Desenvolvimento da Face - Embriologia Humana- UNESP

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Embriologia descomplicada
Video Transcript:
oi oi pessoal Espero que esteja tudo bem com vocês e na aula de hoje nós vamos discutir os aspectos gerais do desenvolvimento do aparelho bucofaringeo da Face tá nessa aula Nós Vamos explorar de que forma as estruturas que vão constituir a face elas vão se originando e como é que elas vão sofrer os processos de diferenciação Inicial Ok vamos lá a começar aqui Tá bom nós vamos iniciar sua aula um pouco diferente Nessa aula eu vou mostrar para vocês um vídeo e vou pedir para vocês olharem um vídeo sem muita pretensão para que a gente
possa no final da aula olhar esse vídeo novamente entendendo o que tá acontecendo com esse indivíduo está em desenvolvimento Ok então vamos lá deixa eu e tirar desse modo nós vamos colocar o vídeo que tá aqui Bom vamos lá vou ficar aqui do ladinho para ver com vocês vídeo Oi gente vai mostrar para a gente desenvolvimento da Face numa visão ventral e numa visão lateral inicialmente ele mostra para a gente algumas dos principais das principais estruturas formadoras da face e ele está apontando para a gente usar Arcos faríngeos né e as fendas o sucos faringeos
ele mostra né as principais regiões e de que forma né ocorre as principais as primeiras diferencie ações formando placoide nasal depois da cavidade nasal AM é o canal nasolacrimal né a proeminência nasal nasal Medial nas lateral a formação da estrutura da maxila e da mandíbula aqui a mandíbula que a maxila e aqui ó a estrutura do da cavidade nasal aqui o olho informação e a fusão dos dados dos processos na Azul mediais a formação do filtro do lábio é E aí ele mostra para a gente a formação do filtro a a região final da aurícula
na da orelha externa bom aquele vai mostrar para nós um embrião de 24 dias a formação do placoide nasal é a região frontonasal proeminência frontonasal aqui o processo maxilar aqui o processo mandibular a proeminência o processo na Azul Medial eles vão se aproximando de forma que ele vai se funde aqui no meio para formar a região do filtro do lado e o palato primário que a gente vai ver durante a aula e aqui um pouquinho do desenvolvimento do palato né e é uma visão lateral uma visão frontal aqui um corte né sagital Oi e aí
ele vai fazer um ele vai mostrar para a gente uma visão coronal ao mesmo tempo que ele tá mostrando de baixo mas uma visão inferior Como se eu tivesse olhando de baixo para cima tenho moto palato primário processos laterais do palato aqui o septo nasal e aqui a gente vê o septo nasal é a ele vai mostrando como é que esses processos laterais do palato eles vão se fechar eles vão se fundir a gente tá vendo a boca ao céu da boca daqui e aquele mostra lá septo nasal EA fechamento do palato e o septo
nasal vai se fundir aqui para formar as duas cavidades nasais lateralmente E aí Oi de novo né agora trazendo para gente a estrutura do nariz né o pacote de Nasal e como é que é constituída se placoide nasal do ectoderme né que depois sofre imaginação para formar a cavidade nasal E aí a e por último mas não menos importante ele mostra a formação da coana né a comunicação entre a o nariz e a nasofaringe né se comunicando com a hora faríngea lá atrás bom então aqui é a formação da cavidade nasal EA formação do palato
para tu vai se formando a cavidade nasal inicialmente o palato ele não separa totalmente a cavidade nasal da cavidade oral depois ele forma todo palato separando formação das Conchas e aqui a formação né da coana definitiva e aqui a faringe Ok bom Bom vamos lá para nossa aulinha então E aí e a galera tô conseguindo então com a nossa aula né e a o aparelho bucofaringeo faringe ou branquial é o aparelho a que que vai formar as estruturas da cabeça estruturas componentes da cabeça pescoço a mais que nos peixes por exemplo o aparelho branquial a
ele se forma da mesma forma só que ele tem como estrutura acorde ovante o estrutura anexa as guelras tá no embrião no mamífero a gente não tem a formação de guelras ou de guerras as a e a gente vai ter um aparelho que a gente chama não demais de branquial mas assim um aparelho bucofaringeo ou faríngeo a ele se ele se ele acontece né na região da cabeça e do pescoço do embrião EA constituição desse aparelho bucofaringeo basicamente é aquela constituição que a gente já viu é de orelha né então a gente já falou dos
Arcos faringeos das bolsas faríngeas dos sucos faringeos é o fendas sucos ou fendas faríngeas e das membranas faríngeas que a transição entre um suco ou uma fenda e uma bolsa Oi ok e aqui a gente vê quatro embriões diferentes uma de peixe um de réptil de pássaro e um de mamífero e a gente percebe que os embriões nas cidades São muito parecidos a a funcionalidade né e associação do aparelho branquial com a respiração dos Peixes se dá depois mas nessa fase todos eles têm uma formação muito semelhante é bom aqui a gente tem um esquema
