coroide rica em vaso a gente já viu né Então essa coroide vai dar essa essa característica o corpo ciliar a gente já tá vendo
com sua projeção aqui que é a Íris que tá entre as duas câmaras certo O pigmento que vai dar cor no no no olho né E aqui uma preparação obviamente que a gente perde um pouco da não existe preparação histológica assim 100% sempre ela vai ter uma falhadinha uma dobrinha um uma retração uma modificação inha mas dá pra gente ver aqui nessa preparação que tá muito bonita eu tenho a esclera Ó você lembra que a esclera tá arrodeando o olho né aí ela encontra ó com a córnea tá vendo lembrando lembrando quer dizer Relembrando aqui
é uma preparação histológica eu tenho corantes aqui por isso que eu tenho cores tá certo aí vê Só Corpo Auxiliar aqui mas olha o que tem aqui ó os processos que são aquelas projeções né que a gente acabou de ver aqui em cima a câmera posterior a câmera anterior né então o esqueminha aqui tá bem parecido a eles com sua pigmentação ó O pigmento aqui tá e a sua áre Zinha e eh uma coisa interessante né é que nos albinos a gente não tem essa pigmentação mas eu vou falar mais na frente bom aqui para
dar um reforço Eu gosto muito de tá sempre chamando atenção no no nas Preparações histológicas a já visto que a gente chamou a atenção que vai falar de istologia então ó é interessante que a gente fale aqui ó que nessa área né do corpo ciliar eu tenho o que ó músculo ciliar que músculo é esse músculo do tipo liso involuntário né aqui a pigmentação você vê em escuro enegrecido dá para ver bem né lá do corpo ciliar aí na Íris a gente consegue ver também ó a pigmentação tá aqui eu tenho a câmera anterior e
aqui eu tenho um canalzinho que a gente ainda fala dele que a gente chama de canal de tem uns que chama sh outros chama de Shen Então eu não sei pronunciar isso aqui não sei nem Qual é o idioma desse nome aí mas é o canal de xen e ah seio venoso da esclera Tá certo novamente ó processo ciliar é só para dar um reforço ao que a gente viu anteriormente bom agora essa imagem aqui ela é importantíssima porque agora ela ajuda a compreender como é que funciona esse sistema né do corpo ciliar seus processos
e suas fibras né então eu tenho aqui ó eu tenho tecido conjuntivo ele é o suporte né tecido conjuntivo sempre é o suporte dos epitélio de várias estruturas aí eu tenho ele compondo o corpo ciliar tem os processos ciliares tá tá aqui as projeções Zinha deles e as fibras olha agora aonde ele tá conectado ao cristalino tá tem uma cápsula do cristalino então cristalino é aquela lente que a gente ainda vai falar então Ó aqui novamente no nos processos ciliares chamando atenção que os processos vão ter o que também né eu vou ter a camada
mais externa celular a camada mais interna que seria pigmentada né e vou ter estroma nele então quando a gente fala em processo celiar a gente diz ó eixo recoberto por camadas e de duplas né ou duplas de células epiteliais uma camada externa e uma camada interna a camada externa a gente já viu aqui ó não tem pigmento né é um epitélio que a gente chama ciliar né tá lá fazendo esse equilíbrio osmótico né e com isso ele faz o quê ele consegue fazer a produção do m acuoso isso aqui gente lembra muito aquelas células ependimárias
que tem lá no no canal da coluna né no sistema nervoso central não é a mesma coisa tá ela aqui é chamada de epitélio ciliar mas quando você amplia essa célula você vê que é a mesma coisa e a camada interna que tem melanina né para formar a continuidade dessa desse fechamento da câmara bom bom E aí se a gente ampliar mais um pouquinho ó a gente consegue ver ó as células de revestimento que a gente chama de de de células não pigmentadas também e as pigmentadas ou os grânulos de pigmento tá um vaso sanguíneo
aqui onde a gente consegue fazer a nutrição dessa área então estrutura é bem complexa mas ao mesmo tempo fácil de compreender então juntando ainda mais um pouquinho quando a gente vai lá na íris e agora a gente vai e detalhar um pouquinho mais o que que a gente tem a gente tem um prolongamento da coroide a gente entendeu lá ó vou voltar vou voltar é muito importante que a gente compreenda isso Ó coroide tem o quê vasos e tem tecido conjuntivo para dar esse suporte e faz nutrição da retina Então nada melhor do que eu
ter esse prolongamento da coroide que vai cobrir parte do cristalino Nossa lente lá então se a gente olhar aqui eu tenho uma camada externa né e eu tenho o músculo porque a retina se contrai né então o músculo dilatador que é aquele que se contrai assim e o const que se contrai assim então ó essa é a face anterior formada por esse epitélio novamente ó pavimentoso Simples então é uma continuidade tá a face posterior é um epitélio duplo que recobre o corpo ciliar e os processos já falamos aqui né ó a gente já falou nessa
