tudo isso vai economizar seu tempo né Às vezes o pessoal tenta ah eu vou buscar um material aqui depois vou buscar outro não Foca no material estratégia assim vai te dar todo o alicer necessário para você ser aprovado Então já fala pro pessoal aí quais são as outras aprovações também que você teve eu vou em ordem cronológica que é fica mais fácil para eu lembrar primeiro foi no ISS comecei Estudando pra área fiscal então primeiro foi ISS Guarulhos ISS Campinas ISS Campo Grande ISS Valinhos ISS tapevi aí eu Pari estudar pra área fiscal comecei pra
área de controle na área de controle foi tc do Rio de Janeiro tcdf CGU que é onde eu tô hoje e agora o TCU vendo vários materiais do estratégia É incrível como a qualidade é absurda assim então às vezes eu acabei até deixando mais de lado realmente os outros porque eu vi que o estratégia era o que tinha tanto qualidade de aula de material de professor que era inigualável assim [Música] k [Música] [Aplausos] [Música] hej [Música] [Música] e o estratégia me me ofereceu esse conteúdo que desenhava literalmente para mim os com matérias bem difíceis né
porque é possível passar estudando pouco pouc pouco mais com qualidade um pouco cada dia com qualidade com foco vendo vários materiais do estratégia é é é incrível como a qualidade é absurda assim então às vezes eu acabei até deixando mais de lado realmente os outros porque eu que o estratégia era o que tinha tanto qualidade de aula de material de professor que era inigualável assim eles trazem o conteúdo que vai cair mesmo na prova o que tá lá no edital né mas é de uma forma muito muito leve né eu eu percebo assim que ao
mesmo tempo você estuda muito você se dedica muito é muito conteúdo mas é de um jeito que você consegue estudar procurem estratégia e que vocês nunca desistam do do seu sonho he [Aplausos] [Música] [Música] [Música] [Música] mais fil para eu lembrar primeiro foi no ISS comecei Estudando pra área fiscal então primeiro foi ISS Guarulhos ISS Campinas ISS Campo Grande ISS Valinhos e ss tapevi aí eu parei de estudar pra área fiscal comecei pra área de controle na área de controle foi tc do Rio de Janeiro tcdf CGU que é onde eu tô hoje e agora
o TCU vendo vários materiais do estratégia é é é incrível como a qualidade é absurda assim então às vezes eu acabei até deixando mais de lado realmente os outros porque eu vi que o estratégia era o que tinha tanto qualidade de aula de material de professor que era inigualável [Música] assim fala meus queridos muito boa tarde professor Guilherme venturinha aqui com vocês em mais uma revisão de véspera dessa vez do nosso querido Superior Tribunal de Justiça com vocês aqui para quem não me conhece sou o professor Guilherme venturin colocar o meu @ aqui na tela
também o da ecivil concurso Você pode me encontrar em qualquer um dos dois tá ok Eh vamos falar um pouco aqui pra especialidade de engenharia civil sou engenheiro civil aqui da casa e nesta revisão de véspera nós vamos abordar aí assuntos principalmente relacionados a instalações prediais mas antes disso Uma boa tarde para todo mundo que me acompanha aqui neste sabadão nublado aqui em São Paulo como é que vocês estão deixa eu ver quem entrou com a gente aqui Pedro Boa tarde LW engenharia Marco Andrade pessoal que tá acompanhando aqui todo mundo pessoal moderando aí também
no chat eu vou começar com vocês aqui então os nossos tópicos primeiro aparecendo alguns pontos nessa revisão Você pode encontrar o material aí no link deste vídeo para baixar e acompanhar em casa tá Ah pode ser que eu fiz um ajuste Zinho agora emum outra slide Pode ser que tem uma suave diferença mas você vai conseguir acompanhar com o material em casa outra observação nós temos 3 horas aí de conteúdo para revisar com vocês para que nós consigamos abordar mais tópicos dentro desse mesmo tempo eu optei dessa vez por não trazer questões em sim revisar
tópicos tá e o assunto edital bem grande então vamos revisar por tópicos teóricos obviamente ah focando aí no que cai nas questões de prova né banca vocês já conhecem banca Cesp cebrasp né não precisa nem mencionar uma das maiores bancas do Brasil e também temida né por muitos concurseiros aqui a gente vai trazer algumas observações importantes da CESPE cebraspe ah e uma outra coisa que eu digo para vocês é iremos dentro desse prazo de aula até o nosso último instante nosso último minuto obviamente que terão os slides sobrando que são slides que eu recomendei para
que deixassem no material e que vocês aí estudassem passassem o olho ali dessem uma olhada antes da prova então o que a gente vai até onde o nosso tempo deixar permitir vocês terão na sequência mais duas aulas com professor Leonardo ota parte de obras rodoviárias e com Raul Suzuki a parte de perícia e materiais de construção estando esclarecidos podemos começar pessoal já começou a chegar aí no chat Gabriel William Lucas Maiara Vamos então começar Lucas inclusive gosta da cebrasp Eu também particularmente gosto ah embora não deixe de temê-la pelo menos um pouco aí principalmente quando
entra em tópicos teóricos doutrinários bom nosso cargo já disse analista judiciário especialidade engenharia civil remuneração inicial aí na casa dos R 12$ 12.455 por 40 horas semanais esse valor será muito provavelmente reajustado aí até a data da Posse e claro nós temos os benefícios aqui é uma parte importante o peso específico é grande peso específico nessa prova nós teremos aí uma prova de certo errado né onde 70 questões específicas mais uma prova discursiva de conhecimentos específicos Então veja que o peso das específicas é bem grande por outro lado eu volto aqui para descrever eu sempre
palto minhas revisões nisso a descrição sumária das atividades veja que é até bem bem sumário mesmo né realizar atividades de nível superior relacionadas à elaboração e acompanhamento de projetos manutenção prevenção e correção de instalações bem como emissão de parecer então pelo próprio cargo ali esses Principalmente nos prédios do STJ né O que o trabalho que eu imagino aqui que vai ser desempenhado lá acompanhar a implementação dos projetos mas muito de manutenção prevenção cuidado né com as edificações por isso fazendo esse nexo com a o conteúdo do programático eu trago para vocês instalações de modo geral
nós vamos falar de elétrica gás incêndio hidrossanitária vamos falar um pouco de estruturas se der tempo também em Fundações e por fim eh no tópico que Possivelmente não conseguiremos falar mas está no material a parte de planejamento controle gestão fiscalização de obras e orçamento sem dúvidas é questão de prova mas é são tópicos que eu sempre reviso com vocês em Véspera de prova então dá tempo se a gente não conseguir nessa aula de procurar alguma revisão aí básica podem colocar aqui no YouTube professor Guilherme ventorim revisão de vespera eu sempre trago também esses tópicos dessa
vez eu vou pautar aí nossa revisão em instalações prediais tá aí todo o nosso conteúdo programático para começarmos nessa primeira parte segurança no canteiro quando a gente fala de segurança no canteiro embora exista Norma específica para isso nós As bancas eu diria principalmente entram no tópico da NR18 na parte de segurança dos canteiros de obra e aí hoje né na última revisão da NR18 nós temos a implementação do pgr que é o programa de gerenciamento de risco como dado obrigatório em todos os canteiros contemplando o quê quais são os riscos não só da obra como
um todo mas das etapas da obra aos quais os empregados vão estar submetidos e quais são as medidas de prevenção dado aqueles riscos Então quem tem que fazer isso obviamente um profissional habilitado em segurança do trabalho perfeito esse é o cara que faz o programa de gerenciamento de riscos durante aquele empreendimento Quem é responsável por implementar a organização a construtora a empresa que tá eh desenvolvendo o empreendimento E aí eu eu te digo preciso sempre de um profissional habilitado quando a gente fala que habilitado né além de ter o diploma ele tá registrado no conselho
de nível superior aí um engenheiro de segurança do trabalho em alguns casos até 7 m de altura e no máximo 10 trabalhadores este programa de gerenciamento de risco pode ser desenvolvido por um profissional qualificado em segurança do trabalho então existe a obrigatoriedade de um profissional habilitado aqui com registro no conselho e com o diploma e a gente em casos mais simples pode substituir por um profissional qualificado em segurança de trabalho um técnico de segurança do trabalho por exemplo e o que que este documento precisa conter dentre outras exigências o quê um projeto da área de
vivência do canteiro porque as pessoas precisam estar em local salubre que com consam se alimentar fazer suas necessidades então este programa de gerenciamento de riscos riscos também biológicos né pra saúde do Trabalhador vão estar diretamente relacionados à área de vivência né quando a gente fala de área de vivência a gente tem ali as áreas operacionais de fato e aquela área de vivência onde a gente geralmente faz suas refeições e utiliza as instalações sanitárias e tudo mais área de vivência e eventual frente de trabalho que o pessoal chama de Canteiros ados né pessoal vai trabalhar mais
longe precisa ter ali um um uma água gelada um banheiro para fazer suas necessidades o projeto elétrico mas não do empreendimento das instalações temporárias tem que ter segurança tem que est conforme às normas sistema de proteção coletiva para os colaboradores né os equipamentos de proteção coletiva quando a gente fala de proteção em grupos como por exemplo ah sistemas ali de isolamento de áreas identificação de riscos protegendo todos de maneira coletiva também os epis obviamente cada uma das atividades exige um tipo de Epi específico esse programa tem que contemplar também isso e nos casos em que
há risco de queda quando aplicável implementação de um sistema de proteção contra quedas que é aquele sistema a gente tem ali os cintos os talabartes para trabalho em altura aqui em respeito ali treinamento da nr35 Então tudo isso as normas NR aplicáveis vai ter que est instituído no pgr vamos dar sequência aqui então que nós temos NR18 segurança do trabalho as áreas de vivência Como Eu mencionei e eh onde nós precisamos garantir conforto segurança e privacidade A Mayara me pergunta essa aula serve para o cargo de engenheiro civil perfeitamente dos Correios vamos ter algumas aulas
de revisão de exercício de reta final mas vocês podem acompanhar perfeitamente maioria dos Tópicos maioria esmagadora também se aplica ao concurso dos correios e a Aline já tá te respondendo aí áreas de vivência instalação sanitário no mínimo o que que ela precisa ter de forma obrigatória instalação sanitária vestiário local para refeição e quando houver trabalhador alojado o alojamento Então são três coisas instalação sanitária vestiário e local para refeição obrigatório e a alojamento caso nós tenhamos alguém alojado ali né grandes obras Às vezes a gente tem isso e nas instalações sanitárias um tópico que embora não
seja uma decoreba que a Cesp gosta vale a pena a gente lembrar Ah do número de instalações sanitárias para cada número de trabalhadores então para cada conjunto de 20 trabalhadores ou fração nós precisamos de um conjunto ali de aparelho sanitário então aqui eh lavatória mictório lavatório e vaso sanitário um para cada 20 trabalhadores ou fração esse ou fração lembre-se significa que se eu tiver 21 já passou tem uma fração Zinha ali daria um vírgula alguma coisa instalações sonit tárias portanto eu acrescento mais um fica arredondado para cima Então vou precisar para 21 Trabalhadores de Du
dois conjuntos deste de instalações sanitárias já para chuveiro um para 10 então sanitário um para 20 sanitários e e chuveiros um para cada 10 trabalhadores no caso de 21 trabalhadores Como foi o exemplo precisaria de três chuveiros né Isso também Vale em termos de deslocamento eu tenho que estar ali com essas bases a a pelo menos no máximo 150 m do trabalhador não posso de estar mais do que isso Voltando a falar de instalações sanitárias mas agora a parte de água o o bebedoro um conjunto de bebedor para cada 25 trabalhadores ou fração e a
distância muda um pouco no máximo 100 m na horizontal e existe uma distância vertical que deve ser menor do que 15 M tópicos importantes aqui pra gente fechar a parte de segurança do trabalho trabalho em altura quando que eu considero que eu trabalho em altura claro que a parte alta mas quanto de altura quando eu estiver trabalhando acima de 2 m de altura com risco de queda então obviamente se eu for trabalhar num apartamento no 21º andar eu estou trabalhando a mais de 2 m de altura Considerando o piso do nível da rua mas eu
estou dentro de uma casa fazendo por exemplo ali a troca de piso então obviamente não se aplica trabalho em altura nesses casos onde se aplica aplica-se o o o disposto na nr35 outra coisa agora que que envolve também NR18 parte de escavações se eu tenho escavação de até 1,25 M eu avalio o local se não existe risco ocupacional não há de me preocupar ali eu posso trabalhar com escavações até esta altura que não oferece risco à saúde a vida do trabalhador em um caso por exemplo de um eventual colapso do Sol agora para escavações maior
que 1,25 M eu Obrigatoriamente devo proteger essa escavação com taludes ou escoramentos E além disso dispor de escadas e rampas para acesso o mesmo vale para andaimes eu não posso fazer com que o cara acesse em andaimes locais com mais de 40 cm de altura simplesmente com um salto ou com uma manobra qualquer eu preciso dispor de meios para acessar em segurança tanto os andaimes no trabalho em altura quanto as escavações no trabalho aí em regiões escavadas e muito cuidado não exige escoramento com mais de 1,25 m exige medidas de proteção eu posso fazer como
medida de proteção o taludo o geotécnico vai me dizer com base no solo no Coesão e no ângulo de atrito Qual o talud que eu preciso recortar para que aquele solo seja dado como estável então às vezes a gente vai ver em muitas obras uma coisa assim até 1,25 M eu posso fazer esse corte na vertical e depois um talud damento ali de 30º por exemplo é comum a gente ver isso isso tá seguindo a norma Tá ok por tá protegendo aquela escavação em forma de taludo e também manter sempre aquela região ali de 1
m de cada lado das bordas da escavação S livres de carga e protegidos também da entrada de água para não alargar aqueles pontos Maravilha Seguindo aqui então vamos para uso operação e manutenção das edificações a gente fala do manual de uso e operação ou manual do proprietário em alguns casos até na parte Industrial o databook daqu daquele projeto daquele empreendimento vamos aqui começar a falar rapidamente de manutenção de edificações porque essa Norma Ela traz um conceito importante para provas primeiro deles é a gestão do sistema de manutenção Ela depende de algumas característica são quatro características
que a Norma traz parece fácil mas pode vir numa forma de questão a tipologia da edificação o uso de fato efetivo daquela edificação tamanho e complexidade tanto da edificação quanto dos seus sistemas e a localização e implicações ao retorno parece óbvio né é o tipo de questão que se vier você vai ali mas as normas As bancas Geralmente se cobram vão tentar te enganar então tipologia uso efetivo tamanho e localização e obviamente o manual eu devo ali para cada edificação desenvolver um programa de manutenção que vai determinar Quais são as atividades a periodicidade quem são
os responsáveis e quais são os documentos e referências normativas que a manutenção daquela edificação deverá seguir parece bem simples né mas o que eu quero trazer dessa norma é basicamente os tipos de manutenção a gente tem três tipos a rotineira que em alguns casos chamado de preditiva a preventiva e a corretiva qual a melhor de ser feita a rotineira é a que me C custa menos por qu são fluxos constantes de rotina para manutenção do da edificação como um todo por exemplo limpeza geral lavagem de áreas comuns Eu Tô evitando problemas futuros através de cuidados
periódicos cuidados rotineiros portanto rotineira Já diz o nome agora a preventiva diferente da rotineira para não confundir ela é programada com antecedência mas existe uma priorização Ah você pode dizer a rotineira também é programada com antecedência pode ser pode não ser aquilo é um hábito de rotina para se fazer a manutenção já na preventiva não ela é feita com antecedência mas com base em algumas coisas solicitação dos usuários Quando começa ali a observar alguma coisa que pode estar em quase sendo danificada algum sistema durabilidade esperada então cada sistema tem uma durabilidade uma vida útil esperada
ali com manutenção prevista e nos casos obviamente de gravidade urgência e relatórios periódicos então a manutenção preventiva ela tem uma hierarquia de priorização ali né ela pode ser priorizada com base em alguns dados é diferente da rotineira e a corretiva obviamente infelizmente nós temos aqui já algo que demanda ação imediata demanda intervenção imediata para que nós consigamos permitir a continuidade do uso dos sistemas ou evitar prejuízos graves ou riscos também a todos os usuários e também ao patrimônio Então veja a parte de manutenção da edificação fala rotineira preventiva e corretiva mas a norma de equipamentos
de confiabilidade e mantenabilidade ah de sistemas em funcionamento eh uma obra uma Norma mais da mecânica Ela traz um termo preditiva que é análoga a manutenção preventiva mas para equipamentos eles têm alguns sistemas ali que fazem por exemplo análise de vibração análise de ruído análise térmica análise de consumo energético que dão sinais ali de que algo está começando a sair do padrão por isso eles falam preditiva esse acompanhamento constante dos equipamentos através de relatórios ou sensores que monitorem aí o comportamento dos sistemas aqui no caso de uma bomba tá bem bem claro aqui que a
gente tem a corretiva já tivemos um problema a preventiva com base na confiabilidade do equipamento ela é programada e essa preditiva que é quase que esse monitoramento constante para garantir dentro de níveis adequados de qualidade o nosso o nosso cuidado aqui então eu já vi rotineira ouviu a pergunta preditiva é igual a rotineira a rotineira se aplica a obra de edificação mas eu já cansei de ver chamar preditiva ou controlada a manutenção rotineira então eu posso entender como sinônimo rotineira ou preditiva mas quando a gente fala de edificações geralmente limpeza lavagem de áreas comuns que
é o que A Norma traz Mas eu posso falar também de ah monitoramento instrumentação de máquinas para acompanhamento rotineiro periódico preditivo Então posso entender como sinônimos tá essa é uma resposta que eu posso te dar assim pode entender como sinônimos e aí a gente cai falamos de manutenção mas a gente fala o que me diz a frequência e como com que empresa essa manutenção deve ser realizada exatamente o manual de uso operação e manutenção da edificação que é um documento trazido pela NBR 14037 que deve ser entregue pelas incorporadoras para os usuários seja o usuário
da edificação seja o Síndico do condomínio como um todo e deve trazer esse quadro aqui vem da Norma tanto etapas de apresentação ali obviamente mas quanto de garantias o memorial descritivo quais a garantia de cada um dos equipamentos e sistemas com quem se faz a assistência técnica quem foram os fornecedores por exemplo do sistema de ar condicionado de e elevadores das bombas de piscina para que depois cada garantia de cada um dos sistemas eu consiga também operar usar e limpar conforme o manual manutenir E se tiver alguma outra observação seja de segurança meio ambiente e
todas as outras Nós também precisamos vamos entregar nesse manual que é chamado Como eu disse manual do proprietário manual das áreas comuns manual do Síndico ou databook e ele deve ser extremamente técnico e preciosista não porque ele é lido ele é interpretado e utilizado por alguém da área não técnica o dono da edificação o Síndico ele não entende nas minúcias da engenharia da infraestrutura predial Portanto ele precisa ser didático precisa ser ilustrado com tabelas figuras esquemas mas deve trazer todas essas informações aqui e a ele que você vai recorrer no momento ah em que surgir
alguma dúvida de fazer as suas manutenções perfeito e aí entra as partes de responsabilidades né Nós temos três agentes envolvidos o Construtor ou incorporador o projetista que não necessariamente é quem faz a incorporação imobiliária e o usuário ou os síndico no caso de áreas comuns de condomínios e aí a gente tem a responsabilidade de cada um quem elabora e tem que entregar este manual de uso Ah e operação esse manual do usuário é o Construtor então o Construtor elabora vai informar prazos e garantias de cada um dos sistemas como deve ser feita a manutenção onde
procurar assistência técnica e informar como que ele vai atender também o cliente no caso das demandas o projetista no caso ele precisa subsidiar o o incorporador com as informações porque ele projeta então ele precisa projetar passar as informações para ser desenvolvido esse manual conforme também sistemas da Norma de desempenho enfatizando os requisitos de durabilidade e manutenibilidade e por último para que se tenha garantia do serviços prestados eh nós temos a parte do usuário do Síndico que obviamente não deve usar fora das condições projetadas a edificação não realizar modificação sem anuência do Construtor e ou projetista
seguir o manual de operação que é esse manual que a gente tá falando e implantar e executar o sistema de gestão de manutenção então ele precisa ali acompanhar as manutenções que foram indicadas Então quem é que vai fazer a manutenção em alguns casos ah os sistemas podem até ficar durante o período de tempo na Gestão na manutenção do Construtor ali Nos períodos iniciais mas no final das contas é o condomínio é o proprietário que tem que manutenir sua própria edificação para que nós tenhamos garantia legal pelo código civil em média via de regra né 5
anos ali para vícios Red Vitórios né aqueles vícios ocultos que se manifestem ao longo da dos primeiros 5 anos da edificação que não haviam sido visto a época da entrega e que decorram aí de falhas na concepção na construção ou mesmo no projeto e também de materiais de baixa qualidade Agora se a falha se dá por mau uso ou não manutenção aí o problema já não já passa a não ser do incorporador perfeito então aqui a gente tem a garantia legal que é aquela adquirida basada em lei e pode ter uma garantia contratual facultativa para
alguns sistemas ah dada pelo próprio incorporador E aí diante disso tudo a gente encerra essa parte de manutenção falando de desempenho a norma que trata de desempenho é a 15575 eh e ela traz um conceito de vida útil de projeto e de vida útil a vida útil de projeto é a vida útil para aquele empreendimento para aquele projeto a vida que foi concebida com a tecnologia de hoje no estado da arte do conhecimento que temos hoje para se projetar para x anos devo tomar esses cuidados atender esses requisitos pronto essa é a vida útil de
projeto se a edificação ela vai atingir aquela vida útil isso vai depender ou não do seu uso vai depender ou não da sua manutenibilidade E é isso que nós precisamos entender vida útil de projeto diferente de vida útil efetiva de fato que a gente só vai ah entender quando o à medida que o tempo for passando a gente avaliar o da edificação óbvio que nós estamos falando aí da edificação com desempenho dentro dos níveis aceitáveis No mínimo a vida útil de projeto deve conforme a norma de desempenho atender para cada um dos sistemas este prazo
em anos então a vida útil de projeto dos sistemas estruturais por exemplo tem que ser no mínimo dimensionado projetado para 50 anos e assim por diante você vê que pisos eh vedações internas cobertura sistemas hidrossanitários por exemplo possuem prazo de vida útil menor Isso significa que nós temos uma categoria de bem que é substituível com uma vida útil mais curta né Por exemplo pisos louças metais sanitários que vão ser trocados ao longo da vida útil da edificação como um todo sistemas manuten veis que são revestimentos fachadas janelas em duráveis devam ter manutenção e são passíveis
de serem substituídos ao longo da vida útil e aqueles que a gente fala de não manuten Ou seja este sistema Fundação elementos estruturais por exemplo devem ser projetados com a mesma vida útil do edifício Para que Ah eles não comprometam a vida útil do empreendimento como um todo aqui a gente vê o nível de desempenho requerido né o nível mínimo de desempenho e a gente vê que se a curva desde a entrega da obra se eu não tiver manutenção o tempo de vida vai ser muito menor quando comparado à vida útil se nós fizermos ali
a cada manutenção há um ganho um acréscimo de vida útil aquele empreendimento Essa é a ideia concepção geral a Cesp não cobra muito decoreba mas É sempre bom saber 50 anos pra estrutura vida útil de projeto 50 anos no mínimo pra estrutura e os outros sistemas ali de vedação cobertura hidrossanitário 20 anos é uma cois razoável aí de você lembrar 50 e 20 Já te ajuda em muitas provas maravilha então vamos falar um pouco aqui vou tomar uma aguinha ficou alguma dúvida aproveitando aí para revisar Correios quem for fazer Caesb Brasília já dá para adiantar
os estudos vamos sequência então que aqui é um tópico Ah que a gente vai discutir um pouco mais para que vocês não errada da prova elétrica muito Possivelmente é uma aposta minha para essa prova viu fique de olho instalações elétricas Anota um asterisco aí e vamos comigo Se tiverem dúvidas podem mandar no chat a gente tá ao vivo Bora lá primeiro eu tenho que entender uma coisa os dois grandes grupos que eu preciso montar de elétrica né as a parte de tomada né tomada de força e a parte de iluminação sabe que a parte de
iluminação vou falar na sequência mas as tomadas elas ainda podem ser divididas em tomadas de uso geral tomadas de uso específico a grande parte das tomadas são de uso geral ou seja não há um equipamento exclusivo ali para utilização naquela tomada essas aí elas vão ser mencionadas conforme o perímetro da edificação perímetro do ambiente desculpa perímetro do cômodo do ambiente e por lembre-se tomada geralmente tem um fio associado fio linear perímetro diferente da iluminação iluminação ilumina uma área área portanto luz iluminação será dimensionado conforme a área do cômodo e a parte de tomada será dimensionada
conforme o perímetro lembre do fio do cabo que tem um limite na sua extensão ali ah portanto é dimensionado conforme o perímetro e este dimensionamento se dá basicamente por duas regrinhas básicas salas e dormitórios nós vamos ter uma regrinha de perímetro dividido por cinco e os demais ambientes cozinha Copa cozinha serviço Lavanderia que geralmente tem mais equipamentos ah muitos equipamentos eletroeletrônicos né nós vamos fazer oos dimensionamento de perímetro dividido por 3,5 então Sale dormitório cinco o restante 3,5 existe exceção existe mas 5 e 3,5 é uma regra que se aplica à maioria dos casos aí
se você me dizer varanda e banheiro um ponto só é suficiente um ponto só é suficiente uma varandinha um banheiro Mas no geral a gente faz esse dimensionamento mais uma coisa mais uma vez o termo fração se repete significa que se eu tenho tenho uma fração eu arredondo para cima perdão se eu tenho uma fração arredondo para cima veja eu Imagine que o perímetro deu 3,14 deste cômodo e é uma cozinha então eu vou dimensionar da seguinte forma desculpa o perímetro deu 11 m e uma cozinha uma área de serviço ou uma lavanderia divido por
3,5 deu 3,14 vou adotar então o número inteiro imediatamente são quatro pontos e a ideia é espaços uniformemente ao longo dos pontos no caso se for uma cozinha uma que tenha pia a gente precisa de pelo menos duas tomadas ali sobre a bancada da pia tá é uma observação que pode ser no mesmo ponto e aí eu te digo esse daqui é um ponto de tomada e eu posso ter uma tomada em cima uma tomada embaixo então aqui eu tenho duas tomadas e um só ponto maravilha agora esse dimensionamento é para os quantos pontos de
tomada eu vou precisar neste caso quatro pontos um ponto se for uma cozinha ali uma área que tem a pia eu coloco em cima e uma outra observação essas áreas aqui molhadas ou molháveis digamos assim Elas têm que ter circuito exclusivo para tomadas o que que isso quer dizer quer dizer que eu não posso pendurar iluminação junto com tomada aí você pensa Pô então nunca posso não na verdade você quase sempre pode você pega um quarto lá você pode pendurar todas as tomadas daquele quarto mais a iluminação dele agora nestes casos exige dedicação exclusiva um
circuito para alimentar estes pontos especificamente e eu te adiciono por quê Porque esse circuito por ser uma área molhada ou molhável sujeita a ch ali com crianças ou mesmo a dona de casa na no momento de lavar esses ambientes e ele precisa de um interruptor ou de um disjuntor diferencial residual chamado de Dr que ele detecta uma mínima fuga de corrente na casa de 30 Ma e ele desarma o circuito então ele protege vidas ele protege Contra choques né por isso este ambiente precisa de um circuito exclusivo já o por exemplo salas e dormitórios eu
posso mesclar aí iluminação com tomadas E aí a gente nos casos de house de serviço salas e equipamentos de manutenção um ponto de pelo menos 1000 V que é um ponto potente ali precisa de furadeira máquina de solda eventual pra manutenção por isso existe essa especificação então um ponto com 1000 V Amp E aí Qual a potência desses pontos aqui que eu acabei de dimensionar tá aqui eu vou te dizer em regra para cômodos e dependência 100 V por tomada se você não lembra muito bem de voltamp pode encarar como Wats se o fator de
potência for um tá então ass ah 100 v e seria igual a 100 W No Mundo Ideal E então para cada ponto de tomada eu coloco um circuito dedicado ali na verdade uma potência dedicada ali de 100 V para aquele ponto na hora do dimensionamento Mas se for Aquele caso de perímetro por 3,5 Aquele caso de áreas molhadas ou molháveis nós vamos aqui pegar duas regrinhas se eu tenho até seis pontos de tomada nos três primeiros eu coloco 600 V que eu posso ter equipamentos grandes ali pesados né e nos demais pontos coloco 100 isso
se eu tiver É até seis pontos de tomada se eu tiver naqueles ambientes mais de seis pontos de tomada basta dois com 600 v e os demais com 100 então Imagine que eu tenho e aí existe uma coisa o seguinte é todo mundo fica nessa dúvida é a soma de todos esses locais com seis pontos de tomada ou eu pego cada um deles e faço essa análise digamos pego uma cozinha e vejo só a cozinha se tem até seis pontos As bancas não entram nesse mérito tá por isso eu nem quero discutir o que que
é certo e que é errado mas vamos falar que nós tenhamos ali oito pontos se eu tenho oito pontos basta do com 600 V dedicado e os demais os outros seis pontos com 100 V beleza Ah aqui o Paulo perguntou e o DPS é o dispositivo de proteção contra surtos eu posso usar nos equipamentos posso usar eu acho que a gente tem não sei se a gente tinha nessa aula que é um dispositivo esse não é para proteção de vidas tá esse é para proteção contra descargas atmosféricas que tem um pico eh uma uma ddp
né uma diferença de potencial muito grande dá uma um pico de corrente gigantesco e ele desvia direto pro sistema de aterramento então ele é um o DPS ele é um complemento do spda spda sistema de proteção contra a descarga atmosférica chamado de para-raio o DPS ele complementa o sistema de para-raio digamos assim embora não o seja de maneira efetiva que é um outro equipamento diferente do Dr o Dr um mínimo de perda de corrente de fuga de corrente ele desarma porque ele protege vidas este outro ele é um dispositivo de proteção contra surtos seja por