não é um esqueminha mostrando é um corte transversal onde a gente consegue observar os arcos faríngeos Então é porque eu tenho o primeiro arco é um par né o segundo arco terceiro arco e o quarto arco e assim por diante da última aula a gente falou que todo o arco faríngeo era composto por um eixo de mesênquima e o eixo de mesa Hickmann o que provém de um mesoderme que a gente vai falar um pouquinho dele daqui a pouco externamente ele é coberto pela ectoderme aonde ele tem a formação de um um arco faríngeo entre
um arco e outro nós temos uma fenda ou um suco Hum que aqui minha carinha para cá para vocês observarem então eu tenho o suco uma fenda aqui é então é e do lado interno eu tenho a formação de uma bolsa e a membrana farim já é o local de fusão de Hector liendo onde a gente tem entre uma entre um arco faringe outra então a gente tem o endoderme formando as bolsas o ectoderme formando o suco sou fendas separando cada arco faríngeo e quando é que tu e Endo se encontram E aí e ele
se funda e a gente chama essa estrutura de membrana faríngea então aqui a gente tem uma microscopia de varredura mostrando o aerton aqui uma região de suco fenda e aqui uma região de bolsa e aqui o mesênquima derivado do mesoderme cefálico então este mesênquima cefálico que a gente tava mostrando esse mas em que você fala igual uma mistura do mesoderme derivado da região cefálica e das células da cristã neural no entanto na região dos Arcos faríngeos a predominância de células que formam o mesênquima dos Arcos faríngeos são células da cristã neural tá então existe uma
contribuição muito grande das células da cristã neural para a formação do mesênquima dos Arcos faríngeos Tá bom então quando a gente fala informação de estruturas derivadas do mesênquima do arco faríngeo A gente tá falando bom dura que têm constituído que tem como base constituição o tal do mesênquima cefálico que é uma mistura Oi Di mesênquima do mesoderme mas em que moda Cristã neural no entanto los Arcos faríngeos ó predominância de células da cristã neural quem é bom esses Arcos faríngeos principalmente a região do mesênquima ela é uma região formadora de estruturas vasculares nervosas musculares e
cartilaginosas então todo o arco faríngeo vai estar comprometido né Principalmente não exclusivamente na sua porção mesenquimatosa na formação de um arco né que vem do tronco arterioso primitivo um arco aórtico um bastão cartilaginoso que vai dar sustentação do esqueleto do arco um componente muscular que no caso vai formar os músculos da cabeça pescoço e uma estrutura nervosa que vai e nevar e esses esses músculos porque todo músculo voluntário preciso uma inervação motora é e e dinheiro passam sensitiva Então a gente vai ter nervos que vão chegar até a região da mucosa e dos músculos ok
é bom a gente levar em consideração a formação dos Arcos faríngeos né A gente vai ver que basicamente o primeiro arco faríngeo e o segundo arco faríngeo segundo o primeiro par de arco faríngeo segundo par de arco faríngeo estão comprometidas com a formação da face basicamente o primeiro arco está associado com a formação dos músculos da mastigação né e de algum alguns ossos como por exemplo a gente viu lá no lá na aula de orelha como a bigorna né É E a gente a martelo EA bigorna e o segundo par de arcos faríngeos está comprometido
uma formação das estruturas dos músculos da expressão facial né ele está relacionado com uma série de cartilagens e também com a formação do estribo que é um dos ciclos do da orelha média né então basicamente Oi gente pensar em fácil né o primeiro arco faríngeo contribuir com as estruturas relacionadas a musculatura da mastigação né que é inervada pelo trigêmeo e o segundo par contribuem com os músculos da expressão facial que é inervado pelo nervo facial Ok então a gente tem aqui basicamente músculos do primeiro par relacionadas a mastigação e músculos do segundo pai relacionados a
mímica facial quem é porque a gente tem um esqueminha mostrando né aqui seria a região do ectoderme dos Arcos faríngeos e aqui a região de bolsa então aqui é bolsa e aqui é suco ou fenda né Lembrando que a Fenda do primeiro arco faríngeo responsável pela formação do meato acústico externo né que a gente viu lá na hora de orelha a orelha externa né e aqui tem todas as estruturas que os arcos faríngeos vão formar Então a gente tem aqui ó o número do arco é um é o arco aórtico artéria maxilar o nervo craniano
ou trigêmeo e basicamente ele está envolvido com a formação dos músculos da mastigação derivados esquelético esqueléticos materno bigorna e uma série de cartilagens na e desligamentos o segundo par a gente vai ter estrutura da arteria pode artéria estapedial é relacionada com a formação do nervo facial e os músculos da expressão facial ok a gente vai ver que basicamente quando a gente fala infância agente fala em primeiro e segundo par de arcos faríngeos o terceiro e o quarto par eles vão estar relacionados com a formação de estruturas da faringe e laringe tá bom basicamente Então a
