e fala pessoal sejam muito bem-vindos ao canal neurofuncional Meu nome é Rogério Souza e nessa aula de hoje nós vamos falar sobre marchas patológicas Então nós vamos estudar um pouquinho Quais são as principais marchas que nós observamos nos pacientes neurológicos essa aula que é uma atualização daquela aula lá de 2017 que inclusive foi uma das primeiras aulas que eu gravei aqui para o canal Então decidi atualizar aquela aula primeiro também a melhorar tanto qualidade de áudio e vídeo para vocês além de atualizar as informações que estavam naquela aula também então espero que você goste e
só uma informação importante para vocês gente essa aula é um resumo de uma aula de marchas patológicas lá do curso de avaliação neurofuncional de sucesso então lá no curso tem um módulo completo de avaliação de marcha desde biomecânica da Marcha marchas patológicas nós temos uma aula falando só sobre os distúrbios em cada ciclo da marcha do paciente é mais uma aula completa de avaliação então se você fisioterapeuta terapeuta ocupacional e profissional da área da reabilitação você não pode perder o meu curso que é completo então têm aulas práticas demonstrando avaliação então têm aulas teóricas clínicas
então gente discutir ali através dos vídeos avaliação de vários pacientes Então esse curso tá super especial então duas vezes ao ano eu abro as novas turmas para esse curso Então vou deixar o link aí embaixo você quiser entrar na lista de espera quando abrir a próxima turma a gente entra em contato contigo mas sem mais demora vamos rodar neuro [Música] e vamos dar início Então a nossa aula sobre marchas neurológicas ou marchas patológicas pessoal nessa aula que eu vou trazer as principais as mais conhecidas e mais descritas mas se você sente falta de alguma você
quiser uma parte 2 essa aula comenta embaixo aquele que você achou que ficou faltando vamos lá então antes a gente falar sobre elas especificamente importante a gente entender que as marchas neurológicas ou patológicas elas acontecem depois de uma lesão do sistema nervoso isso vai gerar alterações biomecânicas estruturais que são comumente observadas entre elas o que mais a gente consegue ver de alterado o deslocamento do centro de massa então por exemplo um paciente hemiparético ele transfere o seu centro de massa mas é de pular do menos acometido então ocorre a alteração para a gente comprar função
que muitas vezes tem o seu centro de massa projetado para frente devido à postura mais frente da e isso leva uma alteração da biomecânica da Marcha o maior gasto de energia então o paciente ele se cansa mais para andar do que antes da lesão o maior risco de quedas então a gente precisa ter um olhar muito acurado sobre a marcha do paciente Porque sim Dependendo da forma que o paciente anda o risco de quedas dele é muito acentuado se você possibilidade de lesões biomecânicas então o paciente que tem esses alterações de macho que podem cursar
com lesões por isso que é muito comum paciente neurológico reclamar de dor seja uma dor no joelho às vezes uma dor no tornozelo uma dor no quadril às vezes até lá na lombar e a gente vai vendo o quê que essas formas alteradas de marcha muitas vezes elas cursam com lesões importante a gente até especialmente profissionais da equipe da reabilitação tem um olhar muito cuidadoso para essas alterações que podem levar lesões do paciente isso tudo gera uma marcha menos eficientes alteração da velocidade em Oi gente para sentir até diminui a velocidade da marcha e utiliza
estratégias compensatórias que normalmente né o paciente ele se ele tem uma fraqueza muscular ele vai utilizar por exemplo de compensações para tentar amenizar essa fraqueza paciente tem muitos parte cidade ele vai compensar para tentar a sobrepor essa espasticidade então as compensações elas são muito frequentes bom então ele vai começar com a marcha mais famosa de todas né que é a marcha hemiparética que também é chamada de ele copo de ou marcha ceifante estamos ceifante tem sido cada vez menos utilizado nem o termo mais comumente empregado é o hemiparetica E aí gente uma coisa que eu