descarga atmosférica seja por manobras na rede a concessionária vai fazer uma religar um transformador um motor e que dá aquela ilidade na rede e se tiver um uma sobretensão que vai gerar uma corrente gigantesca né E essa daí obviamente mataria pessoa ele já desvia direto então a gente pode ter proteção na entrada um DPS na entrada da da instalação da residência do prédio pode ter no seu qdc e pode ter inclusive o DPS em cada equipamento específico tá pulando agora pra carga de iluminação Eu falei que perímetro dimensiona número de pontos de Tom e a
área do cômodo dimensiona instalação de iluminação né A A iluminação e qual é a regra neste caso a regra muda lembra-se tomada nunca é demais então eu sempre arredondo para cima iluminação nem sempre preciso de tanto então neste caso eu não preciso arredondar para cima na hora que eu for dimensionar a carga então via de regra todo ambiente precisa de pelo menos um ponto no teto isso regra básica agora Qual a potência desse ponto aí a gente entra no dimensionamento até 6 m qu a gente coloca ali uma carga designada de pelo menos 100 V
então se eu quiser usar o mínimo que a norma exige 100 V para cada ponto de tomada em ambientes com área de até 6 m qu então um ambiente menorzinho um ponto no teto e uma potência virtual dedicada entenda isso você olha uma lâmpada lá de 10 V 10 V 10 w 12 w leds aí super econômicos e E aí você fala Putz coloquei 100 V de potência naquele ambiente eu vou consumir menos da metade 1 Déo da daquela potência não interessa não quer dizer que você vai colocar uma iluminação que consuma 100 V mas
sim que o dimensionamento deve ser considerando 100 V naquele ponto então aqui um ponto com 100 V tá ótimo mais do que 6 m qu eu vou colocar 100 V pros seis primeiros e para cada 4 m qu inteiro não é fração inteiro eu acrescento 60 então daí tá n x 60 se eu tenho por exemplo 20 m qu os se primeiros - 6 sobre o quê 14 e aí o que que acontece 14 me dá 3 x 4 mais 2 então pros primeiros 6 m eu vou colocar 100 V para os outros 14 M
Eu tenho 3 x 4 m qu inteiros então eu vou colocar 3 x 60 esse 2 m qu que sobrou não não me diz nada a fração não entra então aqui ó 6 + 6 12 18 então aqui eu tenho 180 V mais o 100 do primeiro então esse ambiente com 20 m qu quantos pontos eu preciso um só no mínimo um só tá continuo podendo ter apenas um agora a potência virtual dedicada a ele 280 V existe exceção existe nem sempre esse ponto precisa ficar no teto ele pode ficar no caso de hotel e
motel ao invés de um ponto de luz pode ser um ponto de tomada onde você conecta ali sei lá um globo para fazer uma boate não sei conecta um sistema um trilha elétrico então pode ser um ponto de tomada ao invés de um ponto de luz e no caso de depósito dispensa varanda lavabo às vezes são pequenas dimensões que nem cabe direito lá no teto então você pode usar uma arandela que é aquela luzinha de parede que muitos banheiros Inclusive a gente ver em tese eu preciso se for um banheiro maior um ponto no teto
e posso ter uma arandela de parede não há nenhum problema agora só arandela de parede em regra não posso só se for um lavabo de pequenas dimensões por exemplo Tá ok ah e aqui Eu repito a potência destinada a iluminação para efeitos de dimensionamento não significa que vai ser a potência das minhas lâmpadas tô gostando de ver o pessoal tá participando e a gente enriquece essa nossa revisão com as dúvidas de vocês seguimos agora pontos de tomada de uso específico e uma vez eu vi uma pergunta assim ah cada ar condicionado precisa de um circuito
específico dedicado por ser uma tomada de uso específico alguma coisa assim e a resposta era não E se você olhar os equipamentos mais modernos os ar condicionados residenciais pequenos aí obviamente ar condicionados gigantes para áreas maiores eles vão consumir mais de 10 aamp mas existe ar condicionado aí econômico que não necessariamente demandaria um por por norma um circuito específico é bom é boa prática é ótimo colocar mas até 12.000 btu Salv engan se você fizer o cálculo da potência vai me dar uma corrente menor diferente de uma airfry por exemplo uma airfry hoje ela consome
se for um wify por exemplo l tem até um cálculo aqui 1700 1400 w passa de 10 11 a E aí numa rede de 127 v e aí seria o caso de ser uma tui veja elas alimentam aparelhos fixos ou estacionárias uma geladeira por exemplo não é fixa mas é estacionária cargas que individualmente consomem mais de 10 Amp individualmente mais de 10 Amp Ah o que que não é o caso de uma geladeira por exemplo localizado esse ponto de tomada deve ficar no máximo a 1,5 m do equipamento e para previsão de cargas eu não
posso adotar um ponto de tomada com uma tomada só e falar que 100 V é suficiente não não é eu vou fazer o cálculo com base na potência do meu aparelho e aí se der lá 800 V eu tenho que colocar no dimensionamento 800 V para aquele ponto e aí por tomada de uso específico ela vai exigir um circuito independente Isso significa que ela tem que ter uma fase um neutro um disjuntor para comandar aquele circuito e que a única carga que vai ter nele é o equipamento no caso chuveiro é o mais comum né
chuveiro é o mais comum que nós temos aí que vai exigir uma tomada de uso específico dando sequência aqui pra parte de eletrodutos é sabido nas edificações que a passagem de fios Nem sempre é uma coisa simples quem já passou fio passa-se a sonda depois você vem puxar os fios dentro dos eletrodutos E é difícil principalmente depois que já existe alguma instalação para você passar um ou dois fios ali adicionais dentro daquele mesmo eletroduto então é é muito difícil e existe uma taxa máxima de ocupação dos eletrodutos com base na quantidade de fios que vão
passar por ali na maioria das vezes dentro da instalação Residencial São mais de três fios Então vai cair na regra de que o máximo que eu posso ter de ocupação do meu eletroduto é de 40% mas a chegada que vem lá do quadro geral até o primeiro qdc por exemplo às vezes vai vir ali um cabo por exemplo dependendo do prédio por eletroduto tá E aí você tem que passar três eletrodutos só para vir as três fases né Elas vão ter que vir separadas ou dois cabos por exemplo isso existe uma Norma que de limitação
máxima e que não é intuitiva veja se eu passo só um cabo eu posso ocupar até 53% no caso de um condutor apenas dois Condutores aí cai para 31% cai drasticamente e três ou mais Condutores já sobe de novo para 40% então isso tem a ver com a maleabilidade a flexibilidade do conjunto né se é um cabo só eu só preciso trabalhar com flexibilidade de um cabo se são vários né mais de três Eles são de bitola menor e então é mais fácil de conseguir trabalhar agora se são dois muito grandes ele limita a 31
então é uma decoreba não creio que seja uma coisa de Cesp mas lembre-se mais de três 40% a ocupação máxima é um número para se ter na cabeça e aí aí qual a distância que eu posso ter sem uma caixinha de passagem aqui que a gente chama de caixa de passagem né ela faz conexões emendas de fio nem sempre ela tá lá para fazer para receber uma tecla ali de um interruptor ou de um ponto de tomada ela tá ali pode ser simplesmente para garantir a manutenibilidade a substituição a inspeção do sistema então a gente
vê algumas caixas de passagem que tem aquela tampa cega que a gente fala fica lá simples mente fechada é uma caixa de passagem por norma porque eu não posso ter longos trechos de eletroduto mas o que que seri um longos trechos falando internamente dentro das nossas edificações os trechos retilíneos eles podem ter no máximo 15 m no máximo 15 M os trechos retilíneos e a cada curva que eu tiver né a cada curva de 90º que eu tiver que percorrer ele perde três m de capacidade de trecho retilíneo então se eu tiver um trecho com
duas curvas ao invés de poder ter 15 M ele vai ter o quê menos 3 x 2 6 porque ele tem duas curvas então 15 - 6 9 me restam então trecho contínuo de no máximo 9 m chegou em 9 m preciso de uma caixinha então em regra linhas externas 30 m de trecho retilíneo linhas internas 15 m é o trecho contínuo no máximo de eletroduto a cada curva de 90º eu desconto 3 M nessa capacidade do trecho retilíneo afinal de contas agora ele tem curvas beleza Seguindo aqui parte de interruptores e Condutores aqui é
uma coisa que Imagino que todo mundo já saiba mas não custa lembrar identificação por cor identificação por cor se eu faço identificação por cor ela tem que ser da seguinte forma condutor neutro azul ou azul claro condutor de proteção chamado terra ele vai ser verde amarelo ou verde são cores aí exclusivas pro condutor de proteção o condutor terra e o condutor fase em regra pode ter qualquer cor a norma não especifica obviamente que eu não vou utilizar por exemplo alguma cor que vá se o confundir com o neutro ou condutor de proteção que é o
nosso famoso terra e como é que fica isso no diagrama unifilar como é que fica isso naquele diagram minha da Elétrica bom o neutro é esse L aqui invertido né com essa perninha a fase é simplesmente um risquinho o terra tem o t de terra né condutor de proteção e os retornos né que vem de interruptores podem ser retorno simples ou retorno duplo geralmente indicados dessa maneira passando aqui pro lado de cá dos interruptores interruptor simples de uma duas três sessões então a gente pode ter aqui até três pontos comandados ali pelo mesmo interruptor Geralmente
os interruptores são indicados dessa forma existe uma NBR que chama selv engan 5444 que é uma Norma cancelada mas que é cobrada ainda em concurso Porque não houve substituição ainda para ela em termos de instalações prediais somente de industriais Então ela continua com a sua simbologia aí vigente E aí quando eu coloco uma bolinha é um interruptor por exemplo aqui na parede se eu coloca uma bola grande aí já é um ponto de luz no meio do quarto então quando eu coloco esse interruptor vazio ele em regra é aquele interruptor de dois caminhos entra a
fase sai o retorno que vai até a lâmpada vou mostrar na sequência para vocês como é que isso funciona quando eu tenho um interruptor de três caminhos eu falo que é um interruptor triway ou também chamado paralelo tem um caminho aqui tem um aqui e tem um aqui uma chegada e duas saídas normalmente mas também pode ser uma chegada e uma saída desculpa duas chegadas e uma saída que vocês vão ver Depende onde ele está posicionado e o intermediário também chamado de forway ele tem quatro caminhos e essas são as opções da chave a aí
eu vou pra seguinte questão que tem muita gente que ainda Ah não entende né como é que funciona se eu quero fazer uma escada que vai ser comandada pel um ponto embaixo e um ponto em cima preciso de dois pontos comandando a mesma iluminação ali daquela escada eu vou ter que utilizar interruptor threeway perfeito se eu quero mais de dois pontos ou seja três ou mais pontos eu preciso utilizar threeway nas pontas E no meio eu vou utilizar fourway aí por que que isso vem se eu quero 20 pontos theway nas pontas e 18 intermediários
se eu quero 180 pontos dois threeway na ponta e 178 intermediários Por que que isso tem que ser assim dessa forma veja no interruptor simples ele só tem duas teclas Dois caminhos Na verdade uma tecla mais dois caminhos chega a fase sai o retorno que vai até a lâmpada na lâmpada ali ela vai ter o o neutro e pode ou não ter o Terra dependendo da obrigatoriedade se eu tenho aqui o interruptor por exemplo de duas teclas né interruptor duplo que aqui ele vai comandar eh essa iluminação e essa outra do lado uma tecla para
essa lâmpada uma tecla para essa lâmpada chegou a fase saiu Este não é o meu trueway por quê Porque ele tem duas teclas e duas saídas Então na verdade atrás desse aqui vai ter uma entrada uma saída uma entrada uma saída sai aqui o retorno e entra uma fase só que é de ampada serve para esses dois para essas duas teclas quando eu vou pro 3way aqui chega a fase sai retorno duplo chega retorno duplo sai retorno simples e vai até a lâmpada esse é o threeway Quando eu vou pro forway Agora sim olha preciso
de no meio de alguém que receba retorno duplo e emita retorno duplo na ponta eu tenho o quê triway então Obrigatoriamente triway nas pontas e aqui quantos intermediários forem ou forem necessários ou quantos for forem necessários beleza Eh quem tem dificuldade dá uma olhadinha com calma nesse aspecto porque pode ser uma questão da sua prova falando agora de instalações hidráulicas pessoal instalações hidráulicas nós vamos discutir rapidamente alguns pontos importantes Ah e outros eu vou passar com uma maneira um pouco mais detalhada tá olha primeira forma de abastecimento por exemplo abastecimento pode ser direto indireto ou
misto toda vez que eu falar direto é que ele vem direto da rua não tem nenhum reservatório intermediário Tá OK quando eu falo de abastecimento indireto existe reservatório seja ele inferior seja ele superior seja ele inferior e superior Tá ok se tem reservação armazenamento de água é abastecimento indireto e no caso de misto existem pontos que são abastecidos diretamente pela água da rua e existem pontos que são abastecidos por resos intermedios em regra a diferença de direto indireto é essa E aí os componentes é que eu quero mencionar aqui com vocês Qual o componente mais
cobrado em prova barrilete o barrilete é uma tubulação da qual derivam as colunas de distribui então vou passar rapidamente com vocês a água vem da rede pública e ela entra no ramal predial não é simplesmente ramal eu tenho uma frasezinha que é o seguinte ramal sempre no início e no final por quê Porque começa o sistema predial no ramal Predial e termina no sub ramal então o ramal aqui no início ramal aqui no final obviamente que o última é o aparelho né é o ponto de utilização ali mas o em termos de rede é o
nosso subram então da rede pública a gente tem o ramal predial que vai até o que a gente chama de cavalete que é onde tem aquela medição da concessionria né a gente conhece o hidrante depois que ele passou do cavalete passou ali do hidrante ele já vira o alimentador Predial e essa é uma confusão que se fazem muito que se faz muito ramal Predial e alimentador predial o ramal vem no início e no final então eu sei que alimentador predial Não é a primeira rede é a primeiro trecho da rede é o primeiro trecho depois
do cavalete alimentador predial posso ter ou não o que a gente chama de reservatório inferior né se eu tenho aqui esse caso geralmente vai exigir eh quase sempre né uma estação elevatória que a gente é um conjunto de motor e uma bomba com a tubulação de sucção e tubulação de recalque até o reservatório superior no reservatório superior quando essa água sai do reservatório superior ela geralmente percorre na laje ali os locais onde ela vai encontrar as colunas de distribuição para as diversas prumadas esse trecho que sai do reservatório e vai ali pela cobertura pela laje
até encontrar os pontos onde ela vai descer para abastecer as colunas a de distribuição é o que a gente chama de barrilete este cara é um dos mais cobr é o mais cobrado em prova disparado obviamente depois a coluna de distribuição é uma coluna vertical que para ambientes deriva o o ramal e dentro desse ramal nós temos subramais para os diversos equipamentos Paulo tá dizendo ah lá Alguém Falou Ah Aline pergunta como se fosse uma extensão Não me recordo a o momento mas a fjv cobrou barrita semana passada sempre sempre nem tinha visto mas eu
sei que sempre é cobrado na última prova foi cobrado ponto de entrega que acabei confundindo com o ponto de entrada na parte instalações elétricas é eh não tem aqui a ilustração tá na Ô Paulo dessa parte do ponto de entrega que é onde a a face a conexão do seu cavalete de entrada lá da elétrica com a o fornecimento da concessionária né e o ponto de entrada que é quando ele parte físicamente lá para dentro da edificação não tem nenhum exemplo aqui mas bom voltando a esse assunto a gente chega Então essas são as questões
basicamente barrilete e coluna de distribuição quando o tópico é instalações prediais agora pressão e velocidade é uma decoreba para bancas por exemplo como FCC Vunesp mas que não faz mal mencionar com vocês a pressão estática máxima e a pressão dinâmica mínima das redes a estática máxima de uma rede predial é de 40 m de coluna d'água ou 400 kpa nos pontos de utilização então a máxima pressão que eu posso ter na minha torneira ali no meu ponto de utilização de água é 40 m de coluna d'água ou 400 kpa mas pense o seguinte eu posso
ter mais de 40 m um reservatório superior lá a 80 m naqueles edifícios super altos que que eu tenho que fazer ou eu faço um reservatório intermediário porque ali ele vira o meu novo zero né E aí depois eu começo a contagem a partir daqui ou eu coloco com uma válvula redutora de pressão né para de fato reduzir a pressão estática Qual é a maior pressão que eu tenho na rede quando tá tudo parado quando a rede o reservatório tá cheio e ninguém tá usando quando eu começo a usar eu tenho perda de carga então
eu perco pressão a água em movimento ela tem atrito tá ela tem a turbulência que faz com que a pressão diminua então eu analiso A pressão máxima quando eu tá em condição estática eu analiso a pressão m quando tá em condição dinâmica em movimento e essa mínima ela deve ser necessária para que o ponto seja utilizado com conforto eu preciso abrir uma torneira e ter vazão para lavar as mãos eu preciso abrir um chuveiro e ter vazão para tomar banho Então existe uma garantia de pelo menos 1 m de coluna d'água ou 10 kpa como
mínimo no meu ponto de utilização do contrário não dá para fornecer água de maneira útil né eficiente significa que na rede eu o mínimo que eu posso ter é 10 KP não na rede na parte embutida da parede tem subida descida desvios pode ter algum ponto que tenha pressão menor do que 10 pode ir até 5 KP que é o mínimo mas no ponto de utilização pelo menos 10 kpa ou seja pelo menos 10 m de desculpa 1 m de coluna d'água conversão de 1 MCA dá 10 kpa significa então se eu tenho um chuveiro
basta colocar o meu a minha caixa d'água 1 m acima dele e aí a água nele vai est respeitando o que a gente chama ali de pressão dinâmica mínima porque vai ser um MCA não errado por quê Porque em condição estática você vai ter um MCA na hora que você abrir o chuveiro vai ter escoamento vai ter perda de carga ou seja não vai chegar ali mais com a pressão de 10 KP ou 1 m de coluna d'água ela vai ser um pouco menor Então tem que colocar sempre 1 m mais de 1 m acima
só para se fazer uma analogia e a sobrepressão bom nos pontos de utilização A pressão máxima 400 KP mas na rede no manobrar n abrir e fechar válvula existe o que a gente chama de golpe de ariet ou Ariete Alguns chamam assim e essa sobrepressão ela também deve ser limitada para não causar o quê Ah trincas danos vazamentos ali na na tubulação na junção das válvulas e registros né a gente precisa ter limitação de 200 kpa Vale lembrar que uma coisa é dentro do prédio instalação predial outra coisa é rede de distribuição de água que
a concessionária leva até a sua casa elas também TM algumas exigências por exemplo pressão estática máxima da rede pública é igual a máxima da sua casa 400 kpa então Ah se você tem uma rede de abastecimento direto direto da rua ela vai te entregar no máximo a 400 e você vai ter no máximo 400 Lá na sua casa também Claro tem perda de carga Então vai dar uma diminuída ah ah mas considerando tudo parado né estático seria isso mas ah na dinâmica veja na pressão mínima que ele precisa te entregar é de 100 kpa que
é 10 vezes maior do que a pressão mínima que você precisa ter no seu ponto de utilização claro né ele vai te entregar na rua precisa percorrer toda a sua casa para vários pontos então ele tem que te entregar ali 10 vezes mais do que que o mínimo que você vai ter no ponto de utilização uma grande observação pequena observação na verdade é que existem topografias extremamente acidentadas em diversas regiões do país então em alguns casos eu permito que essa pressão estática máxima ali se tiver um declive muito grande ela consiga ela possa chegar aí
até a 500 KP Tá ok ah falando de instalações prediais obviamente tem um monte de de equipamentos aqui um monte de dispositivos conectores a luva enfim ah eu gostaria de mencionar com você caso venha em prova o niple que é essa conexão rosqueada dos dois lados para fazer conexão de tubulações roscadas Ah o Cap que é a extremidade fechada ali né a tampa cega digamos assim que é análogo ao plug aqui roscável né funções bastante semelhantes e a conexão via flange que é essa conexão flangeada no mais eh eu preciso destacar com vocês a parte
de registros de utilização versus registro de ah fechamento ã tá vamos lá pode cobrar alguma coisa de dimensionamento de rede de distribuição de água dimensionamento provavelmente não pode cobrar o cálculo da perda de carga tá vai te fazer um cenário vai te dar a perda de carga ali unitária né você Multiplica pelo comprimento da tubulação para ver a perda de carga mais uma perda de carga localizada Imagino que no máximo isso tá o dimensionamento em si Creio que não no parte de registro nós temos registro de fechamento de utilização o que que é de utilização
significa que eu vou utilizar aquele Registro para controlar a vazão então ele é um registro que eu controlo vazão vai vir lá no subramais e o registro de fechamento simplesmente o nome já diz ou fecha ou abre ele não é para trabalhar regulando vazão a gente pode até fazer isso em casa erroneamente quando você vai no seu chuveiro Abrir Quando você vai na sua casa no seu banheiro abrir a torneira para lavar as mãos ou abrir o chuveiro você tem ali um registro de pressão que é um registro de controle de utilização para controle de
vazão se você vai na parede do seu banheiro você vai achar às vezes um outro registro lá que é um registro de fechamento ele é ou para ficar fechado ou para ficar completamente aberto não é ali que você regula a vazão Então fique de olho nessas duas concepções aí eu trouxe inclusive exemplos e a válvula de retenção eu falei de bomba falei de sistema de bombeamento e essa válvula é muito importante porque ela permite o fluxo de água simplesmente em um único sentido não sei se vocês repararam aqui ó aqui eu tenho uma válvula de
retenção que é esse triozinho só permite que a água suba então quando a bomba desliga essa água não consegue voltar e percorrer e vir pra tubulação pro reservatório inferior ela fica aqui parada na válvula de retenção quando essa válvula de retenção é aqui no pé de um de uma tubulação de sucção é chamada de válvula de pé e crio que é uma válvula de retenção Mas ainda tem como se fosse um filtro Zinho para não permitir que partículas animais a sujeira entre e danifique a sua bomba e a sua tubulação Então essa aqui é uma
válvula de pé crio tá aqui uma telinha uma redinha e ela permite água só um sentido redutora de pressão falei para vocês edificações muito altas ou a gente faz reservatório intermediário ou a gente põe uma válvula redutora de pressão último tópico pra gente matar aqui essa parte de instalações hidráulicas é a parte de reservatório veja que eu mostrei reservatório e e como é que eu dimensiono o reservatório bom em regra o volume reservado no reservatório ele precisa ser de pelo menos um CD um consumo diário então eu vou ali adotar por exemplo 200 l por
usuário da edificação por dia e eu preciso então se eu tenho cinco pessoas vezes 200 l 1000 L durante um dia então é no mínimo uma caixa de 1000 L mais a reserva de incêndio ou seja 1000 L já não me atenderia né Ah porque eu tenho que calcular a reserva de incêndio essa daqui é a parte só de armazenamento e se é o volume máximo tr consumos diário mas a reserva de incêndio não tô colocando reserva de incêndio aqui na conta no máximo três consumos diário por quê quando essa água ela passa desse período
no reservatório armazenada ela fica suscetível a contaminação né o cloro residual que é aplicado lá na lá no tratamento ele chega a sua casa e ele vai baixando né então ele vai permitindo ali o potencial de desinfecção daquela água ali ele vai sendo reduzido até o caso e por isso no caso limitação de 3 dias importante fazer o quê Ah compartimentar em dois ou mais compartimentos o nosso reservatório superior por que isso que eu além da reserva de incêndio tá aqui os o armazenamento eu consigo trabalhar limpando esse e esse aqui em funcionamento e depois
fazer um inverso tá claro que residências unifamiliares isoladas eu posso ter apenas uma caixa d'água um reservatório que é o mais comum né como é que eu dimensiono número de pessoas vezes consumo diária por pessoa vezes o número de dias que eu quero dimensionar de um a três isso é o dimensionamento do volume a ser reservado fora incêndio a gente chama de RT reserva técnica ou rti reserva técnica de incêndio tá bom e o enchimento desse reservatório ele não pode ser o dia todo ele não pode levar um dia para encher ficar enchendo durante um
dia tem um limite de tempo no máximo três horas para residências unifamiliares e os demais reservatórios no máximo 6 horas para ele encher completamente admitindo aí uma situação inicial de completamente vazio tá OK assim a gente encerra essa parte e a gente consegue ir para instalações de esgoto tá esgoto predial alguma dúvida até aqui Pedro falou que B esses slides são muito bons muito obrigado agradeço demais e vamos que vamos vamos então seguir aqui para instalações de esgoto predial mostrei os principais elementos da instalação hidrosan hidráulica né Residencial e agora mesmo vale para esgoto Então
chegou no meu ponto de utilização utilizei aquela água aquela água servida agora vai pro sistema de esgoto E aí a primeira coisa saindo do equipamento e da instalação sanitária ele vai cair no ramal de descarga descarga então basta lembrar Por exemplo quando você dá descarga você pegou a água da rede de água Predial e já jogou ali passou pelo sanitário já entrou direto no ramal de descarga então ele vai receber água diretamente do aparelho sanitário e o ramal de esgoto o ramal de esgoto ele pode receber direto do aparelho sanitário Mas ele também pode receber
de um desconector desconector é um elemento que literalmente desconecte áreas sanitárias limpas de áreas que a gente tem ali acesso aos gases quando a gente fala de rede de esgoto nós temos o esgoto primário e o esgoto secundário primário lembre de podre primário podre então o esgoto primário é o esgoto que que tem mau cheiro então um desconector é exatamente para separar o primário do secundário então aqui dentro a gente vai ter ali um esgoto secundário Ou seja a gente não tem acesso a gases quando a gente tá falando do ramal ali de descarga por
exemplo isso faz com que o cheiro não venha pro seu ambiente sanitário e e o que que vai e fazer essa separação ela exatamente um elemento chamado desconector um desconector é um elemento dotado de fecho hídrico com pelo menos 5 cm de água então essa lâmina de 5 cm de água impede que o cheiro entre ali na sua no seu ambiente Tá bom então o o ramal de esgoto ou ele recebe como é o caso aqui direto de um ramal de descarga Olha o ramal de descarga do vaso já vai direto no ramal de esgoto
então ele nesse caso recebeu direto de um ramal de descarga ou tá aqui uma caixa sifonada que é um desconector e ele tá vindo aqui ó do desconector pro ramal de esgoto Então olha que interessante esse é o ramal de esgoto dos ramais de descarga ou de um desconector E aí entra no tubo de queda lá na água fria a gente tem a coluna de distribuição de água aqui a gente tem o tubo de queda veja tubo de queda de esgoto né que é o elemento vertical que vai receber os efluentes e jogar lá ah
até recebe fluentes de subcoletores e Ramis de esgoto e descarga Então a gente tem aqui subcoletores a gente vai ver na na próxima slide mas nós estamos vendo que eu posso um ramal de esgoto jogar aqui nesse tubo de queda ou poderia ter simplesmente um ramal de descarga aqui que jogasse direto no tubo de queda ramal de ventilação e coluna de ventilação nem sempre eles estão presentes é isso mesmo serve para fazer com que nós não percamos aí o nosso fecho hídrico né portanto a gente vai criar aqui um ramal de ventilação e uma coluna
de ventilação caso seja necessário vocês vão ver na sequência em alguns casos isso é dispensável em muitos casos esse ramal de ventilação e a coluna de ventilação são dispensáveis uma vez que nós temos aí o tubo de queda tá levando esse esgoto lá para baixo lá pro térreo nós vamos então coletar esse esgoto através de um elemento chamado subcoletor eles vão receber ali os diversos tubos de queda tá aqui o nosso subcoletor recebendo um tubo de queda outro tubo de queda tá aqui no nosso subcoletor eu poderia ter um ramal de esgoto aqui do terrio
também jogando nesse subcoletor e a partir do momento que esse subcoletor Ele não recebe mais esgoto geralmente ele passa por uma caixa de inspeção e a partir daí é o nosso coletor predial que leva até o coletor público assim nós percorremos ali todo o circuito predial de água fria e terminamos agora aqui no coletor público a gente saiu da rede de distribuição de água fria Voltamos no coletor público de esgoto beleza um salve aí Thales Feitosa nosso querido sempre também fazendo lives resolvendo que questões no YouTube Um grande abraço meu querido tamo junto e aí
você ficou faltando Falar de quê do ramal de ventilação e da coluna de ventilação por que eu não falei deles e vou falar só agora porque ele pode ser dispensável lembra daquele tubo de queda quando aquele tubo de queda ele obviamente nós estamos falando de esgoto Então nós não estamos falando de conduto forçado né Nós não estamos falando de pressão ali dentro ele funciona como canal ou condutos livres e ele é prolongado até a superfície até a parte externa superior da edificação então Ali vai percorrer tanto esgoto quanto gases os gases que eu não quero
que entrem nos meus ambientes sanitários eu conduzo Eles até a parte superior da edificação E aí basta com que eu coloque l então uma saída de gás esses gases que vão pra atmosfera eles são lançados acima do último pavimento se for uma laje ou um telhado basta colocar aí um prolongamento desse tubo de queda até lá em cima e esses gases por ali já vão sair então além de conduzir os gases até a atmosfera ele ainda serve de subsistema de ventilação para não romper o selo hídrico ali dos meus componentes Hidráulicos agora se isso não
for suficiente se no dimensionamento Esse sistema de ventilação primária que é feito com o tubo de queda for insuficiente Aí sim é que eu lanço mão de um sistema de ventilação secundária que aí além do tubo de queda eu vou esse tubo de queda obviamente vai ter que existir eu vou implementar ramais e colunas de ventilação então agora sim vem um ramal de ventilação liga numa coluna de ventilação e vai até a atmosfera essa coluna ela pode ir até a atmosfera assim como vai o tubo de queda ou antes de chegar na lá em cima
no último pavimento essa coluna aqui de ventilação ela pode se conectar ao tubo de queda e subir ali com um prolong único pra ventilação posso fazer dessas duas maneiras Ou posso utilizar uma ventilação secundária através de válvulas de admissão de ar que também é uma outra maneira essas daqui geralmente ficam dentro ah do ambiente sanitário ali debaixo da pia em algum lugar elas não são colocadas lá no pavimento superior não assim a gente encerra essa parte de esgoto e eu só para reforçar com vocês aqui nesse material o esgoto sanitário primário é o que tem
acesso aos gases secundário não tem falamos sobre isso e o desconector que eu havia comentado com vocês a maioria das vezes uma caixa sifonada que é o que tá aqui nesse nesses desenhos por exemplo ele é dotado de fecho hídrico pode ser uma caixa sifonada pode ser inclusive o aparelho sanitário que já ten esse desconector Como é o vaso sanitário ou a O cifão Ali das pias por exemplo não existe só uma única maneira além da Caixa sifonada a gente tem outros elementos caixa de passagem caixa de inspeção poço de visita que já é mais
para esgoto para coleta de esgoto redes coletoras de esgoto não é muito usual assim na parte Residencial caixas de gordura caixas coletoras eu Vale a pena vale a pena vocês derem darem uma olhada nisso porque pode ser que que apareça na prova alguma coisa sobre representação gráfica inclusive nós temos a caixa sifonada e o ralo sifonado que são desenhos ali meio parecidos um tá Pintadinho aqui tá vendo e o outro é tracejados uma grelha exatamente para simbolizar um ralo e não não vou entrar nesse mérito aqui porque a gente tá em revisão não dá pra
