Biomecânica da marcha

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Prof. Felipe Barros
Fala galera, beleza? Na aula de hoje, nosso tema é: "Biomecânica da marcha". Espero que gostem ...
Video Transcript:
e fala galera beleza meu nome é felipe e nesse vídeo vou conversar com vocês sobre biomecânica da marcha na verdade a gente vai dar início aos nossos estudos aí sobre biomecânica da massa porque porque quando a gente fala da marcha então a gente tem que falar de uma série de aspectos que envolvem a marcha quando a gente vai falar de biomecânica da marcha então a biomecânica da marcha ou a biomecânica complexa por quê porque ela envolve uma série de grupos de uma série de articulações gente costuma falar então que a márcia é um dos movimentos
mais complexos do corpo por quê porque para gente poder se deslocar no espaço seja para gente poder se locomover através da marcha eu dependo de articulações e músculos esqueléticos quase do corpo todo diferente do que se pensa a princípio que a masha então ela envolve só membros inferiores na verdade a gente vai ter movimentos e o que significa de tornozelo de joelho de quadril de cintura pélvica né de forma geral de cintura escapular que a opção os que a gente chama de movimentos então né de dissociação de cinturas então tem uma relação entre cintura escapular
e cintura pélvica além disso tudo então a gente vai ter o controle desse movimento né então assim as partes do sistema nervoso que modulam esse movimento de março só que eu coloquei aqui um desenho zinho para vocês só para ilustrar a marcha o bonequinho andando então e a primeira coisa que a gente tem que definir o que é massa queimou dula essa massa ou seja quem é responsável pelo controle da massa e o que a gente vai estudar na biomecânica da marcha então a massa nada mais é então do que o movimento normal nosso de
locomoção e alguns autores definem a marcha como a busca constante pelo equilíbrio ou seja a gente ou seja para a gente se deslocar basta a gente gerar um desequilíbrio e a gente tá o tempo todo buscando esse equilíbrio então toda vez que a gente vai começar andar a gente já era um deslocamento anterior e consequentemente a gente vai buscando o centro de equilíbrio toda vez que a gente quer parar então de andar a gente reequilibra o nosso corpo e aí a gente tem a pausa na marcha quando a gente fala de controle motor da marcha
então o controle motor da massa então ele pode ser tanto feito pela via consciente que havia então piramidal que faz a programação e o controle desse movimento mas a maioria do tempo que a gente tá andando a gente tem um controle feito através das nossas vidas extrapiramidales felipe que que significa isso significa que eu preciso planejar o movimento toda vez que eu pretendo começar o movimento toda vez que eu pretendo terminar o é que toda vez que eu preciso acelerar ou desacelerar ou mudar de direção para isso precisa ter planejamento e o resto da massa
quando a gente tá andando num sentido único e tá andando por muito tempo então se eu vou fazer uma caminhada e pega o comércio andar o que que é planejado e o que que é automático não o meu planejamento ele está sempre relacionado ao início ao final as alterações de velocidade e as alterações então de direção agora toda vez que eu tô andando em velocidade constante essa marcha passa ser um movimento automático e os movimentos automáticos então eles são modulados pelas minhas vias extrapiramidais que estão relacionados então a controles automáticos por isso que o paciente
então que tem síndrome de partes ou parkinsonismo né ah tanto faz se ele tem parkinsonismo o doença ele tem mais alteração de marcha porque porque esse paciente então ele tem alterar é desse controle dos movimentos automáticos toda vez que o movimento deixa de ser voluntário deixa de ser planejado e passa-se automático o paciente então ele trava e aí ele tem que pensar para poder executar novamente tá então você a gente está falando de massa normal a masha nada mais é então do que uma busca constante pelo equilíbrio quanto maior for um equilíbrio né maior vai
ser a velocidade da massa e aí a gente vai falar de alguns aspectos também sobre velocidade de marcha sobre cadência de marcha sobre passo sobre a passada né e sobre o ciclo normal da massa então antes da gente entrar no ciclo da marcha e falar né eu tô falando de forma resumida para vocês o que a gente vai estudar nesse primeiro momento então a gente vai estudar a marcha humana normal dentro da marcha humana normal então quando o bonequinho tá andando a gente divide essa marcha em duas fases principais que fazem são essas é o
que a gente a base de apoio e fase de balanço fase de apoio nada mais é do que a fase então o que você tá em contato com o solo então como a gente vai ter os dois pés então aqui no caso eu tô em fase de duplo apoio eu tenho apoio nesse pedra adianta nada na frente eu tenho apoio também no pé de traz só aqui durante a márcia eu vou ter que fazer uma transição ou seja eu tenho que deslocar o membro inferior ou frente esse deslocamento do mesmo inferior à frente então a
gente chama de fase de balanço dona márcia a gente pode dizer que a gente tem três fases eu tenho a fase de apoio a fase de balanço e a fase do duplo apoio o que significa fase do duplo apoio é quando um pé já chegou e o outro pé ainda não saiu tá então esse aqui tá em apoio esse aqui tá em apoio então a gente está indo para o apoio tá aí o que que seria a fase de apoio seria fase de apoio oi total quando esse pé então ele sai do chão para se