já queria falar para vocês logo no começo dessa aula a gente tem que tomar muito cuidado com o termo padrão por quê Porque a gente tem em mente que os pacientes que têm uma marcha hemiparética todos eles andam da mesma forma e gente e eles têm características mas a gente vai ver que cada paciente tem algumas a alguns aspectos diferentes da Marcha especialmente quem trabalha com reabilitação precisa fazer uma avaliação muito apurada da marcha para fazer um tratamento específico Ok então a marcha me parece que ela é comum e lesão de primeiro neurônio então lesão
lá no giro pré-central lembra da do homúnculo motor então giro pré-central paciente tem uma hemiplegia pode cursar com uma margem para ética tanto se ele tem lesão de artéria cerebral média quanto anterior é comum razão de cápsula interna lesões aí menores em tronco encefálico por exemplo pode cursar também com marcha hemiparética nem toda lesão encefálica presta atenção nisso aqui cursa com marcha hemiparético então cuidado com cama padrão Ok paciente ele tem uma lesão cerebelar ele não tem uma marcha hemiparética por exemplo às vezes um paciente que tem lesão bilateral também não tem uma margem de
parede os núcleos da base também não lesão de artéria cerebral posterior também não então cuidado com esse termo e dependendo da região da lesão paciente pode apresentar uma marcha totalmente diferente da clássica marcha ceifante tem o que a gente acabou de comentar mas outro termo da aula mesmo né Vamos assistir uma paciente em parede com andando e vamos descobrir quais são as características aquilo que é mais comum de observar na Marcha desse paciente estão lá colocar primeiro o vídeo aqui peraí a e vamos analisar o vídeo daí depois a gente discutir sobre o que é
mais característico né então gente consegue ver um paciente com uma hemiparesia do lado esquerdo do corpo né então isso é bem visível a gente consegue ver várias características né Vamos lá então uma delas a gente vê que a paciente ela não tem tanta dorsiflexão então a fase de apoio Inicial e com a ponta do pé e isso deixa a gente que o membro inferior ele fique mais longo porque se eu passar o pé caído nem Punch flexão essa extremidade e me fica mais longa como se o mesmo fosse maior mesmo tá manda aí o braço
firmemente em flexão e não oscila de maneira normal então que é o que a gente observou aqui essa posição do braço inflexão do mesmo superior inflexão e do mesmo inferiores em extensão nós chamamos de postura de uern pimentão flexão de membro superior extensão de membro inferior bem característico né mantém o membro inferior em extensão e flexiona com dificuldade perder consegue ver até que a paciente ela compensa né Essa falta da flexão de membro inferior com inclinação pélvica né Então puxa ou arrasta o pé isso pode acontecer paciente pode raspar o dedo no chão então às
vezes a gente vê que alguns pacientes que é tão característica essa extenção do membro inferior ausência de dor se que o paciente arrasta o pele no chão que a gente pode observar essas características nessa paciente não é tão visível isso e pode inclinar a melville do lado e me quando tiver que ela usa muito de inclinação pélvica ali faz a circundução do quadril então pensamento pela placa fraqueza além de flexores de quadril e joelho paciente faz filho condução do quadril como estratégia compensatória uma coisa que é bem visível também nesses pacientes é que a fase
de apoio é diminuída EA de balanço é aumentada depois a gente vai assistir o vídeo cês vão ver como você é muito frequente mesmo paciente ele transfere menos peso para o mesmo inferior né pro lado mais acometido e a fase de oscilação fica mais aumentado então diminui fase de apoio aumenta a fase de oscilação a e é importante analisar também o turminha virada e o paciente consegue virar para o lado lesado mas facilmente Porque pensa nessa paciente ela é m a esquerda para ela virar para o lado esquerdo é mais fácil porque quem faz a
