Jesus tá no hype, né? Deus tá no hype, tá na onda agora falar sobre essas personagens. E que bom que fale mesmo, que a gente dissemine a palavra, espalhe a mensagem mais e mais sobre a compreensão de que existem forças superiores que regem a nossa vida, que regem a nossa existência, que a gente pode estar mais em harmonia com elas e escutar as vozes dos sábios, dos santos, das figuras, dos personagens, das entidades que passaram por essa terra aqui e deixaram um caminhão, um legado de conhecimento, de sabedoria, de compaixão.
e de ensinamentos sobre como nós podemos ser seres humanos. Não vou nem falar seres humanos melhores, não. Como a gente pode aprender a ser humano só, só aprender ser humano.
Mas ao mesmo tempo que tá uma crescente de falar o nome de Jesus, o nome de Deus, e a gente vai ver aí grupos de coaching, né, os legendários lá também, ou outros grupos, né, cada vez mais falando sobre Jesus, a política, nos políticos falando sobre Jesus e tudo mais, ou então proferindo o nome de Deus, ou as igrejas também crescendo, espalhando muito essa mensagem da Igreja Católica em especial. e criando centros que parecem shopping centers, né? Parecem cinemas, são mega espetáculos com lojas e um monte de coisa para poder fazer aquele tipo de estrutura.
Da mesma forma como a gente tá vendo isso crescer, eu acredito que a gente ainda vai ver uns absurdos aí para além aí dos dos legendários fazendo o que eles fazem, né? Que problema nenhum. A galera subiu uma montanha, sobe mesmo.
Tem muita tradição no mundo todo que sobe a montanha para poder rezar. Sobe a montanha para rezar, que isso é bom. Agora, o ruim, que não é bom, é você achar que por tu subiu a montanha para rezar, tu é melhor do que os outros, né?
Aí tu tá, aí que tu tá bagunçando o negócio, não é por aí, entendeu? É isso que a galera não entende, né? e não entende ou entende de maneira muito estratégica, que é saber como criar vínculo e pertencimento, que é a carência do ser humano, saber como criar ali, ó, aquela atmosfera de que nós aqui somos melhores, nós somos os escolhidos, nós somos preciosos, aqueles lá não.
É aí que caga o rolê todo. Porque quando você começa a formar uma cultura fechada, com um conjuntinho de crenças ali que não é aberto a outras visões de mundo ou que julga menosprea e diminui outras visões de mundo, aí isso tá azedando, tá azedando tudo. Não, não entendeu a mensagem, não entendeu o recado.
E isso que por vezes a gente vai experienciar em alguns lugares, não apenas na tradição católica, não, tá? Tradição védica também tem alguns pilares, algumas pessoas que também proferem conhecimentos dessa forma dentro da Umbanda também e dentro de budismo também. e tudo mais.
Então, ser humano é assim, é importante começar a ter esse discernimento sobre, pera aí, eu lembro, ó, vou falar um, parênteses rápido aqui, que eu lembro a primeira e única vez, não vou falar que é a única não, mas a primeira vez que eu fui na missa na minha vida, eu não sou batizado, eu fui quando era criança, que minha mãe falou assim: "Vaiá na igreja, você não faz nada, vai procurar uma religião, alguma coisa assim". Eu devia ter ali uns 9, 10 anos, alguma coisa assim. Eu fui na igreja da meu bairro lá no Morro do Pinto.
Fui na igreja do meu bairro, sentei lá para escutar o padre e aí o padre começou a falar e daqui a pouco ele começou a falar mal de macumbeiro. Começou a falar mal de macumbeiro, começou a falar mal de um monte de coisa. Gente, eu criança, a sabedoria da criança, né?
Eu criança, olhei aquilo, me levantei e fui embora pra casa. E minha mãe, uai, já voltou? Falei assim: "Mãe, cheguei lá, ele tá falando mal dos outros, como é que o padre tá falando mal da religião dos outros?