gente detalhar todas essas equipamentos Ah mas vale a pena lembrar o seguinte como é que é feito o dimensionamento ou pelo método hidráulico ou pelo que a banca gosta muito que é o método uhc que é unidade Hunter de contribuição eu vou acumulando para cada aparelho uma determinado número de unidades Hunter e em base nisso eu vou dimensionando o meu sistema tá nunca vai cair dimensionamento Mas pode cair esse conceito de como dimensionar nós dimensionamos a parte de Saneamento de escoto sanitário por métodos Hidráulicos né de cálculo ou pelo método simplificado de unidade Hunter de
contribuição beleza Vamos então dando sequência um tópico que tá no edital de vocês e esse acho que dificilmente cai mas vocês sempre me pedem que é gás natural e e instalação de incêndio vamos trazer rapidamente aqui gás natural porque Possivelmente muitos de vocês talvez nunca estudou esse assunto Então vou trazer só o ponto principal aqui só o suprassumo não vamos debater muito porque se cair alguma coisa que a gente pode tentar resolver com essas informações basicamente gás ah natural né gás natural eu falei gás natural instalações de gás natural ele pode ser eu falei gás
natural mas pode ser GLP ou gás natural então a instalação de gás da sua casa ou é aquela que vem no seu botijão ou é aquela que a gente chama de gás encanado se vem no botijão gás de cozinha GLP o gás liquo efeito de petróleo ele vem na forma líquida que na condições de ambiente atmosférica ele é um gás né é pressurizado inv vazado e vendido né Nós estamos falando aí de hidrocarbonetos na faixa de três a quatro átomos de carbono né para quem lembra da químico orgânica até brincando aqui o butano e o
propano 3 A qu carbono Isso significa que o gás de cozinha ele é mais forte o potencial calorífico dele é maior Mas como é uma molécula maior ele é mais denso e normalmente em condições ambientes ele é mais denso que o ar Este é o risco por exemplo de ter um gás mais potente mas que se tiver vazamento ele fica no ambiente se tiver a grelha a parte de drenagem pluvial ele pode inclusive percorrer ali aquela parte as tubulações e sair de um ambiente confinado e ir para outra o outro cômodo por exemplo então ele
é mais perigoso caso de vazamento ele acumula no chão o gás encanado para você terem uma ideia o gás natural desculpa que a gente chama de gás encanado ele é fornecido por uma concessionária assim como a água né É fornecida pra gente a energia elétrica e ele é formado por átomos de um carbono metano na verdade né a molécula metano ele é extremamente leve e volátil Portanto ele é menos o a o poder calorífico dele é menor tanto que você tem gás encanado na sua casa você tem que o bico do queimador do seu do
seu fogão tem que ser maior porque ele tem que jogar maior volume né de gás para aquecer de maneira satisfatória entretanto ele é muito mais seguro porque se Vaza ele rapidamente é mais leve que o ar ele se espalha e sobe vai embora então o risco de explosão incêndio é bem menor então GLP e gás natural Essas são as basicamente as principais diferenças aí os dois e vão diferenciar a parte com que ele chega na sua casa né Digamos que aqui chegou via gás natural né o gás encanado ou por uma bateria de LP que
tem lá no seu condomínio a gente pode ter várias formas com ou sem medição individual medição individual no térreo medição individ em nos pavimentos né cada um dos pavimentos ou uma medição coletiva Ah e aqui mesma coisa medição individual no terro medição individual na nos andares ou medição coletiva veja que a parte Residencial de gás se você mora num condomínio se ela chega por botijão ou por gás encanado se tem gás encanado na sua cidade a parte dali para até sua casa é o mesmo é uma rede Residencial de gás exceto se você mora numa
casa e aí sim né não é num apartamento e em casa você coloca o botijão lá numa área aberta externa não pode ser dentro da cozinha embora muitas casas tenham Ah e tá tudo certo vai chegar lá pela uma pequen Zinha pequena tubulação às vezes até mesmo a mangueira flexível mas via de regra tem rede Residencial de gás e essas redes elas TM que seguir a NBR 15 1552 meia vai falar basicamente o tipo de material ou seja ácio carbono cobre rígido cobre flexível ou polietileno vai dizer que ela precisa ser identificada Então veja eu
não tô falando se é GLP ou C gás natural que chega pro seu condomínio não interessa agora eu quero falar da rede que leva até o seu apartamento tá se você mora em apartamento seja com gás LP seja com gás natural ela precisa ser na cor amarela via de regra pintada nessa cor com identificação escrito gás no máximo A cada 10 m ou em cada trecho aparente se ela é embutida depois aparece de novo depois é embutida cada trecho aparente eu preciso ter essa identificação com placa e com essa palavra gás e na cor amarela
agora já pergunta preciso Obrigatoriamente ter a cor amarela em todos os casos não existem exceções na própria Norma olha para harmonia arquitetônica ela pode ser pintada na cor da fachada pode ser pintada no interior das residências com uma cor adequada mas em garagens e áreas comuns Obrigatoriamente Amarelo significa que na fachada por exemplo ou no interior de residências não precisaria ser no tom Amarelo poderia estar em harmonia com o ambiente mas se não falar nada se não entrar nesse mérito via de regra tubulação amarela tubulação de gás e aí para fins de prova qual é
a pressão máxima numa rede de distribuição interna bom no máximo 150 kpa dentro de unidade Habitacional Ou seja já dentro da sua casa já não é na rede é dentro da sua unidade Claro parte da rede 7.5 kpa ou 75 0,75 m de coluna d'água basta dividir por 10 lembra da água sem kpa é o máximo o gás 150 Tá ok e a velocidade máxima 20 m/s isso para bancas como Vunesp desculpa Vunesp FCC gostam de valores assim ah conceitualmente né em termos de de Cesp se vier alguma coisa bom onde pode onde não pode
colocar rede de gás encanado bom ela pode ser instalada aparente pode ser instalada embutida em paredes e muros e pode ser instalada enterrada e onde ela não pode ser instalada dentro de dutos em atividade o cara aproveita ali os dutos de ventilação exaustão e passa o gás ali dentro obviamente que é proibido dentro de elementos estruturais E aí o asterístico que ela não pode é percorrer longitudinalmente o elemento estrutural se for só atravessá-lo ela em tese pode desde que eu use o que a gente chama de tubo luva tá vendo aqui que eu tenho um
tubo que na verdade é uma luva e a tubulação passa lá dentro a mesma coisa nesse espaço confinado aqui eu tenho um espaço fechado eu não posso atravessar a tubulação se tiver vazamento o que que acontece se for principalmente GLP que é o gás de cozinha mais pesado ele se acumula aqui causa um ambiente explosivo uma atmosfera Explosiva então se eu uso o tubo luva caso tenha vazamento nessa região ele vai vir aqui e aparecer aqui por fora então poço vazio de elevador também não posso e espaço fechado com possibilidade de acúmulo como a gente
viu essas regiões são proibitivas devo respeitar distanciamento máximo para out Ultras tubulações não quero entrar nesse mérito com vocês de afastamento porque não é perfil Cesp tá 3 cm ou 30 mm quando a gente anda em paralelo com alguma rede e 1 cm ou 10 mm quando a gente cruza redes né afastamento bem pequeno né de 1 a 3 cm se for o caso de tubulação de água ou sistema elétrico que são os mais comuns já na rede Externa né parte externa nós temos ali em regiões onde está sujeito a tráfego 50 cm de aterramento
e 30 cm em regiões não sujeitas a tráfego uma observação é que sempre 20 cm da geratriz superior ou seja tô passando aqui a 50 cm a partir da geratriz superior ou seja da da do topo da linha de cima da tubulação Marco 20 cm e tenho que passar uma faixa Por que que essa faixa aqui ela é importante escrito cuidado tubulação de gás essa fita quando o cara for escavar alguém algum desavisado fizer a escavação ali quando ele chegar naquela região ele vai ver aquela fita falar puts tem alguma rede de gás passando aqui
tá ok enterrada não adianta ele não vai ver o amarelo de longe fechou Vamos então basicamente isso de instalações de gás vamos em Segurança contra incêndio Segurança contra incêndio acho que a gente vai a gente pode dar uma pausinha vocês estão tudo bem pra gente seguir mais um pouquinho vamos mais mais um pouquinho que a gente tá com quase 1 hora e meia eu vou seguir mais um pouco a gente faz uma pausa para tomar um café e quem quiser comer alguma coisa também Bora lá Segurança contra incêndio outro tópico também que eu quero revisar
com vocês de maneira mais breve porque são tópicos que eu de fato quero passar mas não sei se dentro de instalações se esse seria o tópico importante basicamente dentro de instalações de incêndio eu quero separar com vocês dois grandes grupos dois grandes tipos de proteção a proteção passiva e a proteção ativa contra incêndio quando eu falo de proteção passiva ele não requer nenhum tipo de acionamento ele tá ali incorporado a edificação incorporado a arquitetura e o qual que é a função desse desses caras de proteção passiva ou retardar a produção de fogo a propagação do
fogo impedir emissão de fumaça e permitir uma saída segura dos ocupantes do prédio então eles são praticamente inatos são instalados ali e ficam ali não requerem que ninguém vá utilizá-las por isso passivo eles protegem de forma passiva basicamente controle de materiais e acabamentos se eu uso por exemplo um piso um lembra daquele caso da boate Kiss onde o revestimento acústico ele não era a prova de fogo né ele queimava e sende diava e gerava uma fumaça tóxica Então veja neste caso se eu utilizo um material adequado um antichama eu tô fazendo um controle de proteção
passiva rotas de fuga Rota de Fuga tá ali ela foi construída dimensionada já tá incorporada à arquitetura aconteceu algum problema ela pode ser utilizada tranquilamente eu não preciso de ninguém para construir uma rota ela já existe compartimentação o que que é compartimentação é fazer com que ambientes se eu tenho uma planta muito grande que setoriza ambientes de maneira que se ocorre o fogo em algum desses setores compartimentados ele pode tomar todo aquele setor mas ele vai consumir todo o combustível que tem ali Todo o material que tem ali e se esgotar dentro sem afetar uma
outra compartiment uma outra área compartimentada Então significa que eu não vou transferir de uma área de incêndio o fogo até uma outra área por exemplo Isso significa que eu vou colocar ali paredes obviamente que tenha resistência a fogo e na parte de aberturas porta corta fogo é um grande exemplo Ah que tem ali resistência né tempo requerido de resistência ao fogo suficiente para que eu tenha colocado aquela área isolada por exemplo uma laje é uma compartimentação vertical uma parede de alvenaria e não de por exemplo Wood frame né de madeira ou de Drywall que não
seja protegido contra fogo a parede de alvenaria via de regra ela já é uma maneira de compartimentação uma parede de concreto também ah afastamento entre edificações veja tenho janelas o vidro o fogo ele pode lamber ali para fora daquela janela sair aquela tcha se eu tenho prédios próximos ele sai dessa edificação pra outra do lado então eu tenho que manter uma afastamento para que isso não aconteça proteção estrutural por exemplo fireproofing a gente tem argamassa em Estruturas Metálicas a gente tem argamassa Projetada para proteger a estrutura Ah para que ela tenha maior resistência maior tempo
de resistência ao fogo ou por exemplo a essa pintura intumescente que pode inclusive vir em Provas tá que que essa pintura intumescente é exatamente uma camada de tinta que quando aquecida né quando submetida a calor excessivo do fogo ela se expande cada vez mais até a última etapa que ela tá extremamente expandida protegendo a estrutura contra superaquecimento Então essa pintura é uma forma de fireproofing além de outras como argamassa de Projetada Como Eu mencionei e queria trazer para vocês aproveitando esse caso de controle de materiais e acabamento o drywall que é uma questão de materiais
de construção nem é aqui de Segurança contra incêndio Mas se a gente geralmente v o dryall branco né ou cinza que é o padrão que é o Standard a gente tem o rosa que é o RF então se for falando de proteção contra incêndio usar drywall Rosa resistente ao fogo e a gente tem o dryall ru resistente à umidade também que é o dryall verde além de proteção passiva temos agora então que de fato Combate o incêndio né a proteção ativa que vai ser acionada seja manualmente seja automaticamente através de algun tema de monitoramento esses
caras vão combater de forma ativa e não passiva como os demais que eu mostrei quais são eles principalmente detecção de alarme manual ou automático essa central de alarme ela detecta né Tem vários sensores seja de calor seja de temperatura né radiação seja de fumaça esses detectores que vão para uma central ou que alguém pode manualmente acioná-los e que dispara um alarme paraa evacuação da edificação então ou seja ele Depende de um acionamento extinção manual ou automática Quais são os casos extintor todo mundo conhece hidrante ou mangotinho também que é um outro sistema muito semelhante a
os hidrantes ou os sprinklers que são os chuveiros automáticos todos eles vão combater ativamente o fogo quando acionados iluminação ou ação de emergência cortou a luz do prédio aquela iluminação de emergência ela na hora deve ser ligada né a sinalização de emergência ela fica Como ativa mas e muitos autores entendem que ela simplesmente a sinalização que vai estar sempre lá né então seria uma proteção passiva contra incêndio mas aqui a gente pode colocar dentro de ativa a iluminação não ela acende ela é proteção ativa controle de movimento de fumaça sistema de exaustão né Sistema mecânico
de exaustão de fumaça obviamente também ativo beleza falamos passivos e ativos e aí na parte de incêndio só as classes pra gente fechar vocês lembram das classes de incêndio a b c d e k a para materiais combustíveis sólidos né Falando de madeira papel papelão tecido materiais sólidos combustíveis classe B líquidos inflamáveis né que evaporam em gases inflamáveis então a gente fala basicamente de líquidos inflamáveis graxas óleo a gasolina GLP tiner etc classe C instalações elétricas energizadas então a gente tá falando aqui de eletricidade energizada Então se a gente pega um painel um os fios
energizados fogo classe C se tá desenergizado aquele mesmo material tá num galpão por exemplo ele passaria a ser classe D combustível Classe A desculpa combustível sólido Tá ok ah classe D metais pirofóricos são aqueles metais ali combustíveis né muitas vezes vem esse nome metais pirofóricos que são aqueles utilizados em fogos de artifício alguns casos né Por exemplo sódio eh lítio sódio não magnésio titânio sódio lítio potássio nem eu sei isso aqui de cor esses nomes mas são metais pirofóricos e classica gás de cozinha e óleos G gás de cozinha não óleo de cozinha ou óleos
comestíveis de modo geral Desculpa acabei falando rápido aqui esses tópicos e me embananei mas fica aí a b c d e k que que vale lembrar para isso basicamente as classes de extintor que atendem né o próprio extintor fala lá Classe A classe B Classe A BC ou seja esse extintor em pó a BC ele pode ser utilizado em fogos Classe A B e C agora na eu quero destacar dois aqui com vocês primeiro o extintor de água que ele só é utilizado para incêndios Classe A Por que classe A papel tecido madeira porque eles
sim a água satura e impede a reignição daquele material Então veja se eu pego um tronco de madeira por exemplo e jogo um pó de CO2 eu tirei o oxigênio em tese eu vou apagar o fogo só que a madeira ela fica extremamente quente ali dentro e ela tem um grande risco de reignição isso vale para papel e para tecido então a água ela é é a melhor forma de apagar incêndio Classe A porque ela encharca ela não deixa a reignição ela evita a reignição por isso ela excelente agora se eu pego por exemplo ah
extintor CO2 ou pó BC ele vai pode apagar o CO2 principalmente ele pode apagar superficialmente mas depois aquilo ali pode reacender Então essa é uma observação importante de água para classe A apenas e o de CO2 para Equipamentos elétricos ele é o melhor que tem por qu eu posso usar o abc posso usar o pó BC que são classes de pó químico diferente mas o CO2 ele é o melhor porque o equipamento elétrico eletrônico ele não é danificado na presença de CO2 é simplesmente o gás carbônico sendo lançado para extinguir o fogo ele além de
não conduzir energia ele não danifica o material por isso são os melhores ali indicados veja que a água no gasolina no óleo ela espalha incêndio é extremamente ruim e é condutora então não posso em classe C beleza maravilha fechamos aqui então esta parte e vamos entrar em patologias depois do nosso intervalinho vamos dar uns 10 minutos de intervalo tomem uma água e conto com vocês daqui a pouco para continuarmos o nosso evento até [Música] [Música] mais mas assim eh sempre usei estratégia e os materiais para mim são excelentes estratégia ajudou demais né porque igual eu
te falei partir do zero né a matéria de direito por exemplo nunca tinha tido eu nunca tinha lido a constituição na minha vida então o jeito que é explicado as matérias e depois os próprios resumos dos professores os grifos tudo isso vai economizar seu tempo né Às vezes o pessoal tenta ah vou buscar um material aqui depois vou buscar outro não Foca no materi estratégia sim vai te dar todo o alicer necessário para você ser aprovado Então já fala pro pessoal aí quais são as outras aprovações também que você teve eu vou em ordem cronológica
que é fica mais fácil para eu lembrar primeiro foi no is comecei estudando então o primeiro foi ISS Guarulhos ISS Campinas ISS Campo Grande ISS Valinhos ISS tapevi aí eu parei de estudar pra área fiscal comecei pra área de controle na área de controle foi tc do Rio de Janeiro tcdf CGU que é onde eu tô hoje e agora o TCU vendo vários materiais do estratégia é é é incrível como a qualidade é absurda assim então às vezes eu acabei até deixando mais de lado realmente os outros porque eu vi que estratégia era o que
tinha tanto qualidade de aula de material de professor que era inigualável assim [Música] NG [Música] [Música] w [Música] [Música] [Música] [Aplausos] [Aplausos] [Música] [Música] e o estratégia me me ofereceu esse conteúdo que desenhava literalmente para mim os matérias bem difíceis né porque é possível passar Estudando um pouco pouc pouco mais com qualidade um pouco cada dia com qualidade com foco vendo vários materiais do estratégia é é é incrível como a qualidade é absurda assim então às vezes eu acabei até deixando mais de lado realmente os outros porque eu vi que o estratégia era o que
tinha tanto qualidade de aula de material de professor que era inigualável assim eles trazem o conteúdo que vai cair mesmo na prova o que tá lá no edital né mas é de uma forma muito muito leve né eu eu perceba assim que ao mesmo tempo você estuda muito você se dedica muito é muito conteúdo mas é de um jeito que você consegue estudar procurem estratégia e que vocês nunca desistam do do seu sonho [Música] [Música] [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] [Música] [Música] [Música] yeah he [Música] [Música] [Música] mas Olá meus queridos minhas queridas estamos de
volta intervalinho rápido aqui a gente tem bastante conteúdo fiz uma pausa rápida e a gente já está de volta para falarmos de Patologia na construção civil a gente vai trazer um conceito geral aqui de patologias pra gente entender porque existe uma uma dificuldade ali né muita gente De patologia o estudo das das doenças ali da das estruturas né digamos assim e das manifestações patológicas Então vamos rapidamente mostrar um pouco da diferença disso e entrarmos nas patologias do concreto que é o que eu acho mais importante inclusive paraa sua prova passaremos por metálica e tintas tintas
vou só mostrar dá uma olhada só para você não falar que nunca viu Tá e metálicas a mesma coisa só por alta Vamos focar um pouco mais em concreto para essa revisão não dá tempo da gente passar tudo com detalhes Então veja patologia é o ramo que estuda sintomas mecanismos causas e origens dos defeitos das construções então é um ramo de estudo né a patologia vai estudar os defeitos da construção neste caso patologias eh das estruturas e a terapia viria a ser o quê o estudo da correção e solução para Essas manifestações Então muitos termos
muitos muito médicos né da área da saúde então Mas se a gente pegar aqui o diagnóstico pra gente entender um problema né pra gente ah poder tratar poder prever uma terapia para uma determinada patologia que a gente tem que entender basicamente os quatro grandes grupos primeiro sintomas né sintomas são os que a gente chama de manifestação patológica 90% das vezes você vai ouvir alguém falar Ah tá com uma patologia lá uma trinca trinca é a manifestação é o sintoma quando você tem por exemplo a a covid né 19 que a gente infelizmente teve e você
na maioria das vezes chegava lá com sintomas ah eu tô com uma tosse seca eu tô com febre com dor no corpo dor nas articulações veja Esses são os sintomas eu preciso ir além o médico precisaria além para fechar o seu diagnóstico Tá ok então sintoma manifestação patológica São sinônimos e são aquilo que a gente consegue visualizar das nossas ah das nossas patologias né digamos assim Então esse é o sintoma identifiquei aqui uma de aqui Muito provavelmente uma expansão aqui de uma armadura corroída tá que inclusive eh desagregou a est em partes da estrutura de
de concreto eu tô vendo isso é manifestação patológica Mas qual foi o mecanismo entender o mecanismo é Ah aqui a gente tem um catodo um anodo né que a gente tem a oxidação ela se dá dessa forma isso é o mecanismo de ação e a origem pô a origem pode ser de diversas formas pode ser uma origem teve falha de projeto falha na execução falha na utilização aqui neste caso a origem pode ter sido um ralo que foi colocado no inadequado durante a execução ou foi projetado de maneira errada e a causa o que causou
foi o contato direto ali da água com a armadura né então assim a gente tem essas nuances na hora de falar de patologias na maior vezes a gente tá preocupado com aqui manifestação patológica e mecanismo né como funciona esse mecanismo Acabei de mostrar rapidamente para vocês e agora um outro exemplo prático eu vejo uma trinca Esse é um sintoma uma manifesta ação patológica vai me ajudar na hora de formar o meu diagnóstico mas não é a o meu diagnóstico em si o mecanismo pô aqui provavelmente foi uma flexão longitudinal onde as tensões ultrapassaram as tensões
de resistência do concreto portanto rompeu-se concreto naquele ponto Esse foi o mecanismo como ela ocorre a origem Poxa a origem neste caso aqui eu não sei se foi no na na concepção no projeto se foi no detalhamento se foi na hora de executar construir ou se foi no uso neste caso aqui veja eu previa um trem tipo básico da Norma mas por ventura um caminhão ali que passou daqueles Offroad de mineradora ele passou então o uso é que foi inadequado por isso essa trinca surgiu então a origem é do uso inadequado neste nosso exemplo e
o que que causou o agente causador foi ex esse pequeno caminhão de 810 toneladas neste caso foi esse carinha aí que deu causa a isso tudo quando a gente fala disso então quero foco Em quê Em sintoma que é a manifestação e em mecanismo esses dois caras aqui merecem uma estrelinha que é o que nós vamos falar a 6118 Ela traz o seguinte mecanismos de deterioração então ele ele vai falar além ele não tá falando ali de manifestação de sintoma não de manifestação patológica tá falando dos mecanismos de deterioração do concreto e os mecanismos de
deterioração da estrutura de concreto como um todo seja eles relacionados ao concreto seja ele relacionados à armadura primeiro deles lixiviação lix é um mecanismo o que eu veo são essas manchas brancas como que a gente chama essas manchas brancas ou essas estalactites eflorescência eflorescência estalactite estalagmite são manifestações são sintomas que eu vejo de o quê de um mecanismo que é a lixiviação que nada mais é do que carreamento ah de sais do meu concreto de compostos hidratados da pasta de cimento quem que causa esse carreamento águas seja ela pura carbonática ácida ou outros líquidos que
vão passar ali and o meu concreto lavando os cristais de hidróxido de cálcio se eu tiro hidróxido de cálcio eu perco PH se eu perco PH minha armadura fica desprotegida num PH mais baixo como é que eu posso evitar isso restringindo fissuração e utilizando produtos hidrófugos né ou seja fazendo com que eu tenho um concreto menos permeável e ah evitando portanto fissuração que é um caminho preferencial também para percolação de água então esse mecanismo lixiviação é relativo à armadura ou ao concreto ao concreto pode dar impacto na armadura pode essa essa redução do PH pode
remover aquela camada passivadora protetiva contra a oxidação da armadura e pode desenvolver uma série de outras manifestações patológicas mas o mecanismo é lixiviação outro mecanismo relacionado à estrutura de concreto expansão por sulfatos olhando para esse monte de trinca você tá vendo sintoma você tá vendo manifestação patológica você não consegue fechar e dizer que isso é uma expansão por sulfato na verdade é uma série de trincas Então mas existe um mecanismo que chamado de expansão por sulfato que é quando água ou solo contaminado com sulfatos né eles entram em contato com essa pasta de cimento hidratado
com o concreto né na verdade aqui est falando de uma estrutura de concreto mas ele reage com cimento hidratado com a pasta de cimento pasta de cimento e solo com sulfatos que que a gente vai que que vai acontecer nós temos reação desculpa surgimento do que a gente chama de estrita tardia etringita tardia que é na verdade uma reação que é natural do endurecimento do concreto nas fases iniciais nós temos a formação da estring primária Só que essa estring tardia é uma reação expansiva e quando ela ocorre de forma tardia o material ele já foi
endurecido e ela ocorre expansões localizadas pontuais que geram sobretensões tensões altas trincamento então Este mecanismo de expansão por sulfato são só ou Águas sulfatadas em contato com a pasta de cimento que causam reações expansivas do concreto por isso a fissuração o que eu vejo fissuração o que é de fato o mecanismo neste caso aqui ah expansão por sulfato relacionada a armadura ou o concreto ao concreto sem sombra de dúvidas o que que eu posso fazer para evitar isso uso cimentos RS que é são os cimentos resistentes aos sulfatos Tá ok então quando a gente tem
aqueles cimentos r são bons para evitar esse tipo de problema se eu já Prevejo uma água ou um solo contaminado comum estrutura de esgoto por exemplo que tem AL alto teor de enxofre Olha este outro mecanismo reação álcool agregado raa visualmente eu vejo manifestação patológica eu vejo sintoma um monte de trinca na base aí de uma por exemplo na base de uma ponte Isso é o que eu vejo mas o mecanismo aqui que eu quero tratar é outro é expansão ou reação ác agregado que é uma reação expansiva de agregados reativos Então veja aqui agora
não tô reagindo com a pasta de cimento e sulfato aqui é o meu agregado Muito provavelmente a sílica do agregado né um agregado reativo junto com com meus hidróxidos do cimento Então antes era sulfato aqui é o agregado que está reagindo por isso esse nome prevenção neste caso é não usar agregados reativos para evitar o que a gente chama de reação na verdade podem existir mais de uma né reação álcali sílica ah reação álcali silicato reação álcool carbonato com compostos do cimento reagindo com e compostos do a prevenção Nesse caso tem que ser mitigar evitar
o fazer o ensaio do agregado ver se ele tem reatividade com o cimento que eu tô utilizando antes de utilizá-lo na estrutura propriamente dita Tá ok relativo ao concreto mais um mecanismo reativo ao concreto mecanismo de deterioração agora existe um outro mecanismo de deterioração relativo à armadura despassivação por carbonatação agora tô falando do aço o CO2 da atmosfera o o a contaminação do meio né o CO2 que tá presente na atmosfera ele entra entra em contato com a estrutura de concreto e em si ao concreto ele não causa dano significativo acontece que a medida que
essas frentes de CO2 avançam elas vão reduzindo o PH da estrutura até que encontram a armadura E aí sim neste encontro com a armadura vão causar reações de oxidação essas reações elas vão causar expansão da armadura e isso tudo compromete a nossa estrutura de concreto gerando tensões principalmente devido à expansão que vão causar tensões superiores a de resistência do concreto Ou seja que eu tenho aí trincas desplacamentos é o que a gente chama de desgregação e não desagregação nós vamos ver na sequência um pouco mais sobre isso mas na verdade é o seguinte frentes de
CO2 que atingiram a armadura a a armadura ela tá em tese inicialmente protegida pelo alto PH do concreto um PH muito alto naé alta alcalinidade dessa superfície quando eu vou perdendo vou tendo um PH cada vez menor eu tô sujeito a reações corrosivas E é isso que acontece Como que eu posso evitar isso primeiro garantir o devido cobrimento da armadura porque inevitavelmente o CO2 ele vai estar presente na atmosfera o que eu consigo garantir para que a vida útil seja atingida para durabilidade da estrutura é colocar uma camada de cobrimento adequada controle de fissuração cada
vez que tem fissuração do concreto eu tenho mais chance de sofrer essa despassivação por carbonatação e usar um concreto de baixa porosidade um caso aqui de despassivação por carbonatação é um ensaio muito comum que é o ensaio de fenoftaleína né se tá Rosinha tá ótimo se tá Rosinha eu tô com ph acima de 10 pô PH na casa dos 12 ali um PH ótimo né para proteção PH básico proteção da armadura quando começa a ficar rosa mais claro quando tá roxo tá ótimo rosa mais claro tá num PH ali próximo ainda básico mas próximo do
neutro quando ele tá menos de oito PH neutro é sete né quando ele tá menos de oito ele tá Incor veja que quando tá emcor significa que eu tô com ph ácido sesse pH baixo quando atinge a armadura que causa esse problema por último outra forma de despassivação despassivação a grosso modo né a gente tem armadura o vergalhão e ele oxida forma uma camada uma película oxidada que protege o avanço da oxidação fica ali existe aquele aço patinável por exemplo que é um aço que ele não exige a princípio tratamento superficial que ele oxida essa
oxidação protege as ela oblitera fecha ali a passagem de Agentes contaminantes e protege o próprio ácio essa camada passivadora basicamente ela é isso uma oxidação superficial que ocorre mas tá ali confinada protegida pelo elevado PH do concreto e isso ali pode durar anos e anos e anos sem causar prejuízo na sessão transversal do aço agora se eu perco o PH consequentemente perco essa camada protetiva que tava oxidada inicialmente começa a ter frentes avanço de oxidação aí não tem jeito é uma reação que se sustenta ali ao longo do tempo que se sustentada ao longo do
tempo causa perda de sessão carbonatação gera uma oxidação generalizada despassivação por ação de cloreto geralmente gera o que a gente chama de corrosão por pit que é o quê uma corrosão pontual localizada em regiões ali onde a gente tem contato com os de cloreto Essa é ainda pior porque quando localizada é mais difícil de ser identificada às vezes ela tem um pontinho na superfície e vai se aprofundando gerando perda de sessão sem fácil visualização Ah é uma outra forma de corrosão no caso aqui devido a agentes cloretos entes relacionados ao ion cloro né por isso
