Quando a gente pensa numa pessoa orgulhosa ou vaidosa, a gente cria uma imagem na nossa cabeça de como é esse personagem, uma pessoa cheia de si, cheia de certeza e cheia de teimosia e que não aceita a opinião de ninguém. Mas a gente esquece que por vezes nós somos esse personagem dentro de uma outra polaridade, dentro de um lado mais quieto, que é, por exemplo, quando você ou eu temos medo do julgamento. Por exemplo, quando você tá com medo de ser julgado pela forma como você se veste, pelas coisas que você acredita, pel aquilo que você quer dividir, o que você tá sendo é vaidoso e orgulhoso também.
Você tá criando mecanismos internos aí para se proteger do que que vão pensar sobre a sua identidade. E isso é vaidade. Tem algumas características humanas que a gente detesta assumir que possui.
Inveja, orgulho, vaidade são algumas delas. E ninguém quer falar que sente isso. Você assumir que você sente tristeza de vez em quando, você assumir que você é apegado de vez em quando, você assumir que você tem raiva de vez em quando, tudo bem.
Você assumir que você é invejoso, você assumir que você é orgulhoso, tá? é uma coisa que você evita, talvez você evite um pouco mais de proferir, mas cara, somos todos humanos. Todos nós temos todas essas emoções por vezes ou outras.
A e faz parte do trabalho de autoconhecimento, de caminhada espiritual, de entender essas tendências, de entender de onde elas nascem, por que elas existem e o que que a gente pode fazer para soltar um pouco mais isso. Nesse vídeo eu vou dividir com você algumas histórias pessoais sobre vaidade, sobre orgulho, sobre humildade, os aprendizados que às vezes não são tão fáceis da gente pegar, que estão acontecendo ali, tentando romper aqui o teto que nós mesmos colocamos para o nosso crescimento. o teto do que a gente pensa que a gente é, o teto do que a gente acredita que a gente merece, quando isso é posicionado de uma maneira agressiva, quase uma maneira defensiva, uma maneira protetiva para com as situações da vida, as outras pessoas, tudo mais, que que a gente pode fazer para contornar um pouquinho isso aí?
E vou falar para você o que que as tradições espirituais também falam sobre a humildade como virtude fundamental, primeira, primeira e principal virtude repetida dezenas de vezes em todas as caminhos espirituais para o nosso crescimento. Olha, eu poderia falar aqui de alguns condicionamentos que eu recebi da minha família, do meu pai, dos meus irmãos para gerar, né, essas camadas de orgulho, de respeito, de impor respeito nas situações. Mas eu acho que tem um elemento cultural nisso tudo que é importante de se olhar.
A gente cresce numa sociedade que te estimula a ser uma pessoa cheia de respostas, que te estimula a acreditar que você precisa bancar uma marra mesmo para você ser respeitado, que esse é o caminho para você crescer. E talvez em alguns lugares isso gere algum tipo de retorno, mas talvez um retorno de abrir portas, abrir situações financeiras, oportunidades de trabalho, coisa desse tipo, né? o excesso de autoconfiança, mas ao mesmo tempo eu acho que isso é limitado.
Isso não dura, não costuma durar muito tempo, não costuma criar relações que são de fato saudáveis, que geram um retorno que é gratificante para todas as partes envolvidas e tende ao fracasso em geral. É só você pensar aí, talvez você homem com uma mulher que você já tenha saído no passado ou você mulher com um cara que você já saiu ano passado também. Pensar naquele tipo, naquela pessoa que você conhecia, que no início era cheia de si, cheia de confiança, tal, mas conforme você chegou mais perto, passou mais tempo perto, você viu que aquilo era tudo fachada, que a pessoa era insegura, né?
Mas aquele ali era o jeitinho dela de tentar se destacar na vida. Pois bem, eu acredito que esse tipo de comportamento ele é estrutural. a gente cresce numa sociedade que estimula a desenvolver esse senso de proteção, senso de vaidade como uma armadura, de fato, uma armadura psíquica pro nosso ego, pra gente tentar sobreviver nessa vida.
Só que a verdade é que esse tipo de comportamento gera muitas camadas de sofrimento. Gera um sofrimento psíquico, de sentimento de solidão, um sentimento de incompreensão, um sentimento de que você não pode ser você mesmo, porque se vir em você de verdade, eu até falei mais sobre esse vídeo aqui, se vir em você de verdade, você não vai ser aceito, você não vai ter o reconhecimento, não vai ter o respeito que você então tá procurando ter, que você tá tentando conquistar. E o que isso faz no tempo?