" Não fala, não tá certo isso. A minha mãe é verdade, não é? Não tá certo.
Enfim. Então isso acontece desde sempre, vai continuar acontecendo. Mas se você tá refletindo um pouquinho sobre isso, você vai começar a discernir melhor sobre que lugares que faz sentido tu tá, né, se vinculando, se frequentando, dedicando a tua alma, teu espírito, teu dinheiro, teu tempo, né?
se isso tá coerente com a visão de mundo que você pode estar desenvolvendo sobre, cara, somos todos filhos de Deus, somos todos, né, presentes dentro dessa mesma realidade aqui. E o que nós somos, na verdade, é a vida acontecendo, né? Se a gente você concorda com isso assim, nós somos a vida acontecendo e a vida acontecendo é existência acontecendo.
E a existência acontecendo é Deus acontecendo. Então, tá tudo, né, permeando esse criador do qual nós somos parte. Nós somos aqui as estruturas, não tem nada para mostrar aqui como estrutura.
Nós somos aqui as os pilares. Vou pegar aqui meu porta-vela. Nós somos aqui os pilares, as bases sólidas do corpo de Deus.
Imagina assim, ó, todo Deus assim, um Deus, um negócio gigantesco que não tem uma figura humanoide, né? aquilo que é ausente de forma, mas toda a estrutura da existência, se tivesse uma célulazinha tal, ia tá lá o planeta Terra, assim, ó, célulazinha dentro desse corpo gigante. Aí dentro do planeta Terra tem suas microrganelas que são os ecossistemas, somos nós, enfim, imagina, cria essa figura assim, né, para você tentar pensar o que que é a existência e o que que nós somos aqui dentro.
Por isso é uma reflexão, eu poderia, mas não vou entrar nisso aqui não, da gente tentar olhar pela ótica védica e outras filosofias que vão e até no cristianismo que vão falar sobre como Deus é isso, mas o que me toca não é que que é Deus, o que que não é Deus, o que que nós somos, o que que nós somos. Não. O que me toca é existe um porquê dessa ascensão toda da religiosidade, da palavra de Jesus, da palavra de Deus.
Existe um porquê para isso. E essa ascensão das palavras do catolicismo ou das tradições mais conservadoras, vamos colocar assim, tem um porquê. Esse porquê é o contato com a incerteza.
Diante de épocas de transição, como que a gente tá vivendo agora, até eu falei bastante nesse vídeo aqui, épocas de transição tecnológica, de transição econômica, de desconhecimento sobre movimentos políticos e coisas dessa natureza, diante desses momentos na história da humanidade, o ser humano se apega na fé. Por quê? Porque lidar com a incerteza é muito desafiador.
Lidar com incerteza é o grande mistério do dos que é ser humano, que é você aprender então a se render a Deus de fato, né? se render à existência de que existe alguma coisa que tá cuidando de você aqui. E aí, nessa necessidade de tentar ter um pouquinho mais de certeza com a vida, o ser humano vai ter uma tendência a buscar a tradição, buscar um lugar que é sólido, que existe há muito tempo e que sim, que é isso aqui deve funcionar, né?
Porque tem muita gente concordando com isso aqui já há milênios e de fato tem muita sabedoria e funciona. Mas nem sempre, não é o caso, nem sempre os oradores como o pastor Mirim, nem sempre os oradores dessa dessa tradição que tem milênios tão no lugar de coerência, tão no lugar de firmeza, estão no lugar de doação, estão no lugar de ó conexão mesmo. Nem sempre a gente vive um palco do espetáculo da fé e vai continuar vivendo.
Na minha visão aqui de desenvolvimento da da comunicação e para onde as coisas ainda estão rumando, o nível de incerteza que ainda vai chegar, galera, a gente vai ainda vai ver uns absurdos aí. A gente ainda vai ver assim, ó, a gente já tá vendo coisas que são ao mesmo tempo rir para não chorar, né? São cômicas e ao mesmo tempo desesperadoras.