a gente fala que ah os aditivos eles não podem ter cloreto os aditivos do concreto Porque isso pode causar alguma reação com a armadura tá mais uma vez prevenindo é cobrimento controle de furação baixa porosidade e um cimento Com Adição de escória ou material posolo também é indicado para esses casos pronto saída 6118 agora vou para patologias de concreto de modo geral agora eu vou falar mais de manifestação patológica de maneira mais rápida sem entrar na concepção de como que acontece como que reage isso aquilo basicamente termos que envolvem o estudo das patologias né E
que a gente pode ver em prova disgregação e desagregação desagregação é a perda do Poder aglomerante do cimento o cimento que é para ser o aglomerante daquela mistura de concreto ele começa a não mais agir dessa forma então ele começa a esfarelar veja que eu posso ser por uma reação álcool agregado seja com um ataque químico substância orgânica neste caso aqui o concreto começa a a esfarelar o cimento ali ele perde na verdade não o cimento mas o concreto como um todo ele começa a se esfarelar diferente isso é desagregação desgregação eu tenho desplacamento ou
esfoliação que são termos também desse mesmo ambiente Mas não é por perda do Poder aglomerante não é perda de coesão do meu concreto é simplesmente níveis de tensão acima do suportado pelo concreto e aí eu começo a ter trinca então aqui Ah o concreto é que tá sofrendo como um todo né a mistura principalmente por perda de poder aglomerante do cimento aqui não é o concreto que tem sua resistência tração vencida e portanto ele começa a trincar desplacar isso pode ser por expansão da própria armadura que gera tensão ciclo gelo de gelo acidentes impactos ali
naquela região reação expansiva da armadura ou até mesmo carga excessiva carga excessiva concreta não aguentou desplac Isso se chama desgregação desagregação tem a ver com a mistura e desgregação tem a ver com tensões segregação separação entre argamassa e brita quando lançada seja de altura elevada ou seja por uma m dosagem ou mesmo uma densidade uma malha densa de Armadura que vai acabar funcionando como uma peneira joga o meu concreto Desce a argamassa fica lá o agregado graúdo retido na minha peneira que é uma armadura muito densa isso gera Esse aspecto de segregação e exuda nada
mais é do que segregar uma separação só que da água a água ela separa da mistura seja porque uma quantidade excessiva uma m dosagem ou seja por uma vibração extremamente alta com muita energia essa água ela começa a acender na superfície exsudação que também é ruim a gente precisa vibrar obviamente para reduzir vazios da concretagem né Para que não haja falhas de concretagem como por exemplo essa que a gente vê aqui nicho de concretagem também chamada de bicheira pus a forma pus a armadura lanço o concreto não vibrei ficou algum lugar ali que algum agregado
não deixou passar a mistura e quando eu des formo fica essas grandes Passos vazios que sem concretagem nesses nichos bicheira ou broca também em obra pessoal conhece com esses termos trincas e fissuras são manifestações inerentes do concreto armado inerentes tá significa que a estrutura de concreto armado Ah ela pode estar extremamente saudável e ainda assim ter fissuras né agora obviamente a abertura dessas fissuras é limitada e obviamente eu tenho que entender se são fissuras de retração simples ou se São fissuras por conta de tensões cima das tensões que o concreto resiste lembre-se que o concreto
via de regra ele vai ser sempre vai ter sempre fissuras que a gente precisa é limitar Minimizar E essas fissuras e trincas trincas e fissuras são termos mais populares assim em em regra a gente fala fissura trinca fissura rachadura não existe de fato uma lei assim né uma literatura que fale Ah até tanto tamanho é fissura trinca depois rachadura Geralmente se eu não me engano a norma de desempenho fala que até 0,6 mm é fissura acima disso seria trinca corrosão do Aço já falamos sobre corrosão do aço erosão ou desgaste né ações abrasivas aqui na
minha argamassa e florescência uma manifestação patológica lembra qual foi o mecanismo o mecanismo foi a lixiviação do hidróxido de cálcio Mas o que eu vejo é fluorescência calcinação essas camadas mais escuras e ressecadas devido a incêndios principalmente altas temperaturas mancha eu posso ver uma mancha decorrência de umidade presença de fungos e posso ter a foligem por exemplo das edificações abandonadas elas acabam ficando com esse aspecto mesmo sem ter incêndio próximo né ela fica escura com esse depósito de poluição atmosfé mesmo né daquela matéria preta gordurosa que fica ali que desprende de chaminé de descarga de
automóvel basicamente é isso saindo um pouco de manifestações patológicas aí falando de trincas especificamente que é uma manifestação também patológica mas existem trincas que sugerem problemas causados por determinados esforços específicos como é o caso de flexão flexo compressão cisalhamento e retração veja que esse desenho aqui são vigas na mesma ah mesmo mesma estrutura né pilares e uma viga dois pilares e uma viga e aqui eu vejo um padrão de esforço positivo momento positivo tracionando principalmente no lugar de maior momento a gente lembrar da da resistência dos materiais se eu tenho resistência materiais não análise estrutural
se eu tenho uma viga B engastada aqui vou ter um diagrama mais ou menos assim ó positivo no meio negativo nas bordas o momento negativo tracion em cima vendo aqui então os trincas e aqui momento positivo mais no centro então ess aqui é uma fissura determinada pela flexão principalmente já aqui vejao tendo esse problema na flexão Mas eu ainda tenho esmagamento do bordo superior então tenho flexo compressão Cis salamento é diferente não tem essas trincas aqui na vertical são trincas mais inclinadas próximas dos 45º principalmente na região onde eu tenho maior força cortante então neste
ponto aí eu tenho essas trincas diagonais pelo cisalhamento e a retração tá mais difundida veja que não tem um padrão não tem não tem assim uma região muito específica são várias trinc casinhas distribuídas ao longo da peça Esses são os principais além deles a torção veja que tá envolvendo o giro né a gente coloca aqui o momento torsor então ele não entra só em umaa sessão Ele pega a sessão como inteiro não pega só numa parte da estrutura né borda inferior ou borda superior ela vai pegar em toda a sessão Esses são basicamente os principais
agora as fissuras em laes Além de retração que se dá dessa forma ou espaços de concentra de tensões gente vê muito isso aqui lembre-se que isso aqui é uma laje tá mas poderia ser uma janela se fosse num pano vertical sem Verga e contra Verga são pontos também de concentração de tensão agora olha se eu pego Face superior fissuras de flexão perto do bordo eu tenho fissuras aqui né onde eu tenho um momento negativo então fissuras na parte de cima tendo são embaixo tem umas fissuras de tração já quando tem esmagamento do concreto parte lá
no meio Onde tá mais comprimido esmagou quando eu tenho momentos volves é essa fissura na diagonal aqui é 45º mais ou menos eh da borda tá que são os momentos volves das nossas Lajes tem o reflexo todos eles na face inferior obviamente isso aqui é o mesmo mesmo problema mostrando Face superior e inferior Como eu disse vou passar um pouco mais rápido nisso daqui a recalque de Fundações importante trincas a 45º suspeite de recalque diferencial porque recalque se for o recalque não se não for diferencial for uniforme ele em tese não gera distribuição de tensão
na estrutura não gera uma redistribuição de tensão e não vai gerar trincas estruturais o que que ele pode gerar o recalque uniforme ele pode gerar cisalhamento de tubulação começa a ter então tubulação esgoto que que começa a vazar de água que começa a ter um vazamento ou outro então isso pode trazer prejuízos mas eu não vejo esta trinca diagonal que é quando a gente tem a recalque diferencial e esse Recalque diferencial pode se dar de diversas formas veja esse recálculo diferencial porque essa região intermediária recebeu mais carga a gente pega aqui tem o bulbo dela
o bulbo da daqui o bulbo da daqui cedeu mais o Pilar Central recalca diferencial solo heterogêneo essa parte cedeu mais recalca diferencial rebaixei o nível d'água rebaixamento do nível d'água alguma obra de contenção que foi feita aqui Cortar esse talud nível d' água rebaixou se rebaixou o nível d'água reduziu por pressão se reduziu por pressão Manteve a pressão Total igual se a pressão total é por pressão mais desculpa pressão efetiva mais para pressão se isso aqui é igual a constante se eu diminuo esse Preciso aumentar a tensão efetiva se aumenta tensão efetiva aumenta recalque Então
tá aí outro caso semelhante árvores de grande porte que em períodos de Seca absorvem a água dessa região do solo isso mais uma vez reduz por pressão aumenta tensão efetiva aumenta a recalque sobreposição de bulbos também agora sistemas diferentes Veja essa trinca na vertical significa que uma edificação recalcou como um todo mais do que a outra perfeito destaque aqui inexistência de vergas na porta e de vergas e contra vergas contraverga é embaixo na abertura em alvenarias Tá ok Esse é um caso importante ah veja os outros aqui olha em alguns casos essa linha toda é
demarcada Dev a expansão térmica da laje essa laje toma irradiação de sol direto nela ela expande contrai expande contrai ela começa a fissurar a a armadura pode ser inclusive por retração de secagem da laje mas um caso bem semelhante deem deem uma olhada nesses casos de alvenaria embora muito mais breve assim não creio que isso venha ser uma questão da sua prova agora passando rápido como eu disse para Estruturas Metálicas Estruturas Metálicas falando basicamente principal patologia que nós temos em Estrutura Metálica basicamente oxidação né Eh corrosão desculpa a oxidação ela vai acontecer inevitavelmente mas a
corrosão que a perda que vai gerar essa perda de de matéria né ela que de fato nos preocupa corrosão uniforme é aquela lembra da despassivação Por carbonatação que o CO2 vai entrar em contato e que vai oxidar de maneira uniforme perda de espessura de maneira uniforme corrosão por placas regiões localizadas que começam aqui ó Inclusive a desplacar corrosão intergranular aqui já tá falando em nível ah da estrutura digamos assim não é não é nível atômico Tá mas é nível microscópico intergranular ou intrag granular tem alguns outros tipos aqui basta entender que a nível microscópico corrosão
galvânica quando a gente junta dois metais diferentes com diferentes potenciais de óxido redução um vai duas ligas né a menos Nobre vai acabar se oxidando por estar em contato ali com uma liga mais nobre corrosão alveolar é uma corrosão que forma essas crateras diferente um pouco da corrosão Por pits que a gente mostrou principalmente associada a cloretos a gente mostrou a corrosão com que causada pelos cloretos e a última que a gente vê em prova bastante corrosão sobre tensão que que é corrosão sobre tensão é uma corrosão particularmente importante para armaduras ativas Ou seja quando
eu falo de Cabos e cordoalhas de concreto protendido porque ela é uma ação conjunta entre tensão nível de tensão elevado que é o que o caso das Barras de protensão junto com a corrosão então corrosão sob tensão é especialmente pior que associa esses dois ambientes aí né corrosão e tensão bom se a gente encerra a parte de Patologia como eu disse eu queria mostrar para vocês algumas manifestações em pinturas embora isso seja algo mais voltado a materiais de construção mas tem aí desplacamento tem enrugamento quando a gente fala de tinta esmalte né tintas que a
gente utiliza muito para pintura de estrutura metálica empolamento marcas de rolo ou pincel baixa ou pouca resistência aqui à lavagem cobertura ineficiente cara dilui demais a tinta fica as marcas lá do pincel por falta de cobrimento e não por ah riscos aqui deixados na própria camada de tinta mofo e fluorescência veja aqui fluorescência é uma manifestação patológica que também tem estrutura de concreto lembra que a lixiviação causa isso carreamento de sais compostos hidratados do cimento craqueamento saponificação vi isso daqui não fiz nada daqui a pouco começa a juntar Esse aspecto pegajoso boloso que é uma
evolução da ref florescência não tratada e desagregou esfarelamento da pintura assim como a gente viu lá desagregação que é a perda do Poder aglomerante do cimento eu tenho aqui a desgo da pintura lá no concreto fala desagregação tá para falar agora então de estruturas de concreto que é o tópico que eu quero passar para vocês acho que dá tempo da gente chegar até Fundações bem provável alguma dúvida até aqui eu sei que eu passei rápido essa parte pessoal que tá chegando por aí Letícia Daisy nós vamos entrar em estruturas de concreto parte de Patologia passei
rápido a parte Inicial foi mais devagar para vocês lembrarem né Acho que pode vir alguma coisa de Patologia vamos entrando em estruturas de concreto não se esqueça nós estamos ao vivo se tiver alguma dúvida pode deixar no chat se eu não conseguir responder Depois eu respondo para vocês no Instagram estrutura de concreto Bora que que eu quero passar para vocês nessa revisão propriedades básicas Quais são qual é a norma 6118 o que que ela fala em relação a peso específico do concreto o concreto armado 2500 kg por m Cico mas o concreto simples 2400 considero
armadura de 100 a 150 Kg por m c significa que se eu tenho um concreto que eu fiz os ensaios e cheguei ao peso concreto simples do 2600 kg por met Cico quanto que eu devo considerar no meu projeto de estrutura de concreto armado 2.600 mais 100 a 150 Então vai ser 2.700 ou 2750 kg por m c significa que se eu não tenho nada tá aqui 2.500 se eu tenho algum dado por concreto simples basta acrescentar uma média de 100 a 150 Kg por m c perfeito basicamente é isso coeficiente de dilatação térmico linear
1 na 10 a-5 ou simplesmente 10 a-5 gra cel a-1 que aqui significa a mesma coisa se eu escrever celsus na men1 Este é o principal fator que faz com que o aço e o concreto trabalhem satisfatoriamente juntos qual que é esse principal fator coeficiente de dilatação térmico linear muito próximo coeficiente de dilatação térmico do a e do concreto para a 6118 é exatamente 10 na Men 5 Então são idênticos se eu pego a norma de estruturas metálicas que é 8880 ela fala que é 1,2 10 na5 a estrutura metálica Então tá muito próximo eles
trabalham juntos muito bem de maneira solidária aí requisitos mínimos de instalações de concreto Paulo tá dizendo que não tem incêndio nem gás na na dentro do curso a gente ainda não tem aula tá nem de instalações de incêndio nem de instalações de gás Pelo menos eu não tenho talvez acho que nenhum outro professor tem futuramente a gente vai gravar Tomara mas eu trouxe essa revisão aqui pra gente não ficar sem falar sobre essas instalações tá bom Pilar e viga de estrutura de concreto requisitos mínimos você precisa saber não pode existir Pilar com área Pilar paraa
estrutura de concreto pode existir um um pilar que não seja estrutural chama de coluna né quando é para arquitetura mas enfim Pilares área de concreto maior ou igual a 360 cm qu sempre sempre maior que 360 agora as dimensões a dimensão mínima é 19 Mas pode chegar a 14 quando eu uso dimensões menores do que 19 cm eu preciso utilizar um coeficiente de majoração das cargas Ou seja a norma permite que que eu reduza a sessão do meu Pilar em até de 19 até para 14 14 é o mínimo absoluto mas para isso eu preciso
fazer uma verificação um pouco mais pesada se passar maravilha agora se um lado é 14 se o Pilar é retangular o outro não pode ser 19 porque aí não vai fechar a regra básica que é 360 cm quadrados que nunca pode ser desrespeitada segundo a 611 armadura longitudinal de Pilar nunca menor do que 10 mm de diâmetro então a bitola de 10 mm é a menor que eu devo usar nos meus pilares e qual é a maior 1/8 da dimensão do Pilar é a maior bitola que eu posso utilizar armaduras longitudinais né que a gente
tá falando se eu tiver Pilar com são poligonal quantas Barras eu posso usar eu preciso usar no mínimo uma por vértice então cada vértice preciso de uma uma barra significa que um pilar quadrado ou retangular de regra por regra ele vai ter que ter quatro barras de no mínimo 10 mm e ele deve ter pelo menos 360 cm di área perfeito muitos casos isso aí vai passar se for uma carga muito leve ele já vai resistir e a sua estrutura poderia ser dimensionada já dessa forma porque com quatro barras de 10 seu Pilar pode estar
passando com folga dependendo daquela carga se for circular a sessão Seis Barras de 10 mm é o mínimo meu querido não posso menos que isso se eu quero respeitar a norma vigas largura de São transversal no mínimo 12 para uma viga como e 15 para uma viga parede podendo uma viga comum ou viga parede chegar excepcionalmente a 10 cm Mas o mais importante aqui é via de regra o espaçamento entre armaduras ele é de pelo menos 2 cm ou 20 MM seja espaçamento na horizontal seja na vertical na horizontal o espaçamento tem que ser maior
do que a barra longitudinal e de que 1.2 o diâmetro máximo do agregado já na vertical 20 MM diâmetro longitudinal mas o diâmetro máximo da agregado não precisa ser multiplicado por 1.2 o espaçamento é de 0.5 vezes o diâmetro máximo claro eu pego o maior caso desses aqui e adoto como mínimo pro meu espaçamento uma observação comum em prova para vigas é a obrigatoriedade de Armadura de pele também chamada chamada de costela que é essa armadura aqui ó não é a armadura do dimensionamento que eu tô pintando aqui agora essa armadura em vermelho nas laterais
que são o quê para combate a fissuração por retração ou nos casos em que a abertura de fissura para limitar o tamanho dessas aberturas essa armadura de pela ela é obrigatória quando a gente tem mais de 60 cm de altura da Viga posso usar com menos com 50 com 55 posso mas ela é obrigatória quando tem mais de 60 cm de altura na minha na minha viga Beleza então vigas de 10 10 é o mínimo 12 é o mínimo recomendado para uma viga comum centímetros e altura acima de 60 eu preciso colocar armadura de pele
laes assunto importante laes embora a CESPE não exija muita decoreba nesses casos já vi bastante questão de pedindo espessura mínima a depender do caso em que aquela laje ali será Projetada basicamente a espessura mínima vai de 7 a 12 para Lajes convencionais com vigas né Sistema de viga e Laje convencional estrutur de concreto e aí nós temos os casos de Laje cogumelo protendida e Laje Lisa que eu quero que você lembre é o seguinte de 7 a 12 são as Lajes convencionais com viga não existe os números ímpares entre 7 e 12 Então você vai
escrever 7 8 9 10 11 12 pronto o 7 vai entrar obviamente mas o 9 e o 11 não então 9 e 11 que são números ímpares não irão aparecer para compensar isso existem duas situações em que a gente pode utilizar laje com 10 cm e depois cpl obviamente Vamos pela lógica né 7 cm aonde laje de cobertura o caso mais Brando possível laje de cobertura sem balanço tá aqui laje de cobertura sem balanço 8 cm lje já de piso pode subir alguém lá mas sem balanço que o balanço é crítico 10 tem dois casos
para 10 cm laje com balanço e laes que aceitam veículos de até Tonel ou 30 KN né seja até três fuscas cada Fusca tem uma tonelada então tem dois casos e acima disso com 12 cm laes que vão receber cargas ali de veículos acima de 3 toneladas ou seja uma garagem para mais de três fuscas tem que ter 12 cm e depois não tem o 13 14 15 16 é o nosso famoso PPL cogumelo protendida e Lisa Então a gente vai 7 8 9 não tem 10 10 11 não tem 12 13 não tem 14
15 16 Então vem aqui é o meu cpl cogumelo laje protendida e Laje Lisa que já são casos que saem dases iis com vigas tá mais importante eu imagino pra prova é 7 8 10 10 e 12 então aqui lembrando só para exercício 7 cm laje de cobertura sem balanço 8 cm piso sem balanço 10 cm laje com balanço ou laje com veículo menos de TR Ton ou 30 KN menor ou igual tá menor ou igual e Aqui Veículos com mais de 30 KN aqui cpl cogumelo protendida e Laje Lisa nesse caso aqui sem viga
perfeito Boa Forma de memorizar isso nas estruturas de concreto outra coisa boa e aí também As bancas vão querer são os requisitos de durabilidade tá Tomara que se você sabe se você assistiu essa aula tomara que venha uma questão na sua prova desse jeito Por qu porque a gente vai aprender também como decorar como memorizar pra prova essas principais informações dessa tabela que eu monto para vocês de durabilidade lembre-se que para projeto de estrutura de concreto a gente tem três coisas que tem que respeitar estado limite último né falha estrutural ou dos seus elementos estado
limite serviço a condição de usabilidade operação dia a dia o serviço a utilização e a durabilidade o projeto tem que ter durável não adianta respeitar Lu e LS precisa ser durável E aí para isso para ter durabilidade cada condição ambiental cada classe de agressividade ambiental vai trazer uma série de requisitos de exigências para o nosso projeto essas exigências geralmente são cobrad em Provas e estão da seguinte forma as principais a relação água cimento a classe do concreto ou seja classe de resistência do concreto e o cobrimento nominal especialmente de vigas e pilares e Lajes bom
o que que é o cobrimento nominal é o cobrimento mínimo mais um delc que é uma folga de execução uma tolerância de execução essa tolerância de execução é de 10 mm para qualquer obra corrente tá ela pode ser reduzida para cinco se for eh em concreto pré-moldado né ali em condições ideais de indústria com controle rigoroso de qualidade mas via de regra 10 mm Então essa tabela traz para nós o cobrimento nominal que já é o mínimo mais um del C de 10 mm tá ok então a gente vai tentar entender isso exatamente o seguinte
relação água cento quanto mais agressivo é o meu ambiente menor é relação aggua cimo exigida por quê Porque eu vou ter que fazer um concreto cada vez com menos água cada vez menos porque água obviamente ela é necessária para hidratar o cimento mas tudo que passou das reações de hidratação vai gerar o quê perda de resist porosidade coisas que eu não quero então reduzo a relação água cimento classe de concreto quanto mais agressivo o ambiente maior resistência e o mesmo vale para cobrimento mais agressivo maior o cobrimento Tá ok então a gente precisa memorizar isso
aí que são quatro classes de agressividade ambiental fraca moderada forte e muito forte veja que não existe muito fraca fraca moderada forte muito forte Tá ok se eu tô num ambiente rural fraca se eu tô num ambiente Urbano convencional dia a dia pras mai maior parte dos projetos residenciais nas cidades de pequeno médio porte agora se eu tô no ambiente industrial ou marinho dependendo eu tenho que usar a classe TR se eu sou Marinho industrial e ainda sujeito a respingos de Maré molha seca molha seca Isso é terrível classe de agressividade muito forte tá ok
Então veja 1 2 3 4 agora onde a gente vai mencionar onde a gente vai lembrar isso como é que a gente vai lembrar isso a gente tem que cantar aquela musiquinha que alguns de vocês já conhecem 6520 25 6520 25 desce sobe sobe desce sobe só sobe D desce só sobe só sobe Ridícula você vai ouvir uma duas três vezes E aí vai ficar assim 65 20 25 65 20 25 Isso significa que a primeira linha dessas linhas destacadas em vermelho e depois desce sobe sobe desce sobe só sobe desce só sobe só sobe
toda vez que eu falo duas vezes né que eu dou essa duplicidade no desce ou no sobe você vai abaixar duas vezes 5 porque as coisas aqui andam de C em CCO então eu vou ou abaixar ou diminuir dependendo do Tig do atributo que eu estou vendo e uma vezes ou duas vezes o c na prática você vai fazer o seguinte 65 20 25 65 20 25 desce vamos lá ó desce sobe so sobe desce sobe só sobe desce só sobe só sobe pronto cantou isso uma duas quem não conhecia gente eu sempre falo toda
revisão desce sobe sobe Então vamos lá começando de novo ó me5 20 25 65 20 25 desce sobe sobe desce sobe só sobe desce só sobe só sobe pronto matou 65 20 25 se desce vai para 60 desce de novo vai para 55 desce duas vezes vai para 45 65 60 55 45 65 60 55 45 obviamente gente que é relação a aga cimento né classe C20 se subiu vai para 25 subiu de novo 30 subiu duas vezes 40 agora cobrimento 25 subiu 30 subiu duas vezes 40 subiu duas vezes 50 Então olha só 20
25 30 40 20 25 30 40 25 30 40 50 25 30 40 50 como é que eu faço para achar laje agora como é que eu faço para achar laje é só tirar c do cobrimento da vigas de Pilares então é 20 25 35 45 20 25 35 45 pronto matei o básico o arroz com feijão da tabela de agressividade para concreto armado tá pessoal concreto protendido os dados estão aqui são esses menores aqui e não tem um padrão assim para decorar mas para isso tá ótimo e abertura de fissuras quando a gente fala
de abertura de fissuras também um das exigências é obviamente quanto mais agressivo o ambiente menor é a abertura que eu permito então numa combinação frequente isso aqui a gente tá falando de estado limite de serviço para abertura de fissuras eu gosto de colocar com vocês o seguinte se é o mais agressivo se é muito forte lembra que aqui é forte aqui acho que é moderado então fraca moderada forte e muito forte que que acontece aqui se é fraca eu permito até 0,4 se é forte eu permito abertura de até 0,2 veja 0,2 mm é muito
pouco e o restante intermediário aqui 03 03 isso aqui também é um dado geralmente cobrado em prova tá bom pronto matamos essa parte de estruturas de concreto quem não conhecia agora já conhece a musiquinha E bom som falhou aí eu perdi o chat aqui com vocês por alguns minutos quanto eu tava empolgado na música Estações esgoto não apareceu mas é eu não tenho aula ainda tá isso aqui são materiais que eu trago PR revisão porque eu dou revisão dessas aulas mas ainda não tenho aula lá salve engano Professor Jonas tem de instalações hidráulicas e elétricas
aula em PDF tá bom ah então fechou essa música salva a pátria tá falando aí o Vitor Salv mesmo até eu mesmo quando eu quero lembrar para resolver alguma questão sem consultar né Porque de fato pode ninguém precisa decorar isso pra vida mas pra prova é importante vamos Estruturas Metálicas para trazer dois tópicos aqui estruturas metálicas e de madeira não acho que vai ser algo importante quando vem algum dado que seja decorado Geralmente vem alguma coisa dessa tabela tá tem aluma coisa dessa tabela de coberturas metálicas que eu montei para vocês esse quadro que que
esse quadro Quer dizer parte de coberturas metálicas e depois eu vou falar de coberturas de madeira basicamente tá bom o que que eu vejo como importante coberturas comuns telhados eu sempre preciso imaginar uma sobrecarga mínima distribuída em projeção horizontal veja que não é inclinado é na projeção horizontal de 0.25 KN por m qu então 25 kg né no caso por met qu eu preciso considerar como distribuído uma sobrecarga mínima de 0.25 KN por m qu nas laes na fase de construção isso aqui é cobertura se for uma laje na fase de construção estrutura metálica prever
uma sobrecarga mínima de 1 KN por m qu na fase de construção também é um dado que às vezes eu vejo em Este é muito importante ações concentradas quando eu vou dimensionar uma cobertura metálica eu preciso fazer umas como é que eu fala dimensionamento para uma situação em que existe uma força concentrada na posição mais desfavorável da estrutura significa que o quê tá aqui 1 kon né ou seja 100 kg é como se fosse um profissional na posição mais favorá á dando manutenção naquele telhado Então eu preciso considerar uma ação concentrada na na hora que
eu fizer o dimensionamento dessas estruturas tá bom eh aqui no caso é piso cobertura e simula e situações similares especificamente os dois valores que eu vejo muito em prova inclinação para empossamento progressivo para evitar o empossamento progressivo e para evitar o empossamento de água veja queo confunde as pessoas olha recomenda-se que a inclinação de uma cobertura não seja inferior a 3% se ela for menor que 3% eu tenho que fazer verificações adicionais para assegurar que não ocorrerá colapso estrutural Então tem que verificar se for menor que 3% que não haverá colapso Industrial aí um outro
tópico da Norma vem falando o seguinte que norma é essa 8880 coberturas e pisos sujeitos à água com inclinação menor que 5% devem ser verific adas contra o empossamento decorrente de deslocamentos então agora se ela tem menos de três preciso fazer verificações adicionais se ela TR entre TRS e 5 eu não preciso dessas verificações adicionais mas eu preciso verificar se não há empossamento Caso haja um deslocamento da minha estrutura ou seja houve algum deslocamento que agora essa estrutura vai permitir o empossamento Então são Du dois valorzinho 3% e 5% o melhor né no melhor doss
mundos para evitar isso seria fazer uma inclinação acima de 5% na nossa estrutura um outro caso aqui não tem a ver com coberturas mas com estruturas de Aço de um modo geral tá é que Quais são os requisitos dos Aços utilizados em Estruturas Metálicas ter um fy máximo de 450 MPA e uma relação fu fy ou seja resistência última e resistência ao escoamento de pelo menos 1.18 que que o cara quer dizer aqui como é que ele me fala uma resistência escoamento máxima de 450 Por que que eu não posso ter o máximo de 700
MPA 800 MPA porque imagina essas escoando a nível de tensão muito alto is traria muito risco né a norma meio que pensou isso bom o escoamento tá ali no máximo 450 tá E por que que a resistência última tem que ser 1.18 vezes maior do que pelo menos 1.18 maior do que a resistência ao escoamento porque ela não pode escoar imediatamente quando o nível de tensão subir já romper eu tenho que ter ali pelo menos um um percentual Vamos colocar assim 18% de folga entre o escoamento e a ruptura para não para não ter ali
um caso de escoou e rompeu logo na sequência tá escoar eu tenho que permitir com que a pessoa evacue a estrutura a gente tem exatamente esses sinais de alerta que as estruturas precis dar pra própria pros usurios do prédio né perfeito falando disso por útimo agora falamos um Pou de ctura de estutura metc né e agora um pouco de estrutura de madeira obviamente não tem como eu comentar todos os itens aqui com vocês mas eu gosto de destacar alguns tá Chap ou chaf eu já vi os dois termos É exatamente esse Calzinho inclinado que vai
ajudar né segurar essas terças tá então aqui não sei se eu tenho a definição dele aqui tem ó cálcio que ajuda na fixação das terças na perna então aqui tá a perna aqui tá a terça aqui tá a perna e esse aqui é o xa fus nosso triangulo Zinho aqui esse é um elemento que pouca gente conhece terça com Meira obviamente ó a gente tem terça no topo terças no meio pode ser uma pode ser duas pode ser três quantas forem que são chamada de terça e uma última terça aqui na ponta a primeira e
a última tem nome Essa aqui é a terça comeeira essa aqui é a terça frechal ou contra frechal ã e as outras são simplesmente terças intermediárias tá bom último que eu vou desacar com vocês é o pendural aqui que é este elemento Central na vertical Além disso que mais que eu tenho estruturas de cobertura aqui pode ser de metálica ou de madeira a gente tem aqui a figura mais das metálicas tá do lanternin permite tanto ventilação quanto iluminação natural né em alguns casos ah ventilação sim a iluminação natural vai depender do material que eu faça
fechamento claraboias aqui para iluminação E aí existe uma coisa que vocês confundem muito Espigão e Rincão Na verdade são três né Oitão Espigão e e Rincão Rincão ou água furtada é onde as águas se encontram na descida tem uma água aqui outra água aqui vira uma própria calha digamos assim pra água ir embora então elas se encontram e descem ali isso é o Rincão ou água furtada O Espigão ele divide água ela cai vai para um lado ou pro outro então ele é um divisor de águas tá e o oitão em pena frontão é essa
testada aqui geralmente de alvenaria né pode ser um fechamento também em material de telha deixa eu ver se tem as definições aqui para oitentão paredes externas paralelas à tesouras que é essas daqui que a gente acabou de ver Espigão interseção inclinada de águas tá aqui ó vem uma água para cá outra água para cá essa aqui é interseção que divide a a chuva cai aqui ou vai para cá ou vai para cá e o Rincão ou água furtada é uma canal inclinado formado por duas águas caso tenha alguma coisa espero que esses informações tenham sido