projetar para frente esse então ele passa para fase de balanço aí eu estaria fase de balanço desse minha mãe inferior quase de apoio de si mesmo inferior e aqui então eu tenho fase de do próprio criticou a grande diferença entre marcha e corrida mostra a gente olhar por exemplo quando a gente está assistindo nas olimpíadas lá aquela marcha atlética mundo que um atleta da marcha atlética então ele é eliminado da prova ou seja ele é eliminado da prova quando ele deixa de andar e passa a correr então quem determina a diferença entre marcha e corrida
não é a velocidade tá porque porque a velocidade vai depender de uma série de fatores do comprimento do passo do comprimento da passada então se eu tenho um indivíduo que tem um membro inferior muito comprido ele vai ter uma marcha que essa massa dele pode ser uma massa é muito rápida ele pode conseguir andar de forma muito rápida é necessariamente correr igual a diferença entre marcha e corrida não está necessariamente na velocidade mas na biomecânica então a diferença é que na marcha a gente tem apoio unipodal balanço e duplo apoio e o que a gente
tem na corrida na corrida eu nunca vou ter o duplo apoio eu vou ter o apoio unipodal eu vou ter o balanço eu vou ter o duplo balanço não seja na na corrida diferente da marcha vai ter um momento que eu não vou ter nenhum contato com o solo seja que a pessoa que o indivíduo tá saltando que a gente chama isso de duplo balanço então então se ele tirou os dois pés do chão significa que ele está correndo então toda massa então tem que ter um ponto de contato com o solo pelo menos um
ponto de contato net vai ser a nossa fase então de apoio ela pode ter uns dois pontos de contato sim felipe como que a gente vai diferenciar a velocidade da mar o quanto maior for a fase do pro apoio da ou seja maior for o tempo de duplo apoio mais lenta é a marcha por quê porque quanto mais você vai acelerando mas um pé hora que o pé chega o outro vai passar aí na hora que o pé chega outra tá saindo até que vai chegar o momento que o outro pé nem chegou e o
outro saiu então se outro pé nem chegou e o outro já saiu significa que você não tem contato com o som não significa que você já tá correndo agora se você tá com os dois pés planados no chão significa que você está desenvolvendo uma massa mais lenta conforme você vai acelerando essa marcha eu diminui o tempo de duplo apoio mas eu sempre tenho um ponto de apoio no chão quando você deixa de ter um ponto de apoio no chão e passa a ter duplo balanço então eu passei da marcha para corrida então essa é a
grande diferença depois quando eu estudo macho então a gente vai diferenciar o a gente vai dividir o nosso estudo na massa em fase de apoio e fase de balanço é o quê porque dentro da fase de apoio eu tenho algumas subir fase do apoio né você gente divide essa fase de apoio então não sei sobre fases alguns autores colocam cinco outros autores colocam 16 mas na fase então de apoio a gente vai dividir em contato inicial que ou alguns autores também chamam de toque do calcanhar depois resposta de carga que quando você começa a descarregar
né o peso sobre aquele membro inferior depois a gente vai ter o apoio médico quando a gente vai tirar o peso então do calcanhar e jogar o peso então para o médio-pé depois a gente vai ter o apoio terminal e depois a gente vai ter a saída na verdade alguns autores dividem essa fazem bem duas né que aqui seria a o pré-balanço ou seja quando você já tira o calcanhar e transfere a carga para passe anterior do pé e depois a gente tem então a saída dos artelhos alguns autores colocam só como pré-balanço que e
seria a transferência da carga para região mais anterior do dos dedos em seguida então a saída dos artelhos então a gente pode ter cinco ou seis dependendo dos autores aí subfases da fase de apoio e a fase de balanço a fase de balanço então ela é dividida em três subfases que seria o balanço inicial seja retirada do pé até chegar a linha média o balanço médio que tá na linha média então e o balanço final quando ele já está projetando membro inferior então para dar pisado então para jogar o peso sobre aquele membro inferior e
outra coisa que a gente vai ter que estudar então se a gente vai ter que entender é a diferença entre passo passada e cadência então o que que significa cadência quando a gente fala por exemplo de frequência cardíaca o que que é uma frequência cardíaca então toda frequência é uma unidade por tempo então frequência cardíaca número de batimentos por minuto frequência respiratória o número de incursões por minuto ea cadência na marcha seria a frequência da marcha tá então seria o número de passos por minuto tá então quando a gente falar qual é a cadência da
marcha é qual o número de passos seja qual a quantidade de passos que ele dá por minuto isso vai determinar a cadência que a frequência da marcha mas ele vai determinar também de certa forma a velocidade da marcha então a velocidade da marcela vai depender da cadência do número de passos por minuto vezes o cumprimento do paço ou comprimento da passada por quê porque o senhor tem um passo maior né mas cumprido uma passada mas cumprido então aí eu multiplico pela cadência eu vou percorrer um espaço muito maior e o intervalo de tempo menor ou