gente tem essas esses outros dois pais a gente tem que ser spares o quinto ele ele desaparece o sexta vestigial basicamente Então a gente tem quatro pares de arcos faríngeos que contribui de fato para a formação das estruturas de cabeça e pescoço quem é bom e quais são os destinos desses Arcos né a gente viu na aula passada a formação da orelha então a gente viu que a fenda ou suco do primeiro arco forma a parte da orelha externa o osso esterno da Meta acústico externo a gente viu que a parte da bolsa farim já
vai tá vai ser responsável por formar a cavidade timpânica E aí a gente tem toda transformação das estruturas para a formação de orelha externa orelha média e orelha interno quatro Arcos faríngeos são bem visíveis foi o que eu acabei de falar agora mesmo o quinto é os dentes sexto é rudimentar e eles estão envolvidos na formação da Face das cavidades nasais boca laringe faringe e pescoço tá bom então esses Arcos eles vão contribuir para a formação de todas as o inclusive da orelha e aí a gente já começa a aula mostrando né uma alteração que
acontece quando a gente tem uma ausência unilateral ou bilateral de componentes do primeiro arco que é o que a gente chama de síndrome do primeiro arco basicamente essa síndrome do primeiro arco vocês percebam que a criança tem a face ela tem a maxila até a mandíbula mas ela tem um recesso ela tem uma fundamento lateral unilateral ou bilateral que provém da migração e suficiente de células da cristã neural para o primeiro par de arcos Lembrando que o presente mandou dos Arcos faríngeos é rico e células da cristã neural se eu não tenho a migração de
células da Crista para essa região eu vou ter menos mesênquima o que vai causar um defeito na face entre a aurícula e a boca então a gente percebe aqui ó a região da Oi a região da boca tá gente lembra do primeiro par de arco faríngeo é durante o desenvolvimento a gente vai ver e a gente vai aprender na aula de hoje que esse afundamento e é na região lateral da face que pode ser unilateral ou bilateral a tem a ver com ausência então desses componentes do mesênquima isso causa uma hipoplasia da mandíbula uma mandíbula
um pouco menor e uma macrossomia que é uma uma conformação e regular da cavidade oral em direção à aurícula pode ser unilateral e pode ser bilateral bom então vamos de fato para o desenvolvimento da Face a Face basicamente ela se forma de dois principais de duas principais fontes uma fonte que a gente chama de processo ou proeminência frontonasal que seria a testa desse embrião Zinho aqui que ainda não tem testa na e do primeiro arco faríngeo o primeiro arco faríngeo ele vai se dividir em dois processos um superior que a gente chama de processo maxilar
e o inferior que a gente chama de processo mandibular bom então no final das contas a Face tem cinco primórdios a que se colocam ao redor dessa cavidade aqui que futuramente vai ser a cavidade oral que a gente chama nesse em grãozinho de estomodeu tá estomodeu então ao redor do estomodeu a gente vai ter dois processos maxilares e aqui dois processos mandibulares aqui aqui e o processo frontonasal que tá aqui então essas estruturas aqui vão ser os primórdios da formação da face um grãozinho a formação da face começa por volta da quarta semana de desenvolvimento
aí depois o fechamento do tubo neural e desenvolvimento das estruturas das das vesículas encefálicas e se completa por volta da oitava semana mas ainda é uma Face bem primordial eu ver que as estruturas elas vão chegando no lugar certo com o desenvolvimento e aí a gente vai ter essas estruturas ao longo do desenvolvimento principalmente até 12ª semana chegando na região onde elas Originalmente vão estar tá bom bom a gente vai ver que na região inferior do processo frontonasal ou da proeminência frontonasal tem a formação de duas estruturas uma aqui e outro aqui superficiais formadas por
ectoderme porque a gente tá falando aqui tudo de ectoderme de superfície Lembrando que a as OS Arcos faríngeos são revestidos de ectoderma internamente tem mezentier o meio e lá dentro tem endoderme quem essas duas estruturas aqui no ectoderme esses pensamentos a gente vai chamar de placoide Nasal bom então tem um placar de Nasal do lado direito e um pacote de Nasal do lado esquerdo tá bom e os placóides nas aulas nasais eles vão começar um processo de diferenciar-se diferenciação e ocorre uma invaginação né formando um orifício bem no meio do placoide e esse é difícil