maioria do movimento é o lado contralateral meu lado menos acometido e a perda ossea da oscilação normal do braço Olha lá mais uma vez pra gente ver então faz de apoio como ela é rapidinha a oscilação ela aumentada inclinação pélvica paciente ela faz um pouquinho de circundução para compensar ou membro superior que não oscila normalmente né tudo que a gente acabou comentando aqui a gente consegue observar né a fase de contato Inicial Não é feita com o calcanhar e sim mais com a ponta dos pés ali Então essas são as características pessoal mais frequentes uma
marcha hemiparética Aonde então todo paciente e me anda igual não necessariamente vou mostrar para vocês uma outra paciente né que também tem uma hemiplegia Ah tá para gente se ver como que a marcha dela é bem diferente da paciente anterior e as duas são e plásticas porque eu queria lembrar vocês e quando a gente fala da Marcha a marcha Ela depende de vários sistemas tá sistema emocional sistema sensorial sistema músculo-esquelético neuromuscular cognitivo e perceptual e é por isso a gente que tem muitos pacientes neurológicos que mesmo os dois tendo hemiplegia ou não de forma diferente
olha essa paciente aqui ela hemiplégica também E observa como uma marcha totalmente diferente porque ela não vem flexão de joelhos né que elas têm uma margem uma característica de marcha mais fletido ali né ou apoio não é com o antepé é com a região lateral do pé então de começa a ver que é muito diferente a marcha dessa paciente em relação ao paciente anterior então a outra faltava a flexão essa tem flexão demais Rogério Por que que você tá mostrando esse ver gente porque a gente não pode né achar que quando eu avalio marcha do
paciente É só escrever ali marcha hemiparética não eu preciso descrever o que está acontecendo nessa nessa marcha Porque sim pacientes podem andar de formas diferentes mesmo tendo quadros clínicos ali semelhantes porque a marcha ao Ela depende de vários outros sistemas e não é só força que manda ok Bom vamos lá então agora marcha para parede que também é chamada marcha em tesoura marcha espástica ou marcha cruzada ela é muito comum em caso de paralisia espástica e também de crianças que tende paresia adquirida ou congênita como é que a gente consegue observar na síndrome de Light
né e quais são as características Rogério dessa marcha é um paciente que faz uma versão exagerada dos quadris durante a marcha que a gente consegue observar aquela macho como se fossem tesoura mesmo né uma perna vai entrando ali à frente da outra o passo ele é mais curto e é uma marcha instável então paciência que normalmente precisam de apoio para deambular vamos ver então vídeo e ela em flexão de joelhos pode estar presente também vou sair nesse paciente né E se tem muita flexão de membro inferior né um paciente com mais fraqueza mas olha lá
característica né uma perna uma perna vai cruzando em frente a outra E aí fazer um pouquinho menos né então paciente um pouco menos grave ali também pode ver algumas das características mas não é tão visível quando passe enquanto o paciente anterior já essa fica um pouco mais visível né então quando vai fazer o passo né ultrapassar o membro inferior ele acaba fazendo adoção e cruzando uma perna à frente da outra que são as características né E essa flexão de joelho também que é muito característica da fraqueza de membro inferior mesmo e já marcha atáxica também
é chamada de marcha aí brilhosa porque brilhosa Rogério que lembra muito uma pessoa bêbada andando né então ela é comum e lesões de cerebelo tô paciente ele tem marcha atáxica taxista vende diz coordenada tá e quais são as principais características da Marcha atáxica é uma marcha muito instável então paciente ele oscila bastante durante essa marcha é também chamada de irregular E errática então é uma marcha que hora o paciente está cruzando uma perna na frente da outra hora ele tá com a base muito alargada na hora de dar o passa às vezes ele cambaleia então
