Anticorpos e Antígenos PARTE 2

4.26k views1568 WordsCopy TextShare
LinfoTube
O vídeo discute sobre anticorpos e antígenos no sistema imunológico, tratando ainda do tema anticorp...
Video Transcript:
o Olá sejam bem-vindos a mais uma vídeo aula aqui não vivo YouTube Hoje nós vamos dar continuidade ao vídeo sobre os anticorpos e antígenos parte 2 Meu nome é leira calegário Sou professora de imunologia e também atua no programa de Mestrado em saúde sociedade e ambiente da USB já tem em 1975 dois pesquisadores cooler e meus tem eles descreveram a técnica para produção de anticorpos monoclonais esses pesquisadores demonstraram que era possível produzir a partir de linfócitos B e de células tumorais grande quantidade de anticorpos com uma única especificidade específicos para um determinado antígeno e isso gente veio transformar a terapia e o diagnóstico de várias doenças até que a produção de anticorpos monoclonais ela consiste em fazer uma imunização prévia do animal do qual a gente vai isolar então células do baço procurando linfócitos B específicos para que ele anti-jo que a gente utilizou na imunização do animal essas células do baço então elas são fundidas com células tumorais mieloma ou plasmocitoma essa cultura Então ela é mantida em um meio restritivo que vai permitir o crescimento apenas das células que tiveram sucesso nesta fusão é feito então uma triagem para se identificar bem para células fusionadas aquelas que produzem o anticorpo o anticorpo o que eu quero né aquele anticorpo contra o antes de utilizado na imunização do animal e são então obtidos e Bree donas é um híbrido entre linfócitos B e a célula tumoral que produz um anticorpo desejado todos os anticorpos produzidos por estes hibridomas possuem a mesma especificidade ou seja consegue se produzir anticorpos desperticidade única contra o antígeno que a gente chama então de anticorpos monoclonais esses anticorpos monoclonais eles têm muitas aplicações clínicas e laboratoriais como a possibilidade de identificação de marcadores fenotípicos em células como pra identificar por exemplo diferentes tipos de linfócitos também para realizarem mundo diagnóstico para tratamento de uma série de doenças além da utilização no diagnóstico de vários túmulos bom essa tabela ela exemplifica algumas doenças que podem ser tratadas com anticorpos monoclonais e como a doença de Crohn esclerose múltipla linfoma doenças autoimunes alergias Artrite reumatoide várias outras eu vou chamar atenção aqui a pena para utilização de anticorpos monoclonais para minimizar os impactos da alta produção de fator de necrose tumoral em respostas inflamatórias descontrolado como a gente acabou de ver no vídeo sobre inflamação bom a interação então antígeno e anticorpo ela pode ser caracterizada pela sua Valência e também pela sua avidez quanto a valência Essa é a ligação é mono bi ou Polivalente ou seja se apenas uma porção s. a. b.
envolvida na interação a gente chama de monovalente se tem duas porções dessa a desenvolvidas e a gente chama de bivalente ou mesmo quando a várias porções quando se trata por exemplo de GH ou de higiene here e a gente fala que é Polivalente quanto a as ideias então a gente está falando se a força da interação produzida é baixa autor muito alto pela figura aqui dá para gente perceber que quanto maior a valência maior então é a vida né e vamos falar um pouquinho sobre as características relacionadas ao reconhecimento do antígeno quanto a especificidade dos anticorpos são produzidos em resposta a um determinado antígeno então eles são altamente específicos é podendo distinguir pequenas diferenças entre dois antígenos ligante a um mas não a outra antígeno isso é fundamental do funcionamento do organismo por que reduz as chances de ocorrência de resposta imunológica contra antígenos próprios do meu organismo mesmo que estes sejam bastante parecidos com o antígeno que deu início a Resposta imune porém algumas situações pode acontecer de um anticorpo produzido contra o antígeno acabar interagindo com outro isso é chamado então de reação cruzada e constitui-se como base para muitas doenças auto-imunes e também pa os falso-positivos em alguns exames laboratoriais quanto à diversidade sabemos que podemos produzir uma grande variedade de tipos diferentes de anti cor com especialidades distintas para diversos antigas já falando disso algumas vezes aqui no canal são mais de 10 elevado a 11 cidades diferentes de anticorpos a gente chama de repertório de anticorpos então a esse conjunto de todos os tipos de anticorpos que o indivíduo pode produzir uma característica muito interessante e importante é a possibilidade de aumento da afinidade do anticorpo à medida que a resposta imunológica está acontecendo por meio de mutações somáticas. Ai ocorre em pequenas alterações na sequência de aminoácidos para aquela região variável que a gente falou que é onde ocorre a interação com antígeno né de modo que a afinidade o vídeo pode ser aumentada e isso quando o antígeno indo toda a resposta é uma proteína claro como a gente já falou outras vezes né o Finn a mudança diz o tipo o que é quando ocorre mudança na porção FC tem tradimento cristalizada do anticorpo né sem que ocorra nenhuma mudança na porção de ligação ao antígeno então a especificidade pelo antigo não é a mesma não muda mas o seu tipo de anticorpo produzido é alterado e esta mudança de isotipo vai ter emitir que o produto o anticorpo que tem condições de atuar melhor contra o antígeno por exemplo para atuar contra um eu minto não adianta o continuar produzindo Engenheiro é melhor que o produzir Já é então neste caso a mudança de um tipo é muito importante essa figura agora ela sumárias alguns pontos mais importantes do que eu acabei de falar mostrando aqui que na maturação daf o que a gente tem o aumento da afinidade do anticorpo pelo antígeno mas sem que ocorram alterações na função de sente cor enquanto que na mudança diz o tipo não se tem alteração em relação à especificidade do anticorpo mas sim na sua função uma vez que a alteração da sequência de aminoácidos daquela parte constante da molécula mas não da parte variável e agora a gente de forma comparativa só para a gente entender as diferenças entre resposta primária que aquele tipo de resposta imunológica que a gente gera na primeira vez que a gente responde a um antígeno proteico ou em qualquer vez que a gente responde a uma Djane lipídico carboidrato ácido nucleico como a gente já falou hoje né Hoje não me desculpa anteriormente E aí a gente vai comparar então com essas características da resposta secundária que aquela que a gente faz às segundas ou na milésima vez que a gente responde a um antígeno proteico então primeiro vamos falar sobre a mudança de exotismo né enquanto que na resposta primária a gente tem a produção de GM na resposta secundária a gente tem prioritariamente né outro tipo de anticorpo como i g g g g am rigi é importante ressaltar foto de corpos que persistem na resposta secundárias são XIII Gengis outra coisa importante se lembrar é que a resposta primária antígeno não-proteicos né É quase que exclusivamente gerada por Engenheiro Então essa mudança digestivo acontece Principalmente quando o antígeno é proteico agora em relação ao aumento das unidades na resposta primária e na secundária né como a gente já falou antes afinidade aumenta à medida que a resposta imunológica ocorre Então a gente vai ter anticorpos que agem com maior especificidade na resposta secundária do que na resposta primária Esse aumento da afinidade é o resultado de ações de seleção clonal e mutações somáticas nos segmentos gênicos que codificam a porção s. a.
b.
Copyright © 2025. Made with ♥ in London by YTScribe.com