vai dar origem a fossa nasal e a ocorre a diferenciação de duas regiões ao redor do antigo placoide nasal uma região que eu chamo de processo naso lateral nas o lateral e azul desculpa e processo na zona Medial em amarelo então na zona Medial voltado no e aqui para o plano ou plano mediano Então eu tenho aqui processo nas o lateral processo nas o Medial desculpa e processo na Azul lateral quem como crescimento né das proeminências maxilares e aqui eu tenho uma proeminência maxilar lembrando o primeiro par de arco faríngeo forma proeminência maxilar e proeminência
mandibular aqui em laranja proeminência maxilar Então como crescimento da proeminência maxilar direita e esquerda essas estruturas vão trazendo né os processos nasais laterais e nas o mediais por meio da face Ah tá até que por volta eh entre a sétima e décima semana a gente vai ter a fusão dos processos na Azul mediais entre si Então os processos nossos mediais se aproximam e se fundem e a gente vai ter a fusão dos processos nas laterais com os processos nas mediais e com o processo maxilar Então a gente tem maxila se fundindo com processo nas o
lateral e nas o Medial nessa região tá inicialmente eu tenho os processos na Azul mediais afastados com o crescimento da maxila eles se aproximam até ele se fundirem formar o processo nas o Medial fusionado o processo na geladeira lateral se funde com a extremidade o fundo azul mediam e também se funde com a proeminência é maxilar quem dos dois lados essa para essa essa os processos nas mediais quando se fundem eles vão originar né uma parte da estrutura nasal né que vai dar origem né a a parte média parte intermediária do nariz a parte do
filtro dos lábios Ou seja que o septo nasal aqui o filtro dos lábios EA parte anterior da maxila que a gente vai chamar de processo maxilar primário ou maxilar primária a gente vai vir daqui a pouco tá bom Então veja bem com isso nós temos uma estrutura muito parecida com que a gente conhece como o nariz e a gente tem é né ah o processo nas o Medial de esquerdo se funcionando o processo nas o lateral né e o processo maxilar ocorrendo a fusão nessa região Tá bom então aqui a gente tem um esqueminha mostrando
de frente né a formação do placoide depois a definição do processo nas o Medial e nas o lateral o crescimento da maxila a aproximação da dos processos nas o mediais a até a fusão deles com processo nas lateral e com a maxila tá bom nesse processo percebam que se forma um suco entre os olhos em desenvolvimento e o nariz né estruturado do Futuro canal nasal Hum isso a gente vai chamar inicialmente a gente chama de cordão naso lacrimal depois ele adquire uma luz e a gente chama isso de ducto nasolacrimal porque quando a gente chora
a gente fica com nariz cheio de secreção E é porque existe um canal que comunica os olhos é a as glândulas lacrimais com Ares Então a gente tem choro e secreção nasal sendo produzidos ao mesmo tempo tá bom Outra coisa que é interessante mostrar que a medida em que os processos maxilares eles eles se aproximam os processos mandibulares também se aproximam até que se fundam tá percebam que a fusão do processo maxilar e a fusão dos processos nas o mediais nas laterais e processo maxilar vão delimitar a região dos futuros lábios região a cavidade oral
né e uma curiosidade é que aquelas pessoas que tem covinha aqui na linha média da mandíbula isso vai depender do grau de fusão das permanências mais mandibulares o melhor fusão foi extremamente perfeita não forma covinha se a fusão ficar um orifício no meio da fusão a gente vai ter a qual vinha aparecendo tá bom e aqui uma vista lateral da Face a gente tem aqui ó o processo naso lateral processo na zona Medial o processo maxilar o processo mandibular Lembrando que processo maxillary processo mandibular formam o primeiro arco lembra que entre o primeiro eo segundo
arco a gente tem a Fenda do primeiro arco o suco que a região onde vai formar o meato acústico externo EA aurícula então a gente já veio aqui nessa região lá no processo maxilar o nariz mais em desenvolvimento o canal nasolacrimal e aqui formando os lóbulos as estruturas que vão forma que vão dar origem a orelha externa tá bom aqui mais à frente a gente vê a formação da orelha na região do pescoço e um pouco mais à frente com oito semanas a sua orelha já vai acendendo e ficando basicamente na direção dos olhos né
Um pouquinho abaixo ó e aqui a gente já tem a formação da do nariz e da boca então percebo maxila mandíbula maxila mandíbula lábio superior lábio inferior a orelha externa suco e Fenda do primeiro arco é tem a ver lá com a formação da orelha e aqui é a formação do da cavidade nasal e depois a fusão né do processo nas o Medial com o processo na lateral e o processo maxilar para fechar a estrutura do lábio superior formar a o filtro do lábio formal septo do nariz que divide as duas cavidades nasais E vai