Fala assim, cara, como é que as pessoas, né, se vinculam com esse tipo de coisa? N que tu fica assim, onde tá a cabeça do ser humano? Por que que as pessoas, qual é a necessidade que a pessoa tem de se vincular a um pastor mirim, por exemplo, né?
Qual que é a necessidade disso? Se você é fã do pastor mirim, cara, tipo assim, eu acho massa uma criança falar de Deus, mas não acho massa uma criança ser um pastor, não. Acho que isso aí gera muitos problemas, muitas questões.
Mas qual que é a necessidade? O que que aqueles seres humanos que estão na outra ponta estão passando para eles olharem para aquele pr aquela figura ou qualquer outra figura? Pode ser o cara que abusa pessoas dentro do centro espírita, pode ser o outro que dá medicina e daqui a pouco tá passando a mão nos outros quando a pessoa tá lá na força da medicina.
Tem para tudo quanto é canto. Ou que financia lá o pastor ou o bispo, mesmo sabendo que ele é corrupto, que ele tem um monte de processo nas costas. Mas porque para além de tudo isso, naquele momento que ele tá ali, ele é especial.
Que que faz? que qual é a situação interna do ser humano que está na outra ponta, que ignora esses elementos que são absurdos e se rende a esse tipo de personagem? É uma necessidade.
Essa necessidade é uma necessidade de clareza, certeza, alguém que oriente o pensamento dela, porque por vezes dentro dela, dentro da angústia da cabeça dela, ela tá muito desorientada. Então, se você é o comunicador da fé, se você tá traduzindo a fé para mim, massa, então é você que eu vou escutar. E por favor, se você, às vezes eu já conheci, já aconteceu de eu conhecer alguém aqui por conta desse canal no YouTube que às vezes tem um pouco uma relação meio de idolatria comigo, galera, na boa, tipo, desfaz isso, desfaz, desfaz.
Eu até uma uma das razões de eu estar fazendo um vídeo assim mais coloquial para falar desses assentos é para desfazer mesmo. Desfaz legal, porque essa ideia de você colocar seres humanos em pedestal, cara, isso só vai atrasar tua vida. Só vai atrasar tua vida.
Obviamente a gente tem necessidade de exemplos, sabe? E, pô, que eu possa contribuir para te gerar mais discernimento, para te gerar uma um olhar mais profundo sobre as coisas, enxergar as coisas em camadas, que eu possa contribuir para te ajudar a se abrir mais, sabe? a ser mais confiante, a dizer mais sim, a entender que, né, a se abrir a possibilidade de que existem forças que estão cuidando de você e saber como se relacionar com isso.
Pô, um prazer poder te ajudar nessa caminhada, mas sempre tenha discernimento, sempre tenha a tua percepção, a tua experiência. Questiona as coisas. Questionar as coisas não é um problema.
Quando você questiona algo, você aprofunda, né? Você vê que tá em camadas. Não tem como você aprofundar se você fazer pergunta.
Então, faça perguntas para você ver que tá em camadas. Beleza? O cenário que a gente tá vivendo hoje de transição tecnológica, transição política, transição econômica, gera uma incerteza absoluta.
E aí vai ter filósofo Zigman Balmon ou vai ter também o outro antropólogo Jamé Cásio, que eu tô sempre mencionando falando sobre essa modernidade instável, né? Balmon vai chamar de modernidade líquida ou Csio vai chamar de mundo bunny, né? que é frágil, ansioso, não linear, incompreensível, vai designar esse cenário de cultura que a gente tá vivendo, que gera uma sensação de tá com chão mole, tipo assim, não tem onde me segurar.
E assim, a vida não tem cabelo para tu tentar se agarrar, sacou? Ah, tá tudo balançando e tal. Galera, eu sempre falo essas pessoas, até quando a pessoa vai fazer uma prática de breathk comigo, aí f assim: "Nossa, fiquei tonto".
Falei assim: "É, pois é, aprende a se render nessa tontura". Porque a tontura, a sensação da tontura, o que que acontece, ó? Vamos lá.