áre zinha aqui e nós temos vasos né então esses vasos a gente obviamente teria que ter que quem vai suprir a a as necessidades né de nutrição dessa área aí então aquilo que eu falei se você é Albino você não tem essa pigmentação Então os albinos né vão ter os olhos assim com essa área refletindo o fundo do olho bom e a retina a camada Nossa funcional do olho né então nós temos aqui representado em amarelo a retina e eh essa retina tem a comunicação com o nervo óptico que passa aqui então Ó nervo óptico
ou ótico né ainda tô usando o português de Portugal e eh a membrana que a gente sabe lá que já reveste né o sistema nervoso membrana aracnoide nós encontramos também piamáter e duram Mat né então mesmo a mesma coisa que se você não estudou sobre isso eu tenho uma aula sistema nervoso dois que fala justamente da eh das membranas né das meninges melhor dizendo e as artérias e veia que passam para suprir né E retornar no no sistema eh circulatório interno do do do coroide da coroide né vamos em frente aqui a gente já falou
né mas tem um detalhezinho depois eu vou mostrar lá na frente também eh questão do glaucoma que a gente tem um defeito no fluxo do humor acuoso por obstrução de canais encontrados no ângulo iridiano com aumento da pressão intraocular o glaucoma se não controlado com o tempo se perde a visão a pressão intraocular aumentada pode causar lesão do nervo óp da compressão né e da retina e aí aquilo que eu falei perda da Visão Então existe um fármaco eh chamado acetazolamida que é um inibidor da enzima anidrase carbônica que é é importante para controlar clinicamente
a secreção do mo acose diminuir a pressão intraocular então o que acontece eh você tem uma estrutura fechada então você não pode aumentar essa pressão dentro dessa estrutura D dessa Câmara E aí eh O que é que vai acontecer precisa regular então e no exame quando se faz rotina de exame de vista Então se mede essa pressão se ela tiver variando né tiver mais tiver um valor maior do que o esperado então a a a ideia Inicial É o quê É pegar isso daí e começar a usar esse colírio isso é na forma de colírio
e é eh controlar essa pressão como a gente controla a pressão arterial usando determinados medicamentos vamos lá bom E aqui na retina a gente agora precisa especificar então a gente viu córnea transparente né a luz passando a Íris controlando a abertura e esse fechamento o corpo ciliar controlando esse cristalino eh a retina fazendo recobrindo né Uma parte e outra não é a parte quer dizer recobre tudo mas a parte que a gente consegue ter eh visão e outra a gente não tem mas por incrível que pareça existe um ponto cego no ol né Então existe
um ponto cego e existe a retina que se comunica com o nervo ótico e existe o nosso ponto específico né de acuracidade visual chamado fóvea E aí vamos ver como é que isso aí se integra então ó Novamente chamando a atenção desse ponto cego e chamando atenção da fia a fva tem uma coisa interess que ela tá dentro de uma região que a gente chama de mácula essa área aí inclusive quando se faz o exame de fundo de olho se analisea se está tudo certinho se os vasos estão Ok e se essa mácula está íntegra
essa imagem esse esse essa esse esquema tá bem legal aqui para ver o cristalino corpo ciliar né suas fibras seus ligamentos também chamado assim mas o que eu quero chamar atenção aqui é o ponto cego que existe no olho então Ó aqui e chamando atenção novamente do ponto cego então ó ponto cego tá aqui e aqui tá a fva né então esse esquema também você consegue ver aqui né ISS aqui seria mácula essa área mais densa mais escurinha aqui seria a fia a região central que é subdividida depois eu vou mostrar outra outro slide vocês
vão ver e aqui o ponto cego tá certo é onde passa o nervo bom o que que tem nessa fó viia né a gente tá lá na retina e existe essa depressão ela aqui ó depressão e é interessante porque o seguinte essa depressão ela existe para que esses neurônios aqui consigam receber cores S as cores primárias né azul verde e aí Eh esses esses neurônios eles são capazes de fazer essa distinção então ah a gente vai detalhar isso aqui mas já sabe que essa depressão eu vou encontrar ó os axones de células ganglionares que é