na verdade no mesmo intervalo de tempo que a gente tá falando decadência então que eu tenho unidade de tempo que é um minuto que ela é pré-definida outra coisa o que a gente falar e a gente discutir a diferença entre passo e passada que a gente ainda vai ver um pouquinho mais para frente passo nada mais é do que a fase da marcha de um determinado pé até a próxima fase da marcha do outro pé mas a mesma fase da marcha tá então eu sou que a gente chama de passo então por exemplo se eu
vou ver por exemplo cumprimento de passo então eu vou observar o toque do calcanhar do pé esquerdo até o toque do calcanhar do pé direito então isso vai ser o meu cumprimento de passo ou seja é de um pé até o outro pé então calcula a mesma fase do pé esquerdo em relação a mesma fase do pé direito e aí eu botei o meu cumprimento de passo e o que seria a passada então a passada nada mais é do que a base do pé esquerdo até a próxima fase do mesmo pé esquerdo então tem um
toque do calcanhar do pé esquilo aí o pé direito foi na frente fez o balanço pisou o pé esquerdo saiu voltou quando ele tocar no chão de novo então eu tenho então o ciclo então na minha passada então a passada na verdade ela tá relacionada só um membro ou seja começou no pé esquerdo terminou no pé esquerdo começou no pé direito terminou do pé direito não e aí né a dois passos à frente mas ela sempre vai ser equivalente a dois passos depende se a marcha foi uma massa normal for uma massa assimétrica sim só
que às vezes a gente tem distúrbios de massa como por exemplo as marchas antálgica que a gente vai falar lá na frente então quando eu tenho distúrbio de marcha eu posso ter um passo maior do que o outro por quê porque eu posso passar mais tempo com o pé no chão do que com o outro pé no chão tá então a gente pode até alguns distúrbios em relação mas isso não é o que a gente considera normal tá então passo toda vez que eu tô pensando em passo eu tô pensando numa fase da marcha e
na mesma fase da massa do outro pé tá ou seja isso é um passo e quando eu tô pensando de passada então eu tô pensando nesse pé independente deste a hora que esse pé tocar o chão de novo ah mas ele precisa ser necessariamente a fase de toque do calcanhar que a fase inicial não necessariamente se eu tiver falando então de saída dos artelhos das e os artelhos do pé esquerdo até a próxima saída de arteiro do pé esquerdo então só tem que determinar qual é a fase que eu tô falando né para comparar se
for do outro pé passo se for do mesmo pé passado beleza agora a gente vai falar um pouquinho do ciclo da marcha e de como é o quais são as principais características aí dessas fases da março quando a gente vai estudar então o ciclo da massa que é o que eu coloquei aqui para vocês a gente vai dividir esse ciclo da marcha então em fase de apoio em fase de balanço felipe mas você não falou que a fase de apoio então da massa a gente pode ter fase de apoio fase de balanço e a fase
de duplo apoio sim só quando a gente estuda ciclo da marcha a gente tá estudando circula marcha em um membro inferior então o que que eu tô estudando nesse mesmo inferior ou no direito ou no esquerdo a fase de apoio do menu inferior e a fase de balanço do mesmo inferior quando a gente vai dividir os tempos quando a gente tá falando o independente da velocidade dessa marcha da cadência da marcha a gente pode falar então que a fase de apoio ela representa a sessenta por cento da marcha normal tá enquanto a fase de balanço
ela representa quarenta por cento da marcha é mais ou menos isso gente pode as alguns autores colocando como setenta e 30 mas a relação vai ser mais ou menos essa sessenta por cento para fase de apoio quarenta por cento para fase de balanço o que que significa então a fase de apoio na fase então que eu tenho contato desse pé então com o solo que que significa a fase de balanço é a fase de projeção do membro inferior então para próxima fase de apoio ou seja para próxima passado estamos a gente coloca aqui existe algumas
divergências tá quando a gente fala na de literatura quando a gente está estudando em biomecânica de marcha porque isso aqui eu coloquei para vocês cinco subfases então da fase de apoio tá eu coloquei para vocês três subir a fase de balanço dá um tempo 1ª 2ª 3ª 4ª e 5ª fase sair da fase de apoio e aqui eu tenho primeira segunda e terceira subfases da fase de balanço quais são as principais divergências alguns autores consideram a fase de apoio como temos seis subfase outros autores consideram fase de apoio como termo então cinco subfases e eu
vou falar das duas coisas para você sair ou seja de qual a divergência aí e aonde acontece essa divergência aí no final então dá fazia pois então como a gente já viu a diferença entre passo em passada toda vez que eu penso em passado então eu penso no mesmo pé então se eu tô falando de uma subfase desse pé eu tenho que falar dessa subfase desse pé até a próxima sobre fase do mesmo pé ou seja se eu tiver pegar por exemplo toque do calcanhar eu tenho que falar do toque do calcanhar do pé direito
até o próximo toque do calcanhar do pé é isso a gente chama de passado e o passo o passo significa o toque do calcanhar do pé direito até o toque do calcanhar do pé esquerdo então ele só um cumprimento de passos então já falei para vocês também que a ideia é que a passada ela tem o dobro de comprimento do passo mas é claro que isso vai ser determinado então pela simetria da marcha então por isso que é tão importante a gente estudar a biomecânica da marcha porque tem massa acho que são simétricas e tem