suficientes estrutura de fundação agora junto com vocês Fundações assim como estruturas de metálica madeira e concreto são finitas a gente tem aí muitas muito assunto né para render nesses tópicos mas eu vou trazer o que eu achei essencial aqui que eu achei principal para nós revisarmos antes disso só vou precisar de um minutinho vou buscar mais uma água que a minha garganta começou a doer vamos dar cinco minutinhos de intervalo e a gente volta já [Música] já mas assim eh sempre usei estratégia e os materiais para mim são excelentes estratégia ajudou demais né porque igual
eu te falei partir do zero né a matéria de direito por exemplo eu nunca tinha tido eu nunca tinha lido a constituição na minha vida então o jeito que é explicado as matérias e depois os próprios resumos os professores os grifos tudo isso vai economizar seu tempo né Às vezes o pessoal tenta ah eu vou buscar um material aqui depois vou bustar outro não Foca no material a estratégia assim vai te dar todo o alicer necessário para você ser aprovado já fala pro pessoal aí quais são as outras aprovações também que você teve eu vou
em ordem cronológica que é fica mais fácil para eu lembrar primeiro foi no ISS comecei Estudando pra área fiscal então primeiro foi ISS Guarulhos ISS Campinas ISS Campo Grande ISS Valinhos e ss TVI aí eu parei de estudar pra área fiscal comecei pra área de controle na área de controle foi tc do Rio de Janeiro tcdf CGU que é onde eu tô hoje e agora o TCU vendo vários materiais do estratégia é é é incrível como a qualidade é absurda assim então às vezes eu acabei até deixando mais de lado realmente os outros porque eu
vi que o estratégia era que tinha tanto qualidade de aula de material de professor que era inigualável assim [Música] e [Música] w [Música] [Música] [Música] [Música] [Aplausos] [Música] [Música] e o estratégia me me ofereceu esse conteúdo que desenhava literalmente para mim os matérias bem difíceis né porque é possível passar estudando um pouco um pouco pouco mais com qualidade um pouco cada dia com qualidade com foco vendo vários materiais do estratégia é é é incrível como a qualidade é absurda assim então às vezes eu acabei até deixando mais de lado realmente os outros porque eu vi
que o estratégia era o que tinha tanto qualidade de aula de material de professor que era inigualável assim eles trazem o conteúdo que vai cair mesmo na prova o que tá lá no edital né né mas é de uma forma muito muito leve né eu eu percebo assim que ao mesmo tempo você estuda muito você se dedica muito é muito conteúdo mas é de um jeito que você consegue estudar procurem estratégia e que vocês nunca desistam do do seu sonho [Música] [Música] [Música] [Aplausos] he ah [Música] [Música] yeah come estamos de volta para encerrar aqui
a minha participação e deixar vocês com os excelentes professores Leonardo ota parte de obras rodoviárias e Raul Suzuki a parte de materiais de construção perícia acho que tem outro tópico ainda viu Não me recordo aqui agora de cabeça dessa revisão com vocês finalizando a minha parte estruturas de Fundações basicamente nós sabemos que nós temos os dois grandes grupos de estruturas de Fundações as superficiais rasas ou indiretas e as Fundações Profundas né também chamado superficiais rasas e diretas e a profunda ou também chamada indireta embora o tubulão seja uma Fundação profunda que alguns autores considerem Fundação
profunda direta especificamente o tubulão dentro das superficiais O que que a gente tem hoje hoje como principais Fundações as sapatas em suas mais variadas formas isolada corrida associada ou alavancada de Divisa o Radi convencional ou nervurado e os blocos tá vou mostrar para vocês aqui na sequência Ah e as Fundações Profundas um grande grupo existe uma divisão aqui entre três ah tipos de pração Funda é o tubulão que ele pode ser a céu aberto ou a ar comprimido segundo a NBR 6122 entretanto o NBR 6118 já não permite mais a utilização de fund de tubulão
a ar comprimido ficaria então restando apenas os tubulão a céu aberto e as Estacas em suas diversas formas além do da fundação do tipo caixão que não é mais utilizado inclusive já saiu da Norma eu vou trazer as principais aqui tanto rasas ou superficiais quanto Profundas primeira definição Fundação rasa assentada em numa altura de assentamento de até no máximo um h de assentamento duas vezes a sua menor Dimensão em planta Então até duas vezes a menor Dimensão em planta eu falo de uma Fundação superficial lembre-se o assentamento É sobre o solo mas eu preciso de
um lastro de concreto magro concreto para regularização da superfície de 5 centímetros ali via de regra todo elemento contato com o solo recebe previamente um lastro de concreto magro ou concreto pobre como Alguns podem dizer que é um concreto com baixo consumo de cimento simplesmente para não permitir ah primeiro perda na concretagem de água do traço para o solo quanto também para regularizar a superfície assim ah regularizar o solo né Assim como obviamente a superfície da estrutura que vai ser ali concretada ah veja nos tipos quando a gente fala de bloco e a diferença principal
é que o bloco veja bloco não é bloco de coroamento tô falando aqui bloco como um elemento de de fundação superficial existe o bloco de coroamento onde eu tenho várias Estacas e um bloco que coroa todas essas Estacas que recebe a carga do Pilar e transmite para essas Estacas Isso aí é um elemento de fundação profunda que não tem nada a ver com este bloco aqui que é uma fundação do tipo bloco o bloco e a isoladas são bem semelhantes a diferença é que a fundação superficial do tipo bloco ela não tem armadura para resistir
aos esforços de tração Ela não ela não exige armadura né o concreto se for inem concreto simplesmente ele resiste as aos esforços de tração já a o os esforços de tração são resistidos pela armadura convenientemente dimensionada e disposta tá basicamente contato direto com o solo Então essa transmiss de esforço se D em contato com o solo e não por atrito lateral como na Fundação profunda e dentre os seus outros tipos Eu mencionei a grelha que tá aqui ilustrada para vocês né Bem como o nome sugere uma grelha bloco Radi associada corrida aqui eu quero uma
atenção especial antigamente a gente chamava de radier simplesmente aquela laona de piso que recebia todos os pilares então a gente tinha uma estrutura que era uma laje assentada sobre solo que recebia todos os pilares da edificação Aquele é um tipo de fundação superficial do tipo radier hoje a definição da Norma mudou um pouco e o seguinte o rader ele não precisa receber todos os pilares né o que ele tem que receber para que seja considerada uma fundação do tipo rader é 70% ou mais das cargas dos pilares Então passou de 70% eu já falo que
aquele sistema é uma Fundação Radi e para os demais que representem menos de 70% das cargas eu posso chamar de uma por exemplo corrida ou a associada e qual é a diferença da corrida para associada na corrida eu tenho a intenção de alinhar Pilares como uma forma tá falando corrida seja pel uma carga distribuída seja por Pilares que estão alinhados então eu faço uma corrida corro uma linha de que passe pelos Pilares mas que estão alinhados ou submetidos a carga ah distribuída como a gente tá vendo aqui três ou mais Pilares alinhados ou carga distribuída
lembre-se até o limite de 70% das cargas da estrutura passou disso já seria um caso de ser chamado de radier sapato associado a ideia já não é essa aí é o seguinte eu tinha uma disposição de Pilares mas quando eu desenho eles haveria se eu fizesse em isolada haveria uma superposição de sapatos veja que eu tenho um pilar que chega aqui que eu tenho um pilar que chega aqui esse Pilar Exige uma desse tamanho esse Pilar Exige uma desse tamanho e eu tinha um outro Pilar aqui que exige uma desse tamanho Ora eu eu tô
aqui tendo quase que uma superposição eu tô tendo uma superposição de sapatas isoladas então eu vou fazer uma associada eu vou associar esses caras numa mega que na verdade dimensionada para tal de modo que seja comum a dois ou mais Pilares quando não alinhados desde que representem 70% das cargas estruturais até 70% das cargas estruturais Então veja um caso simples onde eu tenho dois pilares e eu teria uma superposição ali de sapatas isoladas então eu faço o quê uma associada e essa elemento de rigidez aqui é uma viga chamada viga de rigidez já nos outros
aqui ó uma disposição aleatória não alinhada e aí isso é associada e não corrida e a alavancada ou de Divisa aqui a situação é um pouco diferente eu tenho a divisa com terreno vizinho então Imagine que aqui seja meu muro de Divisa e eu preciso que a minha estrutura tenha um pilar aqui neste canto eu não consigo fazer uma isolada sem avançar o terreno do vizinho como eu não posso avançar um terreno que não é meu eu faço uma meia só que este Pilar ele faria o que com essa meia tenderia a rotacionar eu teria
um momento resultante ali um binário tentando girar essa obviamente tirar o Pilar do eixo e levar esforços ah completamente diferentes de flexão no meu Pilar o que que eu faço para estabilizar isso eu pego uma mais próxima isolada e interlig com essa de Divisa através de uma viga alavanca ou viga de Equilíbrio que vai fazer exatamente o quê Ó se ela faria isso eu pego e tento voltar à posição normal então e esta viga de Equilíbrio aqui é para inibir este momento que estaria sendo resultante aqui na nessa de vida na verdade ele existe o
que eu vou fazer é contrapor com as cargas deste Pilar aqui que estão nesse sentido então eu não vou deixar com que tenha momento resultante que faça girar a minha estrutura perce percebam que o seguinte a carga que chega nesse Pilar P1 se fosse isolada P1 iria tudo pr pra força da né aqui obviamente veja que vai aqui um P1 linha porque parte da carga P1 é aliviada por essa por esse momento aqui que tende a rotacionar a estrutura nesse sentido então Acontece uma diferença nessa viga aí de a carga do Pilar com a carga
que a log imediatamente abaixo resiste em função dessa tendência de rotação dessa Plata de Divisa que eu quero evitar Fundações Profundas o que que eu tenho para trazer de Fundações Profundas primeiro aquelas resistem ou pelo atrito lateral ou pela resistência de ponta ou como na maioria dos casos pelo atrito lateral e resistência de ponta Quando é a maioria das sapatas das desculpa das Estacas vão ter uma resistência associada resistência de ponta né contato com o solo lá no fundo e o atrito lateral ao longo do fust que é o corpo ao longo do fuste então
atrito lateral aqui Resistindo e a resistência aqui na ponta se eu tenho uma um solo extremamente mole que só restringe que só recebe resiste carga por atrito a gente fala de flutuante né não tá assentada em nada estável se eu tenho uma por exemplo que só tem resistência de ponta e é um caso que por exemplo alguns autores consideram o tubulão tubulão eles desconsideram O atrito no fust e consideram apenas a resistência de ponta Então veja que a maioria dos casos acontece resistência de ponta e atril lateral Isso é regra Mas podem haver casos isolados
assim casos de dimensionamento em certo modo sempre vai haver ponta e atrito lateral sempre mas o dimensionamento para alguns casos desconsidera resistência de ponta para outros desconsidera trit lateral pra maioria considera os dois tá e como eu vi aqui o fundação do tipo caixão que já saiu de Norma mas ela tinha este modelo aqui desse caixão mesmo tubulão que nada mais é do que uma estaca Mas onde há entrada de pessoas dentro do da escavação seja para alargamento da base seja para limpeza e inspeção se tem descida de gente é tubulão por isso o risco
dos tubulões e a altura de assentamento sempre mais de 3 m né pelo menos 3 m de profundidade e mais do que oito vezes o diâmetro daquela tubulação E aí existem vários mas vários tipos de estaca basicamente a primeira coisa que a gente diferencia é se é uma estaca escavada ou se é uma estaca cravada se ela é cravada não é não há perfuração escavação existe uma cravação dela no solo Então veja o atrito lateral é bem maior porque eu tô tendo que afastar o solo para m estaca entrar força de cravação eu vou ganhar
muito com atrito lateral se eu faço escavação e posterior concretagem na hora que eu coloco carga vai ter um atrito lateral Mas um pouco menor né então os processos de execução também dizem muito sobre a capacidade de resistência de de algumas Estacas e quando ela é cravada existe umum uma vantagem das Estacas cravadas que é ter uma noção da resistência do solo que eu tô cravando por se eu escavo e depois só concreto eu não sei se o solo que eu estou de fato executando aquela fundação corresponde aquela sondagem SPT que eu fiz ali numa
amostragem em alguns pontos pode ter um solo muito mais fraco quando eu cravo eu golpeio golpes ali do martelo do Pilão e eu consigo ver quanto ele tá avançando a cada golpe ou a cada sequência de 10 golpes que é o que a gente chama de nega que que é a nega a nega é a medida da penetração permanente de um golpe do Martelo ou de pilão do Martelo ou do pilão é então cada golpe que eu dou essa estaca ela crava um pouco se o sol for muito ruim eu dou um golpe ela crava
muito ou seja eu tem uma noção indireta da capacidade que aquele solo resiste de carga só que sempre que eu dou um golpe além da penetração permanente existe o que a gente chama de repique que é aquela retorno né aquela parcela elástica que quando eu coloco a carga ela deforma quando eu tiro ela volta um pouco então é como se tivesse numa tensão deformação o diagrama onde eu passo do limite de escoamento do ao ou seja tensão deformação joguei o aço numa tensão muito alta ele escoou subiu passou um pouco quando eu tiro a carga
ele vai voltar mas ele não retorna a posição original ele fica com um deslocamento Zinho residual mesma coisa nega e repique o repique é nada mais do que aquela parcela de energia elástica que foi devolvida desceu e voltou imediatamente já o szin que é nega é a penetração permanente E aí o cara vai medindo Coloca ess essa tabinha aqui com lapizinho e papel e vai medindo só que como a nega é tão pequena eles geralmente medem numa sequência de 10 golpes porque aí ele consegue pegar a régua e medir e divide por 10 ou seja
a nega é medida numa sequência de 10 golpes E aí pega a nega média e aí eu consigo ver tem uma noção indireta da resistência do solo falando de tipos de fundação os dois que o pessoal mais confunde estaca Frank e estaca straus porque a concretagem é semelhante estaca Frank stack straus tem a concretagem que ocorre na mesma medida em que eu tiro o revestimento metálico eu lanço o concreto e vou apilando então a concretagem é feita por um concreto apiloado por isso que gera inclusive essas irregularidades aqui ó que eu tô claramente com revestimento
Então veja que ela é como é que eu posso dizer revestida né num tubo e esse tubo eu vou vou removendo ele tá vendo aqui o meu tubo já tá aqui tubo metálico tô sendo tá sendo retirado e eu tô lançando concreto e e apilo a mesma coisa vale para strac straus ó eu removo o encamisamento metálico e e vou concretando então ele fica com esse aspecto na concretagem com apiloamento só que na prática estaca Frank e estaca estal são completamente diferentes só a concretagem é semelhante por quê primeiro estaca Frank é cravada estaca straus
é escavada estaca Frank é cravada através de um tubo metálico com a ponta fechada fechada por qu por uma massa de concreto seco ou por uma bucha de pedra e areia que Veda e É como se eu tivesse eh batendo ali num um sei lá um um tubo com a cabeça fechada então ele entra num processo de cravação tá ok aí coloco a armadura e faço a concretagem como a gente já viu já a escavação da stac straus é feita com uma coisa que que você ouvir esse nome piteira ou sonda você vai sempre lembrar
de St stus porque ela a única que utiliza essa piteira que é uma estrutura como essa aqui que entra dentro desse tubo met só que a ponta dela tem uma pinha essa Pinha só permite entrada de material não permite saída olha como é que ela abre quando eu tô cravando e quando euxo ela fecha e tira o material então esse material ela é escavada porque essa sonda op piteira que faz que vai sendo cravada como se fosse uma cravar uma pá e puxo escavo cravo a pá puxo escavo por isso ela é escavada mas a
piteira ela entra no solo traz um pouquinho de solo joga um pouquinho de água bem sujo os processo e vou tirando o material de pouco a pouco ou seja vou escavando de pouco a pouco então o processo de cravação totalmente diferente uma é cravada a outra é escavada e também as vantagens são diferentes vantag e desvantagens né grandes cargas e pode ser executado abaixo do nível d'água afinal de contas eu tenho um tubo com a cabeça fechada só que grandes vibrações extremamente grande né alto o impacto de vibração desconforto pra vizinhança e equipamentos para cravação
de grande porte afinal de contas tô cravando uma peça de grande diâmetro então preciso de muita força já na escavação que é a ST stra ela pode ser utilizado em Areias submersas e argilas muito moles ou saturadas cada vez que eu coloco a sonda o piteira lá dentro e puxo um pouco de solo as paredes se forem uma argila muito mole ou uma areia submersa são constantemente fechadas né colabada é tipo quando você faz um furo na areia da praia você escavou já fecha na hora escavou fecha na hora então não é boa para Areias
submersas e para argilas muito moles ou satur Tá bom mas compensação como não é cravada ela é escavada tirando de Pouco a Pouco material tem baixo nível de vibração e uma boa relação custo benefício agora parte para outras duas muito importantes hélice contínua e estáa a raiz a hélice contínua como o nome diz é uma estaca onde a gente tem uma hélice contínua ou seja uma hélice inteira para fazer a escavação eu existe a hélice segmentada tá que a gente coloca implementa peças ali eh e vai conectando peças quanto for necessário mas essa aqui a
hélice contínua concreto é uma ela é preenchida com concreto todas as que eu falei até agora tá concreto e concreto então a hélice contínua não é diferente essa hélice esse trado elicoidal ele entra é cravado escavando né removendo o solo Então não é cravado desculpa e o solo vai saindo e fica se acumulando ali por no entorno do furo quando atinjo a cota eu começo a lançar concreto por dentro dessa hélice e a hélice começa a ser vai sendo retirada né retirando o solo e jogando concreto retirando o solo e jogando concreto muita produtividade porque
é rápido isso não tem vibração ou ruído pode ser executado abaixo do nível d'água e aguenta altas capacidades de carga Só que tem uma limitação matacão e Rocha essa hélice contínua esse trado helicoidal não dá conta tá ok portanto eh eu teria que abrir mão de outra ferramenta que seria a estaca raiz essa sim que tem uma rotativa ou rota percussiva Então veja falou piteira vamos lá falou bucha seca buba ou Cebolão falou estaca Frank falou falou sonda piteira estáa straus falou trado helicoidal hélice contínua ou hélice segmentada falou rotativa ou roto percussiva falou staca
a raiz isso aí a gente consegue basicamente matar por uma palavra que o enunciado traga essa sim é a mais adequada para Rocha ou solo ah com matacões por quê Porque a ponta dela é feita para cortar sobre pressão e circulação de água mesmo por isso ela é indicada para esses casos de perfuração em Rocha ela pode ser feita inclinada que é uma excelente vantagem para reforço de fundação ela é muito utilizada a perfuração de matacão e não tem vibração ou ruído considerável tá bom só que a diferença da estaca raiz é que ela é
preenchida por ar gassa e não concreto como as demais por último para reforço de fundação onde eu não consigo entrar com um equipamento de estaca raiz por exemplo para fazer a perfuração existe uma estaca que nas provas é até mais cobrada em concurso quando eu falo de reforço de fundação estaca a raiz amplamente utilizada em reforço de fundação mas a maioria das questões de reforço de fundação estão ligadas a estaca Mega ou estaca prensada ou estaca de reação três nomes paraa mesma taca por quê Geralmente os locais são de difícil acesso quando eu vou fazer
reforço e ela consegue ser realizada simplesmente com pequenos segmentos de concreto ou segmentos metálicos e o macaco hidráulico eu faço eu posso utilizar uma estrutura própria ou a própria estrutura existente como anteparo né E aí eu vou cravando de forma pneumática aqui com esse macaco segmentos um a um então a gente vai ver aqui uma estaca de reforço que vai ter aqui vários segmentos sendo cravado Então ela é muito boa para reforço estrutural né e não tem Impacto ou vibração nenhuma ela é prensada e é um prensamento hidráulico mas infelizmente leva muito tempo e tem
alto custo de execução assim a gente encerra agradeço vocês que acompanharam até aqui deixo a parte de gestão fiscalização de obras planejamento e orçamento que são questões que 100% de chance que vão cair na prova para vocês darem uma olhada sugiro para quem tem aí tempo ao longo Depois dessa revisão ou ao longo dos próximos dias salve engan a prova de vocês é domingo não amanhã né domingo que vem se eu não tiver errado Eh dá tempo de estudar essa parte e resolver alguns exercícios Espero que tenham gostado e que a gente consiga aí acertar
mais algumas questões dessa prova Beleza então fica a dica pode procurar outros vídeos no YouTube de revisão de véspera com fiscalização de obras planejamento controle e orçamento tópicos que você não pode deixar de revisar grande abraço fiquem todos com Deus boa prova para todos vocês e eu deixo agora nas mãos dos nossos colegas professores um abraço boa [Música] Boa tarde eu sou Leonardo rota vou continuar aqui com a engenheria civil né a parte de obras rodoviárias nós vamos fazer uma revisão sobre as questões que caíram nas últimas provas da banca da cebrasp tá eh dentro
do conteúdo lá cobrado pelo STJ então nós temos aqui uma questão da da agência eh de Minas Gerais assinale a opção que apresenta a expressão usada para denominar a área que compreende a rodovia e as suas instalações correlatas e faixas adjacentes legalmente delimitadas de propriedade ou sob domínio ou posse do órgão rodoviário e sobre a qual se estende sua jurisdição então nós temos ass cinco opções letra a faixa de estacionamento letra B faixa de giro à direita letra c faixa de giro à esquerda letra D faixa de segurança e letra e faixa de domínio então
nós temos aqui o desenho eh uma vista superior da rodovia então nós temos a rodovia né A a via Por onde passa os veículos nós temos aqui uma área que não tem nenhuma ocupação mas que faz parte aí da chamada faixa de domínio uma área não edificante ou seja uma área não edificável e a partir dessa área você tem a ocupação Eh lindeira aí da dessa via então a resposta correta é a faixa de domínio Ou seja a área compreendendo a rodovia e as suas instalações correlatas e faixas adjacentes legalmente delimitadas de propriedades ou Sobre
o domínio ou posse do órgão rodoviário sobre a qual se estende sua jurisdição então isso aqui entre as áreas entre a as áreas não edificantes é denominada faixa de domínio muitas vezes ela é delimitada também fisicamente por cercas né Então essa é a área que pertence ou está sob domínio ou posse do órgão rodoviário depois nós temos as áreas não edificantes ou área não edificável a rodovia quando a gente olha para ela nós temos aqui as faixas de rolamento tá então é a faixa longitudinal de pista designada e Projetada para uma fila de veículos em
movimento contínuo então aqui Provavelmente nós temos o uma duas faixas de rolamento e o acostamento a área de plataforma adjacente a pista de rolamento destinada a estacionamento provisório de veículos servir de faixa Extra de rolamento para Emergência contribuir para a proteção da estrutura do pavimento e dos efeitos da erosão tá então esses são os elementos aí que compõe a área da rodovia e as suas adjacências então o gabarito seria a alternativa e a faixa de domínio codevasf Carlos projetista de obras rodoviárias optou entre outras soluções pelo pavimento flexível como solução de pavimentação de uma Rodovia
por proporcionar uma forte União dos agregados permitindo flexibilidade controlável além de atuar como impermeabilizante e ser ação da maioria dos ácidos dos álcalis e dos sais nessa situação está correta a justificativa de Carlos para opção pela solução de pavimento flexível então conforme o manual de execução de serviços rodoviários do Dr do Paraná há várias razões para o uso intensivo do asfalto né em pavimentação sendo as principais proporciona forte União dos agregados agindo como ligante que permite de flexibilidade controlável é impermeabilizante é durável resistente à ação da maioria dos ácidos álcalis e do sais podendo ser
utilizado aquecido ou emulsionado em amplas combinações de esqueleto mineral com ou sem aditivos Então essa questão aqui ela tem essa característica do pavimento flexível né então é uma solução de pavimentação por rodovia Então essas características aqui ela está relacionada à flexibilidade então nós temos aí Que aproximadamente 95% da nossa malha Viária ela é feita com com pavimento flexível tá que que nós temos também eh o gabarito tá correto né continuando ainda dentro dessa questão de pavimento né tbg 2023 julgue os próximos itens com relação a projeto de terra plenagem e pavimentação de ruas a diferença
entre pavimentos flexíveis e pavimentos rígidos é que os primeiros utilizam materiais asfálticos né então isso vai ao encontro do que foi falado na aula eh na questão anterior né da presença do do uso do asfalto como um ligante entre os agregados ele é utilizado como revestimento e o segundo ou seja os pavimentos rígidos elas estão ligadas a placas de concreto né Então essa questão aqui a afirmação está correta por quê vamos lembrar primeiro do conceito de pavimento pavimento é uma estrutura construída após a terra plenagem destinada a resistir e distribuir ao subleito né subleito É
é o nosso terreno de fundação os esforços verticais oriundo dos veículos Ou seja a ação do tráfego ele também vai eh deve melhorar as condições de rolamento quanto ao conforto e segurança tá então quando a gente fala aí da camada superficial ele deve proporcionar conforto e segurança e resistir aos esforços horizontais tornando mais durável a superfície de rolamento quem são esses esforços horizontais aceleração e frenagem dos veículos tá o pavimento a gente divide em três estruturas diferentes tá então nós temos uma estrutura flexível em que todas as camadas sofrem deformação elástica Ou seja a estrutura
do pavimento ela é composta de várias camadas e no pavimento flexível todas sofrem uma deformação eh significativa quando aplicada a a carga é o que nós temos nessa figura aqui a carga é aplicada né o peso do veículo e o pavimento flexível ele se deforma de forma mais eh Ampla né E aí geralmente ela é constituída de uma base de brita de agregado né e revestido por uma camada asfáltica tá então esse é o pavimento flexível onde todas as camadas se deformam aí significativamente e de forma equivalente tá o outro tipo de estrutura é o
pavimento rígido né então pavimento composto aí eh por laje de concreto ou placas de concreto de cimento né então esse essa estrutura rígida né ela ela possui uma camada de placas ou Lages de concreto geralmente a gente trata aí com placa de concreto que tem uma elevada rigidez em relação às camadas inferiores Então ela absorve praticamente todas as tensões então a deformação dela é bem menor quando comparada ao pavimento flexível então pavimento flexível é ela é uma estrutura composta geralmente por mais camadas né quando comparadas ao pavimento flexível ela deforma mais essa deformação eh ela
se distribui e eh de forma mais ou menos igualitária entre as camadas Então ela eh toda ela sofre uma deformação enquanto no pavimento rígido não basicamente a superfície o revestimento que é a camada superior ela absorve toda quase toda eh deformação a tensão né e pouco se transforma pouco se propaga paraa camada inferior e a gente também tem uma solução chamada aí pavimento semirrígido tá então é uma base cimentada ou seja a camada inferior ela é mais rígida tá quando comparado a uma base flexível composta basicamente por eh agregados né tipo brita e ela tem
uma camada asfáltica como revestimento então daí o seu nome semirrígido é uma base mais rígida revestida para uma camada mais flexível tá E aí o que que a gente tem aí o porque escolhe um ou outro né é o pavimento rígido ele tem estruturas mais delgadas de pavimento tá então geralmente ela tem uma menor eh espessura Total quando comparado aí ao pavimento flexível Isso gera um um maior custo né no pavimento flexível quando requer aí maior escavação e movimento de terra né resiste ataques químicos óleos graxas e combustíveis enquanto que o pavimento flexível ele é
é fortemente afetada aí pelos produtos químicos produtos químicos orgânicos tá então quando a gente falou lá de sais álcalis nós estamos falando de produtos químicos inorgânicos né o pavimento rígido ele proporciona maior distância de visibilidade horizontal né então quando nós temos aí principalmente na eh na condição noturna pela cor dela ser mais clara quando comparado ao pavimento flexível torna a visibilidade melhor no período noturno tá e uma coisa que é muito importante ela requer menor eh quantidade aí de manutenções E conservações então locais que a gente tem um fluxo muito grande principalmente de veículos pesados
na qual qualquer interdição ela é prejudicial então imagine por exemplo um corredor de ônibus onde você tem e manutenções constantes você tem interdições constantes isso afeta o transporte público de uma maneira eh muito maior quando você tem o pavimento flexível no pavimento rígido ele requer menos manutenções portanto você tem menos intervenções nas faixas de rolamento tá então isso é um detalhe muito importante e quanto a sinalização horizontal né a pintura a demarcação Viária ele quer aí um tratamento da sua superfície para ter uma melhor aderência enquanto que no pavimento flexível a tinta ela é aplicada
diretamente sobre o revestimento né quando é feita aí o projeto quando é feito o projeto do pavimento rígido ele é previsto aí para uma vida útil de mínima de 20 anos contra os 10 anos aí do pavimento flexível né o pavimento rígido ele precisa de uma área menor um espaço menor né para efetuar aí a frenagem tá então e lógico isso desde que ele seja sem é desde que ele esteja bem executado como ele tem uma melhor uma cor mais clara né ele também requer menos potência para ilumina tá então você tem um custo menor
para iluminação e eu posso fazê-lo com materiais locais O que que tem requer aí o maior investimento é nos equipamentos tá então a gente tem aí equipamentos mais específicos paraa execução do pavimento de concreto enquanto que ainda que o asfalto ele é um derivado de petróleo geralmente importado os equipamentos estão mais eh espalhados aí no Brasil e a gente tem vários tipos de revestimento e utilizado em pavimento flexível que ele requer aí uma mecanização menor para sua execução né ela possui uma melhor drenagem superficial quando comparado ao pavimento flexível e o pavimento ele tende a
reter a água tá então eu posso ter eh posso necessitar de inclinações maiores aí pra execução do pavimento flexível né E ela é menos afetada pelas intempéries do que o pavimento flexível tá de qualquer forma eh os dois pavimentos requer eh projetos específicos aí de drenagem tá Então essas são as características aí eh quando a gente compara o pavimento rígido e o pavimento flexível notem que eu não falei do custo né Por quê o custo ele pode ter por exemplo o custo de implantação custo de implantação o pavimento rígido ele tem um custo de implantação