uma essa última camada aqui ão os axonios as células bipolares que estão aqui ó ess são neurones bipolares que fazem a junção os bastonetes que estão aqui e os cones Vamos ver isso Ó aqui só chamando a atenção novamente né Essa estrutura Aquela basez minha do epitélio que a gente falou pigmentar e a parte fibrosa né onde a gente tem eh eh a parte da esclera né rica em fibra aqui menos denso aqui é um epit um tecido com conjuntivo é denso aqui é um um um um frouxo não epitel conjuntivo frouxo com os vasos
passando aqui então só ampliando veio para cá a gente viu como é que é essa depressão então ó numa fot micrografia da fva né que é uma é uma foto admirável porque você vê a depressão né você consegue ver ó o e bastonetes por aqui né E as outras camadas Até chegar na região ganglionar então é fantástico essa foto todo mundo que vê se admira quando você consegue entender né a estrutura do olho e entender eh a dificuldade que é para fazer uma foto dessa bom mas como eu falei existe uma subdivisão di área né
então a gente tem aqui o disco óptico e esse disco é onde a a gente tem aquele ponto c e aqui é a área da fva onde a gente consegue eh eh eh visualizar né ter o ponto de foco então nosso foco é formado aqui tá não significa dizer E aí vocês sabem obviamente disso que a gente não enxergue perifericamente né a gente foca num determinado ponto mas a gente enxerga coisas em volta então esse foco Quando eu olho por exemplo pra câmera Quando eu olho para um um ponto no meu slide Quando eu olho
para algo mais específico ou longe ou perto eu tô focando n tô jogando a imagem aqui nessa região mas eu tenho uma área que também absorve né a imagem então assim a eu não vou entrar em detalhe nisso né isso aí seria mais para pessoal da Fisio e da oftalmo Então existe áreas essas áreas por exemplo a mácula é muito importante no exame de fundo de olho e aí essa mácula ela tem que tá íntegra Então você tem regiões né da mácula que vai chegando até a fva né perifa parafia e a fva então na
fva ampliando para cá né que é uma zona avascular que a gente chama faz ou zaf tá aqui que é uma área Menorzinha ó isso aí micra você vê aqui ó de 5.5 micra que seria toda a mácula eu vou ter uma uma fva de 1.5 e dentro dela eu vou afun até chegar no umbo tá Então essa é a estrutura interna bom então o que que a gente agora pode dizer então Ó vou voltar lá porque às vezes fica um Pou pouquinho mais complicado para entender eu vejo isso principalmente quando a gente é apresentado
ó eu vou ver agora como é que essas camadas dentro de uma preparação histológica elas existem vamos lá de novo ó ó tô vendo toda essa área aqui vamos vamos ver como diz a história na vida real Como é que é então Ó eu tenho é uma retina que eu posso ter ó 10 camadas quais são essas 10 camadas vamos começar da parte onde a gente chama de membrana limitante interna é a que tá voltada para dentro da câmara escura Então você tem camada de fibras fibras nervosas aqueles prolongamentos dos axos Tá certo depois eu
tenho essas células ganglionares né tá aqui os núcleos dela a gente consegue ver bem E aí eu vou ter uma camada que a gente chama de plexiforme interna e externa ó interna e externa por quê Porque eu tenho esses neurônios aqui que eu vou chamar né de camada nuclear interna Tá certo se lembra que eh esses pontinhos aqui são os núcleos das células tá E essa parte aqui é o que a gente tem de prolongamento então o que que acontece eu tenho uma camada nuclear interna e uma camada nuclear externa Tá certo obviamente a camada
plexiforme vai dividir né vai eh virtualmente né obviamente essas essas essa essas duas linhas né E aí o que é que eu vou encontrar abaixo da camada nuclear ó nuclear externa eu vou encontrar os bastonetes e cono Então aquela áre Zinha vou voltar aquela rezinha toda ela tá aqui certo tá aqui ó e aí eu começo a chegar né na parte do pigmento da retina tá então fecho essa área com a lâmina vítrea né onde eu vou encontrar o coroide lembra lá do coroide e vou encar Ness outro nome também pra membrana pra lâmina vítrea
que é a membrana de brc então e todas essas são consideradas camadas da retina Ok nesse desenhozinho vai ajudar a gente ó a gente viu aqui uma preparação vamos ver um esqueminha pra gente detalhar e entender um pouquinho melhor né as 10 camadas Então vamos começar de baixo agora né que é o epitélio pigmentado da retina que a gente já estudou logo lá no início o coroide né e e a gente vê aqui ó o desenho mostra isso dá pra gente diferenciar cones e bastonetes tá cones e bastonetes existe uma estrutura dentro daqui que faz