formar o palato primário E se a gente for fazer um resumo né do desenvolvimento da Face a gente tem a proeminência frontonasal formando a testa e o ápice do nariz os processos nas laterais formando as asas nasais o processo nas o Medial formando o septo nasal o processo maxilar formando as regiões superiores da bochecha e a maior parte do lábio superior e os processos uma singulares formando o queixo o lábio inferior e a regiões inferiores das bochechas oque é ser um resumo do que as estruturas estão formando e aqui ó o desenvolvimento final da passe
isso é que a gente está no desenvolvimento no 54º dia desenvolvimento a gente tem a estrutura do olho que a gente vai estudar na próxima aula a formação da narina a formação do lábio superior do lábio inferior aqui o filtro nasal Veja onde está alocada e a orelha externa nesse momento ela tá na região do pescoço e depois ela vai acender conforme a face cresce e se diferencia e o pescoço também as estruturas de pescoço e da cabeça se diferenciam a orelha externa ela acende ela sobe tá as mudanças vai acontecer várias mudanças né nas
proporções no tamanho e também na posição relativa em relação as estruturas da face aqui a gente já consegue ver o plexo vascular do couro cabeludo se formando não é cabelo tá gente é o plexo vascular do couro cabeludo ok e os olhos também eles se formam lateralmente depois eles com crescimento do nas estruturas da face né da cabeça eles vão se aproximando mas medialmente ó e aqui a gente vê um embrião com uma fenda labial unilateral Apesar dele tem um lábio inferior perfeito ele teve algum algum defeito no processo de fusão dos processos nas laterais
com processo nas Medial e com uma o processo maxilar tá bom Oi e a gente vai ver um pouquinho disso mais para frente mas primeiro eu preciso contar para vocês como é que é formado né a estrutura da maxila bom aqui a gente tem uma estrutura maxilar vista de baixo É como se eu tivesse com a boca aberta alguém tivesse olhando de baixo então inicialmente a cavidade nasal ela não é separada da cavidade oral então eu vejo é uma estrutura que não tem fundo tá E aí eu vejo as estruturas o processo maxilar laterais e
aqui essa região que tá mostrado em amarelo é bem a região onde ocorre a fusão do processo nas o Medial então perceba que o processo nas Medial vai formar o septo nasal o filtro do lábio superior tá e ele vai ter um componente maxilar aonde estão inseridos os quatro dentes incisivos e um componente palatino que é o palato primário Então essa estrutura que está em amarela que que a região da fusão dos processos nas mediais ele vai constituir três componentes um componente externo que é o filtro do lábio superior um componente maxilar que a o
maxilar superior onde se implantam onde crescem os quatro dentes incisivos e mais ainda ele se projeta para a região da cavidade oral formando palato primário em Ok e aqui já mostrando os dois processos laterais palatinos fundidos Tá bom vamos lá então o palato ele se desenvolvem entre a quinta EA 12ª semana gente porque que vocês veem que às vezes tem sobreposição entre as semanas de desenvolvimento porque algumas estruturas elas vão se formando ao mesmo tempo quando a gente explica a gente explica tudo separado mas em alguns momentos elas elas estão acontecendo ao mesmo tempo tá
a gente tem o primórdio palatino primário é que é esse daqui e a gente tem primórdios secundários que são os laterais o primórdio primário do palato tem origem no processo palatino mediano é que a gente a gente fala que é originado a partir desse segmento intermaxilar esse segmento intermaxilar nada mais é do que a região aonde os processos nas mediais se fundem com os processos os maxilares a Então essa região aqui é a região do antigo processo nas Medial então ele vai contribuir para a formação desse palato primário aqui que provêm nesse segmento intermaxilar que
a fusão dos processos nas mediais e a gente tem os primórdios palatino secundário que são as Faces internas dos processos maxilares laterais Ah tá então processo maxillary lateral e o processo palatino mediano que vem do palato primário né eles vão formar a maxila Além disso Se a gente pudesse olhar lá do outro lado do palato Se a gente pudesse olhar para o céu da boca e tirar puxar o céu da boca assim ó tirar ele puxar para baixo a gente ia ver que o septo nasal ele tá grudadinho então aqui tá o palato e aqui
tá o septo nasal grudadinho não fala tu separando-a a cavidade nasal direita e esquerda a e a gente vai ver isso daqui a pouquinho bom então a gente tem esse segmento intermaxilar que é aquela estrutura derivada né da fusão dos processos nas mediais o primórdio da parte para maxilar da maxila formando o processo palatino primário ou processo palatino mediano Tá bom a gente vê aqui ó lá em cima separando a cavidade nasal direita e esquerda o septo nasal e a gente vê dois processos palatinos laterais que se projetam é da do do processo maxilar né