maior do que o pavimento flexível porém como ele requer menos manutenção ele tem uma vida útil maior esse custo ele se torna menor quando a gente compara aí ao longo da vida útil do projeto tá então notem que o custo ele tá relacionado aí a algumas características que é um pouquinho mais difícil de você eh de você comparar né então eu tenho o custo maior de implantação só que eu tenho um custo menor de manutenção e uma vida útil aí maior tá então por isso que é difícil falar alha o custo do pavimento rígido é
maior do que o flexível ou vice-versa porque a gente depende do Horizonte aí de implantação tá vamos prosseguir aqui eh julgue o item a seguir relacionado à terra plenagem e pavimentação asfáltica de rodovias considerando as especificações e normas técnicas do departamento Nacional de infraestrutura de transporte o denit né então quando a gente trabalha aí numa questão eh de vias federais né Nós estamos trabalhando sobre as normas técnicas do denite né O que a gente tem muito comum aí nos órgãos estaduais é você ter sua especificação eh de cada estado ainda que todas elas eh provém
aí desse da Norma do denit né para o dimensionamento do pavimento deve-se calcular o número equivalente n que representa o número de operações do eixo simples padrão durante o período do projeto escolhido né então lá da nossa definição nós temos que o número equivalente n de eixos padrão consiste em transformar todos os eixos de veículos comerciais em eixos simples de 8,2 Tonel que é o eixo padrão então aqui por exemplo eu pego os diferentes veículos comerciais isso é muito importante eh de se de se eh guardar tá então eu faço a estimativa da quantidade de
veículos comerciais que vão passar naquela via durante a vida útil eh do projeto né então pavimento flexível como nós vimos na no slide anterior é de 10 anos tá E aí a gente tem eixos diferentes formado nesse eixo simples de 8,2 ton que é o eixo padrão tá então eu tenho aqui um caminhão com eixo simples eh de Rodagem simples na frente e um eixo simples de Rodagem dupla na parte posterior tá tenho dois eixos peso bruto máximo de 16 Tonel denominado aí classe 2c depois eu tenho aí um veículo com eixo dianteiro simples de
Rodagem simples e o traseiro um eixo tandem duplo tá denominado 3c peso bruto máximo 23 Tonel e assim em diante tenho diversas classes diferentes de veículos comerciais caminhões e ônibus que irão passar naquela Rodovia ao longo de 10 anos e eu vou transformar todos esses todas essas passagens no eixo simples de 8,2 Tonel tá então o gabarito aqui está certo Ministério Público Ministério Público público de Contas do Pará 2019 a figura a seguir ilustra a sessão transversal de um trecho de rodovia que faz parte do projeto de pavimento da Estrada de Rodagem com elementos numerados
de um a seis tá então Começando aqui embaixo número um é regularização do subleito tá essa camada aqui de regularização do subleito ela não tem função estrutural ela só tem a função de dadas características do subleito ou do Aterro né ela propõe aí a regularizar essa camada tá ela dá a conformação geométrica adequada não tem função estrutural número dois aí essa segunda camada de baixo para cima é o reforço de subleito é a primeira camada estrutural do pavimento tá então ela é uma camada eh cuja função é transmitir os esforços verticais para o terreno de
fundação sub leito e torná-lo mais economicamente eh viável aí sobre o ponto de vista econômico a camada sobre o reforço do subleito é denominada subbase tá então ela também tem essa função de transmitir os esforços verticais e diminuir a espessura da camada de base tá então a camada de Base é o material aí mais nobre do que as camadas inferiores e ela recebe os esforços verticais da camada se aqui que é o revestimento que ele tem três funções tá receber os esforços verticais vindo do tráfego resistir os esforços horizontais de aceleração e frenagem do tráfego
e proporcionar conforto e segurança para a o tráfego dos veículos tá então revestimento é a camada mais nobre então a qualidade ela vai eh aqui durante as nas camadas né qualidade vai diminuindo conforme a profundidade tá e Geralmente as espessuras vão aumentando aí entre as camadas tá então o material mais nobre é o revestimento e vai diminuindo a sua qualidade a sua resistência à medida que chega ao subleito né e na lateral aqui dessa plataforma nós temos o talude de aterro tá pergunta da fundação Universidade de Brasília 2022 Acerca das especificações e do dimensionamento dos
pavimentos em obras rodoviárias julgue o item subsequente o método empírico de projeto de pavimentos flexíveis fundamenta-se na utilização do resultado do ensaio eh de índice de suporte Califórnia isc das amostras de solo do sub leito e das camadas granulares do Futuro pavimento e na utilização do número de repetições do eixo padrão tá durante a vida de projeto então a gente tá falando do isc ou CBR que ele dá a qualidade aí do material tá seja o material que será utilizada na pavimentação ou seja ele do subleito tá então dimensionamento do pavimento consiste em determinar a
estrutura quantidade e espessura das camadas em função do tipo e da qualidade dos materiais disponíveis né necessária para para suportar e transmitir a ação do tráfego então ação do tráfego é o número de repetições do eixo padrão durante a vida útil da vida útil do projeto de forma compatível com a resistência de fundação quem que vai dar a resistência da fundação é o índice de suporte Califórnia isc ou California be R CBR que vai determinar qualid do material de construção e da resistência da fundação tá então afirmação está correta Cagepa o índice de suporte Califórnia
é utilizado para controle recebimento aceitação e aferição do desempenho de edificações habitacionais B Executar a medição do perfil longitudinal de um pavimento rodoviário C controle recebimento e aceitação do concreto D controle recebimento e aceitação de armaduras em estrutura de concreto letra e medir a resistência do subleito de uma estrada ou outra área pavimentada e dos materiais usados em sua construção então como acabamos de ver quem vai dar essa característica do eh de medir a resistência do subleito e dos materiais é o isc né então o gabarito aí é alternativa e tá dentro aqui do contexto
rodoviário a gente mede aqui o perfil longitudinal de um pavimento rodoviário né então eu posso medir a chamada irregularidade longitudinal que é a soma aí dos desvios da superfície de um pavimento que eu posso medir através de medidas topográficas ou por equipamento do tipo resposta tá então como é que a gente faz a avaliação do pavimento pavimento novo ele não é perfeitamente eh liso ele contém uma certa irregularidade então nós temos critérios de aceitação né que é baseado nessa medição da irregular irregularidade longitudinal para saber se o pavimento foi bem executado ou não E essa
medida ela pode ser feita aí ao longo da vida útil do projeto Então à medida que o pavimento ela vai se deformando tá ela vai tendo um aumento da sua irregularidade longitudinal então o ideal é nós é que seja feito esse acompanhamento aí ao longo da vida útil para que não tenha e excessos de deformação no pavimento tá então essa medida de irregularidade longitudinal né Ela é feita para recebimento de um pavimento novo e para a gerência desse pavimento ao longo da vida útil eh o ensaio normal de proctor ou asto Standard é realizado para
determinar a relação Expressa em porcentagem entre as pressões necessárias para produzir uma penetração de um pistão em um corpo de prova de solo e em uma brita padronizada né então Aqui nós temos uma questão que trabalha dois dois ensaios né o ensaio de proctor é um ensaio de compactação do material que será utilizado aí eh na pavimentação né Ele é feito com teores de umidade diferente geralmente C valores e é traçada aí uma curva de compactação que vai determinar Qual que é a massa específica máxima e a umidade ótima então geralmente a gente tem aqui
um gráfico no qual eu tenho a densidade ou a massa específica no eixo Y né na vertical e porcentagem de umidade né água no eixo X né né então nós temos o ensaio com pouco umidade ele vai aumentando a densidade até atingir o máximo à medida que eu vou acrescentando água ele vai diminuindo a densidade então no ponto máximo eu tenho uma umidade ótima e uma densidade máxima então o material deve seguir essa configuração aqui pra gente ter controle adequado e como nós vimos o CBR o índice de suporte Califórnia que é o parâmetro mais
utilizado para caracterização de material para o uso na pavimentação Inclusive a determinação da resistência do subito ele é dado em função aí da penetração de um pistão num corpo de prova de material compactado tá então esse material ele é compactado ele é mergulhado na água durante 4 dias e aí eu faço aqui uma medição da penetração de um pistão a uma determinada velocidade para saber qual que é a porcentagem né da Resistência entre o material que eu tô testando e o material padrão uma brita padronizada e ela expressa aí em porcentagem Então essa afirmação ela
está incorreta próximo aqui ainda sobre o o índice de suporte Califórnia né julgue os itens a seguir esse ensaio permite determinar a expansão de solos é recomendado que esse ensaio seja feito com no mínimo três corpos de prova utilizando amostras indeformadas três a energia especificada para esse ensaio é a modificada com 26 golpes por camada e quatro na determinação do isc né que é aquela porcentagem que eu falei adota-se o maior dos valores obtidos na nas penetrações de 0,1 e 0,2 poleg né então tem aqui quais são os itens que estão com afirmação correta a
primeira e afirmação está correta Porque durante o ensaio é medida a expansão do corpo de prova então como eu falei corpo de prova ela é mergulhada durante 4 dias na água tá para simular uma pior condição possível então o pavimento ele está Eh vamos dizer assim encharcado para saber quanto que é essa expansão aí com com material molhado tá tá a segunda afirmação está incorreta né que ah é feita com amostra de solos indeformada não ela é feita com solo compactado a afirmação três está incorreta pois pode ser feito com três energia tá então eu
tenho aqui três energia normal a modificada desculpa a intermediária e a modificada então conforme as características do material que tá sendo ensaiado eu posso fazer com três energias diferente e a afirmação 4 está correta o valor de CBR é calculado em função da penetração A 2,5 MM e a 0,5 MM né então 0,1 e 0,2 poleg e será o maior valor entre o CBR calculado para essas duas penetrações tá então e eu faço Duas Medidas de resistência uma a 2,5 MM e a outra 0 desculpa aqui não é 0,5 é 5 mm então 5 mm
e 2,5 MM respectivamente 0,2 Pole e 0,1 polegada desse valor calculo em função das mesmas penetrações do material padrão e vejo qual que é maior então gabarito aí alternativa B que aponta aí a afirmação um as afirmações uma e quatro como corretas Acerca das especificações e do dimensionamento dos pavimentos em obras rodoviárias julgue o item subsequente o dimensionamento de pavimentos flexíveis pelo método do dnr tá o hoje atual denit considera como espessura mínima de revestimento betuminoso 5 cm tá então a gente tem uma tabela que em função do n Eu tenho o tipo e a
espessura mínima do revestimento tá então quando n é abaixo de 1 x 10 à se eu eu faço revestimento né o tratamento superficial betuminoso tá Então essa é o tipo de revestimento aí com a menor espessura tá E aí acima disso eu vou ter Revestimentos nóos com 5 7,5 C 10 e até 12,5 C aí de espessura Então essa afirmação ela está incorreta tá então o menor a menor eh espessura né ou o material mais menos Nobre aí para o revestimento para eh n né para um tráfego com baixo é o tratamento superficial betuminoso que
ela pode ser aqui simples dupla tripla ou quádrupla tá então a gente tem aí vários tipos de tratamento sendo que os mais utilizados é a dupla e a tripla o desempenho de mistura asfáltica é diretamente afetado pela pelas propriedades dos seus materiais constituintes e pela composição do seu esqueleto pétreo acerca dos agregados passíveis de utilização e em revestimento asfáltico julgue o item eh julgue o item seguinte quanto a sua natureza os agregados classificam-se indem denso aberto uniforme e descontínuo tá então pelo manual de pavimentação do denit há três formas de se classificar os agregados em
função da sua natureza natural ou artificial então geralmente a gente utiliza aí agregado artificial brita Mas eu posso ter agregado natural também como seixos utilizados na pavimentação eu posso falar em relação ao tamanho graúdo miúdo e de enchimento então dá da granulometria do material em função da sua graduação ou seja como esse material ele eh ele tem a composição as diversas frações né ele pode ser denso ele pode ser aberto ou ele pode ser do tipo macadame tá então em função da sua graduação eu tenho aí formas Diferente de se classificar eh dentro da graduação
os agregados então a informação aqui tá a afirmação está incorreta julgue os próximos itens com relação a projeto de terra plenagem e pavimentação de rua caso o traçado de arreamento passe por um trecho que necessite de corte em Rocha não alterada o material a ser retirado deve ser como de terceira categoria Então os materiais provindo da escavação ela é dividida em três categorias né material de primeira categoria terra em geral pissarra ou argila e Rocha adiantado estado de decomposição material de segunda categoria Rocha com resistência penetração inferior ao granito blocos de pedra de volume inferior
ao m c e matacões e pedras de diâmetro médio superior a 15 cm e material de terceira categoria Rocha com resistência e à penetração mecânica superior ou igual do granito e blocos de rocha de volume igual ou superior ao metro Cico Então esse material como ele é provindo de rocha não alterado tá ele vai ser classificado como material de terceira categoria então a afirmação ela está correta tá então essa eh essa categorização dos materiais ele é muito eh importante aí para se lembrar porque pode ser um assunto aí a ser cobrado né e fora esses
três categorias né de materiais que eles podem ser utilizados aí na terra plenagem a gente tem o material aí solo mole né o material eh solo que não tem resistência tem uma umidade muito alta ou solos orgânicos presença de material orgânico também que impossibilita a utilização desse material Vamos pro próximo tá na execução do corte e Rodovia podem ser empregados materiais de terceira categoria que tem resistência ao desmonte mecânico equivalente a Rocha não alterada e blocos de rocha com diâmetro médio igual inferior a 1 m tá então diâmetro médio igual ou inferior a 1 metro
ou volume inferior a 2 m c cuja extração e redução se processem com emprego contínuo de explosivos tá então o material de terceira categoria ele tá falando aqui de volume igual a superior a 1 m c tá então ele tá aqui eh em oposição né a essa afirmação volume inferior aí a 2 M C tá e geralmente a gente realmente precisa do emprego contínuo de explosivos para a retirada desse material tá Às vezes o material de segunda categoria A gente utiliza o explosivo mas ela não é de forma contínua ela é feita uma detonação para
desagregar o matal né que já possui uma certa alteração e eu faço termino né o desmonte com com os equipamentos né diferente do material terceira categoria que eu faço desmonte geralmente através de explosivos e eu faço a carga e e transporte com os outros equipamentos aí comum aí a terra plenagem n então a afirmação está errada feito eh de execução do corpo de aterro os materiais a serem utilizados devem ser de primeira e segunda categorias com requisitos de capacidade adequado o índice suporte Califórnia menor igual a 2% expansão maior ou igual a 4% determinado pelo
índice de suporte Califórnia e pelo ensaio de compactação né então que que a gente tem aqui pelo eh pela especificação de serviço de aterro do denite os materiais devem seguir ter as seguintes condições devem ser provenientes de área de corte ou de empréstimo material de primeira ou segunda categoria pode-se utilizar até material de terceira categoria desde que especificada no projeto devem ser isentos de matéria orgânica miccia e de atomas né então matéria orgânica presença de de vegetação aí miccia é um tipo é é um conjunto de minerais que ele tem aqui característica expansiva e a
de Atom são materiais também e de com composição aqui de orgânica tá então são materiais aí que não podem ser eh que não pode ter presena aí no material ser utilizado numa num aterro e deve apresentar capacidade de suporte isc ou cbr maior ou igual a 2% tá então aqui é menor ou igual e expansão menor igual a 4% Aqui tá maior ou igual eu acho assim uma sacanagem porque é assim requer atenção né então você tá fazendo prova lá e às vezes e a banca faz esse tipo de questão para ver se você está
eh tendo atenção necessária aí para essa condição né menor igual maior igual então é é eh às vezes ele acaba não não premiando o aluno que realmente Sabe às vezes fica assim pegando nas em em fazendo tipo uma pegadinha aqui menor igual maior igual mas banca é banca e a gente tem que tomar cuidado aí com todas as informações né então informação aqui a afirmação está incorreta o lançamento do material para construção de aterros deve deve ser feito em camadas interm intermitentes em metade da largura da seção transversal para o corpo do Aterro a espessura
de cada camada compactada não deve e não deverá ultrapassar 0,5 m né 50 cm e nas camadas finais essa espessura não deverá ultrapassar 0,3 m né 30 cm então a mesma especificação aí para aterro né ele fala que a largura deve ser em toda a sessão transversal e não em metade tá e a espessura de cada camada não deve ultrapassar os 30 cm no corpo pra camada final não deve ultrapassar 20 cm tá então essa afirmação está errada O que é sempre importante lembrar tá aqui a gente tá falando do corpo do Aterro 30 e
20 cm cada camada aí espessura final compactada para reforço de subleito o material deve a ser utilizado deverá apresentar caracter geotécnicas superiores SS do material Originalmente encontrada no subleito comprovadas por meio do índice de suporte Califórnia granulometria limite de liquidez e limite de plasticidade então a norma e reforço de subleito ele fala que realmente melhor capacidade suporte e expansão menor igual a 2% então para eu fazer a camada do pavimento é o que eu falei lá no começo ele vai piorando aí conforme a profundidade só que ele tem que ser melhor que o subleito Então
se o subleito tem resistência de 3% o reforço sub leito tem que ter uma resistência maior ou igual a 3% e assim em diante né Deve ser submetida aos ensaios de granulometria limite de plasticidade e limite de liquidez então está correta aí a airma para tornar o processo executivo mais rápido a compactação de uma camada de subbase com espessura final de 20 cm com a utilização de solo estabilizado granulometricamente pode ser executada em uma única etapa né então para eu executar em uma camada subbase espessura final de 20 cm eu posso fazer isso numa única
etapa né então conforme a especificação de de serviço para subbase estabilizada granulometricamente ele fala que a camada não deve ser inferior a 10 cm e nem superior a 20 cm então a afirmação aqui está correta Quando houver a necessidade de ser executar camadas de base com espessura final superior a 20 cm estas devem ser subdivididas em camadas parciais tá então vou fazer uma camada tenho lá especificação de de 30 cm da camada de subbase né então eu posso fazer em duas camadas de 15 cm tá então acima de 20 cm eu tenho que dividir em
camadas menores desde que a espessura mínima não seja inferior a 10 cm tá E aqui eu sempre lembro né que para o dimensionamento tá então projeto espessura mínima de camada de subbase é de 15 cm tá então eh é comum hou haver essa confusão entre execução e dimensionamento execução entre 10 e 20 cm para execução dimensionamento no mínimo 15 cm tá então tomem cuidado aí com essas duas Eh espessuras aí uma é de execução e a outra é de dimensionamento tá conforme nós dissemos gabarito a afirmação está correta na execução de base de solo melhorado
com cimento em dias de chuva deve-se proceder o controle rigoroso do do teor de umidade de mistura de modo que não se ultrapasse os limites especificados em projeto Tá qual que é vamos dizer a maior o maior inimigo do cimento é a água né então na especificação de serviço eh base de solo melhorado com cimento ou base de solo cimento não deve ser permitida a execução do serviço em dias de chuva tá então geralmente todos os viços de terra plenagem e pavimentação ele não pode ser executado em dias de chuva tá por isso quando a
gente faz lá a estimativa eh de dias trabalhados para Terraplenagem e pavimentação a gente tem um índice muito relativamente grande né quando comparado por exemplo a construção civil eh porque eu não posso executar Nenhum serviço em dia de chuva e mesmo quando chove eu tenho que esperar alguns dias para que o material esteja seco tá então eu vou fazer Terra plenagem vou fazer uma escavação não vou fazer uma escavação de um solo eh logo depois da chuva ou um dia depois de uma chuva forte tá porque o material estará comprometido tá então terra plenagem tem
uma grande perda aí de dias por conta de chuva isso também entra no curso lá por exemplo quando se fala da tabela de eh ciclo né Tem lá os dias não trabalhar aí que é um fator relativamente grande quando comparado e às atividades de construção civil tá então afirmação está incorreta ainda no solo cimento na execução de base de solo cimento deve ser previamente executada executado um segmento experimental para avaliar a dosagem da mistura solo cimento e atendimento às definições de projeto se aprovados pela fiscaliza os procedimentos adotados deverão ser replicados em toda a execução
de segmento então mais uma questão aqui que é eh lembrar né da da especificação de serviço então para a correta execução da camada e adequado acompanhamento do serviço deverá ser previamente executado um segmento experimental para avaliar dosagem da mistura tá se isso se o material não atende as definições de projeto tem que ser feito um ajuste tá então só cimento tem essa característica aí ele tem ensaios ele tem resistências resistência ao ensaio de compressão determinado aí AOS 7 dias que deve ser avaliado eh para ver se eh para ver se atende as definições de projeto
tá então a sola cimento tem tem essa característica tá lembrando lá no começo que essa mistura aí solo cimento ele pode ser a base eh de um pavimento semiflexível tá então afirmação ela está correta Considerando o projeto de terra plenagem para a implantação de rodovia em pavimento flexível julgue os próximos ittens o serviço de imprimação deve ser realizado Após a execução da camada da base de do pavimento vamos lembrar que que é camada imprimação tá então pela especificação do serviço do denit imprimação consiste na aplicação do material asfáltico sobre a superfície da base concluída antes
da execução do pavimento eh execução do revestimento asfáltico objetivando conferir coesão superficial impermeabilização E permitir condições de aderência entre esta Ou seja a camada de base e o revestimento a ser executado tá então essa imprimação ele tem que promover a coesão superficial e a impermeabilização tá permitir condições de aderência o que a gente pode ter também é a chamada pintura de ligação tá que é feita aí com outro material que aí melhora eh ainda mais a condição de aderência tá então geralmente a tem camada e execução das camadas e base sub base subbase reforço né
imprimação com ligante pintura de ligação com emulsão e por cima a camada de revestimento tá então posso ter mais essa pintura de ligação que ele melhora condição de aderência tá então afirmação está correta o tratamento superficial duplo é a camada de revestimento do pavimento constituído por duas aplicações de ligante asfáltico cada uma delas coberta por uma camada e de agregado mineral e submetida à compressão dependendo da indicação do projeto podem ser empregados os seguintes gigante asfáltico cimento asfáltico Cap 150 200 né então Cap nada mais é que cimento asfáltico de petróleo e emulsão asfáltica do
tipo rr2c tá então eh os materiais constituí do tratamento superficial duplo né então duplo de duas aplicações de ligante agregado e compressão podem ser através eh do uso de ligante do tipo cimento asfáltico e emulsão asfáltica Tipo rr2c se eu uso emulsão eu tenho que utilizar em todas as camadas tá então a emoção eu tenho que utilizar em todas as camadas do revestimento tá o tratamento também ele pode ser utilizado eh como uma camada de melhoria eh das condições superficiais do pavimento do revestimento né então um revestimento que se encontra desgastado eu posso melhorar as
condições através do tratamento superficial E aí geralmente é o tratamento superficial simples tá ou senão eu posso até fazer uma camada de tratamento superficial e depois uma camada de revestimento por mistura asfáltica tá Então essas são eh algumas aplicações aí do tratamento superficial eh na pavimentação então o gabarito né o a afirmação está correta acerca da adoção do tratamento superficial simples em pavimentação asfáltica julgue os itens a seguir tratamento em questão proporciona uma camada de rolamento pouco espessa então lembrando lá da dos tipos de revestimento em função do n né e tratamento é a camada
mais delgada mais de alta resistência ao desgaste né então como eu disse agora e às vezes para melhorar as condições de um revestimento asfáltico eu utilizo aí um tratamento superficial né então conforme bernu e outros autores uma das principais funções do tratamento superficial é proporcional uma camada de rolamento de pequena espessura porém de alta resistência ao desgaste tá então a afirmação está correta então Eh na a banca ela apresenta aí várias questões envolvendo o tratamento superficial que não é nem a técnica mais utilizada aí eh na pavimentação asfáltica né mas eh notem que sempre tem
alguma pergunta aí sobre tratamento superficial mas que deve ser foco mesmo são as misturas fáticas do tipo concreto betuminoso usinada a quente ou pré-misturado a quente que são os materiais aí mais nobre né Eh o tratamento superficial eh esse tipo de tratamento difere do tratamento superficial duplo pela quantidade de camadas de ligante agregado então novamente eu tenho tratamento superficial simples duplo triplo até quádruplo tá então o que difere é a quantidade é a quantidade de camadas ligante e agregado tá e eu ten aí por penetração direta e indireta então um você tem aplicação eh do
agregado e depois do ligante e o outro é aplicação do ligante e depois do agregado tá então é uma camada eh simples é uma aplicação e duplo duas aplicações tá afirmação está correta ao pavimentar uma via com revestimento flexível o material asfáltico foi aquecido além da temperatura adequada bom aqui a gente já tem é um problema né você aquecer além da temperatura adequada se é adequada você já tá indo contra aquilo que é recomendação do da execução do serviço a justificativa apresentada Foi a que a distância de transporte era superior a 10 km e a
solução adotada foi elevar a temperatura além do especificado para evitar o esfriamento demasiado da massa a respeito da decisão tomada nesse nessa pavimentação julgue os itens a seguir em distâncias muito longas para evitar a perda de temperatura no transporte do concreto asfáltico costuma ser o usado sobre o caminhão basculante uma cobertura de lona né então quando a gente vai lá pra Norma eh para o transporte do concreto asfáltico ao ponto de aplicação deve ser coberto com lona né E aí também não é somente a questão da distância né Eh para evitar perda aí da temperatura
devee fazer isso também por conta de segurança né então o material ele se não tiver coberto ele pode ser lançado eh contra outros veículos ou outros usuários lá da via tá então via de regra esse material ele sai coberto com lona até porque eh na aplicação dele muitas vezes o caminhão fica aguardando eh a a aplicação né então enquanto ele tá aguardando ele tá perdendo temperatura tá então a afirmação aqui tá correta Eu não tenho o que aquecer o material além da temperatura adequada eu faço a temp faço eh a elaboração do material e para
evitar a perda eu cubro o o material né no caminhão para evitar essa eh esse esfriamento do material até porque se ele esfriar demais não dá nem para aplicar esse material então como eu falei a o material mais nobre é o concreto asfáltico misturado a quente né então a gente tem duas siglas aí muito comum que são utilizado que é o cbq concreto betuminoso usinada quente e ca oq concreto asfáltico usinada quente tá então a gente tem essas duas denominações para o mesmo processo que é junção de agregados aí numa granulometria que é especificado em
Norma esse agregado ele passa por uma esteira ele é seco tá então para eliminar aí a umidade e também eu tenho aí uma mistura que é feita em Usina tá então essa mistura ela é feita em Usina e depois ela é transportada então o concreto asfáltico ele é o material mais eh Nobre entre os revestimentos flexíveis e hoje é o que tem maior aí aplicação tá então por isso que eu ressaltei aqui esse material porque ele é é o mais utilizado aí hoje na pavimentação né e ele é aplicado aqui através de equipamento chamado vib
acabadora que esse equipamento ele aplica eh o material sobre a base já imprim esse material ainda quente ele é compactado inicialmente por um rolo de pneus e depois por rolos lisos tá rolos metálicos que dão acabamento aí eh do revestimento tá então esse é o processo aí de eh de mistura e aplicação do concreto asfáltico eh entre os principais equipamentos né a gente tem aí em função do uso né escavação de solo escavação de rocha extração carga transporte espalhamentos a gente tem aí uma série de equipamentos que são utilizados né então para cada tipo de
serviço a gente tem aí um ou mais equipamentos que são utilizados dentro da eh Terraplenagem pavimentação tá E aí esses equipamentos eles são classificados em função da sua funcionalidade Então eu tenho unidade de tração então trator pode ser um trator de roda de pneu ou de esteira unidade escavo empurrador então trator de esteira ele se encaixa nesse eh nessa funcionalidade escavo transportadora então ele escava e transporta que a gente tem aí o moto Scraper escavo carregadoras então por exemplo um uma carregadeira unidades aplainadas Então eu tenho aí como principal equipamento a moto niveladora unidade de
transporte geralmente a gente utiliza aí o caminhão e as unidades compactadoras né geral Terra plá a gente fala aí de rolo compactador mas para pequenas áreas a gente tem o sapo compactador placa vibratória que são utilizadas aí como unidades compactadoras aqui a gente tem uma questão aí sobre e projeto de terra plenagem né o diagrama de massas ou o diagrama de brookner vamos olhar aqui o diagrama né e a gente estuda as características dele então o diagrama ele busca representar como será eh o como será não como ele é os volumes aqui de escavação ou
de compactação tá então quando eu olho para o perfil do terreno e o perfil da rodovia o Grey né onde eu tenho cortes ou seja o terreno está acima do perfil da rodovia o diagrama ele sobe tá ele tem uma curva ascendente a partir do momento que eu tenho aterro ou seja o terreno está abaixo do perfil da rodovia o meu diagrama começa a descer tá E aí quando eu passo para o forte ele volta a subir tá então notem que o diagrama de massas o diagrama de brookner ele não tem a ver com o
perfil da rodovia ele tem a ver com a diferença entre perfis da rodovia e do terreno tá outra coisa que a gente tem aqui é onde eu tenho ponto de máximo significa que eu passo do corte para o Aterro por sua vez o ponto de mínima significa mudança do Aterro para o corte Tá quanto mais e maior a diferença entre o perfil do terreno e o perfil da rodovia maior será a inclinação tá então aqui eu tenho uma diferença grande entre o terreno e a rodovia portanto meu diagrama sobe ou abaixa mais rapidamente ele tem
