caros amigos bem-vindos a mais um episódio de Hoje no Mundo Militar neste vídeo falaremos sobre a exclusão dos Estados Unidos e de outros países como Reino Unido e Turquia do gigantesco programa europeu de rearmamento uma medida que visa incentivar a indústria europeia de defesa em um contexto de afastamento americano do continente a União Europeia está implementando um fundo de defesa colossal estimado em 165 bilhões de dólares com a intenção de fortalecer a sua capacidade militar diante das crescentes ameaças geopolíticas segundo os detalhes avançados pela Comissão Europeia os recursos serão aplicados principalmente em empresas sediadas na
União Europeia Noruega e Ucrânia visando impulsionar a indústria militar local e reduzir a dependência de fornecedores externos uma estratégia fortemente defendida por países como a França dentro dessa política ao menos 65% dos gastos precisam ser direcionados a produtos fabricados nessas regiões e a empresas de fora do Bloco Europeu só poderão participar caso os seus respectivos governos assinem acordos de segurança e defesa com Bruxelas o objetivo desses acordos é garantir que se algum item estrangeiro de defesa for adquirido por algum país europeu o vendedor não poderá exercer sobre esse item em particular nenhum veto ou bloqueio
de uso no futuro não importa quem esteja no poder trata-se de uma medida vista como crucial principalmente agora com Washington se aproximando tanto da Rússia o maior adversário para segurança da Europa no entanto essa exigência tem sido um ponto de atrito para nações tradicionalmente ligadas ao setor de defesa europeu como os Estados Unidos e o Reino Unido mas o que levou a Europa a priorizar tanto a sua defesa o lançamento desse fundo de rearmamento não aconteceu no vácuo a Europa temha enfrentado desafios profundos nos últimos anos que pressionaram os governos a investirem mais na segurança
do continente com a invasão da Ucrânia pela Rússia em 2022 tendo sido um dos principais fatores demonstrando a necessidade de uma defesa mais robusta para dissuadir qualquer agressão futura além disso a dependência excessiva dos Estados Unidos na segurança europeia tem sido um tema de debate no continente a volta de Donald Trump ao poder com um discurso demonstrando um profundo alinhamento com a Rússia de Putin trouxe incertezas quanto ao compromisso de Washington com a defesa da Europa durante o seu primeiro governo Trump deixou claro que os países europeus precisavam gastar mais em suas próprias forças armadas
ameaçando retirar apoio caso não cumprissem as metas de investimento na OTÃ e agora com seu retorno ao cargo essas questões se tornaram ainda mais urgentes para os europeus no contexto da invasão russa da Ucrânia a ideia de autonomia estratégica tem sido fortemente promovida por líderes como Emanuel Macron que argumenta que a Europa precisa ter capacidade para se defender sem depender de decisões de Washington com esse fundo de rearmamento sendo portanto uma resposta direta a esse novo contexto dentro desse programa de investimentos a União Europeia planeja priorizar tecnologias críticas capazes de garantir a defesa do continente
contra possíveis ameaças externas e dentre as principais áreas de foco estão os sistemas de defesa aérea a invasão russa da Ucrânia demonstrou claramente aos europeus a necessidade de fortalecer a sua proteção contra ataques aéreos e mísseis balísticos e por isso o fundo irá fomentar o desenvolvimento de sistemas como o franco italiano SAMP e possíveis variantes modernizadas de interceptadores de mísseis a guerra na Ucrânia também mostrou a importância de um suprimento constante de munição para manter a capacidade de combate dessa forma a União Europeia pretende aumentar a sua produção de projéteis de artilharia obes foguetes de
longo alcance o objetivo segundo a liderança europeia é criar um fluxo contínuo de produção de projéteis dos mais variados calibres capaz de atender a demanda de uma guerra longa de atrito como aquela que vemos hoje na Ucrânia os veículos blindados também estão recebendo grande prioridade diante da necessidade de formação de forças terrestres mais bem equipadas há investimentos previstos para modernização de tanques de guerra e blindados como projetos como franco alemão MGCS em destaque e o Leopard 3 alemão equipado com blindagem revolucionária e um novo canhão da Hind Metal de 130 mm e é claro que
a Europa não está se esquecendo dos drones e sistemas autônomos a guerra moderna tem sido marcada pelo uso crescente de drones de reconhecimento e ataque com a Europa em parceria com a Ucrânia e a sua grande e bem-sucedida experiência com drones buscando desenvolver as suas próprias tecnologias reduzindo a necessidade de importação de modelos americanos israelenses chineses e turcos com tanta tecnologia é impossível não lembrarmos da Insider uma marca de alta tecnologia na criação e confecção de roupas confortáveis e versáteis para o seu dia a dia e agora no mês do consumidor o cupom exclusivo do
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no canal voltando agora ao vídeo a exclusão dos Estados Unidos do fundo também levanta uma questão fundamental como a OTAN será impactada por essa nova dinâmica até o momento a aliança transatlântica tem funcionado com os Estados Unidos como pilar central fornecendo desde infraestrutura nuclear até suporte logístico e tecnológico com os europeus buscando maior independência na defesa surge agora o desafio de evitar a fragmentação dentro da OTAN se os Estados Unidos virem essa estratégia como uma tentativa de marginalizar a sua influência poderá haver uma redução do compromisso americano com a segurança europeia isso poderia por exemplo
impactar a presença de tropas americanas na Alemanha e na Polônia ou reduzir o acesso europeu a armamentos cruciais outro ponto delicado é a interoperabilidade muitos dos sistemas militares europeus ainda dependem de padrões americanos por isso se a Europa buscar se tornar totalmente autônoma nesse aspecto isso pode gerar desafios na compatibilidade das Forças Armadas dentro da OTAN a decisão da União Europeia de excluir os Estados Unidos Reino Unido e Turquia do fundo de rearmamento é um marco na reconfiguração da defesa no continente mas um reflexo visto como natural diante da postura de afastamento de Trump e
do seu cada vez maior alinhamento com a Rússia de Vladimir Putin a busca por autonomia estratégica tem sido uma pauta cada vez mais forte e esse fundo é uma demonstração clara dessa tendência mas a questão central permanece será que a Europa conseguirá manter a sua segurança sem o peso da indústria de defesa americana a exclusão britânica pode levar a um realinhamento estratégico dentro da Europa e como a Turquia com a sua indústria gigantesca de defesa reagirá diante desse distanciamento [Aplausos] e se ainda não está inscrito no canal inscreva-se já e acione o sino das notificações
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