para cá e para cá e esses processos palatinos laterais eles vão crescendo formando duas lâminas de tecido até que esses dois processos palatinos laterais se fundem na região mediana quando ele se fundem na região mediana ele se funda e com o processo palatino mediano ou palato primário e eles formam uma uma saliência no fundo da cavidade oral que é um Vila tá então a gente tem o processo uma palatino mediano que é o palato primário que vem ali da região do palato primário que ver que se formou a partir da fusão dos processos nas mediais
e a gente tem os processos palatinos laterais que se aproximam e se fundem para formar então não também tipo processo palatino mediano o palato E eu lá no fundo a formação da úvula e aqui né mostrando o processo uma latiu o processo palatino mediano é que essa região aqui ó que se forma a partir dos processos nas mediais fundidos tá ele forma estrutura triangular né é que dá origem ao palato primário né então ele tá aqui ó processo palatino né o processo de formação do palato se sobrepõe a estrutura do palato primário Lembrando que o
palato essa estrutura óssea né que cobre na cavidade oral aí a gente tem o septo nasal o que está crescendo para dividir as duas cavidades nasais EA formação das lâminas Paraty nas laterais que se fundem aqui no centro junto com o processo palatino mediano para formar o palato e aqui no fundo alvo ela tá se a gente fizer um corte frontal nesse indivíduo a gente vai ver aquela região dos olhos a região da cavidade nasal direita e esquerda e aqui o septo nasal perceba aqui quando o palato as lâminas a as lâminas Paraty nas laterais
elas vão uma de encontra outra fechar a cavidade oral aqui embaixo o septo nasal se funde com elas então foi que eu disse agora pouco se eu pudesse olhar debaixo da boca e tirar Opala tudo aqui eu ia ver o septo nasal logo em cima separando as duas cavidades nasais Ah tá bom E aqui embaixo a formação da língua dentro da cavidade nasal que a gente vai explorar no final então a formação do palato envolve o crescimento do processo palatino a elevação das lâminas Paraty nas laterais percebam que essas lâminas elas elas se formam lateralmente
e elas se elevam para poder se fundir fusão das lâminas ou processos palatinos laterais então a gente pode chamar isso de lâmina o processo palatino E aí a remoção da sutura perineal no local da fusão então forma-se uma sutura arterial que depois forma como se fosse uma cicatriz no céu da boca na região da fusão e lá atrás a formação de uma estrutura que não é o cif cada que é um alvo Lula tá e aqui mostrando né numa uma não corte frontal aproximação dos dois processos palatinos laterais ou lâminas palatinas laterais aqui o septo
nasal encostando né na para formar então a cavidade nasal direita e esquerda aqui em cima e aqui ele participa então da formação do palato ok aqui revestir na cavidade oral que a gente chama de epitélio oral e aqui é vestindo o nariz a o epitélio nasal e aqui é a formação do palato é bom que acontece não é quando a gente tem um problema na definição e fechamento do palato né do lábio então fica bem se eu tenho uma fêmea uma fenda labial é porque eu tive algum problema na fusão do processo nas o Medial
processo final do lateral e com processo maxilar se eu tive um problema de não fechamento do palato eu tenho uma fenda palatina e tenho tenho fendas labiais e fendas palatinas elas podem acontecer separadamente ou pode acontecer em conjunto então aqui a gente tem uma série de casos de alterações que acontecem né durante a formação das estruturas da face e principalmente da cavidade oral palato Então essa é uma ovo normal se forma a partir da fusão dos processos ou das lâminas laterais do as platinas né para formação da úvula mas quando essas duas lâminas se fundem
e a gente não tem a formação de uma estrutura a única a gente tem o que a gente chama de úvula fendida né formam duas ouvi-las ou uma úvula uma mula uma única úvula vendida no meio como a fenda Você pode ter fendas unilaterais ou bilaterais do palato E aí você tem um problema na formação da estrutura do palato da fusão das lâminas ou dos processos palatinos laterais tá bom e você pode ter uma fenda labial e da maxila unilateral e bilateral Então você tem aquela estrutura do processo na zona Medial e nas laterais junto
com a maxila não se formando então eles não se fundem e formam abertura que vem 10 da região do lábio para região da maxila tá só que ele não se projeta para a região do palato ele vai ficar restrito à região difusão das estruturas nas o mediais Então veja bem lábio e palato primário tá então eu posso ter só de um lado ou dos dois lados e eu posso ter uma fenda bilateral completa do lábio e da maxila com fenda do palato Então eu tenho uma má formação e não é no na fusão dos processos