marchas que são assimétricas e alguns distúrbios da massa da massa então vão cometer o vão gerar então distúrbios biomecânicos articulares né ou eles podem estar relacionados eu posso ter um distúrbio do mecânico de uma articulação que gera essa simetria ou posso ter uma um distúrbio ou uma assimetria da marcha que vai gerar distúrbios articulares aí a gente vai ter que estudar então quem é causa quem é consequência quando a gente está estudando de formação bom então biomecânica da máximo mas voltando aqui para o ciclo da massa então tá quando a gente fala do ciclo da
marcha então a gente começa então tá estudando pela fase de apoio e na fase de apoio então sempre a gente começa estudando então a fase do toque do calcanhar então qual seria a primeira a subir fase da fase de apoio toque do calcanhar então a gente pensa aqui quando a gente tá andando numa massa normal a primeira parte que toca o chão então é o calcanhar tão primeiro a subfase toque do calcanhar essa subir fase do toque do colocar ela representa até dez porcento da fase completa da massa e aqui eu coloquei as porcentagens então
do ciclo completo depois do toque do calcanhar a gente vai ter uma segunda fase que a gente chama de aceitação de carga ou aceitação de peso tá quê que significa isso significa que depois que eu toquei o calcanhar então eu começo a transferir a carga daquele daquele membro para o outro mesmo tá então eu começo a primeiro só toquei o calcanhar depois que eu topo qualquer então eu começo a descarregar o peso naquela perna e começa a transferir nesse momento que eu tô transferindo o peso então para esse mesmo interior o que tá acontecendo eu
começo então a tirar o calcanhar do outro mesmo interior então faço então a fase de transição enquanto essa essa perna tá aceitando a carga a outra perna tá tirando a carne então a gente tem um momento então de transmissão de carga de um membro inferior para outro membro inferior então segunda fase aceitação de peso ou aceitação de carga terceira faz então já vai ser a fase então onde a gente vai ter uma sobre fase que a gente chama de apoio médio tá nesse apoio médio então eu começo a distribuir a carga pelo pé de forma
com se você já distribui a carga sobre o arco plantar então primeiro eu toquei como calcanhar depois eu aceitei a carga e depois eu distribuo a carga pelo pé como todo aí entra divergência entre os autores que consideram cinco os autores que consideram ser subfase para quem considera assim subfases a quarta subfase seria o apoio final tá ou seja então tem o apoio médico e depois eu botei uma transferência de carga do retropé e mede o pepro ante pé mas sem tirar o calcanhar do chão então é só como se eu tivesse uma transição toquei
o calcanhar aceitei o peso descarreguei peso sobre o médio-pé transferir o peso para o ante pé e depois qual seria a minha quinta fase então saída do calcanhar tá e a última fase saída dos artelhos então e os autores que consideram sei subfases eu vou ter então toque de calcanhar aceitação de peso né apoio médio apoio final saída do calcanhar e saída dos artelhos os autores que consideram cinco subfases eu não tenho a fase de apoio final é como se eu só tivesse a fase de apoio médico dá um toque do calcanhar descarga de peso
ou aceitação de carga aceitação de peso apoio médio saída do calcanhar e saída dos artelhos e aqui então as suas vocês o tempo que a gente gasta mais ou menos em relação ao ciclo da massa total em cada uma dessas subfases tão de 0 a 10 até dez porcento no toque do calcanhar até até trinta por cento então na aceitação de carga até cinquenta por cento então é quando a gente tem então o apoio médio ou seja quando o peso tá e tem jogado então nesse pé depois mais 10 por cento então quando a gente
pensa então na saída do calcanhar ea saída dos artelhos então na verdade já é a o início então você já transição entre a fase de apoio e a fase de balanço gripe a fase de balanço a fase de balanço inicia após a saída dos arteiros então a saída dos arteiros já é um pré-balanço né tem alguns autores que colocam como saída dos artelhos os outros colocam como pré-balanço a partir do momento que os dedos tiraram ou seja perderam contato com o solo então eu tenho então o balanço inicial o que é o balanço inicial é
a transição ou seja é quando a gente está começando a movimentação de transição do pé né em relação é para passar para frente para dar o passo em si então quando a gente fala então de préval de balanço inicial significa tirei o dedo no chão e topo eu ando membro para frente quando essa perna cruza a linha média então tem um que a gente chama de 70 a 85 porcento do ciclo da massa então aí eu tô no meu balanço médio e depois eu botei o balanço final quando eu já cruzei a linha média e
eu tô preparando para o próximo toque de calcanhar mas qual a diferença biomecânica quando eu penso por exemplo nas subfases então da fase de balanço né quando eu tô falando então de balanço iniciar o balanço mede balanço final é porque do mesmo jeito que a fase de apoio cada uma dessas subfases eu botei uma angulação de movimento de tornozelo de joelho de quadril então consequentemente eu botei uma musculatura trabalhando mais outras musculaturas trabalhando menos eu vou ter contração concêntrica de uma musculatura numa fase isométrica da mesma musculatura e outra fase excêntrica de outra musculatura em