uma inclinação maior se essa diferença é menor essa variação também é mais suave tá Então essas são algumas das categori das características aí do diagrama é de massas em relação aos perfis do terreno e da rodovia tá quando eu tenho o diagrama de massas eh ao traçar uma linha horizontal tá onde eu tenho a passagem aqui em dois pontos do diagrama eu posso estabelecer como é esse caso uma compensação tá ou seja o terreno a escavação que eu faço no corte eu posso utilizar no aterro tá então esse espaço compreendido entre a e b significa
compensação o que eu cortei vou utilizar no aterro tá Então essa é outro diagrama Qual que é o volume que eu vou ter aí do corte e aterro vai ser a diferença dessa linha horizontal até aí o ponto de máximo se eu tenho a passagem de corte para aterro ou o ponto de mínimo se eu tenho a passagem do Aterro para o corte tá então essa diferença entre essa linha horizontal que eu tracei I ponto de máximo ou de mínimo significa o volume eu vou compensar tá outra informação que eu retiro do diagrama de massas
se eu pegar essa essa linha vertical tá e dividir lá ao meio e fazer aqui a projeção de uma linha horizontal esse volume dividido por dois eu vou ter aqui projetando no perfil da rodovia a distância média de transporte ou seja o quanto que vai ser eh a distância qual será a distância que eu vou utilizar para o cálculo do momento de transporte tá Então essas são eh características desse diagrama tá então eu consigo saber se tá tendo corte aterro quanto que eu posso ter de compensação qual que é esse volume a ser compensado Qual
que é a distância que vai ser minha distância média para o transporte tudo isso através do diagrama e de massas tá em cima dela é feita e várias afirmações né a forma do diagrama possui relação Direta com a topografia do terreno tá então como nós vimos ela não guarda a aparência né as características do perfil do terreno ele guarda a diferença entre o perfil do terreno e o perf longitudinal da rodovia então não tá os pontos de máximo do diagrama correspondem passagem de corte para aterro tá então os pontos de máximo do diagrama correspondem a
passagem do corte para o Aterro tá Então essa afirmação ela tá correta qualquer linha vertical do diagrama representa trechos de volume compensado né então linha vertical não linha horizontal tá então essa afirmação está incorreta todo o trecho ascendente do diagrama corresponde a um trecho do Aterro tá então ascendente ele ele corresponde a corte tá então tô cortando o material tô jogando o material tô positivando aqui no diagrama tô subindo com ele então afirmação aqui tá incorreta esse diagrama não pode ser utilizado em sessões mistas né sessões mistas só para entender tem aqui uma sessão transversal
tá sessão transversal então eu tenho aqui terreno e eu tenho aqui é a plataforma da rodovia e eu tenho corte e aterro tá nessa sessão mista que eu tenho corte aterro eu posso ter um excedente de material ou seja um volume de corte maior que do Aterro ou uma uma ausência né uma falta de material o Aterro volume de aterro é maior que o de corte tá então posso utilizar esse diagrama também sessões mistas então a afirmação está incorreta tá vamos lá para construção de pavimento da garagem foi escavado uma terra comum seca com 25%
de empolamento e 20% de contração nesse serviço a escavadeira trabalhou durante 10 horas foi transportado um volume total de terra solta equivalente a 200 viagens de caminhão basculante com capacidade para 10 m c a partir dessas informações julgue o item a seguir no serviço de escavação a produtividade da escavadeira foi superior a 200 m c porh né então escavadeira trabalhou durante 10 horas foi transportado o volume total de terra solta equivalente a 200 viagens é com capacidade para 10 no caminhão com capacidade para 10 m c 10 m c então foram 200 viagens vezes 10
m c então isso aqui é igual a 2000 m cicos do quê de material solto tá Então vamos lembrar que eu tenho três estados aí na terraplanagem TR três estados do material tá então eu tenho o material compactado desculpa o material com seu sua densidade natural esse material ao ser escavado ele tem uma densidade de material solto e por sua vez quando ele é compactado eu tenho material com densidade compactada tá então geralmente o que que nós temos a densidade do material solto ela é menor que a densidade do material em seu estado natural sua
vez é menor que a densidade do material compactado né Portanto o volume solto é maior que o volume natural que é maior que o volume volume solto é maior que o volume natural que é maior que o volume compactado então para eu compactar um material né para eu ter um volume de material compactado eu tenho que escavar muito mais então isso aqui esses 2000 m c que o caminhão transportou é volume solto tá só que o que a escavadeira trabalhou tá ele é volume em seu estado natural tá então o que que acontece eu sei
que esse volume solto não é o volume que eu escavei tá então esse volume que eu escavei volume natural que eu escavei aqui ele é menor que o volume solto então eu já sei que a produtividade da escavadeira não foi 200 m c por H foi menor tá então já aqui já matava que esse essa informação né Ela tá errada mas aqui para complementar vamos ver quantos metros cúbicos ele efetivamente escavou né o volume solto então para eu saber o volume em seu estado natural tá volume lá e colocar aqui para seguir essa nossa denominação
o volume natural vai ser o volume solto vezes 1 sobre 1 + e que que é esse e é o empolamento de 25% então fazendo a conta aqui a escavadeira escavou por hora 160 M C tá então Esse foi a produtividade da escavadeira tá então tomem cuidado com essa questão aqui dos diferentes volumes tá então densidade do material natural é menor do que o volume densidade compactada porém é maior que o volume que a densidade do material solto tá então essa aqui são eh são a as os estados aí do material na terra plenagem tá
então a afirmação está errada Eh vamos lá o nome dado a velocidade selecionada para fins de projeto da qual se derivam os valores mínimos de determinada característica física diretamente vinculada à operação e movimento dos veículos é letra a velocidade de fluxo Livre letra B velocidade instantânea letra C velocidade diretriz letra D velocidade de operação letra e velocidade pontual então conforme o manual de projeto geométrico de rodovias rurais a velocidade diretriz é a velocidade selecionada para fins de projeto da Via e que condiciona as principais características da mesma tais como curvatura superelevação e distância de visibilidade
das Qual das quais Depende a operação segura e confortável tá Então essa é a letra c a o gabarito dessa questão a velocidade de fluxo livre seria assim a velocidade quando você tem eh uma baixíssima quantidade de veículos na Via então você pode transitar aí sem nenhuma eh eh sem nenhuma barreira Inclusive a velocidade fluxo livre ela pode ser até maior que a velocidade de projeto né Então essa é a velocidade de fluxo livre a velocidade instantânea é aquela velocidade por exemplo que você eh mede num determinado local né e um tempo vamos dizer assim
entendendo a zero tá a velocidade de operação a velocidade para as condições normais de operação a velocidade que os veículos estão eh é medido aí na real né no tráfego lá em condições normais e a velocidade pontual aquela velocidade num determinado ponto né Por exemplo a gente pode fazer uma analogia que a velocidade eh que seria medida no radar né Então essas são as diferentes velocidades que são utilizadas aí para eh para determinação da da Vel eh da das características aí de uma Rodovia tá no que se refere a projetos de sistema de um sistema
rodoviário os estudos referentes a análise sobre travessia de bacias hidrológicas pelas diversas alternativas de traçado fazem parte do componente denominado estudos a geológicos b hidrológicos c geotécnicos d topográficos letra e geométricos então para os autores Pimenta e Oliveira um dos principais fatores que devem ser avaliados para a escolha do traçado é a hidrologia o traçado deve ser escolhido de forma reduzido ao mínimo travessias de rios e Córregos de forma a minimizar número de obras civis como pontes e Galerias e a presença do lençol freático também pode afetar a escolha do traçado a seleção do material
e o tipo de drenagem então gabarito são os estudos hidrológicos tá então assim quando está se está fazendo projeto de uma Rodovia a presença da água é um dos fatores primordiais aí pra escolha de um traçado então visando minimizar o custo o ideal é que você tenha mínima e quantidade de travessias aí para diminuir o custo com obras de arte sejam elas iis como Pontes ou comum como Galerias né então o o estudo hidrológico é um dos componentes aí paraa determinação do traçado da rodovia assim como eh os os demais também fazem parte do projeto
de Rodovia mas a travessia de bacias hidrográficas hidrológicas faz parte aí desses estudos da hidrologia necessários para o desenvolvimento de um projeto julgue o os itens a seguir a espito de elementos drenantes e rodovias quando não for possível interconectar a camada drenante com drenos longitudinais profundos pode se dotar drenos rasos longitudinais né então nós temos aqui dois exemplos um eu tenho revestimento base de graduação aberta essa aberta ela permite a passagem da água tá E essa água é captada aqui por um tubo chamado tubo dreno que ele está mais Raso né também eu posso ter
uma drenagem profunda tá então abaixo aí eh das camadas da base tá então eu posso fazer profundo ou um dreno Raso longitudinal para atender a drenagem então a afirmação ela está correta e também os drenos longitudinais devem estar localizados acima da camada drenante para que absorvam apenas o excesso de água por percolação tá então voltando à mesmas figuras né eu tenho os drenos longitudinais abaixo da face superior da camada drenante de modo que pode possam receber todas as suas águas Ou seja eu posso receber a água que percola né então de baixo para cima ou
que vem da Captação da superfície tá então ela e ela penetrou ali na camada de revestimento ou entre o revestimento e o acostamento e esse material aqui também pode ser capturado tá então a afirmação ela está incorreta então a drenagem ela é fundamental para captar essa Água Vinda de baixo né percolado ou vinda da superfície do pavimento tá Então essas são duas das funções aí da drenagem então a drenagem ela é fundamental aí para execução do pavimento tá então essa aqui foi a nossa revisão esperamos aí que vocês façam uma boa prova amanhã né e
a gente se vê em breve aí numa próxima aula então boa prova a todos muito obrigado Fala galera tudo bom como é que vocês estão hoje né Vamos aqui aqui pra nossa revisão de véspera pra o STJ desde já sejam muito bem-vindo bem-vindos meu nome é professor Raul Suzuki e vamos fazer uma revisão rápida aqui sobre alguns tópicos relevantes pra sua prova tem muita coisa que a gente vai conversar hoje que Possivelmente vai estar lá então fica ligadinho e vamos lá pra nossa pro nosso evento Fechou então Eh para quem não me conhece meu nome
é Raul Suzuki sou professor aqui do Estratégia Concursos essas aqui são minhas redes sociais aqui aqui temos o Instagram Instagram e aqui embaixo tanto o Instagram quanto o YouTube essa plataforma maravilhosa Beleza então Fiquem lá de olho aqui temos muito conteúdo gratuito e de alta qualidade para você beleza então vamos lá vamos adiantar aqui primeiro vamos falar sobre o tópico de Perícias e avaliações prediais lembrando pessoal que aqui tem um cunho mais de revis visão beleza Como o próprio nome já bem sugere revisão de véspera né a gente vai tentar cobrir aqui os tópicos com
apostas uma vez que a gente não consegue dentro de uma horinha duas ou 3 horas até fechar um edital tão vasto Então para que você entenda um pouco mais sobre cada tópico desse caso você tenha dúvida temos ali as nossas aulas totalmente disponíveis completamente disponíveis para você e podem ir lá utilizá-las sem moderação algumas das aulas que a gente vai ver aqui hoje como por exemplo perícias e materiais Materiais de Construção já temos aulas tanto escritas quanto em vídeo gravadas Tá bom por eh mas a a a aula de topografias e sondagens ainda não tem
ali a aula gravada mas a o pdf tá completíssimo beleza somente questões atualizadas então o o o o intuito desse esclarecimento Inicial é justamente para que não não fique ali você pensando que ah vamos V abarcar tudo cara é impossível Então vamos trazer vamos trazer aqui algumas apostas paraa revisão de véspera para você chegar lá na prova dizer assim nossa bem que o gordinho falou né vai tá lá você vai lembrar de mim vai marcar o xizinho ali né e depois vai lá chegar no Instagram e falar deu certo cara funcionou Então vem com a
gente e bora conversar um pouco mais sobre esses conteúdos vamos começar hoje né com alguns tópicos mais conceituais sobre essa parte né Eh de Perícias e avaliações prediais falar um pouco sobre sobre vistoria exame avaliações e arbitramento né ali na nossa Norma temos o item 3.61 que define perícia como atividade que que envolve a apuração de causas beleza que motivaram um evento a determinar a São de direitos e aí as Espécies Espécies da perícia de de perícia são arbitramento avaliações exames vistorias e outras então isso que é um rol exemplificativo exemplificativo beleza um rol que
vai a gente vai entender um pouco mais sobre esse o que é que a banca gosta de fazer Gosta não adora ela pegar esse esses conceitos internos e ou ou falar que é vistoria ou pegar os conheciment os tópicos aqui específicos de cada um deles e misturar né trazer alguma coisa ali diferente então por isso a gente trouxe também os conceitos aqui paraa nossa revisão vamos lá muita atenção aos techos ao aos tópicos que aqui estão destacados né in sublinhado mas a gente vai passar em cima deles aqui novamente beleza Olha aí arbitramento aqui a
palavra chave é a posição entre alternativas Tecnicamente controversas então é uma tomada de decisão ou posição entre alternativas Tecnicamente controversas beleza Eh essa avaliação ela é extremamente interessante né que você tome tome pé né desses conceitos porque qu só com essa palavrinha aqui muitas vezes né Tecnicamente controversas Você já consegue identificar que o conceito é de arbitramento da mesma forma a avaliação que é a determinação técnica do valor de um bem que aí ele pode ser qualitativo ou monetário né ainda que não viesse isso aqui a gente já poderia ter né de certeza que é
a determinação técnica de um bem é a avaliação e sobre esse esse tópico a gente vai falar um pouquinho mais na frente sobre algumas metodologias tranquilo exame o exame é uma inspeção muito cuidado que é diferente da vistoria que a vistoria é uma constatação Galera tô falando aqui bem pausado porque eu sei que a banca adora fazer essas troc essas trocas isso e pode prejudicar você na hora da prova então para que você evite esse erro né E essas palavras chave estão aqui expostas e e destacadas tranquilo E aí ele a o exame é a
inspeção por meio de um perito né sobre coisas móveis moventes verificação de fatos circunstâncias que interessem a causa e a constatação cara é uma coisa que sempre que eu sempre vejo em prova é isso aqui ó quando cai alguma coisa vistoria é constatação vistoria é constatação vistoria é constatação lembra decora tua m vamos lá e aí né mediante um exame circunstanciado e descrição minuciosa dos elementos que o constituem tranquilo questãozinha para deixar vocês aí mais do que expertos o engenheiro foi contratado para realizar uma perícia em um imóvel né uma perícia em um imóvel que
havia sido construído há menos de um ano e que apresentou uma série de patologias em sua estrutura de concreto após ter sido entregue a partir da situação hipotética julgue Um item que se segue na elaboração do laudo perici o engenheiro deve limitar-se a constatar fatos mediante o exame circunstanciado descrição minuciosa dos elementos a constatação ela está ligada à vistoria né ó é o que a gente acabou de ver ó constatação de fatos ela tá ligada à vistoria e ele fala né que na elaboração desse laudo há essa limitação né então a gente além de saber
que não existe necessariamente essa limitação né o laudo pericial que a gente viu o laudo pericial ele vem ali com a apuração de causas que motivaram os eventos né E nesse caso aqui ele reduziu o escopo trazendo como se houvesse uma limitação a a simples constatação isso torna a assertiva errada e aí a gente traz aqui né as duas eh citações normativas que embasaram a questão ó a sessão de causas apuração de causas e eh a vistoria com relação a Tata ação e aí né consoante a a 13.752 de 96 temos aí a resposta errada
e aí agora mais um pouquinho de tópicos conceituais porque As bancas adoram né Eh tópicos conceituais nessas normas de Perícias e avaliações prediais então muito cuidado vem comigo aqui pra gente tentar eh Fechar todos esses tópicos levando para você aquele mnemônico ali né aquele tópico que pode ser que na sua prova faça diferença entre a aprovação né tá dentro das vagas ou não vamos lá conceitos relevantes aqui conceitos relacionados ao custo né temos aí o custo de reedição desmonte reprodução substituição e o custo direto de produção Beleza vou colocar aqui em azul pra gente destacar
né e ressalvar os tópicos que estão aqui e após esses conceitos aqui temos a reprodução descontada da depreciação Então vamos logo pular pro curso de reprodução né a gente vai entender que é o custo necessário para reproduzir um bem idêntico idêntico beleza Eh com a consideração dos seus insumos pertinentes sem a depreciação né Então olha que doido Então a gente tem a reprodução e a reedição são conceitos relacionados vou já já mostrar uma equação inha bem boba né para você entender como é que a gente vai decorar isso aqui eh a quantia gasta de desmobilização
né o o desmonte o nome tá muito ligado substituição também o nome tá muito ligado ó é o custo de redução de um bem com a mesma utilidade características assemelhadas ó não é o mesmo bem não é um bem idêntico beleza custo de produção aqui é o gasto com mão de obra na produção de o item né com insumos também então é um custo que vai fazer alguma coisa ali parecida né E aí é aquela equação inha a reedição né desconta a depreciação aqui ó reedição desconta a depreciação então Opa Então temos aqui ó redção
desconto a depreciação reprodução não é uma rima feliz de fato E aí e porque dessa forma você consegue entender tá bom e o que eu trouxe aqui é como se fosse um o re fosse aqui ó e esse outro o Ed fosse ó de desconta o contrário aqui ó desconta de ação então só um mnemônico Zinho aí para você entender de forma mais clara esse tópico outros conceitos que de vez em quando estão em prova então Olha aqui eh a questão do gênero gênero da depreciação a gente tem dentro desse gênero algumas espécies vamos dar
uma olhada em cada uma delas a depreciação de maneira geral é a perda do valor de um bem devido a modificações do seu restado ou qualidade e aí quando a gente dá uma olhadinha aqui embaixo ó a gente consegue visualizar o que aqui a gente tem de depreciação temos a decrepitude deterioração mutilação e o obsoletismo quando a gente dá uma olhada dentro de cada um a gente percebe que a decrepitude a gente faz ali né ó a gente tem um desgaste natural né natural ainda que a gente faça as manutenções corretas a deterioração não a
manutenção ela é inade ada pode ser até inexistente ou e inexistente inclusive lá lá na mutilação Olha o que aqui a mutilação nos traz é como se fosse mutilar mesmo ó retirada de sistemas né o cara vai vender um apartamento e aí ele um prédio comercial e aí ele retira todo o sistema de ar condicionado ele fez a mutilação de um sistema do do componente ali da da da edificação e o obsoletismo É a superação técnica tecnológica e funcional aqui pode ser combatido pelo retrofit Beleza então muito cuidado aqui pessoal principalmente com esse decrepito aqui
lembro de um velhinho né que o velhinho lá faz exame todo mês Nossa que qualidade de desenho é essa meu filho o velhinho faz exame todo mês mas ainda assim a saúde dele tá comprometido então o cara tá decrépito ali né é uma é um um mnemônico meio infeliz mas vai te ajudar sim a lembrar disso aqui na hora da prova essa questão sobre isso caiu agora semana passada acho que foi semana passada ou retrasada na prova da codevasf né E quem assistiu essa aula com certeza acertou beleza questãozinha para avaliar ver se você tá
aprendendo mesmo o responsável pela avaliação de um determinado bem fez um estudo sobre o custo necessário para reproduzir um bem idêntico palavrinha chave já né achamos uma uma vamos logo considerando os insumos pertinentes descontando a depreciação vamos lá na musiquinha a Redi desconta desconta depreciação ó reprodução menos depreciação então a dica já foi dada meu amigo tendo em vista o estado em que ele se encontra o estudo realizado trata do custo de reedição galera a gente acabou de ver né a musiquinha ajudou aqui a gente a reprodução desconta a depreciação Beleza Aqui tá o restante
né as as demais assertivas a gente acabou de de vê-las então eh não dá para ter esquecido vamos com pressa que a gente tem muita coisa para ver hoje então metodologias aplicáveis algumas metodologias de avaliação de imóveis a gente vai passar aqui porque elas costumeiramente estão em Provas né tanto para fazer uma continha ou outra como para falar um pouco sobre cada uma delas ou então então é aquela celum ali que a gente encontra às vezes nas provas fala de uma coisa define outra né Eh Ou então o contrário disso às vezes o pessoal quer
trocar ali as as a as os conceitos e a gente lembra de ter esse conceito e lembra dessa definição Mas a gente não sabe exatamente se aquele corresponde aquilo então Eh eh para ter esse Cuidado que eu trouxe essa essa parte aqui das metodologias a norma de avaliações de avaliações né a primeira que traz trata aí de termos Gerais traz algumas considerações pra gente vamos lá temos aqui eh ela fala que em função da natureza do bem finalidade disponibilidade e qualidade de informações colhidas no mercado a gente escolhe a metodologia né No que tano das
metodologias elas se dividem em custo e valor galera assim a maioria das vezes as cobranças estão aí nas de valor né estão são um pouco mais peculiares então eu trouxe aqui a a forma como eles se dividem e vamos entrar mesmo na na na parte específica das metodologias voltadas para avaliação do valor aqui temos da quantificação do custo e do comparativo direto do custo só para dizer que não falei das flores né falar disso aqui mas o que a gente vai entrar hoje é isso aqui ó que tá mais frequente aí em prova é o
quê comparativo direto dados de mercado método involutivo evolutivo e com e Capitalização da renda né são os métodos de determinação do valor Tranquilo então vamos lá as metodologias de de avaliação desse tópico né Cai de forma mais frequente foi o que a gente acabou de conversar esse aqui são os tópicos que a gente vai analisar hoje e vamos lá aqui eu sempre trago esse catatal de informação mas Professor isso aí devia estar no pdf n era na aula mas o que acontece algumas vezes é é um recorte desse aqui que vai tá na sua prova
então o que é que a gente traz nesse momento a gente traz ali alguns tópicos que são relevantes inclusive para depois eu te dizer assim ó falou mais ou menos isso aqui é isso eu vou trago ali os tópicos destacados da Norma e depois vou fazer um conceito zinhos aí um conceito Zinho ali e vou te mostrar ó é isso se falar essa Essência você vai marcar como correto ou como errado se destoar disso Beleza então vamos lá aqui é o meio né o comparativo direto dos dados de mercados é um meio de comparativo né
Eh o meio de tratamento técnico de atributos comparáveis de uma amostra Olha que legal isso aqui isso aqui é um primeiro ponto interessante depois a gente vem aqui embaixo ó e a amostra deve especificar claramente as características do imóvel tá bom cada imóvel tem suas características ali e detalhadas e né Eh com os cuidados acima a gente pode de fato utilizar a estatística inferencial E aí quando a gente vai fazer a pesquisa a gente também não pode fazer de qualquer jeito né A pesquisa que dá base aos dados que a gente vai utilizar para dizer
o valor do bem então só para você já começar a pegar aí a ideia é o seguinte É como se eu quisesse comprar um apartamento e aí eu não soubesse exatamente Quanto que é o apartamento e aí eu pego o seguinte Beleza vou procurar no mercado procuro no mercado Quanto é aquele apartamento Baseado Em Quê em móveis parecidos com características semelhantes né de maneira a trazer para o o meu a minha ideia o valor de um apartamento que eu quero nessas condições quanto Valeria porque dessa maneira eu consigo de forma muito mas muito clara dizer
assim ó esse apartamento de fato vale tanto porque todos os os outros que estão no mercado que tem características semelhantes similares Elas têm ali um valor próximo a esse olha que interessante É como se eu fizesse uma pesquisa de mercado pegasse um monte de informação tratasse toda essa informação e aí só depois disso eu digo ó valor é tanto mas para fazer isso aqui a gente tem que seguir alguns requisitos né Então olha que interessante aqui eh o que se pretende é uma composição de uma amostra representativa não dá para pegar dois Imóveis e expandir
aí para qualquer imóvel dessa natureza vai ser tanto não é isso tá bom tanto quanto possível de imóveis semelhantes a aos avaliados eh variáveis que em princípio são relevantes para explicar a tendência de formação de valor então por exemplo número de quartos provavelmente é uma variável relevante eh e quantidade de metros quadrados do apartamento também é é uma variável interessante Então temos algumas que são relevantes e que devem estar bem calibradas no modelo obtenção de amostra representativa investigação de mercado né de fontes preferentemente eh já realizados né de negócios realizados e outra coisa interessante as
glebas urbanizáveis devem ser utilizadas preferentemente né Beleza então aqui era um pco que i fazer um desenhinho tal que i falar para você tem vários Imóveis né que são parecidos parecidos né E aí o que é que eu venho aqui eu pego uma lupa e vou olhar todos esses Imóveis vejo esse vejo esse vejo esse E aí com o resultado disso eu pego um um monte de dado ó então eu vou ter aqui junto uma folhinha com vários dados de vários Imóveis e começo a entender esses dados E aí eu verifico que o imóvel que
eu tô procurando que é esse aqui que tem que tem né uma similaridade né eles são similares esses aqui com esses aqui para gerar o quê um valor meu amigo aqui eu quero gerar um valor Quero saber quanto que vale então é mais ou menos isso aqui beleza determinação do valor por outros métodos agora o método involutivo eu quero que você entenda que o método evolutivo ele sai de um estudo hipotético né hipo invo né só para você pegar aí o macete Beleza o hipotético junta com o involutivo né uma palavrinha cruzada aí eh e
é o Baseado Em Quê no aproveitamento eficiente do do de um determinado imóvel de uma determinada situação ali né e Esse empreendimento deve ser compatível com as características dos bens dos bens do mercado capitalização da renda né é uma é o valor baseado numa renda líquida prevista Então o que é que a gente vai fazer você tem um estacionamento vale mais a ele ele vale ele gera uma receita de R 100 milhões R 100.000 por mês por outro lado se eu utilizar aquele prédio ali para para para vender o prédio tá muito mal tá muito
ruim eu consigo oferir ali uma renda de de 50.000 às vezes para vender o vender o PR com terreno com tudo então a avaliação ela não tá pautada em critérios né a ali voltados especificamente paraa estrutura mas para o valor que consegue que se consegue gerar pelo método das rendas beleza de um determinado empreendimento por exemplo o involutivo É do jeito que a gente falou a gente tem um imóvel gigantesco né ao longo de uma de um bairro inteiramente urbanizado a gente não tem características semelhantes de imóveis próximos ali que são parecidos com esse e
a gente faz o seguinte a gente pega lá o método e finge que a gente vai lotear um projeto hipotético e vender todos os lotes e subtrai os valores dos custos então provavelmente o valor que vale aquele terreno né é um valor derivado dessa conta tá bom então é assim exemplos rápidos né obviamente bem a grosso modo mesmo só para você entender o espírito da coisa e ir adiante fechou vem comigo meu amigo e agora o último para não dizer que eu não falei de todos né aquela correria que a gente não pode gastar muito
tempo só aqui a gente tem muita coisa para ver eh vamos falar do evolutivo aqui é o somatório dos valores dos componentes vamos lá vamos supor que voltar no exemplo que eu tenho uma casa num terreno gigantesco e tem uma casa dentro desse terreno que é até uma casa grande né e eu não tenho elementos comparáveis eu não tenho nada nada parecido com esse terreno com essa com esse tipo de imóvel na região o que é que eu faço eu faço um fracionamento ó eu pego que o valor total do imóvel é o quê é
o valor do terreno que eu posso aferir se tiver como pelo método comparativo direto do dado de mercado ou eu posso aferir também por exemplo pelo método involutivo né se eu não tiver Imóveis ali que eu consiga fazer isso faço um estudo do valor do terreno pelo aproveitamento eficiente e aí pelo valor ali do das benfeitorias eu posso pegar ali o método do custo por exemplo eu posso pegar o método do custo e fazer um orçamento para entender um pouco mais eh qual o valor dessa dessa benfeitoria aqui dentro e depois o valor né final
é o somatório desses dois vezes o fator de comercialização que ele pode ser maior ou menor que um né obviamente isso aí é é um fator que é calibrado Tá bom então Eh é só para você entender que aí é quase como se a gente tivesse calculando coisas separadas depois somando né Eh é para você ficar ali ciente de como é que é esse método evolutivo então eh o o que se usa né que você deve ter esse esse cuidado deve ser aí o somatório dos seus componentes ó e deve ser considerado também o fator
de comercialização beleza galera aqui uma questãozinha só para fixar mesmo eh na 14653 de29 eh existem alguns tipos de bens tangíveis e intangíveis existem métodos específicos para identificar os seus valores valores ó Então se falar custa aqui você sai fora opa valores assinale a opção que identifica o valor de um bem pelo somatório Opa evolutivo dos seus valores dos valores de seus componentes evolutivo letra a tranquilaço a gente acabou de ver ó somatória dos valores dos seus componentes tranquilaço beleza letra A aqui o restante a gente já acabou de ver então tá tranquilo agora vamos
falar um pouco sobre Materiais de Construção pessoal e da mesma ideia que a gente viu anteriormente os materiais de construção também é um assunto só por si só gigantesco ele é tão grande que a gente dividiu em duas aulas até para conseguir abarcar tudo que a gente precisava abarcar beleza os materiais de construção aqui que a gente vai trazer são materiais que a gente percebe que são alguns que são mais cobrados e dentro dos assuntos que a gente percebe que são um pouco mais cobrados vamos falar um pouco também de tópicos que são cobrados bem
cobrados dentro deles pode ser que a gente acerta algumas coisas ali Vão que vão estar na sua prova só que não tem como a gente passar novamente eu vou repetir isso aqui não tem como passar em tudo né Se fosse para falar com calma isso aqui a gente teria falar de vidros tintas um monte de coisa que a gente não vai conseguir falar aqui só que isso aqui novamente são apostas desse gordinho que vos fala que vai Possivelmente tá na sua prova Beleza então vem cá vamos conversar um pouco sobre os aglomerantes temos os aglomerantes
inertes e os ativos né Isso aqui é só para dar um contexto e chegar aqui ó eh a o inerte ele não não tem ali ele vai ter uma reação só de secagem e não reage quimicamente e os ativos eles têm reações químicas que é o caso de cimento cimento aglomerante hidráulico né gesso ali aéreo E aí temos outras classificações de aglomerante temos um aglomerante mineral hidráulico e aéreo vamos lá que é cada um desses aí professor eh aqui é o mineral é uma definição mais geral né Eh de constituintes minerais né que se apresenta