Quando a gente tá num lugar de incerteza, a gente tenta buscar certeza, a gente tenta se controlar. Vou te dar um exemplo de você tá dentro do ônibus ou dentro do trem, dentro do metrô. Se você tá dentro do ônibus, dentro do treino do metrô, você tá lá no meio do vagão, lá no meio do carro do do ônibus, e você não sabe se o motorista vai ter que dar uma freada brusca, se ele vai fazer uma curva pra direita, se vai fazer uma curva pra esquerda, você não sabe nada.
E aí que que você faz? Por vezes você pode ser dois tipos de pessoa. Você pode ser o tipo de pessoa que você tá de pé, né?
Você segura aqui e você vai, né? Tipo, ô motorista, ô, vai devagar. E tá ali, ó, tentando brigar, se segurar ali naquela coisa ali, né?
Brigando com com o carro que tá mexendo muito. Ou você pode ser a pessoa que tá apoiada no negócio, mas você tá com o corpo sambando junto, né? Aí a perna, né?
E você dá aquela aquela ondulada aqui assim, né? Você dá aquela mexida assim completamente para você tá numa condição dessa, você tá, você não tá nem pensando se o motorista tá dirigindo bem assim ou não. Você não tá pensando sobre isso, tá só, cara.
Ah, beleza. Balançou para cá agora e balançou para lá agora. Tranquilo.
E o teu corpo vai se adaptando, vai se ajustando. Essa mesma qualidade que é uma qualidade da mente que você tá traduzindo através do teu corpo. Essa mesma qualidade que você faz nesse momento é o que você pode fazer no momento que você tá no lugar de incerteza, tá?
No lugar de você tentar se segurar e agarrar, se solta, pô. Deixa balançar mesmo, tá tudo bem. Tudo passa.
Daqui a pouco passa, daqui a pouco vai parar. Com o Brifork, a galera vive essa mesma coisa, porque mesmo fazendo prática ou sentado ou deitado, né, depende da circunstância, depende da da experiência que a gente tá querendo provocar, mas vamos supor, tá deitado que não tem para onde cair, pô. Não tem para onde cair, tá deitado.
Tô aqui respirando, respirando profundo, expandindo meu corpo, abrindo espaço dentro de mim. Aí daqui a pouco começa a dar uma tonturazinha, né? Uma marejada assim.
E aí a pessoa fica incomodada. Lá tô tonta. Tá deitada.
Ela tá deitada. Tô tonta. Tô tonta.
Aí eu falo: "Deixa eu ficar tonto". Tá tudo bem, não vai cair ou tá sentado? Não, tô tonto.
Aí a pessoa começa a ficar endurecendo o corpo porque, né? Tá ficando um pouco ali light headaded, né? Ficando com a cabeça meio alta assim, ela começa a enrijecer o corpo.
Não, pô, se solta, deixa balançar. Sabe por quê? A tontura ela é um um uma sensação que ela tem a ver com o nosso discernimento.
Ela tem a ver aqui com asna que é o lugar do equilíbrio. Esse eixo todo aqui, né? O equilíbrio aqui que a gente tem aqui pras mecanismos do ouvido, nossos olhos, todo esse eixo aqui, né?
Quando a gente tá tonto, é aqui que a gente sente o desconforto. Esse é o lugar da minha compreensão. Se eu tô compreendendo, se eu tô sentindo, se eu tô interpretando corretamente, sim ou não.
Esse que eu tô falando, que por vezes a gente tá vivendo um momento da vida, como é o cenário atual, tecnológico e tudo mais, que parece que o chão tá mole, aí tu fica assim: "Pera aí, cara, o que que vai acontecer? " "Não sei. " Beleza?
Nesse lugar que você tem que aprender a ter muita firmeza dentro de você e se render e se abrir, porque você vai adaptando o peso do teu passo, teus próximas decisões para cada situação. Você vai realmente sabendo ler cada momento. É isso que você faz quando você tá pendurado no ônibus aqui.