a gente vê que é uma marcha irregular mesmo né lembrando muito de um indivíduo bêbado a base normalmente ela é aumentada e pessoal importante Quando você vê um paciente deambulando com uma marcha muito alargada isso já tá demonstrando pra gente que esse paciente tem problema de Equilíbrio ele tá aumentando a base dele para ele se sentir mais estável O que é uma estratégia dele então a marcha diz coordenada o comprimento do Passo é variado então paciente pode dar passo curtinho depois da Paz grande então é variável isso também é chamada de marcha entendem que muitas
vezes o paciente vai colocando um pé à frente do outro enquanto de âmbula e pode ter um deslocamento do centro de massa para um dos lados então alguns pacientes eles deslocam todo o peso para um lado só é como se ele tivesse realmente caindo ali para o lado e anda mais ou menos com esse centro de massa alterado isso não acontece em todos tá mas pode estar presente em casos mais graves ali só para gente ver né mas paciente se eu quiser ver como se ele tivesse bêbado ali né acabou tropeçando numa perna outra serve
que ele tem uma preferência para o lado direito ali então o pele cruza na frente do outro e consegue observar até pelos membros superiores em como se ele aumentasse às vezes um pouco a base dele abrindo os braços ali eu posso ver como se fosse realmente uma marcha bem erratically né possa ver o que ele vai cambaleando né cruzando uma perna na frente então outra essa é uma característica então da Marcha atáxica jamais marcha escarvante tá porque senão Rogério escarvante porque lembra aquelas escavadeira né você vai ver que o pé faz Exatamente esse movimento pela
falta da dorsiflexão tá a marcha escarvante gente ela é presente em casos de radiculopatia de L4 L5 ou lesões do nervo fibular profundo e o nervo fibular comum que o paciente tem fraqueza especialmente dos dorsiflexores tá então é muito ruim lesões nervosas periféricas tá tem caso de diabetes por exemplo a gente ele fica com fraqueza de dorsiflexão e uma característica é a marcha escarvante Qual que é a característica então paciente já que eu já que ele não tenha dorsiflexão ou é muito fraca ele compensa frente indo muito o quadril O que é flexão de quadril
é aumentada é como se ele arremessasse o pé pra frente e batesse no chão Então esse aqui que acontece nele arremessa o pé pra frente para o chão o contato Inicial ele Eco até primeiro que acontece aqui né é Luan tem pé depois calcanhar não tem pé depois calcanhar e faz até um som característico né que é isso aqui ó então quando o paciente está andando é isso que a gente ouve até né bem visível Esses são característicos né que é que foi isso mesmo não sei se no vídeo que vai dar para ouvir eu
acho que não mas consegue ver então sete o quadril excessiva e arremesse o pé Então relaxa a pontinha calcanhar pontinha calcanhar só paciente ela tem a lesão bilateral a pode ver que os dois ela realiza Marcha escarvante dos dois lados Então vem fraqueza de dorce bilateral neste caso e a marcha parkinsoniana que então é presente em caso de doença de pai com sol ou casos de parkinsonismo a que simulam ali a doença de Parkinson são e quais são as principais características né então o passe em curto e numeroso então vejo paciente dar um passo grande
lhe dar vários Passos curtinhos dá e doença uma característica é o paciente fica muito tempo na fase de apoio em tão pouco tempo na fase de balanço né também é chamada de marsha Brady cinética porque é uma marcha mais lenta Então bradicinesia vem de lentidão então eu paciente que anda mais devagar o balanço dos membros superiores normalmente é diminuído e é muito comum a gente encontrar encontrar o flexões os membros superiores então a postura com predomínio flexor inclusive em muitos pacientes apresenta o que nós somos de postura dos criador Então pronto o tronco mais pretinho
do pescoço né cabeça anteriorizada flexão de membros superiores e de joelho a anteriorização a lida do pescoço da cervical muita dificuldade dupla tarefa que aquele paciente que tá andando aí você falar seu João me conta como foi seu dia ele para as vezes porque ele tem dificuldade de fazer duas tarefas ao mesmo tempo já que a marcha é alguma coisa é algo que é automático mas na doença de Parkinson paciente que são muitas vezes pensar para deambular quando você dá uma uma tarefa cognitiva ou uma uma dupla tarefa motora mesmo ele tem muita dificuldade de