outra fase tão um exemplo disso quando eu tô por exemplo e na minha fase de balanço inicial quem está trabalhando então qual é o objetivo então eu vou ter um trabalho então né the doors inflexão ou seja flexão dorsal então eu tive que tirar o pé no chão esse pé tem que estar em flexão dorsal então meu tibial anterior ele está contraído mas quem os meus posteriores de coxa meus riscos tibiais então bíceps femoral semitendinoso e semimembranoso para fazer a flexão do joelho tá eu vou ter também o trabalho do pessoas porque o trabalho do
pessoas porque o pessoas ele é o responsável então por fazer a flexão de quadril então nessa flexão de quadril então a gente vai projetar esse mesmo inferior para frente quando a gente está pensando então não apoio médio aí a gente já começa a tirar força então do músculo iliopsoas então e a gente começa a tirar também a força dos riscos filiais por quê porque essa perna deixa de tar oi e ela começa a fazer uma extensão de membro inferior para preparar para a próxima pisada né só que em toda a fase de balanço a gente
vai ter trabalho então nos anos anteriores da perna não seja principalmente né do tibial anterior por quê porque durante todo o balanço eu vou ter uma doce flexão agora quando a gente tá pensando então e músculos do quadril e músculos da coxa eles vão ser de bom trabalhar de forma diferente então primeiro quem trabalhou então foram os riscos tibiais que trabalhar não dá um para flexão no joelho mas quando eu tô pensando no final o meu joelho então ele tem que está estendido ou semi estendido na hora do toque do calcanhar né então toda vez
que eu tô chegando no balanço final então eu faço uma extensão do joelho então eu deixo de contrair de forma concêntrica c isométrica os posteriores de coxa e transfiram a minha a minha contração então para os anteriores e coxas quadris oi e aí eu vou fazer a extensão do joelho associado então adoce até o momento então que eu toco qual carro no chão e que a gente vai ter o primeiro então a primeira a subir fase de novo na fase de apoio cada uma dessas subfases então a gente vai estudar de forma separada por que
que a gente vai ver então em cada sub fairy quais são os músculos então que trabalham de forma concêntrica quais são os músculos que trabalham de forma isométrica quais são os músculos trabalham de forma excêntrica ou seja quais são os principais músculos que trabalham em cada sub fase de março e outra quais são os movimentos que acontecem dentro da articulação é o seja os movimentos articulares de tornozelo de joelho de quadril antes então da gente abordar movimentos mais complexos que são os movimentos que a gente chama de dissociação de cinturas quando a gente pensa então
né de forma mais global na relação a cintura pélvica direita e esquerda cintura escapular direita e esquerda sobre os movimentos né da marcha ou da passada que a gente está estudando primeiro de forma fragmentado para depois fazer integração de tudo eu vou colocar para vocês agora as fases da massa aqui para a gente está estudando para gente estar correlacionado com relacionando um pouquinho cada uma dessas subfase e falar mais um pouquinho delas e das características delas como já foi visto então no ciclo da marcha a gente dividiu então a marcha não é o seja o
ciclo da marcha em fase de apoio em fase de balanço então só lembrando vocês então quando a gente tá dividindo em fase de apoio fase de balanço então a gente tá pensando no mesmo membro inferior porque o duplo balança a gente tem que tá pensando nos dois então então coloquei aqui uma evolução zinha da massa então tá junto o que considerar então a fase de apoio como temos cinco subfases tá então que isso me fazes se não é essas o que que tá acontecendo a cada uma dessas subfase então então a primeira fase aqui o
sub fase da fase de apoio então vai ser a fase de toque de calcanhar que vai dar início então a fase de apoio então se a gente tá pensando em fase de apoio a gente sempre pensa então na marcha que o primeiro apoiar o calcanhar clico mas existe diferença então em relação à biomecânica da marcha biomecânica da corrida em relação a em relação as fases sim antigamente se pensava então que mesmo para correr que o certo para corrida seria a batida do calcanhar e a mesma as mesmas sequências de subfases tá mas hoje já se
estuda aqui para ter um ganho de velocidade um grande performance para corrida precisar alterar a biomecânica biomecânica da corrida é diferente da biomecânica da marcha então muitas vezes na corrida em vez de a gente ter a primeira subfase como toque do calcanhar a gente não tem o toque do calcanhar então a gente tem a corrida a corrida em ponta ou seja ele começa a tocando primeiro a parte anterior do pé tu né e normalmente ele nem faz um toque nem chega de carregar peso sobre a passo posterior ou sobre o calcanhar por quê que isso
é importante porque isso dá mais propulsão para pessoa e isso faz com que essa fase de balanço essa essa fase duplo balanço da corrida e sapatos de salto ela tem uma distância maior e consequentemente ele vai ganhar então velocidade diferente do que a gente está estudando então na massa tá qual é a grande desvantagem então o que acontece a desvantagem da corrida em relação a marcha é que é estruturalmente na corrida se a gente tem uma fase em ponto ou seja a gente tem um toque em ponta em ponto ou seja implante conexão a gente