Você tá lendo cada momento. Opa, agora e que engraçado. Você não tá brigando com as coisas, entende?
Quando a gente tá na prática de breathwork, na prática de respiração e vai ter uma vivência aí agora, né? Vivência caminho interior que vai acontecer em breve, dá uma olhada no link aqui embaixo. Quando a gente tá no meio dessa experiência, a gente pode fazer contato.
Que que é fazer contato? é sentir. Eu posso sentir essa sensação, posso sentir esse lugar de esse lugar, eu posso aprender a me render.
E quando eu aprendo a render o meu discernimento, eu tô rendendo a minha necessidade, o meu desejo de compreender. Eu me abro pra ideia de que não sei, não sei o que vai acontecer, não compreendo, me rendo. Cara, o prazer que nasce desse lugar, ele é tão profundo.
Olha que curioso, né? esse eixo corporal aqui que seria o que seria não é o nosso ágina chakra. O ágina chakra ele tá conectado com a glândula pituitária.
Ágina significa comandar, tá? A glândula pituitária tá associada ao comando, a dar informação para todas as outras glândulas do corpo que estão abaixo. É a partir desse movimento na glândula pituitária aqui dentro, na partezinha baixa do teu cérebro, que não é a pineal.
A pineal tá associada ao sétimo chakra. É através desse movimento fisiológico na tua granda pituitária que ela manda um sinal para falar: "Tá tudo bem, não tá tudo bem, estamos seguros, não estamos seguros. Tensiona o corpo, relaxa o corpo.
" Ela manda esse sinal pro corpo inteiro. É esse lugar. Então, quando você aprende a render, e por isso que nas meditações, nas figuras sagradas que você vê, budistas e tal, estão sempre com o olho meio caído.
Tem gente que já comentou aqui achando que eu tô chapado, que eu fui me maconha para poder gravar vídeo. Pelo amor de Deus, Lera, não precisa dessas coisas não. Aqui, ó, é de você tá realmente relaxado.
E quando você vê essas figuras, né, tradicionais, é um olhar, né, essas essas imagens, né, essas essas estátuas, por exemplo, sempre tão com olhar assim, né, meio caído assim mesmo, como tivesse com ol ali meio chapadinho, sabe? Gente, que prazer que é viver dessa forma, que é um relaxamento tão grande, sabe? A gente geralmente tá aqui assim, ó, no estresse, né, acelerado, cuidando de um monte de coisa, prestando atenção em um monte de coisa, tentando controlar um monte de coisa, ansioso o tempo todo.
Pô, que prazer que ia estar em paz, cara. Então, essas são ferramentas que ajudam você a fazer contato com esse lugar da incerteza dentro de você. E quando você vai fazendo contato com essa incerteza, você vai familiarizando com ela.
Quanto mais você se familiarizar com a incerteza, mais à vontade você fica em qualquer circunstância, com dinheiro, sem dinheiro, com relacionamento, sem relacionamento, mas à vontade você fica com qualquer circunstância. Essa é a qualidade da mente e do nosso da nossa consciência que a gente quer cultivar na vida, entende? Quando você tem essa, quando você vai cultivando esse grau de, né, de prazer, de abertura, de, de integridade dentro de você, você não tem necessidade de se agarrar em nada.
Nada vira um lugar de idolatria. Tudo é uma oportunidade de aprendizado. Todos os caminhos são válidos, todos os lugares são curiosos.
você muda esse aspecto. Eu tenho certeza que tem muitos aqui que t essa qualidade construída aí dentro de si, mas talvez tenha outras pessoas que não, que se vem num lugar de briga constante. Para isso existem sim conhecimentos, existem ferramentas, existem práticas respiratórias, existem diversas coisas que podem te ajudar a soltar isso, soltar esse lugar de tô na incerteza, preciso me agarrar.