de forma pulverulenta com propriedades aglutinantes aqui é bem geralzão mesmo ali quase tudo enquadra aqui eh por que aqui tem o mineral né porque a gente tem outros tipos de aglomerantes a gente tem um aglomerante betuminoso por exemplo né então ele é é um pouco distinto desse aqui vamos lá agora para dentro dos aglomerantes minerais a gente tem os Hidráulicos e os Aéreos E aí a gente tem o quê que eles endurecem pela reação com a água e por conta disso eles resistem satisfatoriamente a ação da água por outro lado os aglomerantes Aéreos eles endurecem
após reações de hidratação ou pela ação química do anidrido carbônico do CO2 presente na atmosfera e aí eles não resistem muito bem à água depois quando estão curados né duas características bem interessantes que faz com que você consiga resolver algumas questões já e dentro dos aglomerantes ali mais ficamente do cimento né do cimento Portland por exemplo ó a gente tem alguns exemplos aqui já temos os aglomerantes simples os aglomerantes com adição e os compostos vamos dar uma olhadinha aqui esse aqui o simples é o que tem pequenas adições né E aí não ultrapassam 5% do
material é o cemento portl comum né você eu acho que eu trouxe uma tabelinha aqui ó cemento portant comum ó sem adição e Com Adição né então eles são os cementos que são tidos Ali pela nomenclatura né pela doutrina como aglomerantes simples vamos falar agora sobre os aglomerantes Com Adição os aglomerantes Com Adição eles são compostos por aglomerante simples e adivinha com adições meu amigo só que agora em quantidades superiores tá bom e eles eles são interessantes né porque eles trazem esse essas adições algumas propriedades interessantes ao concreto você vai entender um pouquinho mais sobre
isso já já eem porque a gente faz Adição nos concretos né nos concretos não nos cimentos Jesus e aí os aglomerantes compostos que aí são aos eh formados pela mistura de subprodutos industriais né ou produtos de baixo custo Como por exemplo o cimo pozolânico tá bom eh O Ali e obviamente como a gente já conversou para atribuir propriedades específicas tranquilo aqui o que a norma nos traz sobre os aglomerantes né com a ele já diz pra gente aqui de forma Clara que o é um aglomerante hidráulico o cimento de silicatos aluminatos e temos o cimento
natural e cimento pó que são conceitos que já caíram em prova e que a gente traz ali para vocês entenderem é como se a gente viesse o seguinte vamos falar de aglomerante depois vamos falar de aglomerante mineral depois vamos falar de de dos tipos de aglomerantes ali dentro depois vamos falar especificar com relação aos teores de adição agora vamos especificar dentro do cimento porta qual que são os que a gente vai mexer ali de acordo com as adições é como se a gente tivesse construindo uma escadinha Tá bom então vem lá o cimento natural ele
obtido pela calcinação e moagem do do calcar argiloso ou que é chamada Rocha de cimento ou Marga já o cimento Portland esse aqui é o que a gente vai assim ver pro resto da vida né esse aqui não é só nessa prova que vocês vão ver é o seguinte temos eh a a Constituição de silicatos Hidráulicos de cálcio e uma certa proporção de sulfato de cálcio natural tá bom gesso eh e o que acontece a pulverização do clinker o clinker é o é um tipo de de de composto é o composto assim talvez o mais
importante né que ele é feito sobre a eh a mistura adequada de de silicatos né de de e tudo mais eles você junta eles em proporções adequadas faz a moagem dele também aí depois que você faz isso Aí você coloca ele no forno ele vai gerar o clinker o clinker depois ele é moído n ele é resfriado depois moído e depois com clinker moído a gente coloca lá O sulfato de cálcio natural para equilibrar a pega e a gente já tem aí a partir de aí o cimento port comum que é aqui tem até o
tu de 5% de adição de sulfato de cálcio que é o gesso para cont controlar pega depois a gente vai fazendo as adições ali caso a gente queira aumentar ou diminuir algumas propriedades do concreto clinker aí cada autor define escreve de uma forma é quase um um um trava língua né pode ser assim pode ser assim pode ser com K antes tem autor que escreve de todo jeito isso aqui não não pensa cria um problema com isso aqui não tá bom e vamos lá por qual motivo seria relevante misturar o clinker com outros componentes né
porque se o clinker é o é é a parte mais forte do concreto que vai ter ali grande quantidade de de de eh de componentes que vão trazer um aumento de resistência por que que eu vou colocar outros componentes para pegar outras propriedades o cimento não é só pura e simples pura e simplesmente resistência Então olha que legal aqui a gente tem o quê conferindo características especiais né como por exemplo Deixar o mais barato porque o clinker é muito caro né Eh e ele o clinker puro ele daria ali uma pega instantânea por isso que
a gente coloca aí O sulfato de cálcio associado a ele tá bom agora vendo aqui como a norma separa aqui pra gente qual norma Professor aqui a norma de cemento Portland os requisitos tá bom temos aqui o cemento Portland comum temos o composto e aí temos os outros que são os os os Com Adição maior bem maior mesmo né aí o cp2e que é o com escora de de aut forno material carbonático que é o f que aí pode ser o filler pós Olana vem com z tá bom e cp3 cp3 né Aí ele é
de escória de a forno esse trezinho vira só é inverter ele dá uma rotacionada nele ele vai virar o quê ória tá bom aqui temos o pozolânico tá bom que é o cp4 CP 4 e aí você pode fazer o seguinte CP Opa CP coloca aqui o unzinho e depois o o vezinho aqui que aqui é pânico táticas aí pr você decorar o as siglas beleza e aí temos o cp5 cp5 que é assim Aí você coloca aqui o CP alta resistência só vira ele também e coloca um tracinho alta resistência inicial para você pin
carari Tranquilo então tá bem poluído aqui já então vamos passar pro pro próximo slide e aqui algumas propriedades dos aglomerantes cara isso aqui As bancas amam amam amam de paxão algumas e bancas eles quando vão cobrar aglomerante cobram isso aqui por eles pegam Ah quando a gente aumenta a finura ou faz tal coisa com tal tal propriedade então só pra gente entender um pouco e vocês não irem paraa prova sem relembrar esse conceito Olha que interessante aqui a gente vai falar um pouco da finura tá bom eh e a finura ela é a superfície específica
do do do produto né E ela tem influência comprovada né ela governa a velocidade e tem influência comprovada em várias outras coisas Então olha que interessante partindo aqui já para esse para esse esquema se a gente tem uma finura maior a gente aumenta a velocidade de hidratação uma vez que a água consegue chegar a todo o grão do aglom né de forma mais rápida e por isso como a gente tem uma aceleração da velocidade de hidratação né a gente tem uma resistência e maior nas primeiras idades porque o cimento tá todo hidratado e já tá
desde o início né hidratando ali os os componentes que vão acelerar a a a a o ganho de resistência beleza outra coisa interessante só para vocês entenderem o cp5 Aria ele tem uma finura di né por conta disso ele tem que ter uma afura diferente por conta disso também E aí diminuir a sudação por quê Porque a gente consegue de forma muito clara tornar uma pasta muito mais fluida e uma pasta que e ela vai conseguir conectar muito mais dentro dos vazios ali internos dos agregados né que comporão o o concreto e aumenta a impermeabilidade
Justamente por isso né nessa parte aí de catação de vazios vazios né diminuição desses vazios aí e a aumento da trabalhabilidade e coesão em virtude da eh eh e acaba que a diminuindo diminuição da exação é justamente em virtude disso propriedades aí para quem não sabia o que é desação vamos lá cara aqui é como se a gente tivesse um um imagina que a gente não tem água no concreto e tem só eh pedra e areia né se a gente não não tiver cuidado a pedra Ela não ela ela vai em virtude da diferença né
muitas vezes de densidade ela vai fazer com que haja uma separação natural né E essa diferença de densidade dentro do concreto é a mesma coisa né a separação espontânea da água da mistura então muitas vezes a gente encontra por exemplo o concreto né a gente tem uma vista de cima assim né vamos supor que aqui a gente tem uma uma plaquinha de concreto e aí aqui a gente tem a a Vamos colocar o concreto em roxo e aí a gente percebe que a água ela tá acumulada aqui em cima muitas vezes ó em alguns tópicos
aí provavelmente essa outra parte aqui né Vamos colocar aqui nessa cozinha é o concreto em si é o concreto sem sem a água né ele tá ali meio que a a a a água separada em virtude da diferença de densidade e para que isso seja um dos motivos para evitar isso aí né Uma das uma das possibilidad de tratamento isso aí é melhoramento da finura do concreto por exemplo ou então né fazendo com que as densidades elas fiquem mais próximas né umas das outras Eh vamos lá coesão aqui na coesão meus amigos a estabilidade mecânica
Desses desse desse dessa mistura né aqui é a a são as características geológicas do cimento do concreto na verdade porque são as características ali frescas em que a gente consegue manipular essa essa essa maca e a trabalhabilidade esse é um conceito muito abstrato né A trabalhabilidade acaba que é um conceito que ele fala né que a maior ou menor facilidade de operação com concreto Então se o concreto ele tá mais difícil de moldar na forma que eu vou colocar ali ele tá menos trabalhável se ele tá muito trabalhável ele tá o quê para o fim
que se destina ele tá conseguindo eh colocar moldar alisar plainar dentro da forma né de forma muito tranquila então ele tá mais trabalhável é uma medida um pouco mais subjetiva tá bom e vamos lá Seguindo aqui na parte de específica de materiais vamos agora falar um pouquinho sobre Aços e madeiras né vocês vão ver aí um pouquinho sobre Aços e madeira agora vamos falar né nesse primeiro momento de Aço Fechou então os Aços eu trouxe aqui para vocês essa esse to né vez por outra C em prova e é bom saber o aço que a
gente utiliza né é esse aço aqui porque quanto maior a o percentual de carbono maior a resistência e Menor a ductilidade de um material então a gente tem que limitar né o te de carbono aí nos Aços nesse caso aqui por qu senão eles vão romper de forma muito rápida e abrupta porque eles não são materiais dúcteis se a gente aumenta muito né E esse percentual aqui algum alguns algumas bancas alguns autores eles colocam tanto 2% cravado quanto 2.11 por. Então se aparecer um ou outro né não não não dá esse vacilo de marcar errado
não tá bom ó acabei antecipando aqui um pouco os ácidos carbonos né eles têm uma um aumento de resistência em relação ao ferro puro obviamente por conta do do carbono e aí aqui temos algumas disposições que o Walter fil colocou ali na obra dele de percentuais usuais tá bom temos ali dentro das das inserções de carbono dentro do dos Aços carbono que você percebe que a gente tá nessa limitação aqui ó perceba que a gente tá até em 2% aqui ele colocou 2.11 tá bom tá vendo ó a gente tem também tipos de Aço de
acordo com o te de de de carbono alguns né eles separam como aço doce é tem a a doçura do aço ali né E A nomenclatura que também varia de acordo com o tu de carbono aqui tem Baixo médio e alto Carbono uma separação um pouco menor menos estratificada mas temos outros também tipos de de de separação eh tensão deformação Cara isso aqui é um negócio muito interessante e que eu vou passar muito rápido porque não dá tempo entrar de forma muito aprofundada nisso mas isso aqui daria uma aula tranquilamente Tá bom vamos falar um
pouco sobre esse eh diagrama tensão deformação inicialmente né convém lembrar que estamos aqui na região elástica nesse primeiro momento Essa região elástica ela é uma região que todo o esforço que a gente coloca transforma em deformação e depois esse esforço é devolvido né ele com a sensação do Da Da Da deformação daquele membro por em virtude da de parar de aplicar força então aqui é só elástico por outro lado aqui é plástico meu amigo tudo isso aqui é área plástica Professor as as os dimensionamentos eles partem de onde eles vão até elástico não cara O
maioria das vezes os dimensionamentos né eles vão no regime plástico também por quê Porque iria acabar utilizando muito pouco da própria capacidade do de um determinado material aqui temos a lei de Hook né que vai se aplicar nessa primeira região do gráfico bem delimitada pela tensão de escamento aqui essa é uma imagem do do livro do hibler né que traz pra gente ali um uma separação bem mais específica em virtude da sua especificidade ó limite de proporcionalidade elasticidade tensão de escamento mas muitas vezes a banca só chega até aqui e tá tudo certo pra gente
beleza né E aqui eh caberia uma absurda quantidade de informação mas vamos passar aqui adiante porque tem muita coisa para ver ainda madeiras vamos lá madeiras a gente tem uma separação Inicial né que é uma separação que também o f ele utiliza uma separação que tá ligada ali a a a uma descendência por assim dizer da Madeira né uma origem né que é o seguinte a gente separa de forma majoritária As madeiras em madeiras duras e madeiras macias As madeiras macias lembra lá dos Pinheiros né as coníferas né de crescimento rápido Pinheiro a galera cresce
muito mais rápido e são as ginospermas gimnosperma tá bom E esse mzinchaleft que são as deed dura ó de cotiledon crescimento é lento e são as madeiras né como IP Peroba Aroeira Carvalho olha aqui o esqueminha para você ficar já e entendendo tudo sobre esse tópico então aqui ó madeiras duras de dicotiledônea dicotiledôneas e As madeiras macias né gimnospermas obviamente a gente tem aqui aqui o crescimento aqui temos as algumas classificações que também já foram cobradas em prova essa essas madeiras elas são utilizadas de maneira diferente dentro da construção civil e dependendo da origem delas
da porosidade da Resistência Elas têm que ser tratadas antes do seu emprego final tá bom eh disposições estruturais Professor eu sei que você tá falando pra gente agora algumas menções Gerais e agora você já tá falando de estrutura mas cara eu tô entrando aqui no que eu sei que As bancas curtem mais né obviamente esse tópico aqui é um tópico também que ele é um pouco mais decoreba só que eu vou te passar aqui o que ele mais cobra dentro desse topico decoreba também na nossa aula lembrando sempre tudo isso tá na nossa aula escrita
tá lá dá uma olhada Você vai ter condições de fazer ali uma prova excelente se cair você vai ser diferente dos demais porque você sabe alguns desses tópicos né a FGV ama muito isso aqui também fcp também Mas fica de olho aqui nessa nesse tipo de de dimensões aqui é é dimensões mínimas Às vezes a banca cobra isso né E tá tudo certo essa essa partezinha de dimensão mínima é muito interessante pra banca mesmo não tem muita discussão tá na Norma acabou vamos cobrar e foi né O que às vezes ela cobra que eu já
vi mais de uma vez esse tópico aqui ó 50 cm qu para pressas principais e isoladas já vi cobrar aqui umas três vezes em banca de banca de prova tá bom eh temos ali a as dimensões mínimas obviamente temos as as definições também para peças secundárias que vão de 18 e peças ali né que podem ser múltiplas ou isoladas Então tá aí o esqueminha para você não se pede outra coisa também importantíssima sobre as estruturas de madeira a a madeira muitas vezes Ela traz muitas vezes não na Norma Ela traz uma um alguns parâmetros de
umidade por quê Porque a madeira Diferentemente do aço ela tem uma variabilidade muito maior Então tem que ter um controle sobre alguns requisitos que não necessariamente teríamos que ter com um aço que foi dentro da Siderúrgica dosado de forma correta adequada com baixa porosidade muitas vezes a madeira ela é criada ali na na natureza muitas vezes não ela é criada ali né na natureza às vezes ela é de forma observada ou não mas isso assim isso aí por si só já traz pra gente muita variabilidade por quê Se tiver vento demais pode causar problemas internos
na madeira criar ventas dentro da Madeira se tiver por exemplo e muito crescimento de Galhos Galhos que vão dar origem a nós depois a madeira se ela tiver com a umidade muito alta também ela ela tem diferentes diferentes formas de comportamento né então e para evitar que você fique sem entender um pouco sobre isso a gente traz o quê condições de te de umidade de Equilíbrio da Madeira né que ali é a condição que a gente utiliza na classe um de umidade que é 12% e se tiver fora né os valores ali que tiverem entre
10 e 25% eles podem ser corrigidos base baseando-se nessa forma essa formaa que já foi cobrada várias vezes em concurso público atenção beleza aqui a gente tem a re sistência e aqui embaixo a gente tem a ri dez Olha o doizinho onde ele tá aqui olha o trezinho onde ele tá aqui beleza aqui em cima a gente vai fazer o seguinte é só a gente entender que a gente tá pegando o valor né usual e somando mais uma parcela porque se eu por exemplo se a madeira tem ela com 40 com 20% de umidade ela
resiste né vamos supor 40 MPA ela vai resistir muito mais quando ela tiver em 12 porque ela perdeu água e aí ela vai ficar mais densa né menos com menos ali material dentro das suas fibras e isso vai deixá-la né mais resistente e por isso tem um incremento e de quanto esse incremento você vai pegar aqui e colocar três vezes o delta da umidade e aqui no caso na rigidez ó três vezes o delta da umidade mas o delta o delta é o que a variação em relação ao valor de referência 12% tá bom eh
tem alguns exercícios na nossa aula que são excelentes sobre isso dá uma olhada lá depois tá bom Aqui a gente já meio que já viu o gabarito né Olha o que essa Norma né a norma de estrutura eh eh de madeira traz pra gente é o seguinte para propriedad de resistência e rigidez de madeira são os correspondentes a classe tal de umidade que constitui uma condição padrão isso aqui já traz pra gente que a condição padrão é a condição um que é a condição de 12 Opa 12% de umidade que aí acaba sendo letra A
tranquilamente aqui trouxe a tabelinha né que já que não tava na teoria anterior e aí para você entender um pouco mais sobre isso umidade ambiente ali umidade de Equilíbrio máxima da madeira para classe um tá bom aqui temos obviamente a condição padrão isso aqui foi a pista que nos deu a a a o gabarito porque aqui vamos supor que ele trouxesse aqui ó o dois tá correto com 15 ó 2 com 15 o 3 com 18 ó 3 com 18 tá vendo ó e a 4 com 25 A4 não tá com 25 então eu poderia
se soubesse apenas a tabela né ficar em dúvida nenuma dessas três só que como ele falou condição padrão aí meu amigo não tem jeito tá bom e agora vamos por fim caminhando pra última etapa aqui meu amigo tá chegando ao fim topografia sondagens vamos lá vamos falar um pouco sobre sondagens E essas sondagens Elas têm algumas quantidades mínimas eh isso aqui já foi cobrado de forma exaustiva em concurso público Tá bom então muito cuidado temos o mínimo absoluto e relativo obviamente isso aqui não tem na Norma especificamente assim não foi eu que criei isso aqui
pra gente você entender esse mínimo absoluto é que independentemente do tamanho do terreno eu tenho que ter se o terreno for até 200 m qu dois furos se ele tiver entre 200 e e 400 M qu ele tem no mínimo de todo jeito tem que ter três furos Por que que tem isso professor porque imagina se até 1200 M Eu tenho um furo a cada 200 m e por essa regra aqui se eu tivesse um um terreno com 120 M qu aqui eu não ia ter nenhum furo né mas a norma por ele ter esse
mínimo absoluto ele obriga para ter dois furos nesse caso porque o terreno tem até 200 m Beleza então é mais ou menos por aí só para você entender o o contexto E aí o que é que eu quero que você entenda eh como é que decora esse negócio como é que decora Professor cadê aquela dicazinha top Ó tem 200 aqui você puxa para cá ó o 200 aí ó tem 400 aqui você puxa para cá Como já gastou os 400 agora tem que ser fixado em particular entendeu Ó olha que interessante Beleza então e aí
como é que a gente faz a conta a gente vai pegar a conta ali o valor do número vamos supor tem 600 né já passou o limite mínimo que aqui é 400 né ó passou esse limite mínimo então aqui a gente já tá acima do limite e vai dividir por 200 200 vão dar três furos aqui até nos 600 m qu de terreno que eu ten beleza Lembrando que é para simples reconhecimento E aí vamos supor que por outro lado por outro lado eu tenho um terreno Vamos lá de só dar um exemplo aqui para
vocês entenderem de 1000 e 600 como é que eu faço eu divido tudo por 200 divido tudo por 400 não você vai pegar os 10000 que ele colocou aqui né até 1200 e divide por 200 e aqui embaixo você coloca o que falta né sobrou 400 dividir por quanto por 400 então aqui vão dar seis furos e aqui vai dar um furo somando tudo aqui vão dar sete furos galera isso aqui tá na aula tá detalhado lá eu tô fazendo um rápido aqui tá até um pouco mais bagunçado que o usual em virtude do tempo
beleza mas olha que legal aqui a aqui tá receitinha de bolo beleza Eh sondagem galera esse aqui é importante você entender isso aqui está sempre em prova pode ser que esteja também na sua prova aqui nós temos o amostrador padrão né aquela ponteira aqui ó do amostrador ela é a embaixo a gente tem eh a a troca né muitas vezes de por trado a gente sabe que na perfuração né Vamos lá colocar aqui na perfuração a gente divide ali em três né Suponho aqui que tá tudo igual é 15 15 15 tá bom né é
1 m só que a gente além vamos fazer direitinho Então vamos pegar aqui bonitinho vamos pegar um buraco de 1 m tá bom aí a gente tem aqui eh 55 cm a gente tem aqui 55 cm né que é um a a o percentual em que eu furo com o trado depois vem 45 cm esses 45 cm eu divido em três partes né essa primeira parte aqui eu descarto não uso do SPT E essas demais aqui eu pego esses esse valor aqui mais esse valor aqui e somo Beleza então aqui a gente tem a remoção
de Mater tranquilo ó remoção de material aqui aqui a gente já tem a percussão nesses 45 finais e a gente descarta o primeiro descarta o primeiro por quê porque a norma diz cara mas Obviamente você concorda comigo que quando a gente tá perfurando aqui pode ser muitas vezes que a gente ultrapasse um pouquinho né o ideal é que não mas essa essa essa parte aqui de cima ela já tá pode estar comprometida com um pouquinho mais de solo que caiu aqui dentro alguma coisa do tipo então para dar uma maior fid dig dignidade a gente
cava os 15 despreza os 15 obviamente mede também mas a gente utiliza só esses dois aqui para aferir a resistência e aí como é que é a execução a gente Solta esse peso aqui esse pesinho aqui ele tem 65 kg e ele desce De quanto em quanto tempo aqui essa alturinha 75 cm tá bom e ele vai descendo aqui ó num furo de 2 po me vai descendo tá tá tá tá e marcando ali esse aqui é um é um de operação manual obviamente Porque tem uma cordinha Aqui tá o era para ter um camarada
aqui né segurando essa cordinha ó um gordinho ou bota o bonezinho dele pra frente segurando essa cordin soltando ali a guia em cima dessa dessa desse capacete aqui que é o capacete que vai descer com o tubo rosqueado e aqui embaixo vai vai entrando né amostras de solo que vão com vir aqui ó E aí o que é que vai dar como resultado disso esse perfil lindíssimo meu amigo lindo se você nunca se apaixonou por uma página de concurso apaixona por esse relatório de sondagem que coisa mais linda olha que interessante aqui ó aqui a
gente tem a profundidade aqui a gente tem a demarcação do diagrama de penetrações dá o zoomzin aqui lindo para vocês aí depois a gente tem aqui a soma dos 30 cm iniciais esse aqui não conta pra gente aí temos o 30 cm finais ó pode perceber que ela é geralmente um pouquinho maior do que o o outro ó maior igual né ó igual aqui ó maior né E a gente tem uma uma diferencia uma diferenciação E aí aqui a gente tem a litologia e a classificação baseada em quê professor no que a gente arrecadou aqui
dentro ó que veio aqui dentro para gente então esse ensaio ele traz um padrão um perfil muito bonito de solo pra gente e e por isso que é tão importante ele porque por exemplo aqui nos 10 a gente sabe Viu aí que tem uma uma eh um lugar bom que pode ser um lugar interessante para assentar né ó por exemplo ó um tubulão por exemplo tá bom né ou ou quem sabe algum estaca né pode tem que verificar depois a continuidade dessa dessa camada mas aqui embaixo a gente provavelmente já encontra o indeformável né Outra
coisa interessante com ess com esses valzin aqui a gente consegue né fazer uma determinação que a norma mesmo nos traz ó olha que interessante ele fala se é uma areia ou uma argila Você coloca ali pela litologia ó pela classificação ó que argila se que é uma argila Agora vamos pegar aqui o o a o índice de penetração ó tá dando dois e TR então ela vai ser uma argila fofa né olha interessante né então é mais ou menos por aí que a gente vai fazer o o cal vamos lá resolver uma questãozinha para eh
eh você acordar aí dar aquele dar aquela balançada eu tô aqui ainda balança joga uma água na cara e volta meu amigo vamos com tudo vamos resolver essa questão vamos lá Defensoria Pública de Rondônia né 2022 que questão muito recente a sondagem de percussão também conhecida como SPT é um dos tipos de sondagem mais executadas para o dimensionamento de Fundações de acordo com as informações constantes no perfil de sondagem apresentado na figura vai tá ali do outro lado né o índice de resistência a penetração nspt em 10 m de profundidade é igual a vamos lá
meu filho vamos lá 10 m de profundidade aqui a gente tem a nossa ó demarcação temos aqui primeiro segundo e terceiro né intervalo vamos somar os dois somar dos dois a gente já tem aqui ó o que ele traz pra gente de forma bem clara né Eh o percentual aqui tá até melhor detalhadinho para vocês é muito bom letra B né letra b quatro muito fácil cara muito fácil para acertar uma questão que parece muito difícil que vem com gráfico que vem com relatório de sondagem cara se não tiver cuidado Você erra questão boba que
o seu concorrente não vai errar então fica de olho e agora para rematar tudo vamos falar um pouquinho de forma bem breve sobre a topografia tá bom eh questões ali um pouco mais simples para você entender um pouco mais sobre isso vamos falar um pouco sobre curva de nível aqui temos a a 13133 2021 que ela traz pra gente uma representação da curva de ERS obviamente essa foto aqui não é da Norma mas ela traz trouxe aqui para ilustrar que é o quê uma representação altimétrica que ela é ortométrica e tem todos os pontos com
a mesma cota e altitude E aí temos aqui as equid distâncias né que vão ser né de interseção de planos ali sobre o lugar e essa interseção de planos ela é juntada depois e dá origem a essa curvinha aqui embaixo obviamente temos algumas propriedades que mostram pra gente que as curvas de nvos elas sempre fecham às vezes dentro ou fora do do do seu caderno por exemplo né Elas não podem ter sobreposição porque cada curva de nível tem uma cota diferente e elas não têm pontos com com duas cotas diferentes por exemplo né são algumas
premissas que a gente né Precisa traçar às vezes para entender beleza temos aí várias vários tipos delas mas o que eu quero trazer para você é que essas equ distâncias aí elas também mostram pra gente outra coisa interessante se elas estão muito juntas ou muito separadas né Eh se o o se a a nesse caso Olha que interessante aqui a de fora ela tá menor do que a de dentro Então isso indica o quê um aclive dá para ter uma ideia muito interessante sobre como mexer com isso aqui né como entender melhor a o relevo
com as curvas de nível Então essas propriedades né Elas são importantes eu trouxe aqui só um briefing mesmo sobre elas para se cair na sua prova você matar essa questão também beleza topografia eu achei relevante trazer essa questão também esse esse tópico que é o cálculo de área pela determinante né a gente a área do de uma figura topograficamente conhecida pelos pontos né X e Y né três pontos aqui é um triângulo por exemplo ó aqui é o primeiro ponto aí aqui o segundo ponto aqui o terceiro ponto e aqui a gente fecha com o
primeiro ponto de novo e a gente faz a metade da determinante dela Olha aqui esse exemplo né para finalizar aqui a nossa conversa temos aí os pontos a gente vai definir qual que é a área do terreno olha como é que a gente faz vamos pegar a formulinhas a ord a a ordenação dos pontos dentro da Matriz ó 70 30 100 40 ó 70 30 e aí ele abriu com essa e fechou com essa tá bom É como se ele fechasse ali ó aqui outro ponto aqui outro ponto e aqui outro ponto e aí ele
jogou aqui e fez né a diagonal principal menos a diagonal secundária ó tá tá o produto aqui tá ó a diagonal principal deu 16.400 e a diagonal secundária deu 14 1600 um menos o outro obviamente dentro do módulo que a a a a inicial pedia que assim eu fosse e divido por dois vai dar 900 M qu né uma questão que aparenta ser difícil mas na verdade ela não é difícil ela é trabalhosa em si Beleza então aqui eu deixo o meu é muito boa sorte para você que vai fazer a prova eh fico muito
feliz de ter contribuído um pouco com a sua aprovação e se Deus quiser ela vai vir né se não for nesse curso Tomara que seja nesse né mas se não for nesse vai ser no próximo e eu vou estar aqui para te ajudar nas próximas empreitadas depois você pode me mandar aí um feedback sobre como foi a aula como é que as coisas estão como essa aula pode te pode te ajudar né nessas redes sociais aqui lembrando essa aqui é o insta e essa é o insta e YouTube também galera então dá uma olhada lá
tem muita coisa gratuita lá para vocês Fechou então aqui o meu grande abraço até a próximo o próximo evento conto com vocês e boa sorte mais uma vez Valeu beijos e até a [Música] próxima mas assim eh sempre usei estratégia e os materiais para mim são excelentes estratégia ajudou demais né porque igual eu te falei partir do zero né a matéria de direito por exemplo eu nunca tinha tido eu nunca tinha lido a constituição na minha vida então o jeito que é explicado as matérias e depois os próprios resumos dos professores os grifos tudo isso
vai eh economizar seu tempo né Às vezes o pessoal tenta ah eu vou buscar um material aqui depois vou buscar outro não Foca no material estratégia assim vai te dar todo o alicer necessário para você ser aprovado Então já fala pro pessoal aí quais são as outras aprovações também que você teve eu vou em ordem cronológica que é fica mais fácil para eu lembrar primeiro foi no ISS eu comecei estudando pra área fiscal então o primeiro foi ISS Guarulhos ISS Campinas ISS Campo Grande ISS Valinhos e ISS tapevi aí eu parei de estudar pra área
fiscal comecei pra área de controle na área de controle foi tc do Rio de Janeiro tcdf CGU que é onde eu tô hoje e agora o TCU vendo vários materiais do estratégia é é é incrível como a qualidade é absurda assim então às vezes eu acabei até deixando mais de lado realmente os outros porque eu vi que o estratégia era o que tinha tanto qualidade de aula de material de professor que era inigualável assim [Música] NG [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] he [Música] [Aplausos] [Música] [Música] e o estratégia me me ofereceu esse conteúdo que desenhava
literalmente para mim os matérias bem difíceis né porque é possível passar estudando pouco pouc pouco mais com qualidade um pouco cada dia com qualidade com foco vendo vários materiais eu do estratégia é é é incrível como a qualidade é absurda assim então às vezes eu acabei até deixando mais de lado realmente os outros porque eu vi que o estratégia era o que tinha tanto qualidade de aula de material de professor que era inigualável assim eles trazem o conteúdo que vai cair mesmo na prova o que tá lá no edital né mas é de uma forma
muito muito leve né Eu percebo assim que ao mesmo tempo você estuda muito você se dedica muito é muito conteúdo mas é de um jeito que você consegue estudar procurem uma estratégia e que vocês nunca desistam do do seu sonho [Música] [Música] [Música] [Aplausos] [Música] [Música] [Música] [Aplausos] come yeah [Música] [Música] [Música] e i