nas laterais com NASA mediais e maxilares eu tenho uma má-formação do palato primário EA não fusão dos parâmetros das lâminas palatinas laterais E com isso eu posso ter só de um lado ou dos dois lados então eu posso ter o conjunto da fenda labial e da maxila com a fenda labial da maxila e do palato bilateral unilateralmente ou bilateralmente Ok lembrando quando eu não tenho quando eu tenho uma Fenda do palato eu tô falando que os processos ou lâminas palatinas não se fundiram as lâminas palatinas não se fundiram mas eu tive um processo normal difusão
das estruturas do lábio quando eu tô falando em fenda labial e da maxila eu tô falando que o que acontecer e não foi um erro na fusão dos processos palatinos e sim uma mal fusão do processo naso lateral como nas o Medial e com processo maxilar durante a formação das estruturas do lábio superior e isso pode se projetar até o palato primário tá bom e eu posso ter as duas coisas juntas mal formação da estrutura do lábio superior e também uma não fusão das estruturas palatinas laterais tá bom Ah tá eu posso ter fenda unilateral
do lábio do palato isso tem uma frequência de um para 1.000 Nascimentos eu posso ter uma fenda bilateral palatina e labial onde eu tenho um processo e aqui uma unilateral da uma fenda labial e palatina unilateral aqui bilateral e aqui só uma fenda é uma Fenda do unilateral do lábio do palato só que do outro lado aqui do lado direito aqui do lado esquerdo é que bilateral é bom e por último mas não mais importante é a formação da língua né a língua também é uma estrutura a língua mas estrutura muscular um músculo voluntário basicamente
a língua está associada né com a formação com estruturas que se formam a partir do primeiro e do terceiro Arcos faríngeos não é basicamente o tubérculo ímpar as protuberâncias no iguais laterais e a cópula que forma a raiz da língua percebam que a e a cópula ela vai formar a estrutura da base da língua que ela nem aparece mais aqui basicamente o corpo da língua se forma a partir do tubérculo ímpar mais as duas protuberâncias são iguais laterais as duas protuberâncias derivadas do primeiro arco o tubérculo derivado do primeiro arco e a gente tem a
cópula que forma a raiz da língua lá trás perto da região da glote é epiglote aqui atrás que é derivada do terceiro arco tá então a gente vai ter aqui ó o tubérculo ímpar as protuberâncias linguagem laterais que vão se fundir né e um tubérculo ímpar que se projeta para a região da cópula que forma a raiz da língua e aqui a estrutura da epiglote da glote então a língua quem é ela se forma né a partir de estruturas do primeiro par de arco que são os produtos as protuberâncias linguagem laterais e o tubérculo ímpar
e também a partir da cópula que também alguns livros chamam de eminência A hipofaringe tá e a cópula então ela vai participar da formação da raiz da Língua Lá onde a língua se prende lá atrás perto da região da faringe mais atrás da laringe tá bom E para finalizar né as cavidades nasais os cavidades nasais a gente viu que inicialmente o placoide se forma que é espessamento do ectoderme depois o pacote o pro acorde sim vagina para formar a cavidade nasal né E aí a gente tem a língua crescendo aqui em baixo até esse momento
aqui a gente tem a base usar é é é Oi e a base né da cavidade oral e a gente tem o placar de Nasal a partir do momento que o placar de Nasal começa a formar a fossa nasal ele começa a separar a cavidade oral da cavidade nasal né e ele vai ficar separado da cavidade oral por uma membrana hora nasal que depois se degenera a membrana a hora nasal se degenera por quê Porque depois a gente vai ter a formação do palato e realmente quem vai separar né a cavidade oral da cavidade nasal
é ao palato né aqui o palato primário para o secundário a gente tem aqui a formação inicialmente do palato primário que provém ali das estruturas da formação nas o medial da fusão das estruturas mediais a gente tem aqui a língua informação e a gente tem inicialmente uma cavidade nasal Curta essa cavidade nasal ela vai ser no estendida pelo crescimento dos palatos né A e para tu secundário que vai separar a cavidade nasal EA cavidade oral inicialmente a gente tem a comunicação da cavidade oral com a cavidade nasal através de uma coana primitiva e depois aqui
a na formação de uma coana definitiva né que vai delimitar ali que vai fazer a interface entre a hora faríngea nasofaringe tá bom Aqui a língua aqui o palato primário e aqui o palato secundário que dele derivou daquelas lâminas laterais palatinas tá bom e a formação do epitélio né do nariz Lembrando que o epitélio nasal o epitélio olfatório ele se projeta através dos nervos olfativos no sistema nervoso central Então a gente tem basicamente o epitélio olfativo voltada para a superfície superior da cavidade é E essas células especializadas é que vão ter comunicação com neurônios especializados