A incerteza vai aumentar, saiba disso. A incerteza vai aumentar ao longo dos próximos anos. E a gente vai ver o conservadorismo católico e outros crescendo e criando um formato quase de seitas mesmo, seitas e acordos invisíveis e coisas que não pode sair dali, né?
Coisas que são fechadinhas e coisas assim. a gente vai começar a ver esse tipo de coisa nascendo, ao mesmo tempo que a gente também vai ver uma exponencialização da transparência absoluta. E isso aqui vai desbancar muitas instituições, vai desbancar muita coisa.
A transparência absoluta, né? Aqui é o desejo do Bitcoin, por exemplo, né? a gente para pensar Bitcoin a transparência absoluta.
Então isso aqui vai o a ascensão, a gente vai criar essa polaridade do conservadorismo e aquilo que é oculto, aquilo que não pode ter clareza, aquilo que fecha, aquilo que deixa hermético e aquilo que não é para todo mundo, é para ter acesso e tudo mais. A gente vai ver essa polaridade, a gente já tá vivendo um pouco isso, mas vai aumentar. E o meu convite é que você beba das tradições, beba daquilo que é conservador, que você também se abra para múltiplas possibilidades e pr partilha, mas não no lugar de precisar prestar conta para todo mundo, que você não precisa, mas no lugar realmente de dividir aquilo que faz sentido, aquilo que é transparente, aquilo que é oportuno, aquilo que é benéfico aos seres, sabe?
Então, que você caminhe nesse lugar de caminho do meio sem se apegar a tradição nenhuma. As tradições são ferramentas que nos ajudam. Se elas te ajudaram até chegar no passo B, maravilha.
Se daqui a pouco você sente que é uma outra coisa que vai te ajudar a caminhar mais, mas segue o seu outro caminho, tá tudo bem. Todos os caminhos levam ao criador. Todos os caminhos vão levar até Deus.
Todos. Todos. Entende?
E por vezes eu tenho algumas conversas com pessoas que são ultra tradicionalistas e que defendem a visão de que não, de que você precisa se mergulhar na tradição X, Y Z e tudo mais. Aí eu vejo essa pessoa que é, sei lá, professor de budismo tibetano e tá tomando eu tá tomando rapé aí, tá fazendo sei que lá, aí tá indo estudar o a ciência do coração, aí tá indo assim, pronto, você já não tá mais seguindo tua tradição fielmente, né? Você já tá se abrindo para outras coisas.
Então, pera aí. Por vezes, galera, a defesa da do conservadorismo, do tradicionalismo, é apenas um senso de identidade, um apego à aquilo que me dá algum nível de estrutura, me gera fonte de renda, me dá um nível de compreensão sobre quem eu sou na vida, entende? Sai dessa.
Não apoia a ideia de quem você é na vida, nem nos templos, nem na figura de Jesus, nem na figura de nada. Apoia quem você é na vida, baseado em você mesmo, olhando para dentro de você. Faz sentido isso para você?
Comenta aqui embaixo se faz sentido. Se fizer, comenta aí. #faz sentido.
É isso. Não tem outro lugar de apoio, cara. A gente veio para essa terra sozinho.
A gente vai morrer sozinho. Você deu o primeiro gole de ar. É, foi só você.
Você vai dar o último gole de ar e vai ser só você. Entendeu? Tipo assim, isso é, essa é narrativa humana.
E é linda o tempo que você tem aqui entre o primeiro gole de a e o último, é lindo. Aproveita, faz aí que você quer fazer, entendeu? contribui com a gente tudo, embeleza o sistema aí pra gente deixar isso aqui mais bonito, mas não se prende a ideias de como você tem que ser ou quais figuras você tem que seguir ou quem que você tem que estudar ou onde tem que se inspirar.