tem menos estabilidade na articulação então tá luz maleolar ou seja entre a pinça maleolar e o talus ah mas por que isso porque um talos ele tem um formato triangular com a base de citá-los mais anterior e o ápice do tálus então mais posterior então o que acontece toda vez que eu tô em dorsiflexão eu tenho encaixe perfeito de citá-los ou seja essa base do talo então ela tá encaixada e eu tenho uma articulação mais rígida por isso que quando a gente está estudando então movimento de tornozelos a gente percebe que as amplitudes articulares do
tornozelo em doce são muito menores do que implante quando a gente faz a plantiflexão o que acontece a base do talo sai da pinça maleolar e consequentemente essa articulação então ela fica mais frouxa ou seja a gente tem o que a gente chama de ajuste frouxo das coração e nessa posição de ajuste frouxa então a gente tem maior mobilidade porém menor estabilidade então quando a gente pensa na corrida a na corrida então se a gente tá fazendo um é usado em conta a gente tem menos estabilidade qual é a vantagem a vantagem a velocidade na
marcha numa o que acontece na massa gente tem que ter estabilidade então a primeira coisa que baixo então é o calcanhar ea que eu tô colocando então as subfases da fase de apoio então pensando então no meu membro inferior direito então primeiro a subir fase fase de apoio então a fase de apoio então é a fase de reconhecimento seja a primeira a subir fase depois da fase de apoio a gente vai ter a fase que a gente chama de aceitação de carga tá ou seja é a fase então que eu tô transferindo o peso do
membro inferior no caso do mesmo inferior esquerdos por membro inferior direito gripe mas eu já transferir toda a carga não então primeiro fase de apoio fase de aceitação de carga depois eu botei o que a gente chama de apoio médio e aqui entra de emergência então entre os autores que consideram como e como sei subfases por quê porque eu botei o apoio médico que que é o apoio médio é quando eu já tenho toda a carga projetada então ou seja sobre esse mesmo inferior ou então toda a carga já tá projetada sobre o meu membro
inferior direito enquanto membro inferior esquerdo no caso aqui ele já vai tá tirando sejam já não tenho cara e ele já tá no pré-balanço para saída dos artelhos lá do outro lado aqui então eu tô nessa fase então que a fase de apoio médio da fase de apoio médio tem alguns autores que colocam fase de apoio médio e fase de apoio final o que que seria a fase de apoio final é quando eu não tirei ainda o calcanhar no chão mas eu já transfiro o peso a carga do meio do pé por o ante pé
ou seja para porção mais anterior do meu pé isso a gente chama então de fase de apoio final para quem considera então seis subfase então aqui como eu tenho cinco subfase eu vou até fase de apoio médico que ele já vai contar é muito apoio no retro pepsi quanto apoio no ante-pé se eu tivesse então vocês subfases eu teria fase de apoio médio fase de apoio final o que que você ia fazer apoio final ainda não tirei o calcanhar mas já transferir então a carga pro meu ante pé depois o que que a gente vai
ter saída do calcanhar tá que a gente chama já de pré balança ou seja quando o calcanhar já sai do chão já projetando então o tronco quando a gente já está projetando o tronco à frente e a última subfase então da minha fase de apoio então vai ser o que a gente chama de saída dos artelhos tá ou seja é o último toque dos dedos do pé no chão normalmente eles estão em garra porque vai ser a última fase aí então esses desengatar última fase aí ele tá passando dedo em garra para então uma extensão
dos dedos e aí nessa fase a gente vai ter uma inversão então e a gente começa a ter é uma extensão dos dedos iniciado então pela extensão dos alunos e mais o que a dorsiflexão ou seja a gente começa a fazer uma grossa então para puxar então nessa subfase aqui que vai ser uma transição a saída dos atores vai ser uma transição entre a fase de apoio fase de balanço e dessa subfase então a gente vai começar a fazer a dorsiflexão de tornozelo ativando muito a musculatura do tibial anterior a gente vai começar então trabalhar
com bastante força então é o com mais potência vai ser mais ativado o músculo então pessoas né o iliopsoas por quê porque ele é o grande responsável pela flexão de quadril e vai ser ele então que vai projetar o membro para frente durante a fase de balanço e a gente vai ter também uma sustentação uma contração primeiro com o centro que depois isométrica dos músculos posteriores de coxa que são os músculos então vão fazer a flexão de joelho esse esse joelho então essa e ela vai ter que ser projetada durante o balanço essa perna então
esse joelho ele vai estar flexionado ou semiflexionado tá então essas são as nossas subfases da fase já foi que eu coloquei aqui para vocês toque do calcanhar aceitação de peso aí eu vou ter o apoio médio e o apoio final para quem considera ser isso me faz depois saída do calcanhar e depois saída dos artelhos quanto maior for a velocidade da massa menos tempo vou ter de apoio se eu tô então passando da marcha para corrida então eu tô substituindo algumas fases né ao mesmo tempo que foi que tá acontecendo no pé tá acontecendo lá
