[Música] acho que a gente está numa transição ainda né do pensamento linear não há onde a gente busca uma causa eo efeito direto que foi o pensamento da ciência de de tantos anos ea gente está nessa transição um pensamento sistêmico que ainda não está consolidado mas cada vez mais lhes dá conta de que as coisas não são simples assim né que tem um todo um contexto onde elas estão incluídas tem uma complexidade na questão é uma das coisas que o que eu acho que ninguém questiona principalmente na mediação de família vem da antropologia né e
antropologia ela é ela estuda as relações ela estuda as relações sociais e antropologia quando ela vem estudar famílias e organizações familiares historicamente não só historicamente como no momento presente você consegue encontrar diversas formas de arranjos familiares nos mais diferentes modelos os papéis de pai filho tio avós eles eles são diferentes nas culturas ea gente com isso quando a gente se dá conta de que existem outros modelos que o nosso modelo não é o único é e não é o melhor é que existem diferentes modelos e que todos são legítimos isso ajuda também a gente quando
chega uma família pra a mediação a ampliar nosso olhar e entender que a gente precisa conhecer qual é o modelo dessa família é que família é essa como ela se constitui o que que é interessante para eles o que não não porque eu penso o que eu julgue de ajudar essa família encontrar o seu próprio caminho seu próprio modelo henry na filosofia um autor que me encanta que nem se disse desfilou zuffo mas que é ela pelo que ele escreve pelo que ele constrói a gente entende como filósofo é o martin buber quando ele fala
da relação eu tu e eu isso e eu entendo que a relação do mediador tanto mediador com a própria equipe de mediação quando uma equipe não é um mediador sozinho ou mediador com os medianos é ele precisa estabelecer uma relação eu eu to que a relação pessoa pessoa a partir da relação pessoa pessoa é que ele consegue afetar esse é afetado por aquelas pessoas que estão ali na frente deles então a proposta da mediação é estabelecer uma relação de pessoa a pessoa é de humanizar e de se transformar a partir desse diálogo e dessas relações
então eu acho que o governo expressa muito como em que lugar né de não julgamento de legítima ao outro como o outro não da forma que ele é que ele se apresenta e aí nessa relação e construindo é se construindo se reconstruir acho interessante você colocar essa coisa do do bo bernát porque me faz me trás da cabeça todos os aportes da psicologia é enriquecendo a mediação então a psicologia preocupa não é com o conhecimento sobre o ser humano e são muitas as contribuições da psicologia vem dando para a mediação ea anatel é difícil a
gente pensar algumas mas eu minha passa pela minha cabeça algumas coisas estudar psicologia sobre as emoções são básicas né pro o trabalho que a mediação faz porque é ficar patente que todo o nosso comportamento orientado pelas emoções então é preciso a gente entender as emoções para que a gente possa realmente ajudar as pessoas a encontrarem seus próprios caminhos e aprovado hoje pelos estudos feitos que especialmente nas relações continuados né essas emoções são muito muito forte e muito presente e ameaçam então vai poder se preocupar em forma paralela das questões chamadas objetivas e das questões chamada
subjetiva então todo esse universo de emoções né precisa se acolhido não aprofundado como uma terapia tem que fazer uma distinção mas precisa ser acolhido e trabalhado minimamente pra que realmente aquelas pessoas possam sair de um fazer que as insatisfações com o fazer que acho satisfaz um outro estudo que me ocorre é pensar uma outra dedicação e um saber da psicologia diz respeito à necessidade então a gente pensar que existem necessidades básicas sejam fisiológicas sejam de afeto sem o relacionamento seja de auto-realização precisam ser atendidas pesquisas mostram que é fácil necessidades atendidas faz com que a
conflituosidade aumente então a gente precisa vir ao encontro de necessidades básicas são essas pessoas nos trazem e que são diz atendidos pra gente poder é erro em conta dessa necessidade ajudá-las a a a serem satisfeitas em relação às redes sociais a sociologia a traçar sua contribuição nem a sociologia pra ser 3 norte sair pra mediação que esse conceito de redes sociais como instrumento de compreensão das relações sociais a questão da cooperação como facilitador do processo de mediação e ressalta que a gente tem que se preocupar com uma não simplificação das questões nem a sociedade ela
é complexa as relações sociais elas são complexas é então a sociologia traz esse conceito para que a gente é tem um olhar ampliado né e pra que a gente possa compreender que um indivíduo ele é afetado pelo pelo todo ele tem uma família ele tem uma comunidade que ele frequenta então toda aquela a criação que ele teve é aquele meio onde ele está se socializando tudo aquilo vai influenciar nas atitudes nas posições que ele vai apresentar é uma troca constante é não dá pra gente pensar muito na simplicidade dos eventos não numa linha é reta
linear para a negociação e pra pra conduzir uma mediação a gente tem que estar todo momento é percebendo que o meio externo interno é tudo aquilo que o indivíduo está vivenciando socialmente influencia nas decisões que ele vai tomar e nas atitudes na postura que ele vai ter ali num conflito ou até numa reunião de mediação é o mediador ele vai estar ali com um papel de facilitar é esse diálogo entre as partes e fazer com que surjam novas alternativas né dentro de todo aquele processo é que é trazido individualmente que eles possam refletir outras possibilidades
na mediação a gente pode pensar que muitas vezes mediaon dentre eles construíram um muro não é esse muro feito de tijolos que cada um vai botando então um faz uma ação outro tem uma reação e essas ações e reações no formando esse tijolo esse muro que na verdade se coloca entre eles evitando o diálogo ea comunicação e também de eles terem uma visão clara do que é onde estão se envolvendo que o keno que aquele conflito está trazendo e às vezes você dá dois passos atrás você consegue ver o que para além daquele muro existem
outras possibilidades existe um mundo né e aí o convite que a mediação faz pensando pegando a ideli dará a construção é desconstruir esse muro não só derrubar o muro mas desconto construir a tijolo por tijolo para avançar para entender como é que ele foi construído e cuidar das questões subjetivas que muitas vezes são exatamente esses jogos têm muitos outros é a conceitos de filosofia que a gente pode pensar mas eu gosto muito dessa interdisciplinaridade nessa monte fator idade dada a mediação e pensando no direito que é o que a gente é das vezes sem princípios
específicos do direito é eles vão convergir na mediação o tempo de solução de conflitos propriamente dito e pensando na função social do advogado que a pacificação social então a mediação eo direito vão convergir nem eu sei muito na figura do advogado é porque o advogado ele tem essa função de pacificador social e ele empresta uma confiança uma segurança pra mediação muito grande muitas vezes as pessoas em conflito não tem muita noção dos seus direitos né das suas obrigações e deveres e você tendo o advogado ali do lado para apresentar quais são as alternativas aquele acordo
explicar ele confiando no método de lhe dar lucro para as pessoas que estão lá envolvidos no conflito mediano essa segurança de que a decisão está sendo tomada me por ele através das suas idéias através do processo de diálogo é vai ter uma uma validade vai ser em alguma coisa que vai fazer sentido no mundo jurídico então eu acho que a mediação ela tem essa é seu caráter muito interessante de pb todas essas fontes pra todo mundo sumar juntar e com essa soma a gente caminhar pra essa pacificação social e para essa construção de confiança que
eu acho que é o que mais importa é o que a gente busca na mediação [Música]