que vão ligar essas células que são neurosen cíveis são sensíveis ao estímulo ao nervo olfatório o nervo olfativo quem é bom pessoal era isso que eu tinha para passar para vocês hoje espero que fique claro mas antes de terminar a aula eu vou voltar lá no vídeo porque agora a gente vai olhar para aquele vídeo com a sensação de quem já assistiu à aula então vamos lá desenvolvimento da Face então vamos parte por parte então aqui a gente tem uma visão ventral uma visão lateral o processo pronto nasal processo maxilar processo mandibular ambos vindos o
primeiro par de arco maxilar e mandibular aqui tá o primeiro suco Não é a primeira fenda o que vai se projetar para formar o meato acústico externo e daqui a pouco vai aparecer o areninha que aqui também tá bom E aí ele nomeia para gente ó previdência frontonasal o estou modelo que a região do Futuro a boca para eminência maxilar proeminência mandibular e o segundo arco faríngeo e ele mostra para gente a região da Previdência frontonasal a região maxilar a região da proeminência mandibular e aquele mostra para a gente até a projeção da estrutura do
tubo endocárdico que tá informação aqui na região anterior do Futuro tórax do embrião E aí ele mostra para a gente a formação do placoide nasal né que aqueles pensamentos do ectoderme depois isso vai sofrer uma invaginação para formar cavidade nasal o Olá formal a cavidade né E aí na formação da cavidade a gente informação do processo na Azul Medial e nas o lateral na Azul Medial nas o lateral processo maxilar processo mandibular aqui lateralmente e aqui na verdade não é a cavidade nasal é a fossa nasal tá a cavidade depois que ela se abre lá
para o fundo aí ele mostra para a gente aproximação dessas estruturas a transformação do processo na zona Medial olha aqui ó ele mostra para a gente a região onde está formando uma ato acústico externo olha aqui as projeções do mesoderme da orelha externa que vão formar aurícula Oi e aí ele mostra a fusão das estruturas da proeminência Esse é o do processo na zona Medial a gente pode achar como proeminência como processo tá nas o Medial nas o lateral com processo maxilar o Olá e isso vai formar o septo nasal filtro do lábio e palato
primário e então me mostra para gente aqui dessa cor a região do nariz do filtro tá E lá dentro do palato ele mostra para a gente o sítio do canal nasolacrimal E aí mostra pra gente o processo mandibular processo maxilar fossa nasal sucesso nas Medial e nas lateral aqui Tá formando o olho aqui atrás ó a gente vai estudar o olho depois e as estruturas da aurícula o e aproximação e fusão do processo naso Medial a informação do filtro e do lábio superior o ator de semana cês tinham um feto desenvolvimento do palato E aí
ele mostra para a gente aqui a cavidade nasal primitiva a cavidade oral primitiva e o palato primário formado a partir da fusão dos processos das mediais e ele mostra uma visão coronal Então me mostra aqui ó o futuro a língua a cavidade oral que ainda tá em comunicação com a cavidade nasal veja o septo nasal ele vai crescer daqui a pouco para fundir com a futura com as com futuro estrutura palatina do palato né mas por enquanto a cavidade nasal EA cavidade oral estão encontrar Oi e aí mostra pra gente as estruturas por debaixo da
língua por debaixo da boca né então palato primário e as lâminas palatinas laterais e aqui ó a gente tá vendo septo nasal que tá vindo daqui então a gente tá olhando aqui debaixo nessa figura e a gente vê aproximação nas das lâminas palatinas laterais Olá aqui também em fusão e depois da fusão do septo nasal formação da úvula a transformar aqui as duas cavidades nasais online vai mostrar a formação primeiro e do pacote de Nasal na sequência o Olá de mostra para a gente ou placoide nasal é um espessamento do ectoderme aí ele sofre uma
invaginação para formar a fossa nasal ou saco nasal e depois vai formar cavidade nasal é só voltando um tequinho de nada ó quando ele mostra isso para gente ele mostra proeminência nas o lateral e nas o Medial a promoção da coana que aquela parte lá que faz a interface entre a hora faríngea nasofaringe aqui ó saco nasal aqui o palato primário é uma membrana separando que depois se desaparece EA cavidade nasal EA cavidade ó a a ruptura da membrana hora nasal EA cavidade nasal EA cavidade oral vão ficar em contato até o momento que o
palato se forma e se estende até aqui para separação da cavidade nasal da cavidade oral a promoção das Conchas e meatos ó e aqui a região 12 semanas da coana definitiva a interface entre a nasofaringe orofaringe Oi ok bom então pessoal só voltar aqui na minha linha bom então eu queria voltar eu queria terminar essa aula desejando vocês uma ótima semana e dizendo para vocês volta teu rosto sempre na direção do Sol e então as sombras ficarão para trás um beijão e até a próxima
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