no outro então o que eu posso reparar aqui é que durante toda a fase ou tem algum ponto de contato com o solo é essa grande diferença então da massa para corrida mesmo quando esse pé aqui saiu do chão esse pé aqui tá no chão e eu vou ter momentos então que eu tenho o dom o ou seja quando esse pé que é o pé direito então toca no chão para dar início então a primeira fase o primeiro a subir faz da fase de apoio da fase de toque do calcanhar esse aqui ou ele ainda
tá em apoio final ou ainda tá em saída de calcanhar ou ele ainda tá em saída dos artelhos tá ponto mais anterior for essa fase aqui significa que mais lenta é a massa agora o que que seria uma massa rápida quando então o calcanhar bate no chão ao mesmo tempo sincronizado com a saída dos artelhos seu carro bate no chão e quando qualquer baixo no chão arteiro já saiu significa que você teve um intervalo entre a saída ea chegada ou seja significa que você deixou de andar e passou então ocorrer a gente vai ver agora
então a subir faz o que acontece nas subfases então do balanço da marcha a gente vai fechar esse nosso conteúdo então de introdução à biomecânica da marcha do ciclo da marcha então falando das subfases da fase de oi e essa fase de balanço também a gente pode encontrar né com o nome é clatura diferente aí dependendo dos autores como faz de oscilação então eu coloquei aqui para vocês subfases do balanço que poderiam também o a gente pode também encontrar como subfases da oscilação e mais existem algumas divergências quando a gente pensa também na nomenclatura de
acordo com o que acontece nesta subfase então de forma mais simples a gente divide essa subfase aí do balão sou da oscilação em três subfases como é que vai ser feito essa divisão básica então a primeira subfase então vai ser a saída dos arteiros desde a saída do sorteios até me chegar na linha média que é o que a gente chama de fase de aceleração então a fase de aceleração nada mais é então do que a fase inicial da fase de balanço tá se a gente está fragmentando essa fase de balanço aí entrei subfases depois
a gente vai ter a transição pela linha média ou seja se esse meu meu o interior direito ele saiu até ele chegar na linha média então é a fase inicial que a gente chama de fase de aceleração depois quando ele chega na linha média então a gente vai ter uma transição que vai ser a fase intermediária que a gente também chama de balanço médio o oscilação média e depois a gente vai ter a fase final da fase de balanço oscilação que a gente chama então de fase da desaceleração felipe o que que tem de tão
diferente quando a gente pensa então em biomecânica as principais diferenças estão relacionadas à estrutura a posição das articulações e depois as estruturas musculares ou seja os músculos que estão trabalhando e como esses músculos estão trabalhando então em cada uma dessas dessa subfase é claro que isso a gente vai estudar de forma mais aprofundada nos nossos próximos vídeos de biomecânica da marcha quando a gente tiver falando então de cada uma das subfases então hoje como a gente o ciclo da marcha a gente tá falando de forma geral de todas as fases e subfases e dos principais
acontecimentos seja das principais características tá mas posteriormente a gente vai estar falando em vídeo separado de cada uma das subfases e quais são os músculos que trabalham em cada uma dessas sobre fase e como cada uma dessas articulações está posicionada em cada uma dessas subfases também então o que acontece aqui na fase inicial que a gente pode reparar a fase inicial então vamos chamada de fase de aceleração por quê que é chamada de aceleração porque se a gente pensar em contração muscular vai ser quando a gente vai ter então a fase de contração concêntrica a
contração concêntrica de quem qual é o principal músculo que atua então na fase inicial ou na fase de aceleração então é seu músculo pode ser responsável então pela flexão do quadril é ou seja ele vai ser responsável por tirar o pé e projetar esse mesmo inferior à frente que o nosso músculo e no pessoas que é o principal ou agonista na flexão de quadril então nessa fase é essa fase de aceleração que a fase inicial então da fase de balanço vai ser muito determinado então por uma contração concêntrica então do meu hilux souls e depois
então eu botei uma sustentação e contração também dos riscos tibiais para manter esse joelho flexionado ou semiflexionado permitindo então a transição de trás para frente depois eu botei uma fase intermediária que a fase de transição então de uma perna em relação ou seja faz que essa perna então que esse membro inferior direito ele tá cruzando a linha médico e dessa fase intermediária então eu já vou ter uma contração as minhas contrações elas são mais isométricas ou seja são mais contratações de sustentação então ele já projetor e agora eu tô fazendo uma transição entre a minha
fase de ar oi e a minha fase de desaceleração o que que seria a minha fase de besta aceleração então essa parte de deus aceleração ela é muito determinada então por contração excêntrica então do meu william pessoas trip porque contração excêntrica é porque eu não tô fazendo agora uma descida ou seja uma extensão de quadril na verdade eu tô freiando essa extensão de quadril então primeiro eu fiz a flexão de quadril com o músculo psoas contração concêntrica aceleração lá no final que eu tô fazendo eu não tô fazendo a extensão do quadril seja eu não