É criar uma prisão psicológica, uma caixa por onde essa pessoa se sente caustofóbrica, presa sozinha dentro de si mesma e aí quebrar paredes depois para tentar sair desse lugar que ela mesma se colocou. Ela levantou esses muros todos de autoproteção em torno de si para tentar se destacar na vida. Talvez tenha levado ela até algum lugar, até algum nível de relação, até algum nível de prosperidade, mas depois a parede começa a ficar podre por dentro.
E essa pessoa começa a entrar num sofrimento que ela não sabe como sair. E isso é as capas, as paredes, as muralhas que ela criou para si mesma para tentar sobreviver nesse mundo, tá? Boa parte de nós passamos por esse tipo de adestramento cultural.
Eu também passo, eu também passei. E é um processo dentro de uma sociedade moderna como a nossa de começar a buscar o autoconhecimento, você perceber que você sofreu um pouquinho disso aí. E o que que você pode fazer para descer essas muralhas, para abrir os muros, então conseguir ser você no mundo, perder a vaidade, perder o orgulho um pouquinho e tentar aí ser só você e ver o que acontece, né?
Qual o tipo de ressonância que isso gera, que tipo de pessoas, que tipo de respeito de quem, de que tipo de oportunidade de quem que aparece no teu caminho, sabe? Eu confesso que quando eu era mais novo, eu era mais enjoado, era mais marrento. E dependendo do dia, hoje em dia também, dependendo da situação, você me encontra meio cheio de mar mesmo assim, né?
Então, a primeira vista assim, você possa achar que eu sou meio marrento, depois a gente quebra essas essas ideias todas aí, você vê que eu não sou não. Mas eu certamente consigo atribuir esse tipo de comportamento ao fato de ser homem, ao fato de ser do Rio de Janeiro, ao fato de ter sido exposto a uma determinada família e determinada cultura que me fez ser dessa forma, me fez aprender ou criar a ideia de que essa é a forma pela qual eu vou conseguir obter crescimento, respeito, destaque, sobreviver, né, prosperar nessa vida. Fundamentalmente, quando você tá sendo orgulhoso, vaidoso, o que você tá tentando é se proteger.
Você tá tentando proteger o teu ego. Só que nesse lugar de tentar proteger o teu ego, tentar proteger a tua honra, o teu respeito, você pode estar, na verdade, se aprisionando, você pode estar impedindo o teu ego de crescer, na verdade, o teu, as capas do teu ego se de se desamarrarem. E você então que tá, né, se identificando demais com o personagem de você então crescer, você superar aí os medos e os os receios do teu ego.
Para dar um exemplo prático, compartilhar uma história pessoal, ao longo dos últimos anos, eu tenho sido eventualmente convidado para estar num evento, para compartilhar uma palestra ou então uma sessão de brfork, uma meditação, alguma coisa dessa natureza. E tem algumas vezes que eu tô vendo que o evento tem recurso financeiro, tem apoio, tem patrocínio, tem um monte de coisa, mas não quer pagar o devido ali, né, da trabalho que tá sendo ofertado, do da presença, do deslocamento, do tempo, tudo isso tá sendo dedicado também para poder est lá. E por vezes, né, a minha resposta emocional com isso é de me sentir desrespeitado, me sentir desvalorizado, me sentir não reconhecido, alguma coisa assim.
sendo que se fosse alguns anos atrás, eu ia estar me sentindo honrado de est tendo essa oportunidade, tendo esse tipo de convite. E aí o curioso não é o que que eu tô a fim de fazer sim ou não, se eu vou topar num evento sim ou não. O curioso é por que isso me toca nesses lugares?
Por que que a minha resposta por vezes bate no lugar do orgulho, bate no lugar do ego, da vaidade, sabe? e não simplesmente olhar pra situação e falar assim: "Ora, bolas, poxa, não pode não. " Tudo bem, pessoal, gratidão, mas para mim realmente não faz sentido se não for dessa forma.
Essa simplicidade da resposta é um sinal que toca num lugar de orgulho, vaidade e falta de humildade às vezes, sabe? E isso tem sido um objeto de estudo para mim nos últimos anos também, de perceber por que me atravessa nesse ponto assim, né? E aí é um exercício para mim de me sentar com isso, não tomar decisão, não responder naquela hora, sentar com aquilo, refletir.