e a ajudar na formação dessas imagens então ó limitante interna ou externa perdão certo camada nuclear ó nuclear externa certo então por qu porque ele tá mais distante do da câmara então Ó que que vou fazer Câmara nuclear externa Câmara camada perdão nuclear externa camada plexiforme externa plexo plexo e aqui eu vou encontrar algumas células chamadas células horizontais a célula eh eh eh bipolar na camada nuclear interna bem como a máquina então essa máquina junto com as células de Miller né que são consideradas também células do do composto geral né de células gliais formam essa
camada nuclear interna a camada plexiforme interna ó interna e externa camada plexiforme interna Cadê e externa ou seja onde eu tenho as sinapse gente ó on eu tenho as sinapse a ganglionar né E os prolongamentos que são os axônios na superfície da retina ó passando pelo nervo ótico que asma e trato até o corpo geniculado lateral então Ó a 10ma é a camada limitante interna a nona é a camada de fibras nervosa a oo é ganglionar a sete é a plexi é sinapse depois os núcleos desses neurônios bipolares que vão integrar uma uma percepção e
uma transmissão né e e depois vou encontrar a plexiforme a quinta camada a quarta nuclear novamente a limitante externa os fotorreceptores e e o epitélio pigmentar da retina Então é assim que tá distribuída então ó quando a gente Analisa um olho uma visão normal Ela é formada justamente nesse fundo e a a o foco né lá na fva que que acontece na miopia a miopia essa imagem é form lá na frente então quando você tá olhando você vai distorcer a imagem a imagem vai ficar sem resolução digamos assim né e a hipermetropia vai formar depois
da área da retina Então antes da retina miopia depois da retina hipermetropia então ó tinha falado lá do glaucoma Então você vai ver o quê Ah no fundo de olho também né A o nervo ótico saudável né você vai ter lá a estrutura e aqui Veja a situação que ficou né então glaucoma é uma um tipo de desajuste dessa pressão que vai eh afetar o nervo ótico falei também da mácula né que a mácula É um tipo é uma uma a área né que inclui a fva E aí o que é que acontece quando se
faz a avaliação também se vai verificar se essa mácula tá íntegra ou não a mácula normal você vai ter lá né a áre Zinha preservada e tal mas o que é que acontece no que a gente chama de degeneração macular relacionada à idade porque assim esse o processo de de degeneração macular não se sabe eh eh qual a a exatamente qual a origem mas tá muito rela AD a idade né então você vai formando como se fosse um uma área mais opaca escura no meio da sua visão E aí ó você pode ter a exudativa
ou atrófica né Então essas essa esse processo degenerativo Acontece muito relacionado à idade bom quando a gente vai falar também em em em câmara né então a gente tem que chamar eh e atenção nesses compartimentos né eu tenho uma câmera anterior que a gente viu na na no início uma câmera posterior e um espaço vítreo Então vamos vamos lá vamos começar da anterior o que que anterior tem a o que a gente chama de humor acuoso né Aí temos a câmara posterior que a gente viu lá onde tinha e e e e como é que
diz o a a Íris né a a a a a área de junção com o cristalino e o humor vítreo certo esse humor V vítreo tem o que a gente chama de fibras ou fibrilas de colágeno 99% de água glicosaminoglicanos e e hódos tá então a gente vai ter isso aí a a esse espaço a gente também chama de espaço vítreo Ok então chamando atenção aqui ó córnea câmera anterior certo esclera fazendo a esse revestimento então ó córnea com a câmera anterior esclera com o restante das câmeras Vamos para o o cristalino tá então cristalino
aquela estrutura que a gente começou a falar que tem ligamentos né junto com o corpo ciliar e e nós temos aí aquelas ciliar que é essa área de ligação do cristalino então o cristalino é a lente a gente tem que saber que lente existe para ajustar a imagem né a luz que entra a imagem que entra e é necessário que o cristalino Não faça esse ajuste por conta da refração n então ó como é que esse cristalino formado Veja só eu tenho uma cápsula né que é colágeno do tipo 4 e laminina eu tenho um
epitélio subcapsular né E tem ó as fibras do cristalino Então essa é a estrutura fundamental né do do cristalino novamente cristalino é uma lente eu tenho que ver através dele mais Mas aqui é uma preparação histológica tá aqui ó como foi feito a coloração então picrosirius mais hematoxilina hematoxilina Cora Justamente a parte mais ácida ou seja os núcleos da célula bom e existe aí uma camada de células que vai proteger né E aí essa chamada é chamada de conjuntiva né muitas vezes a gente danifica essa conjuntiva né lugares muito poluídos e tal é até mesmo