tenho ativação de glúteo médio que são os músculos extensores de quadril mas sim eu tenho uma contração excêntrica do mesmo músculo eo músculo sou só que agora ele vai freando e vai permitindo a descida do membro então ou seja ele vai permitindo a extensão né então é muito diferente o permitir extensão e freiar não seja fazer uma contra a a música do que contrair o glúteo máximo e fazer uma extenção aí de de quadril então aqui eu vou ter uma contração então excêntrica e essa perna vai gradativamente de sempre ao mesmo tempo que eu vou
invertendo a contração dos posteriores aqui que aqui eu tive uma contração concêntrica e depois isométrica para manter a flexão aqui eu vou ter uma ativação a partir da passagem pela linha média eu botei uma ativação dos anteriores de coxa ou seja do quadríceps fazendo uma extensão do joelho e preparando então o membro inferior para a primeira chegada da fase de apoio então que vai ser o toque do calcanhar então o que que eu botei na fase final contração excêntrica então do índio pessoas contração concêntrica e depois isométrica sustentação do joelho em extensão e contração então
do tibial anterior preparando o pé em dorsiflexão para chegar e na primeira fase do apoio que vai ser a fase então é de toque do calcanhar e com isso a gente fecha tudo nosso ciclo da massa falando então de todas as fases e subfases da marcha agora a gente vai fazer então um resuminho do que a gente viu nessa aula de introdução e quais são os principais tópicos então quando a gente pensa então esse ciclo da marcha introdução à biomecânica da marcha cristiane desse nosso vídeo de hoje então sobre introdução à biomecânica da marcha o
que que a gente tem que lembrar ou seja o que que a gente tem que conhecer então em relação ao parte de introdução à biomecânica da marcha quais são os conceitos básicos de biomecânica da marcha então a primeira coisa que a gente falou então os primeiros conceitos que a gente falou então é o conceito de março em relação ao conceito de corrida ou seja qual é a diferença entre marcha e corrida depois quando a gente fala de março então a gente tem três conceitos básicos que a gente tem que conhecer o que é cadência a
passo e o que é a passada lembrando que eu falei para vocês ficar dencia é a unidade então por tempo ou seja como eu vou mensurar essa marcha nessa velocidade de marcha então quando a gente falou então quando a gente fala de frequência cardíaca nada mais ela também do que uma unidade de medida por tempo a frequência cardíaca a unidade de medida em batimento e o tempo então por minuto então quando a gente fala de frequência cardíaca batimentos por minuto frequência respiratória incursões por minuto e assim vai então se eu tô falando da minha cadência
na márcia eu tô falando da minha frequência da marcha ou seja qual a unidade a unidade é o passo então vai ser passa os por minutos né ou pode ser também passadas por minuto então se a minha frequência usa minha cadência estiver sendo mensurada em passos é uma coisa também a cadência tiver sendo mensurado em passadas é outra coisa e aí entra o que eu falei para vocês a diferença entre o oi e a passada que significa o passo então o passo significa a distância entre uma subfase da marcha de um pé e a mesma
subfase da marcha do outro pé ou seja se eu pegar por exemplo toque do calcanhar seria entre o toque do calcanhar do pé direito e o toque do ao carro do pé esquerdo isso é um paz trippy qual a diferença então dá passada a passada é a distância entre uma sub fase de um pé da massa de um pé e a mesma subfase da marcha de si mesmo pé ou seja a próxima subfase igual ou seja se eu tiver pensando então em toque do calcanhar seria o espaço entre o toque do calcanhar do pé direito
e o próximo toque do calcanhar do pé direito desconsiderando então lado esquerdo e isso vai ser a passada e quando a gente pensa então em relação o sada e passo se a gente tem uma massa simétrica ou seja uma massa normal a tendência é que a gente tenha uma passada tendo dobro do comprimento do passo tá ou seja a gente não pode ter divergência aí então a partir do momento que eu tenho massa e meter iria entre passo direito e passo esquerdo então eu vou ter uma diferença aí quando a gente pensa então na passada
eu fechei então essa aula de hoje então sobre introdução à biomecânica falando sobre o ciclo da marcha ou seja as fases e subfases fase de apoio e fase de balanço e as subfases de apoio e assumir fase de balanço espero poder ter ajudado vocês nosso material completo vocês encontram aqui no nosso site no felipe anatomia ponto com.br onde vocês vão ter acesso tanto essa vídeo-aula quanto material em texto o banco de imagem fluxograma tudo para facilitar os estudos de vocês ah que bom e sem para vocês as nossas redes sociais que é onde a gente
sempre está disponibilizando tudo que a gente está fazendo de novo tanto no site quanto aqui no nosso canal tá e agora uma novidade para vocês a gente também tá com canal no telegram tá e o nosso canal no telegram é próximo felipe barros então só entrar no telegram prof felipe barros procura lá o nosso canal e no canal a gente tem um chat também que vai facilitar né as nossas conversas tirar a dúvida de vocês sugestão de tema para gravação de aula e tudo que vocês precisarem beleza então se vocês gostaram nosso vídeo se inscreva
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