E por vezes eu vou no amor mesmo, porque eu tô querendo dividir esse trabalho, tô querendo compartilhar as ferramentas que eu utilizo no meu trabalho para poder acessar mais pessoas, sabe? E então, eh, é esse o ponto que eu quero trazer nesse vídeo aqui. Por vezes, a nossa resposta emocional no desejo de defesa, e qual que é o desejo de defesa que eu compartilhei aqui pessoalmente?
uma proposta que me chega até mim, um convite, um pedido e por vezes eu me senti desvalorizado, me senti diminuído. E aí a resposta orgulhosa ser um lugar quase de raiva também, um lugar de rebeldia, de que não e bater boca ou tentar negociar e coisa desse tipo, você fica assim, olha, é sim ou não? Tipo, dá ou não dá?
E nesse lugar aqui que eu tô falando que existe um um teto do teu crescimento, no meu caso, na minha experiência, na minha vivência, que eu posso dizer é que às vezes que eu olhei para como alguma coisa me batia nesse lugar desconfortável e eu realmente me rendia e falava assim: "Não, tá, então vamos, tranquilo, é, é o que é o que pode, é o que dá, vamos lá". O quanto que outras abas abrem a partir disso, sabe? Quantas sincronicidades, quantos bons convites, quantas boas oportunidades, quanto retorno, inclusive financeiro, nasce a partir desse lugar.
Isso foi uma coisa que me custou muito a aprender na minha vida, muito, porque eu não aprendi dessa forma. Eu aprendi que não, que você tem que sustentar o teu lugar, que você tem que batalhar para conquistar as coisas. E eu não aprendi que tinha um outro caminho de, na verdade, de se colocar às vezes até menor e e abrir uma passagem que é humilde para receber coisas que são muito maiores do que uma troca financeira às vezes ou de um reconhecimento X ou Y, Z, o que quer que seja que te toque aí no teu orgulho, na tua vaidade, sabe?
Saber engolir uns sapos de vez em quando. Demorei para entender isso. De vez em quando, saber engolir uns sapos é sinal de grandissíssima sabedoria.
Grandissíssima sabedoria. Sabedoria dos grandes mestres. Sabe aqui a gente, na minha família de sangue quente também aqui no Rio de Janeiro, não, a gente aprende a fala mesmo, resolve na hora.
E não é bem assim. Isso não é inteligente na maioria das vezes, sabe? Isso é só o teu, você justifica como tentar fazer justiça com as suas mãos, mas na verdade é só o seu ego gritando, é você pulando a pipoca aí dentro de você e tu não sabendo como lidar com a raiva, com o sentimento da raiva, com sentimento de ser atravessado, inclusive o sentimento de potencialmente estar sendo subestimado.
Por que que te subestimar te dói tanto? Se alguém te subestimar, se a opinião de alguém te julgar, te atacar, te subestimar, te achar mau caráter, te achar qualquer coisa, se a opinião dessa pessoa for capaz de te atravessar e te machucar tanto, é porque tu não tá íntegro dentro de você. Você não sabe quem tu é, pô.
A opinião do outro tá te acessando, tá te acessando num lugar íntimo, um lugar íntimo que só tá doendo porque tá machucado ainda, sabe? Então, esse lugar é um lugar de observação. Esse lugar é um lugar de pesquisa dentro de si.
E saber que se você tem uma opinião clara sobre você e você sabe quem você é, você sabe o que que você tem de bom ou de ruim, você reconhece suas competências e você eh tá aberto a aprendê-las e continuar desenvolvendo, não é qualquer tipo de opinião, pensamento alheia ou subjulgação alheia ou até mesmo ofensa direta. Por vezes você pode receber alheia que vai te atravessar. Porque você vai ser capaz de lidar com os teus sentimentos, com as tuas sensações.
A raiva é um sentimento que a gente, por vezes, tem dificuldade lidar. Eles aqui o corpo, aperta a gente e a gente não sabe o que fazer com isso e ficar sentindo aquela coisa, ah, vai lá e vomita, uma coisa que não é para vomitar, quando a gente poderia simplesmente aprender a sentir. Sentir, sentir raiva não é suprimir a raiva, é suprimir é você tentar engolir aquele negócio, não.
sentir é você ser capaz de tá sentindo o desconforto que ela te causa do desrespeito da teu ego tá sendo ferido, sentir esse desconforto que ela te causa e ó manter a atenção aqui na respiração, respirar, relaxar o corpo, deixar o corpo esquentar, ver o pensamento vai ficar agitado, as vontades de falar um monte de coisa vai subir, tu vai só olhar para tudo isso acontecendo. E no lugar de tu falar assim: "Não, ele tá não, porque ele eu tenho que falar porque não". No lugar de você brigar dessa forma, você começa a observar dentro e fala assim: "Por que que eu tô regindo dessa forma no meio da no meio da situação?