Esse é o desejo desde criança da criança, principalmente a criança machucada, cresceu às vezes na nossa sociedade, que é muito comum, cresceu sem pai, crescem sem figuras de figuras masculinas ao redor. Esse desejo de ter uma referência, de ter alguém que me aponte o caminho, porque quando alguém me aponta o caminho, essa pessoa me facilita assim, olha por aqui, você, ai, graças a Deus que você me mostrou, que eu tava aqui tão perdido, gente, vamos se achar, entendeu? E para se achar, beleza, você pode vir, pô, participar da minha vivência, eu quero te ajudar, mas você também pode só ficar na tua casa todo dia reservando 20 minutinhos.
Você ficar em silêncio, fica em silêncio. Fica em silêncio. 20 minutinhos por dia.
Tem vídeos meus aqui embaixo também. Vou até deixar aqui no canto dedicação de meditação que você vai ver conteúdo interno vindo à tona. E essa é tua bússola.
Deus não está nas igrejas. Deus não está nos templos. Deus não está nem na floresta.
Deus está em toda parte, em todo momento. Nesse momento, agora, aqui, nesse instante. Isso aqui tá acontecendo a cada segundo.
Nesse momento, isso aqui é Deus. Isso aqui é a vida acontecendo. A presença absoluta é a vida, né?
A vida é isso aqui. Isso aqui é Deus acontecendo. Uh, dá até um coração.
É isso. É isso que nós somos. Eu gosto de falar isso assim, cara.
Não existe. Deus não tá em nenhum outro lugar que não seja aqui agora. Deus não tá em nenhum outro lugar que não seja aqui agora.
E onde quer que você vá, pode ser nos templos, pode ser na igreja, pode ser na floresta. Se você não tiver aqui agora, você não tá nele, você tá na tua mente. E a tua mente é uma construção dentro dessa mega construção.
É um universo pessoal que você constrói e cria narrativas e ideias e filosofias pessoais e um monte de coisa que às vezes não estão te ajudando. E quanto mais você desligar a tua mente, para isso que eu faço prática de respiração, quanto mais você desligar a tua mente e só ficar em presença, pô, mais insight, bonito, coisas que são para você, que é pro teu caminho, mas isso vem à tona. E aí a respiração é uma ferramenta que te ajuda nisso, mas você pode fazer sozinho meditando também, tá bom?
Experimenta aí. Eu comecei tudo isso assim, galera. Comecei tudo isso assim.
A a coisa que mais me abriu até hoje foi a meditação. Eu só descobri a respiração como uma ferramenta que facilite as pessoas entrarem de verdade na meditação profunda. É só uma ferramenta para ajudar esse lugar.
Mas o que eu comecei minha jornada toda foi com meditação. Não tinha tomado aca, não tinha tomado medicina, não tinha feito isso, não tinha feito retiro, não tinha feito nada. Comecei a meditar, entendeu?
Sabia nem o que tava fazendo direito, mas sentia benefícios. Então, meu convite é esse, começa a meditar que você vai colher benefícios e aí isso vai te gerar mais perguntas, isso vai te gerar mais buscas e aí você vai encontrando cavando, né, com a enchada aí, com a picareta para dentro da tua caverna pessoal. Qual que é o teu caminho?
Sem se apoiar em discursos que são absolutos. Na matéria tem nada absoluto. Absoluto só tem uma única coisa.
E o restante é tudo dual. Tudo tem mais uma forma de interpretar, inclusive esse vídeo aqui. Beleza?
Espero que esse vídeo aqui tenha te trazido boas reflexões. Comenta aí que você tá achando desses vídeos assim mais despojados aqui também, que isso me ajuda a fazer mais ou enfim, mudar. É difícil acertar o título dessas coisas.
É difícil. Isso é difícil, cara. para você vir assistir o vídeo até o final aqui.
É difícil acetar o título e a tama do negócio. Enfim, souber me ajudar com isso, me manda mensagem, falou que eu tô precisando de ajuda. Precisando de ajuda fazer esse material chegar mais gente.
E é isso. Gosto muito de estar aqui com vocês compartilhando isso. Nos vemos no próximo.
E assiste esse aqui que eu tenho certeza que esse aqui também vai te provocar boas reflexões. Até lá. Ciao.
Ciao.