o ato de coçar o olho com muita força né Então essa conjuntiva é formada por um epitélio estratificado prismático com células caliciformes ah Professor então quer dizer se tem células caliciformes elas podem produzir muco o que ajuda a a lubrificar né a o olho exatamente né então tem uma lâmina própria que é formada de tecido conjuntivo frouxo então você vê que o olho é um conjunto de camadas e de tecido conjuntivo também né então o tecido conjuntivo ele tá dando estrutura proteção né eh e e e dando suporte às células então você vê aqui ó
glândula lacrimal ou glândulas estruturas acessórias né então nós temos aqui ó uma glândula cerosa túbulo alveolar composta se lembra das aulinhas de epitélio né de epitélio e da parte glandular né da parte que a gente divide epitélio de revestimento e glandular então o que que acontece a gente tem uma glândula que tem aquela parte não do do do adenómero né onde a gente tem só a parte do tubo secretor é ramificado e em cada pontazon Então essa glândula eh lacrimal tá aqui ó ela vai ajudar também a gente precisa quando a gente fala em ceroso
é uma glândula que tem e sua secreção rica em determinadas proteínas temos o epitélio cúbico formando né Eh e essa essa glândula obviamente quem precisar também eu tenho uma aula aí sobre epitélio glândulares uma célula especial aí ó células mioepiteliais que tem lá na mama também lá no ácino da mama onde há o epitélio de revestimento né lobular o a célula lobular que Secreta o leite materno E essas células ajudam na contração porque tem fibras de actinas dentro dela então a mesma coisa é aqui ó vai ajudar essa secreção ser liberada pra superfície aí a
o ducto de secreção é formado por epitélio cúbico simples é a mesma coisa do que eu tinha falado aqui né então o epitélio forma esses canalículos para poder liberar é o que a gente chama de ductos secretores então a parte mais interna né a velular é o adenómero onde produz a secreção e depois ela é expulsa é uma glândula exócrina Tá eu vou aproveitar aqui e já falar também eh dessa dessa desse canal né que existe né de comunicação eh com eh nasal né que a gente chama eh de de nasol lacrimal né então assim
se você fizer muita força no nariz você vai notar alguma coisa escapulindo por aqui tá então existe a gente sabe que existe uma ligação entre o vido médio né e e e e e a parte e laral né e agora a gente tem aí com a parte nasal certo bom e as pálpebras são importantes também pra gente sem dúvida né gente a gente tem uma pelezinha formando a PP na parte mais externa a gente tem um reforço por isso que a gente tem um epitélio pavimentoso e queratinizado né estratificado queratinizado existe também um músculo para
poder movimentar a pálpebra nesse caso é o músculo estriado voluntário pelos né são os cílios e na parte interna nós temos um epitélio prismático que a gente falou né um tecido de suporte que é justamente tecido conjuntivo froxo e uma placa palpebral ou taço que é tecido conjuntivo denso tá só que a gente tem uma coisa boa aqui ó a glândula tá de mbos esse mbos ou tarsis vai ajudar também na preservação desse sistema quando a gente faz uma preparação histológica e nesse caso para poder ver principalmente ó tá vendo esse destaque aqui pr pra
glândula né você vê que a glândula Ela tá toda espalhada aqui eu vou voltar no esqueminha ó ela não tá to to espalhado aqui então Ó o que que acontece ó ela aqui certo então a conjuntiva as glândulas certo o ducto para liberar né as glândulas apócrinas da palpebras e as glândulas sebas tá dos cílios Então essas glândulas elas são todas essas estruturas aqui tá essa estrutur aqui para poder ser liberada né então a gente sabe que eh glândulas sebáceas são glândulas que elas liberam de uma forma completa é a célula toda contendo essa substância
que é chamado cebo e é uma substância mais resistente que dá uma proteção maior então aqui só reforçando né as camadas que a gente falou cílio músculo esquelético né A mula certo para poder e formar essa estrutura como um todo bom gente era isso que eu tinha para falar da parte de olho tem muita coisa para se falar mais da histologia da estrutura histológica e eu acho que foi o o o que precisaria para esse momento aqui detalhes mais você vai ter estudando a fisiologia estudando fisiop das doenças relacionada ao sistema fotorreceptor a olho Ok
espero que tenham gostado e que essa aula possa contribuir aí nos seus estudos grande abraço e até a [Música] próxima