o Olá sejam bem-vindos a mais uma vídeo aula aqui no link YouTube Hoje o nosso tema é a via da lectina ligadora de manose uma das vias do sistema complemento vamos entender o que é a via da lectina ligadora de manose quem são as proteínas que a integram como essas proteínas são ativadas e como elas atuam para eliminação do patógeno entretanto você vai poder aprender muito mais assistindo também ao vídeo que trata da via alternativa porque lá eu falei bastante sobre o sistema complemento e também assistindo ao vídeo sobre a via clássica esses vídeos estão
disponíveis aqui no livro Tudo meu nome é leiga calegário sua professora de imunologia e também atua no programa de Mestrado em saúde sociedade e ambiente da UFMG já tem bom como eu já falei nos outros dois vídeos o o vento ele é bastante complexo constituído por mais de 30 proteínas séricas produzidas por macrófagos hepatócitos e que estão no sangue na forma inativa mas que após ativadas contribuem de forma muito expressiva para eliminação de patógenos como vimos no vídeo sobre a via alternativa e também da Via clássica Existem 3 vias para ativação do sistema complemento havia
alternativa a via clássica e o alvo da aula de hoje que a via da lectina ligadora de manose essa via da lectina e havia alternativa fazem parte da imunidade inata enquanto que a via clássica faz parte da imunidade adquirida bom vamos começar então a entender essa via da lectina que também é chamada de via da lectina ligadora de manose ou simplesmente via mbl Olá Tudo começa então quando um carboidrato presente na membrana do microrganismo que é chamado de manose é ligado por uma proteína do complemento que é chamada de leptina essa proteína de quitina parece
muito com aquela proteína ser um que da Via clássica né inclusive apresenta-se como um complexo associada a outras duas proteínas masp1 emasp dois essas enzimas são similares a ser um rrc 1s da Via clássica quando pelo menos duas cabeças globulares dessa lectina conseguem interagir com resíduos de manose do microrganismo essas enzimas masp1 emasp dois assim como acontecia com c1r e ser um s na Via clássica mas filme MASP dois tornam-se ativas e conseguem quebrar as proteínas C4 12 do sistema complemento produzindo assim c4as 4B dois fragmentos né além dos fragmentos c2ha ec2b esses fragmentos C4
bc2 a vão se ligar ao microrganismo produzindo assim a enzimas e três convertases e a partir de agora é tudo igual ao que a gente viu para vir a clássica e também para virar alternativa quando uma proteína se três se ligar a ser três convertase ac3 vai ser quebrada pela C3 conversar se gerando então dois fragmentos você três a esse 3B já falamos né no vídeo anterior sobre você três a olhem lá por favor o fragmento c3b ele vai fixar ser três convertase gerando então outrem cima ac5 convertase Como o próprio nome diz quando uma
pro ec-5 conseguisse associar 45 convertases essa proteína se cinco vai ser quebrada dando origem Então as e 5 a esse 5b já falamos bastante sobre cinco anos vídeo anterior né o fragmento se 5b vai então dá origem da início na verdade ao processo de formação do complexo de ataque a membrana e vai ser representado nos próximos slides por esta figura em azul Tá bom vamos entender então como é que acontece essa formação do Marquito complexo de ataque a membrana esse fragmento c-5b que foi produzido a partir da quebra do C5 ele vai se associar a
outras proteínas do complemento que são C6 C7 C8 e várias C9 diversos e novos não há um número fixo essa Associação ocorre formando então um por um buraco profundo na membrana do microrganismo de modo que por meio desse complexo de ataque a membrana é possível a entrada de líquido do Meio extra-celular para dentro do microrganismo e como nós vimos né não é um único poros são muitos olha membrana dessa bactéria para vocês terem uma noção é tanto líquido que entra dentro do microrganismo que ele acaba sofrendo a crise mas lembrem-se que a ocorrência de lise
acaba induzindo também um processo inflamatório porque o conteúdo de dentro do microrganismo é exposto no meio extracelular ativando o sistema imunológico a geral uma inflamação para ajudar a conter essa infecção Então como vimos no vídeo sobre a via alternativa c 3 h e c 5 a vão atuar como fatores quimiotáticos que vão atrair e ativar mastócitos basófilos macrófagos neutrófilos contribuindo assim para eliminação do patógeno maiores detalhes você pode ver no vídeo sobre a via alternativa lá você vai entender melhor inclusive o porquê de apesar de tudo isso que o nosso sistema imunológico faz de tantas
estratégias de tantas ações e tantas ações são reguladas e tão eficientes apesar disso tudo a e fica doente dá uma olhada lá bom era isso que eu queria falar para vocês não deixem de assistir aos demais vídeos do sistema do complemento né da via alternativa e da Via clássica eu deixo aqui a lista de materiais que utilizei para preparar essa vídeo aula se você gostou desse vídeo se inscreva aqui no link YouTube deixe seu comentário clique no like Ative o Sininho para saber quando eu postar novos vídeos e recomende olympho Tube também esse vídeo para
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