Por que que eu tô sentindo tudo isso? Tal. Não, deixa eu, acho que eu preciso de tempo para refletir sobre isso.
" Fal assim: "Olha, não consigo te dar uma resposta agora, não tenho certeza ainda, mas vou vou voltar contigo, a gente conversa depois". Pronto. Isso é sinal de grande sabedoria, ser capaz de ter essa maestria sobre suas sensações.
Você não tem noção da quantidade de portas abertas ou fechadas que você já deixou na tua vida por conta dessa inabilidade ou por conta dessa habilidade que você possa ter também. Isso aí é uma virtude da diplomacia, que é muito raro de encontrar alguém que tem uma qualidade diplomática. É raro, é bem raro.
Não é todo mundo que desenvolve, não. Principalmente a nossa cultura, principalmente no nosso país, aqui Brasil, que não faz parte da nossa cultura, não faz parte do nosso modelo de pensamento. A gente lida com as coisas de um outro jeito, de um outro lugar.
A gente atravessa as coisas no meio do supapo às vezes, e fala se cortando e se briga, né? Tem outro dando cadeirada um no outro, TV, rede nacional no meio do programa político, sabe? Essa é a cultura do Brasil, galera.
E novamente, o que tá sendo ferido nesse lugar que leva alguém até uma violência, até uma raiva explosiva de alguma forma assim, até uma reatividade necessária, é o ego que tá sendo ferido. É o orgulho que tá sendo ferido. Sabe quando fala, você tá com orgulho ferido, a mesma coisa tá com ego ferido.
Então entender que que esse é só mais um mecanismo pro nosso crescimento e utilizar da humildade, que é a primeira virtude espiritual em todas as tradições. Você vai ver isso no na cabala judaica. Você vai ver isso sendo falado por Jesus no cristianismo.
Você vai ver isso no hinduísmo, no budismo, em todas as tradições. No taísmo fala em diversos capítulos de Tauting, que a gente tá estudando na escola do fluxo, diversos capítulos de Taeting fala e se repete sobre virtude da humildade, de ser capaz de se colocar pequeno. Para você ser capaz, por mais que você seja se veja grande, você é infinito.
Você não é só grande, você é infinito. Então, por mais que você se veja gigante e tenha conhecimento, tenha experiência e tudo mais, você ser capaz de escutar, absorver, silenciar, ter paciência e ser estratégico na hora que você fala como você fala, é sinal de grande sabedoria e de humildade também. A humildade de você reconhecer que você não sabe tudo e que é importante você escutar primeiro.
Escuta, escuta, escuta, escuta tudo que tá sendo, tá chegando até você. Porque você não sabe o que é e da onde tá vindo para você entender porque que te machuca, se te machuca mesmo, se precisa te machucar, para você dar uma resposta que é sábia, bem colocada. E se há necessidade de resposta também, isso é outro elemento, porque se não houver espaço de diálogo também não h necessidade de resposta, né?
Aí você segue sua vida, né? E tá tudo bem. Mas para completar esse vídeo aqui, talvez em alguns momentos da sua vida, numa relação afetiva, numa relação profissional, numa relação comercial, você temha se sentido subestimado.
E saber lidar com isso vai fazer muito bem para você. Vai te fazer muito bem. Não quer dizer que você seja submisso em tudo quanto é lugar, não.
Não, mas você saber perceber que alguém tá desdenhando de você e você assim, ó, tranquilo, é sinal de que tu sabe quem tu é, pô. Imagina que coisa, olha que coisa escrota. Alguém desdenhar de você e você tentar se provar e se justificar e tudo mais, aí você vira um desesperado, né?
Pois bem, não, não é por aí o caminho, é o caminho contrário. você tá assim, ah, tranquilo. Se houver espaço para você, né, surpreender, porque no momento que você então sem a arrogância de querer impressionar, mas você compartilha quem tu é, o que você sabe, onde você vem, o que quer que seja, você compartilha com o desejo de fato de simplesmente compartilhar, aí você gera encantamento e surpresa, que é muito poderoso, e abre várias outras portas, faz tuas relações e tudo crescer muito, muito.