realizar por isso é importante avaliar esse paciente sobre a condição de dupla tarefa também pacientes com o parque não sou o país opcionista eles têm muita dificuldade em mudança de direção de velocidade então às vezes para andar reto em lugar plano é super tranquilo aí você pede para esse paciente virar isso é complexo para ele né e alternável a velocidade também anda rápido né devagar Então mudar isso é muito difícil para ele e o olhar normalmente é fixo para frente então ele olha mais fixo ali para o alvo então muita dificuldade né de não usar
a visão para marcha e pode acontecer acontecer do paciente ter congelamento que nós chamamos de Freeza em que quando o paciente tem uma sensação como super dele tivesse colado no chão ele não consegue tirar o pé do chão ou discinesias tá então esses movimentos involuntários eles podem estar presentes na marcha também então Igual essa paciência né a gente consegue ver né ao passinho curtinho aqui bem numeroso bem característico né a postura mais metida É lógico que está sempre bem exagerado na verdade né mas se consegue ver os passinhos curtos e numerosos ali então bem bem
característica mesmo e a marcha diz prática ou também chamada de a prática nunca fugiu aqui a sequência que é bem característico em pacientes que têm lesão de lobo frontal é comum também e na hidrocefalia de pressão normal que a síndrome de Down cunhados na então a gente pode ver nesses pacientes essa marcha ela também é chamada de marcha magnética que a gente vê que vamos superam para a gente ir lá em cima e colado ali no chão né então uma das dificuldades inclusive do paciente É exatamente esse planejamento da Marcha entrar como se o paciente
tivesse desaprendido andar essa é uma característica quando a gente vê o paciente então ele deambula ali com os pés como se tivesse colado ao chão ele tem dificuldade de levantar o pé do chão para deambular a base de suporte normalmente ela é diminuída é uma marcha que ela traz muitos riscos de queda para esse paciente e normalmente esse pá e ele tem os membros rígidos e com mobilidade reduzida ao contato tá então por exemplo assim os membros superiores e inferiores eles são rígidos e quando a gente vai tentar relaxar para ajudar dar algum apoio aumenta
mais ainda só que nós chamamos de paratonia tá também chamado de fenômeno de gente no alto em f em alta ainda não me diferente você alemão enfim Então essa é uma característica nessa paratonias você vai tentar ajudar o paciente parece que a rigidez até aumenta ainda ele fica mais rígido ainda Então essa é uma característica também chamada de marcha a prática vamos ver aqui no vídeo que fica um pouquinho mais mais visível nós vai ver agora para gente vai tentar virar Olha só parece que o pé congelou ali no chão né pessoa tá tentando ajudar
parece que até piora como que tivesse congelado ele mesmo né então dificuldades aqui paciente ele quase anda deslizando o pé no chão né olha lá o pele não levanta muito então uma característica é por isso e também de marcha magnética porque dá essa impressão né quando a gente vê o paciente andando e o pé tá tá colado ali no chão né o espaço mais curtos né G1 é uma certa rigidez quando você tenta auxiliá-lo bem pessoal Na verdade era isso espero que você tenha gostado dessa aula comenta ali embaixo se você tem alguma sugestão de
algum tema para gente trabalhar na próxima né No próximo vídeo aqui do canal mas essas foram que vocês mais me pediram então Aceito sugestão ele também se você ainda não é inscrito no canal né não custa nada dessa forcinha para gente se inscreve aí embaixo com sininho por isso motiva muito a trazer mais conteúdos para vocês Vale lembrar que os slides das aulas estão lá no neuro grupo do telegram totalmente gratuito então clica ali no no link abaixo e corre lá participar beleza Um grande abraço fica com Deus até mais