Se você é capaz de compartilhar saindo desse lugar de transbordo, pô, vai dar bom. Agora, se você briga e quer se justificar e mostrar que tu não é menor como o outro pensa que é, que tu é, cara, aí tu vai ficar menor ainda, entende? você vai ser mais desdenhado ainda.
Olha, se você trilhou, por exemplo, uma carreira acadêmica, que é um caso que eu também trilhei e que certamente tem uma interferência também, que na carreira acadêmica, se você fez uma faculdade que é das ciências, né, desde pode ser história, biologia, física, coisa dessa natureza que envolve publicações e aí tem que fazer mestrado, doutorado e tudo mais, se você fez mestrado e tal, começou a entrar nesse universo, você comenta aqui embaixo para mim que o tamanho do ego que existe dentro desses espaços todos de quem publicar mais, quem vai lidar justificativa que tá que leu fulano de tal que estudou não sei aonde e citações e referências lá. É uma briga de ego constante, constante, é uma vaidade sem limites. Mas no afinal das contas é um universo, por exemplo, esse universo acadêmico é um universo que tem muita insegurança, muita insegurança, porque é um ambiente que as pessoas precisam ou aprenderam a se destacar ali com os papéis que elas têm nas costas para elas conseguirem ter sobrevivência.
Elas aprenderam a ter sobrevivência dessa forma, ah, pegando lá o financiamento do lugar tal, porque você tem o paper tal, tal, tal, tal, tal, tal, tal. Enfim, esse é um cenário que a gente tá exposto, sabe? Isso vai criando essas mecanismos mentais, essas carapaças em todos nós.
E aí, às vezes, você já até saiu desse ecossistema, mas você tá num ambiente qualquer outro de trabalho ou relacional e você se vê se comportando de uma forma parecida e não é benéfico para você nem para ninguém. Então é de você de aprender. A humildade é aquilo que te permite aprender.
Hoje eu gosto de falar assim, ó. Humildade é igual espaço. Ter humildade é igual ter espaço.
Tá o copo vazio. Isso permite Deus entrar. Isso permite a vida entrar em você.
E que é a sabedoria você se esvaziar o tempo todo. Se esvaziar o tempo todo, porque você vai tá se enchendo. Você se enche de informação, você se enche de pensamento, você se enche de falas, de escutas, de conteúdos, enfim, de diversas coisas.
Você saber se esvaziar na hora que é necessário. A meditação para mim é uma ferramenta de esvaziamento também. né?
O que eu ensino na escola também, que é uma ferramenta que me permite, cara, voltar para um estado de vacuidade, cultivar essa qualidade da vacuidade. Isso acho que é uma das coisas mais valiosas para você fazer contato com a tua natureza. A tua natureza espiritual é uma natureza de consciência, de observação, uma natureza serena, uma natureza.
Quando eu falo natureza assim, o teu jeito de ser mais profundo. É um jeito que vai sereno, contemplativo, curioso, aberto, sabe? pacífico, gentil.
Essa é a natureza do ser humano. Então, eh, conforme você começa a cultivar mais isso e a meditação é uma ferramenta que te ajuda a cultivar mais isso, você vai ver que a humildade ela começa a ocupar um pouco mais de espaço na tua vida. Você abre mais espaço pra humildade na tua vida e aí coisas novas conseguem chegar na tua vida.
Novos conhecimentos, novos pensamentos, novas oportunidades, novas pessoas, novos relacionamentos, sabe? A gente precisa até abrir espaço. Esse é o primeiro passo da jornada.
Então, espero que compartilhar um pouquinho aqui da minha história pessoal tenha contribuído com você e que tinha te trazido boas reflexões, porque eu já pude ver no meu caminho o quanto a falta de humildade, o excesso de vaidade, de orgulho, na verdade, só fechou portas para mim. E por isso que eu tô querendo dividir esse vídeo aqui, para que você não precise passar pela mesma coisa e possa cultivar já desde já sua percepção que tenha certeza que você vai colher bons frutos disso. Beleza?
Te vejo nos próximos vídeos. Deixa sugestões aqui embaixo do que que você gostaria que eu trouxesse para você aqui pra gente debater. Se inscreve no canal se você não tá inscrito, e manda pr alguém que não manda para alguém vaidoso e e orgulhoso, não, que essa pessoa vai se sentir atacada.
Mas pode compartilhar espontaneamente como quem não quer nada. no teu Instagram lá que de repente essa pessoa assiste. Beleza?